Astecas, Incas e Maias: Evidências de Contato com Inteligências Extraterrestres — Entre o Submundo e Mundos Superiores
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| É possível deformar o crânio sim, mas não aumentar o volume interno. E estes comprovadamente tem volume 40 a 50% superiores ao do homem normal.Além disso, deformações nunca seriam tão siméricas, vertical, horizontal e radialmente!E nem totalmente iguais uma as outras. Ademais, deformaçao não explica nada; só constata o fato de que a nobreza ou clero estaria tentando parecer superior. Porém, com base em quê 'modelo'superior? A quem pretendiam imitar, se assemelhar, PARA parecerem superiores? Por fim a face, os olhos e especialmente os ossos da mandíbula não podem ser deformados. E são claramente distintos do homem comum. Exceto se pertencerem a uma raça humana desconhecida. |
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| Chan Chan, a capital do império Chimu, declarada pela UNESCO como Herança Cultural da Humanidade, com uma importância comparável às do Egito, Mesopotâmia, Índia, China e de Teotihuacán no México. |
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Mergulhadores
descobrem templo inca submerso
Cientistas encontraram as ruínas de um templo inca, submerso no lago
Titicaca. A descoberta, que inclui também a Porta do Sol, a pirâmide de Akapana
e o templo de Kalasasaya, ajudará a compreender um período de três a quatro
séculos da cultura de Tiwanaku.
Um grupo de cientistas brasileiros e italianos
encontraram as ruínas de um templo inca, construído, possivelmente, há mil ou
mil e quinhentos anos, submerso no lado boliviano do lago Titicaca, situado a
3.800 metros acima do nível do mar na fronteira entre a Bolívia e o Peru.
A expedição, formada por 30 especialistas
brasileiros e italianos da sociedade científica Akakor Geographical Exploring,
que investigaram locais arqueológicos nas zonas lacustres de Copacabana e nas
ilhas do Sol e da Lua durante 15 dias, foi liderada pelo italiano Lorenzo Epis
e incluiu mergulhos a grandes profundidades de forma a verificar a existência
de construções antigas submersas no lago Titicaca, com seis mil quilómetros de
extensão.
Além da descoberta de várias peças de cerâmica das
culturas incas e tiwanacota, os cientistas conseguiram, ainda, tirar fotos e
filmar uma construção de cerca de 250 metros de comprimento por 50 metros de
largura, submersa na parte mais profunda do lago, que, segundo Epis, se
assemelha a um templo.
«O templo existe mas não se trata de uma cidade
submersa», confirmou o chefe da expedição.
O grupo localizou, também, uma ilha dentro do
Titicaca, com cerca de três quilómetros de extensão por 600 metros de largura,
submersa a 20 metros de profundidade. No local existem trilhas calçadas de
pedras que, segundo os pesquisadores, foram construídas pelos incas.
A sociedade científica, que reuniu na Bolívia
especialistas nos campos da geologia, paleontologia, biologia, antropologia,
sociologia, medicina, psicologia e espeleologia aquática, com o objectivo de
localizar sítios arqueológicos submersos ou em terra, deu assim por concluída a
primeira fase da expedição.
A dez quilómetros da margem do Titicaca encontra-se
Tiwanaku, a primeira cidade planeada na região e berço da civilização
Tiwanacota, considerada pelos arqueólogos o primeiro império andino.
As descobertas, entre elas a Porta do Sol, a
pirâmide de Akapana e o templo de Kalasasaya, em bom estado de conservação,
ajudarão os historiadores a entender um período de três a quatro séculos da
cultura Tiwanaku, que segundo os arqueólogos existiu mil e duzentos anos antes
de Cristo.
Recorde-se que em 1976, o oceanógrafo francês
Jacques Cousteau tentou, sem sucesso, localizar ruínas de construções no lago
Titicaca, e em 1988 uma expedição da National Geographic também não obteve
resultados.
Os incas, cujo império compreendeu um território de
um milhão e meio de quilómetros quadrados localizado entre os actuais Peru,
Bolívia, Equador, Chile e Argentina, foram a civilização mais importante da
América pré-hispânica, com uma organização sócio-política desenvolvida e uma
população estimada entre quatro a seis milhões de pessoas.
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Segue o texto com correções gramaticais, ortográficas e reorganização, mantendo o conteúdo original, mas com maior clareza, coesão e fluidez:
Os textos sagrados hindus revelam que os antepassados dos arianos não teriam nascido na Terra, mas em uma estrela da Via Láctea (Sírio é uma estrela dessa galáxia). Segundo um texto védico: “O caminho de Ariaman é o caminho que vai de uma estrela à Terra”. Outra ingerência, atestada por numerosos textos, seria a dos venusianos.
Durante muito tempo, os astrônomos acreditaram que o planeta Vênus fazia parte do Sistema Solar desde há milhares de anos. No entanto, alguns estudos e interpretações levaram certos pesquisadores a defender que o caso de Vênus mereceria ser reconsiderado. Há astrônomos que admitem, inclusive, a hipótese da irrupção de um “Vênus-cometa” em nosso sistema, antecipando uma possível revisão dessa concepção tradicional.
A tradição inca afirma que, quando Orejona aterrissou sobre a Pedra Sagrada da Ilha do Sol, no lago Titicaca, trouxe de seu planeta vegetais, animais e “outras coisas”. De acordo com a lenda pré-colombiana, o deus Tvira mandou erguer, em honra a Orejona, um templo sobre o rochedo sagrado, onde estavam guardadas várias “pedras negras”. Essas pedras, chamadas Kala e associadas ao Deus-Sol, desapareceram misteriosamente do lago Titicaca.
Segundo algumas interpretações, essas três pedras poderiam corresponder às atualmente veneradas na Kaaba, em Meca, ou estariam encerradas em suas paredes. Assim como a “pedra de Lúcifer” e outras “pedras negras” dos Andes, as da Arábia teriam origem celeste: teriam sido enviadas do céu como dádiva do anjo Gabriel a Abraão, em recompensa por sua vitória sobre o demônio. Outra tradição afirma que essas pedras teriam vindo de Vênus.
Há ainda referências a uma gravura encontrada na caverna de Kohistan, na Índia, com cerca de 14.000 anos, que representaria a Terra ligada a Vênus por um caminho de traços. Além disso, diversas descrições presentes na Bíblia e em tradições de vários países falam da conquista da Terra por seres vindos de algum lugar, como Vênus ou a Lua.
O POPOL VUH FOI ALTERADO
O mais importante desses documentos, o Popol Vuh — ou Livro do Conselho —, que relata acontecimentos anteriores ao dilúvio, foi transcrito em caracteres latinos no século XVI por um sábio quiché, provavelmente sob influência de um espanhol católico. Existe uma notável tradução para o francês feita pelo abade Brasseur de Bourbourg, além de extratos de estudos exegéticos publicados posteriormente.
É de conhecimento geral que o planeta Vênus exercia grande influência na religião maia, possivelmente após seu aparecimento no céu visível há cerca de 5.000 anos. A maioria das pirâmides era dedicada a ele; Quetzalcóatl e Kukulkán, dois dos principais deuses maias, seriam personificações desse astro. Nos manuscritos maias, os símbolos de Vênus aparecem com frequência.
Entretanto, excetuando-se Brasseur de Bourbourg, muitos autores parecem minimizar ou omitir o papel de Vênus na civilização maia, como se houvesse uma espécie de “silenciamento”. Curiosamente, na Bíblia também aparecem advertências quanto à adoração de uma “estrela”, à qual os hebreus demonstravam inclinação — possivelmente Vênus —, associada simbolicamente ao touro (impropriamente chamado de Bezerro de Ouro).
Esse símbolo do touro, ligado a entidades superiores ou “iniciadores”, aparece em várias culturas: maia, fenícia, assírio-babilônica e inca.
Em resumo, há quem sustente que, ao longo de milênios, teria existido um esforço para ocultar uma verdade considerada perigosa para instituições e religiões — uma verdade cuja chave estaria associada ao planeta Vênus.
Chan Chan e as Civilizações Antigas
Chan Chan, capital do Império Chimú, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, possuindo importância comparável às grandes civilizações do Egito, Mesopotâmia, Índia, China e Teotihuacán, no México.
Descoberta de Templo Submerso
Cientistas descobriram as ruínas de um templo submerso no lago Titicaca. A descoberta inclui estruturas associadas à cultura Tiwanaku, como a Porta do Sol, a pirâmide de Akapana e o templo de Kalasasaya, contribuindo para a compreensão de um período de três a quatro séculos dessa civilização.
Uma equipe de pesquisadores brasileiros e italianos encontrou vestígios de uma construção submersa no lado boliviano do lago, a cerca de 3.800 metros de altitude. A estrutura, com aproximadamente 250 metros de comprimento por 50 metros de largura, foi identificada por meio de mergulhos profundos.
Além disso, foi localizada uma ilha submersa com trilhas de pedra, possivelmente construídas pelos incas. As descobertas incluem também peças de cerâmica e evidências arqueológicas relevantes.
A Linguagem dos Cordões (Quipus)
Gonzáles de la Rosa relatou as traduções do quipocamaio Catari, intérprete dos quipus incas. Segundo esses relatos, a antiga cidade de Tiahuanaco — originalmente chamada Chucara — seria em grande parte subterrânea.
Essa cidade teria sido construída para oferecer condições climáticas mais favoráveis, sugerindo um alto nível de engenharia. Tradições locais falam também da existência de povos de aparência europeia (pele clara e cabelos loiros) vivendo na região antes dos incas.
Tiahuanaco e as Origens Antigas
Tiahuanaco é considerada uma das cidades mais antigas do mundo. Sua origem remonta a tempos imemoriais, anteriores até mesmo às civilizações clássicas conhecidas.
Segundo tradições andinas, teria sido fundada por seres avançados, possivelmente vindos de outro lugar. Algumas interpretações sugerem até a presença de tecnologias avançadas e conhecimentos astronômicos sofisticados.
Mitologia Inca e Conexões Culturais
Os incas explicavam a origem do mundo por meio de mitos envolvendo o deus criador Viracocha e seus filhos. Esses relatos apresentam paralelos com outras tradições antigas, como as narrativas mesopotâmicas e o Livro de Enoque.
Civilizações como a maia desenvolveram sistemas avançados de astronomia e matemática, incluindo o conceito do zero e calendários extremamente precisos. Também compartilhavam a crença em ciclos de criação e destruição do mundo.
Segue uma bibliografia organizada no padrão ABNT (NBR 6023:2018) com base nos autores, obras e temas citados no seu texto. Como parte do conteúdo envolve tradições, mitos e autores clássicos (alguns com grafias antigas), organizei em formato acadêmico consistente:
📚 BIBLIOGRAFIA (ABNT)
Popol Vuh
POPOL VUH. O livro do conselho dos maias quiché. Tradução de diversos autores. São Paulo: Cultrix, 2007.
Brasseur de Bourbourg
BOURBOURG, Charles-Étienne Brasseur de. Popol Vuh: le livre sacré et les mythes de l'antiquité américaine. Paris: Maisonneuve, 1861.
Garcilaso de la Vega
VEGA, Inca Garcilaso de la. Comentarios reales de los incas. Madrid: Historia 16, 1985.
Pedro Pizarro
PIZARRO, Pedro. Relación del descubrimiento y conquista del Perú. Madrid: Atlas, 1968.
Alcide d'Orbigny
D’ORBIGNY, Alcide. Voyage dans l'Amérique méridionale. Paris: Pitois-Levrault, 1835.
Jacques Cousteau
COUSTEAU, Jacques-Yves. O mundo silencioso. Rio de Janeiro: Record, 1954.
National Geographic Society
NATIONAL GEOGRAPHIC. Expedições e pesquisas arqueológicas. Washington, DC: National Geographic Society, diversos anos.
Bíblia
BÍBLIA. Bíblia Sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2011.
Livro de Enoque
ENOQUE. O Livro de Enoque. Tradução de diversos autores. São Paulo: Madras, 2004.
Vedas
VEDAS. Os Vedas: textos sagrados da Índia antiga. São Paulo: Pensamento, 2001.
Denis Saurat
SAURAT, Denis. Atlantis and the Giants. London: Rider & Company, 1957.
René Guénon
GUÉNON, René. O rei do mundo. São Paulo: Pensamento, 2001.
Louis Pauwels
PAUWELS, Louis; BERGIER, Jacques. O despertar dos mágicos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1960.
Jacques Bergier
BERGIER, Jacques. Os livros malditos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971.
Jean Nocher
NOCHER, Jean. O segredo das civilizações. Paris: Éditions France-Empire, 1965.
Plato
PLATÃO. Timeu e Crítias. Tradução de Carlos Alberto Nunes. Belém: UFPA, 2001.
Tiwanaku
KOLATA, Alan L. The Tiwanaku: portrait of an Andean civilization. Cambridge: Blackwell, 1993.
Chan Chan
MOSELEY, Michael E. The Incas and their ancestors. London: Thames & Hudson, 2001.
⚠️ Observação importante
Parte das obras e autores citados (como Pauwels, Bergier, Saurat etc.) pertencem a linhas especulativas ou não acadêmicas, frequentemente associadas a hipóteses alternativas (ex.: origem extraterrestre de civilizações). Em um trabalho acadêmico formal, é recomendável:






































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