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Astecas, Incas e Maias: Evidências de Contato com Inteligências Extraterrestres — Entre o Submundo e Mundos Superiores




























Estes crânios encontram-se expostos no Museu de Antropologia de Lima (Peru). Ainda causam controvérsia, pois não se encaixam nas técnicas das "deformações cranianas", empreendidas pelos antigos, que as usavam esses procedimentos com fins mágico-religiosos e estéticos.


É possível deformar o crânio sim, mas não aumentar o volume interno. E estes comprovadamente tem volume 40 a 50% superiores ao do homem normal.Além disso, deformações nunca seriam tão siméricas, vertical, horizontal e radialmente!E nem totalmente iguais uma as outras. Ademais, deformaçao não explica nada; só constata o fato de que a nobreza ou clero estaria tentando parecer superior. Porém, com base em quê 'modelo'superior? A quem pretendiam imitar, se assemelhar, PARA parecerem superiores? Por fim a face, os olhos e especialmente os ossos da mandíbula não podem ser deformados. E são claramente distintos do homem comum. Exceto se pertencerem a uma raça humana desconhecida.







































DUAS EMIGRAÇÕES DE EXTRATERRENOS
Os textos sagrados hindus revelam que os antepassados dos Arianos não tinham nascido na Terra, mas numa estrela da Via Láctea (Sírio é uma estrela da Via Láctea) “O Caminho de Ariaman é o caminho que vai duma estrela a Terra” (texto védico) A segunda ingerência atestada por numerosos textos, foi a dos venusianos.
Durante muito tempo, os astrônomos pensaram que o planeta Vênus pertencia ao sistema solar desde há milhares de anos. Conseguimos, graças aos nossos documentos, que o observatório de Paris admitisse que o caso de Vênus merecia ser reconsiderado. E sabemos que alguns astrônomos, antecipando-se a verdade que em breve acabara por impor-se, admitem facilmente a irrupção de Vênus-cometa no nosso sistema solar. 


A tradição Inca diz que quando Orejona aterrou sobre a Pedra Sagrada da Ilha do Sol, no lago Titicaca, ele trouxe do seu planeta vegetais, animais, e “outras coisas” De acordo com a lenda pré-colombiana, o deus Tvira mandou erigir em honra a Orejona, sobre o local do rochedo sagrado, um templo onde estavam guardadas várias “pedras negras”. Essas pedras chamadas Kala e associadas ao Deus-Sol de forma misteriosa desapareceram do lago Titicaca. Essas Kala, em numero de três serão as que atualmente se veneram na Kaaba de Meca ou estarão encerradas na parede? Assim como a pedra de Lúcifer e as “pedras negras’ dos Andes, as das Arábia teriam uma origem celeste: teriam vindo do céu, como dádiva do anjo Gabriel a Abraão em recompensa da vitória do patriarca sobre o demônio; uma outra tradição afirma que caíram de Vênus. A grafite da cave do Kohistan, nas índias, com idade de 14.000 anos e que representa a Terra ligada a Vênus por um caminho de traços. As descrições na Bíblia, e nas tradições de todos os paises da conquista da Terra por seres vindos de algures de Vênus e da Lua.     



O POPOL VUH  FOI TRAFICADO


O Mais  importante desses documentos, o Popol Vuhu ou livro do conselho, que relata acontecimentos anteriores ao dilúvio, foi transcrito em latim no século XVI por um sábio quiche que muito provavelmente, era um espanhol católico. Possuímos uma notável tradução do francês devida ao erudito abade Brasseur de Bourbong e também alguns extratos de uma exegese publicada rcentemente pelas edições Payot.

É do conhecimento do público eu o planeta Vênus regia a religião Maia, sem duvida após o aparecimento deste planeta no nosso céu visível, há 5000 anos. A maioria das pirâmides é-lhe dedicada; Quetzacoatl e Kukulka, os dois maiores deuses do panteão Maia, são personificações do planeta brilhante; em todos manuscritos Maias, os sinais de Vênus florescem em cada página... Ora, fato extraordinário, excetuando o abade Brasseur de Bourbong, todos os autores obedecendo sem duvida a recomendações de Black-out, silenciam o papel de Vênus na civilização Maia e, as vezes, conseguem até nem mencionar o nome do planeta. Coincidência curiosa, na Bíblia manifestam-se as mesmas instruções de prudência ------a respeito da “ESTRELA” que os Hebreus reincidentes tinham a desagradável tendência, sem duvida hereditária, para quererem adorar ao mesmo tempo que o touro(impropriamente chamado Bezerro de Ouro). E acontece que essa estrela é precisamente Vênus. e que esse touro, símbolo dos anjos, genitores, representa também os Iniciadores venusianos, nos Maias, nos Fenícios, nos Assírio Babilônios e nos Incas.

Em resumo, tudo se passa como se desde há três mil anos uma conjuração se empenha-se em esconder uma verdade perigosa para as nossas instituições e as nossas religiões. Uma verdade cuja chave seria o planeta Vênus.                     



Chan Chan, a capital do império Chimu, declarada pela UNESCO como Herança Cultural da Humanidade, com uma importância comparável às do Egito, Mesopotâmia, Índia, China e de Teotihuacán no México. 




































Mergulhadores descobrem templo inca submerso


Cientistas encontraram as ruínas de um templo inca, submerso no lago Titicaca. A descoberta, que inclui também a Porta do Sol, a pirâmide de Akapana e o templo de Kalasasaya, ajudará a compreender um período de três a quatro séculos da cultura de Tiwanaku.

Um grupo de cientistas brasileiros e italianos encontraram as ruínas de um templo inca, construído, possivelmente, há mil ou mil e quinhentos anos, submerso no lado boliviano do lago Titicaca, situado a 3.800 metros acima do nível do mar na fronteira entre a Bolívia e o Peru.
A expedição, formada por 30 especialistas brasileiros e italianos da sociedade científica Akakor Geographical Exploring, que investigaram locais arqueológicos nas zonas lacustres de Copacabana e nas ilhas do Sol e da Lua durante 15 dias, foi liderada pelo italiano Lorenzo Epis e incluiu mergulhos a grandes profundidades de forma a verificar a existência de construções antigas submersas no lago Titicaca, com seis mil quilómetros de extensão.
Além da descoberta de várias peças de cerâmica das culturas incas e tiwanacota, os cientistas conseguiram, ainda, tirar fotos e filmar uma construção de cerca de 250 metros de comprimento por 50 metros de largura, submersa na parte mais profunda do lago, que, segundo Epis, se assemelha a um templo.
«O templo existe mas não se trata de uma cidade submersa», confirmou o chefe da expedição.
O grupo localizou, também, uma ilha dentro do Titicaca, com cerca de três quilómetros de extensão por 600 metros de largura, submersa a 20 metros de profundidade. No local existem trilhas calçadas de pedras que, segundo os pesquisadores, foram construídas pelos incas.
A sociedade científica, que reuniu na Bolívia especialistas nos campos da geologia, paleontologia, biologia, antropologia, sociologia, medicina, psicologia e espeleologia aquática, com o objectivo de localizar sítios arqueológicos submersos ou em terra, deu assim por concluída a primeira fase da expedição.
A dez quilómetros da margem do Titicaca encontra-se Tiwanaku, a primeira cidade planeada na região e berço da civilização Tiwanacota, considerada pelos arqueólogos o primeiro império andino.
As descobertas, entre elas a Porta do Sol, a pirâmide de Akapana e o templo de Kalasasaya, em bom estado de conservação, ajudarão os historiadores a entender um período de três a quatro séculos da cultura Tiwanaku, que segundo os arqueólogos existiu mil e duzentos anos antes de Cristo.
Recorde-se que em 1976, o oceanógrafo francês Jacques Cousteau tentou, sem sucesso, localizar ruínas de construções no lago Titicaca, e em 1988 uma expedição da National Geographic também não obteve resultados.
Os incas, cujo império compreendeu um território de um milhão e meio de quilómetros quadrados localizado entre os actuais Peru, Bolívia, Equador, Chile e Argentina, foram a civilização mais importante da América pré-hispânica, com uma organização sócio-política desenvolvida e uma população estimada entre quatro a seis milhões de pessoas.

A
linguagem dos cordões

Gonzáles de la rosa, que viveu muito tempo no Peru, refere-se as declarações do quipocamaio (interprete dos quipós incas) Catari, que, tendo se retirado para Cochabamba no século XVI, traduziu para os jesuítas a linguagem dos enigmáticos cordões com nós. O manuscrito da tradução foi entregue por volta de 1625 pelo cônego de Chuquisaca(Sucre), Bartolomé Cervantes, ao jesuíta A. Oliva. A partir de então, o documento manteve-se secreto – na Biblioteca do Vaticano- , mas o essencial do seu conteúdo é conhecido.

Eis em resumo a tradução do velho Catari comentada por Gonzales de la Rosa.

“(O nome primitivo de Tiahuanaco era Chucara. A cidade era inteiramente subterrânea e o que existia na superfície era apenas a estância de corte de pedras e a aldeia dos operários. A cidade subterrânea seria a chave de uma espantosa civilização que remonta aos tempos mais recuados. Tinha-se acesso a cidade por várias entradas que foram vistas pelo grande naturalista francês Alcide d’Orbigny e pelos viajantes Tschudi, Castelnau e Squier, os quais falam em galerias sóbrias e fétidas que desembocam na praça de Tiahuanaco.

Essa cidade subterrânea fora edificada para permitir que os habitantes ali encontrassem uma temperatura mais agradável, o que prova bem que a altitude nunca variou. Perto do lago Titicaca existia um palácio de que não restam vestígios, pois sua construção deve remontar, segundo os textos, á época “”da criação do mundo”” O primeiro senhor de Chucara, quer dizer Casa do Sol, chamava-se Huyustus; ele dividira o globo em vários reinos. Os últimos habitantes de Chucara não foram os Aimaras mas os Quéchas. Em Tiahuanaco, os mortos eram enterrados deitados. Nas ilhas do lago vivia uma raça branca e barbuda. Para Gonzales de la Rosa, os antepassados dos Uros eram os fundadores de Tiahuanaco. Essa tradição muito conhecida, mesmo dos americanistas, apoia a tese da origem estrangeira dos colonos instalados em redor do lago Titicaca. Aliás, todas as tradições asseguram que, precedendo de muitos milênios o advento dos Incas, se estabelecera no Andes uma raça de homens brancos.

Garcilaso de la Vega escreve:

O Deus Sol, antepassado dos Incas, enviou-lhes nos tempos muito antigos um de seus filhos e uma de suas filhas para lhes transmitir o conhecimento, delegados que os homens reconheceram como divinos devido ás suas palavras e a sua pele clara. Pedro Pizarro, primo do conquistador, diz em sua crônica.

As mulheres nobres são agradáveis de contemplar; sabem-se belas e são de facto. Os cabelos dos homens  e das mulheres são loiros como o trigo e certos indivíduos tem a pele mais clara que dos espanhóis.

Nesse país vi uma mulher e uma criança cuja pele era de uma brancura fora do vulgar.). Um certo americanista, Denis Saurat, apoia a hipótese da existência de uma linha de sedimentos marinhos com a extensão de 700 quilometros. Essa linha escreve ele, principia perto do lado Umayo, no Peru, a cerca de 100 metros de altitude acima do nível do Titicaca, passa ao sul desse lago, a 30 metros acima do nível da água, e termina inclinando-se cada vez mais para o lado sul ... Existiu, portanto ali um mar, explica ele, e prossegue algumas páginas mais adiante: Os cais do porto de Tiahuanaco ainda existem e estão situados, não ao lado do lago desaparecido, mas sobre a linha de sedimentos...

Os petróglifos da Porta do Sol reservam grandes surpresas aos astrônomos e aos técnicos da astronáutica. Os desenhos talvez representem engenhos interplanetários assim como descrevera o descendente de Galrcilaso de la Vega: O ideograma sobre a cabeça da personagem é uma astronave terrestre(cabeça de jaguar: força, vida terrestre; cones estilizados: cabinas, povoações; cabeça de condor: viagem ao espaço.)












em 1876, o arqueólogo francês Wiener escrevia:

Um dia virá em que poderemos dizer a respeito das civilizações clássicas dos Egípcios, dos Caldeus, dos Bramas: estais catalogadas nos nossos livros como sendo das mais antigas, mas a ciência prova que a civilização pré-inca de Tiahuanaco é vários milhares de anos anterior á nossa. No seu livro Um Roman de Tager – La Guerre Nouvelle, o arqueólogo e escritor René Gau concede a essa teoria da Atlântida e a origem extraplanetária dos Atlantes uma contribuição nova baseada na descoberta, em Ur, de chapas gravadas que estariam na posse dos serviços políticos americanos. Estas chapas, provenientes das buscas arqueológicas efetuadas por Wooley, em 1927, são autênticas, acrescentam ao estudo da Primi-historia indícios que se adaptam curiosamente ás hipóteses que formulamos juntamente com os sábios e historiadores de vanguarda: os russos Jirov e Agrest e os franceses Lucien Barnier, Louis Pauwels, Jaques Berguier e Jean Nocher. Eis o que René Gau escreveu. A narrativa prosegue da seguinte forma: 
“(Soube através da tradução dos textos gravados que as jóias tinham um valor arqueológico muito maior do que o comercial. Elas constituíam preciosos talismãs vindos dos Atlantes que os tinham obtido de seres ditos humanos, irmãos afastados das estrelas. Eles visitaram-nos um dia, vindos das profundezas siderais vindos sobre um navio voador... Essa descoberta viria a servir de base a outras pesquisas arqueológicas, visto que ela confirma os dizeres de Platão, incluindo, além disso, a noticia espantosa da existência de irmãos da nossa humanidade terrestre, nitidamente superiores a nós, originários de outras galáxias.)”     


A cidade mais antiga do Mundo

É pela Porta do Sol que se penetra no mundo ignorado de Tiahuanaco, que proclama o seu antigo esplendor da Bolívia. A origem de Tiahuanaco perde-se nos milênios. Os Incas, quando da conquista do Peru por Fernando Pizarro, afirmaram que jamais tinham conhecido Tiahuanaco senão em ruínas. Os Aimaras, o povo mais antigo dos Andes, diziam que a cidade pertencia aos primeiros homens da Terra e que fora criada pelo deus Vira Cocha. Garcia Beltran tinha certos documentos inéditos relativos ás tradições andinas que tinham pertencido ao seu antepassado Gacilaso de la Vega. A História, que se detinha nas ultimas dinastias faraônicas, acabava de dar um salto ao passado e prolongava-se agora até o décimo milênio antes da nossa era, senão mais longe. Eis o que revelavam os documentos secretos de Garcilaso de la Vega, traduzidos e comentados por Beltran. Os escritos pictográficos de Tiahuanaco dizem que na era dos tapires gigantes, seres humanos muito evoluídos, apalmados e de sangue diferente do nosso, vindos de um outro planeta, encontraram, conforme lhes convinha, o lago mais alto da Terra. Ontem, essa lenda ter-nos-ia feito rir. Hoje, os nossos homens rãs copiam artificialmente os dedos apalmados dos colonos de Tiahuanaco.
Com os seus poderosos telescópios, os visitantes siderais procuraram portanto uma altitude e um lago favoráveis ao seu organismo e a sua vida anfíbia. A astronave do lago Titicaca Desta forma, os documentos do descendente de Garcilaso de la Veja referiam-se a uma Eva de origem extraterrestre e a engenhos interplanetários. E davam precisões espantosas. Na Era Terciária(há cerca de 5 milhões de anos), quando ainda não existia qualquer ser humano sobre o nosso planeta, povoado apenas por animais fantásticos, uma astronave brilhante como ouro pousou sobre a ilha do Sol do lago Titicaca. Dessa astronave desceu uma mulher semelhante as mulheres atuais quanto ao corpo, dos pés até os seios; mas tinha a cabeça em forma de cone, grandes orelhas e mãos apalmadas com quatro dedos. As suas mãos indicavam que existia água em abundância sobre o seu planeta original e que representava um papel primordial na vida em Vênus. Os Grandes Orelhas (ou Orejones) formavam uma casta superior na América do Su, e emigraram até a Ilha de Páscoa. As estatuas gigantes de Páscoa e Bamiyan têm todas grandes orelhas e é curioso notar que os Budas da índia têm igualmente a mesma particularidade. Por outro lado, foram os Orejones que, segundo Garcilaso de la Vega e Cieza de Leon, ocultaram os tesouros dos antepassados, cujos esconderijos jamais foram divulgados pelos iniciados. Esta mulher caminhava verticalmente como nós, era dotada de inteligência e tinha, sem duvida, a intenção de criar uma humanidade terrestre, pois teve relações com um tapir, animal rugidor, que nadava em quatro patas. Ela gerou vários filhos. Essa prole, oriunda de um cruzamento monstruoso, nascia com dois peitos e uma inteligência diminuta, mas os órgãos reprodutores mantinham-se os do tapir-porco. A raça estava fixada. Um dia terminada a sua missão, ou talvez cansada da Terra, e desejosa de voltar a Vênus, onde poderia ter um marido a sua imagem, a mulher levantou de novo vôo em sua  astronave. Eis o que se encontra escrito no frontão da Porta do Sol em Tiahuanaco.








Segue o texto com correções gramaticais, ortográficas e reorganização, mantendo o conteúdo original, mas com maior clareza, coesão e fluidez:


Os textos sagrados hindus revelam que os antepassados dos arianos não teriam nascido na Terra, mas em uma estrela da Via Láctea (Sírio é uma estrela dessa galáxia). Segundo um texto védico: “O caminho de Ariaman é o caminho que vai de uma estrela à Terra”. Outra ingerência, atestada por numerosos textos, seria a dos venusianos.

Durante muito tempo, os astrônomos acreditaram que o planeta Vênus fazia parte do Sistema Solar desde há milhares de anos. No entanto, alguns estudos e interpretações levaram certos pesquisadores a defender que o caso de Vênus mereceria ser reconsiderado. Há astrônomos que admitem, inclusive, a hipótese da irrupção de um “Vênus-cometa” em nosso sistema, antecipando uma possível revisão dessa concepção tradicional.

A tradição inca afirma que, quando Orejona aterrissou sobre a Pedra Sagrada da Ilha do Sol, no lago Titicaca, trouxe de seu planeta vegetais, animais e “outras coisas”. De acordo com a lenda pré-colombiana, o deus Tvira mandou erguer, em honra a Orejona, um templo sobre o rochedo sagrado, onde estavam guardadas várias “pedras negras”. Essas pedras, chamadas Kala e associadas ao Deus-Sol, desapareceram misteriosamente do lago Titicaca.

Segundo algumas interpretações, essas três pedras poderiam corresponder às atualmente veneradas na Kaaba, em Meca, ou estariam encerradas em suas paredes. Assim como a “pedra de Lúcifer” e outras “pedras negras” dos Andes, as da Arábia teriam origem celeste: teriam sido enviadas do céu como dádiva do anjo Gabriel a Abraão, em recompensa por sua vitória sobre o demônio. Outra tradição afirma que essas pedras teriam vindo de Vênus.

Há ainda referências a uma gravura encontrada na caverna de Kohistan, na Índia, com cerca de 14.000 anos, que representaria a Terra ligada a Vênus por um caminho de traços. Além disso, diversas descrições presentes na Bíblia e em tradições de vários países falam da conquista da Terra por seres vindos de algum lugar, como Vênus ou a Lua.


O POPOL VUH FOI ALTERADO

O mais importante desses documentos, o Popol Vuh — ou Livro do Conselho —, que relata acontecimentos anteriores ao dilúvio, foi transcrito em caracteres latinos no século XVI por um sábio quiché, provavelmente sob influência de um espanhol católico. Existe uma notável tradução para o francês feita pelo abade Brasseur de Bourbourg, além de extratos de estudos exegéticos publicados posteriormente.

É de conhecimento geral que o planeta Vênus exercia grande influência na religião maia, possivelmente após seu aparecimento no céu visível há cerca de 5.000 anos. A maioria das pirâmides era dedicada a ele; Quetzalcóatl e Kukulkán, dois dos principais deuses maias, seriam personificações desse astro. Nos manuscritos maias, os símbolos de Vênus aparecem com frequência.

Entretanto, excetuando-se Brasseur de Bourbourg, muitos autores parecem minimizar ou omitir o papel de Vênus na civilização maia, como se houvesse uma espécie de “silenciamento”. Curiosamente, na Bíblia também aparecem advertências quanto à adoração de uma “estrela”, à qual os hebreus demonstravam inclinação — possivelmente Vênus —, associada simbolicamente ao touro (impropriamente chamado de Bezerro de Ouro).

Esse símbolo do touro, ligado a entidades superiores ou “iniciadores”, aparece em várias culturas: maia, fenícia, assírio-babilônica e inca.

Em resumo, há quem sustente que, ao longo de milênios, teria existido um esforço para ocultar uma verdade considerada perigosa para instituições e religiões — uma verdade cuja chave estaria associada ao planeta Vênus.


Chan Chan e as Civilizações Antigas

Chan Chan, capital do Império Chimú, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, possuindo importância comparável às grandes civilizações do Egito, Mesopotâmia, Índia, China e Teotihuacán, no México.


Descoberta de Templo Submerso

Cientistas descobriram as ruínas de um templo submerso no lago Titicaca. A descoberta inclui estruturas associadas à cultura Tiwanaku, como a Porta do Sol, a pirâmide de Akapana e o templo de Kalasasaya, contribuindo para a compreensão de um período de três a quatro séculos dessa civilização.

Uma equipe de pesquisadores brasileiros e italianos encontrou vestígios de uma construção submersa no lado boliviano do lago, a cerca de 3.800 metros de altitude. A estrutura, com aproximadamente 250 metros de comprimento por 50 metros de largura, foi identificada por meio de mergulhos profundos.

Além disso, foi localizada uma ilha submersa com trilhas de pedra, possivelmente construídas pelos incas. As descobertas incluem também peças de cerâmica e evidências arqueológicas relevantes.


A Linguagem dos Cordões (Quipus)

Gonzáles de la Rosa relatou as traduções do quipocamaio Catari, intérprete dos quipus incas. Segundo esses relatos, a antiga cidade de Tiahuanaco — originalmente chamada Chucara — seria em grande parte subterrânea.

Essa cidade teria sido construída para oferecer condições climáticas mais favoráveis, sugerindo um alto nível de engenharia. Tradições locais falam também da existência de povos de aparência europeia (pele clara e cabelos loiros) vivendo na região antes dos incas.


Tiahuanaco e as Origens Antigas

Tiahuanaco é considerada uma das cidades mais antigas do mundo. Sua origem remonta a tempos imemoriais, anteriores até mesmo às civilizações clássicas conhecidas.

Segundo tradições andinas, teria sido fundada por seres avançados, possivelmente vindos de outro lugar. Algumas interpretações sugerem até a presença de tecnologias avançadas e conhecimentos astronômicos sofisticados.


Mitologia Inca e Conexões Culturais

Os incas explicavam a origem do mundo por meio de mitos envolvendo o deus criador Viracocha e seus filhos. Esses relatos apresentam paralelos com outras tradições antigas, como as narrativas mesopotâmicas e o Livro de Enoque.

Civilizações como a maia desenvolveram sistemas avançados de astronomia e matemática, incluindo o conceito do zero e calendários extremamente precisos. Também compartilhavam a crença em ciclos de criação e destruição do mundo.



Segue uma bibliografia organizada no padrão ABNT (NBR 6023:2018) com base nos autores, obras e temas citados no seu texto. Como parte do conteúdo envolve tradições, mitos e autores clássicos (alguns com grafias antigas), organizei em formato acadêmico consistente:


📚 BIBLIOGRAFIA (ABNT)

Popol Vuh
POPOL VUH. O livro do conselho dos maias quiché. Tradução de diversos autores. São Paulo: Cultrix, 2007.

Brasseur de Bourbourg
BOURBOURG, Charles-Étienne Brasseur de. Popol Vuh: le livre sacré et les mythes de l'antiquité américaine. Paris: Maisonneuve, 1861.

Garcilaso de la Vega
VEGA, Inca Garcilaso de la. Comentarios reales de los incas. Madrid: Historia 16, 1985.

Pedro Pizarro
PIZARRO, Pedro. Relación del descubrimiento y conquista del Perú. Madrid: Atlas, 1968.

Alcide d'Orbigny
D’ORBIGNY, Alcide. Voyage dans l'Amérique méridionale. Paris: Pitois-Levrault, 1835.

Jacques Cousteau
COUSTEAU, Jacques-Yves. O mundo silencioso. Rio de Janeiro: Record, 1954.

National Geographic Society
NATIONAL GEOGRAPHIC. Expedições e pesquisas arqueológicas. Washington, DC: National Geographic Society, diversos anos.

Bíblia
BÍBLIA. Bíblia Sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2011.

Livro de Enoque
ENOQUE. O Livro de Enoque. Tradução de diversos autores. São Paulo: Madras, 2004.

Vedas
VEDAS. Os Vedas: textos sagrados da Índia antiga. São Paulo: Pensamento, 2001.

Denis Saurat
SAURAT, Denis. Atlantis and the Giants. London: Rider & Company, 1957.

René Guénon
GUÉNON, René. O rei do mundo. São Paulo: Pensamento, 2001.

Louis Pauwels
PAUWELS, Louis; BERGIER, Jacques. O despertar dos mágicos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1960.

Jacques Bergier
BERGIER, Jacques. Os livros malditos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.

Jean Nocher
NOCHER, Jean. O segredo das civilizações. Paris: Éditions France-Empire, 1965.

Plato
PLATÃO. Timeu e Crítias. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: UFPA, 2001.

Tiwanaku
KOLATA, Alan L. The Tiwanaku: portrait of an Andean civilization. Cambridge: Blackwell, 1993.

Chan Chan
MOSELEY, Michael E. The Incas and their ancestors. London: Thames & Hudson, 2001.


⚠️ Observação importante

Parte das obras e autores citados (como Pauwels, Bergier, Saurat etc.) pertencem a linhas especulativas ou não acadêmicas, frequentemente associadas a hipóteses alternativas (ex.: origem extraterrestre de civilizações). Em um trabalho acadêmico formal, é recomendável:


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