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Mostrando postagens de Fevereiro, 2010

OS NETERUS E OS COMPANHEIROS DE HORUS

Após meus próprios estudos em Gizé, eu queria saber se a pesquisa de West lançara alguma dúvida sobre a datação ortodoxa de qualquer um dos outros monumentos do platô, em especial o do chamado Templo do Vale, de Khafre. - Acho que há muita coisa que talvez seja mais antiga - respondeu ele. Não apenas o Templo do Vale, mas também o Templo Mortuário, no alto da colina, têm provavelmente alguma coisa a ver com o complexo de Menkaure e talvez mesmo com a Pirâmide de Khafre... - O quê, no complexo de Menkaure? - Bem, o Templo Mortuário. E na verdade estou apenas usando por conveniência agora a atribuição convencional de autoria de construção das pirâmides... - Tudo bem. De modo que você pensa que é possível também que as pirâmides sejam tão antigas quanto a Esfinge? - É difícil dizer. Acho que havia alguma coisa nos locais onde estão atualmente aquelas pirâmides... por causa da geometria. A Esfinge era parte de um plano-mestre. E a Pirâmide de Khafre talvez se

RÁ O DEUS DO SOL (O MORADOR DE SIRIUS)

A Comitiva do Sol e o Morador de Sírius Claro, a capacidade de reconhecer e definir em mitos eras mundiais ocasionadas pela precessão implica que os antigos egípcios possuíam uma astronomia de observação mais apurada, e uma compreensão mais sofisticada da mecânica do sistema solar do que a creditada a qualquer povo até então. Não há dúvida de que conhecimento desse calibre, se existiu absolutamente, teria sido levado em alta conta pelos antigos egípcios, que o transmitiriam, de forma secreta, de uma geração a outra. Na verdade, teria sido considerado entre os maiores conhecimentos arcanos confiados à guarda da elite sacerdotal em Heliópolis e passado adiante principalmente sob a forma de tradição oral e iniciática. Se, por acaso, tivesse entrado nos Textos da Pirâmide, não seria provável que sua forma fosse velada em metáforas e alegorias? Cruzei lentamente o chão empoeirado da câmara da tumba, da pirâmide de Unas, notando o ar muito parado, lançando ao mesmo tempo o

OS EGÍPCIOS NÃO CONSTRUÍRAM A ESFINGE?

"Os egiptólogos", diz John West, "são as últimas pessoas no mundo a estudar qualquer anomalia.” Claro, são numerosas as anomalias no Egito. A anomalia a que West se referia nessas palavras era a das pirâmides da Quarta Dinastia: anomalia por causa do que acontecera durante as Terceira, Quinta e Sexta Dinastias. A Pirâmide Escalonada de Zóser, em Saqqara (Terceira Dinastia), é uma estrutura imponente, mas foi construída com blocos relativamente pequenos, fáceis de manusear, que cinco ou seis homens trabalhando juntos poderiam carregar, e suas câmaras internas são estruturalmente defeituosas. As pirâmides das Quinta e Sexta Dinastias (embora adornadas na parte interna com os belos Textos da Pirâmide) tiveram uma construção medíocre e desmoronaram de forma tão completa que, hoje, quase todas pouco mais são do que montes de entulho. As pirâmides da Quarta Dinastia, em Gizé, porém, foram maravilhosamente bem construídas e vêm suportando, mais ou menos intactas,

BabeI Mexicana

BabeI Mexicana Abandonando Tula na direção sudeste, contornamos a Cidade do México, percorrendo uma série de vias expressas que nos levaram, arrastando-nos, até as bordas da poluição da capital, que faz os olhos lacrimejarem e os pulmões arderem. Prosseguindo na viagem, chegamos às montanhas cobertas de pinheiros, deixando para trás o cume nevado do Popocatepetl e daí seguindo por pistas orladas de árvores através de campos e fazendas. Em fins da tarde, chegamos a Cholula, uma sonolenta cidadezinha de 11.000 habitantes e espaçosa praça central. Após virar para leste através de ruas estreitas, cruzamos trilhos de estrada de ferro e paramos à sombra da tlahchiualtepetl, a "montanha feita pelo homem", que era o objetivo de nossa visita. Outrora consagrado ao culto pacífico de Quetzalcoatl, mas, nesse momento, tendo no alto uma ornamentada igreja católica, esse imenso edifício foi classificado entre os projetos de engenharia mais extensos e ambiciosos jamais empreendidos

A TORRE DE BABEL ERA UMA VIMANA (AERONAVE DA ANTIGUIDADE) BEM GURION (OS JUDEUS E O BUDISMO)

 E foi também esse mesmo ser que pôs no coração do povo a ideia de construir uma torre tão alta que alcançasse o céu. E foi esse mesmo ser que enganou o povo que veio daquela torre para esta terra; que espalhou obras de trevas e abominações por toda a face da terra.  Somente trezentos anos se passaram após o dilúvio quando as pessoas perversas decidiram novamente se revoltar contra D'us. O líder daquela geração era o rei Nimrod, monarca poderoso e forte. Em sua arrogância, afirmava ser um deus, porque queria dominar o mundo inteiro. Por isso, persuadiu as pessoas a não obedecer o Criador. Nimrod sugeriu: "Vamos construir uma cidade na qual viveremos todos juntos. No meio da cidade, ergueremos uma torre bem alta. Se D'us mandar outro dilúvio, subiremos nela para ficarmos a salvo." Até então, todos os habitantes da Terra falavam hebraico. D'us desceu com Seus setenta anjos. Cada anjo fez com que um grupo de pessoas falasse uma língua

SISTEMAS PLANETÁRIOS SUPERIORES

O resumo do capitulo 10 do livro Srimad-Bhagavatam uma epopéia filosófica da sabedoria dos Vedas, que são antigos textos sânscritos, este capitulo fala o seguinte. Devido a inveja, a luta entre os demônios e semideuses prosseguiu, tanto os semideuses quanto os demônios são hábeis em atividades que envolvem a energia material, mas os semideuses são devotos do senhor, ao passo que os demônios são exatamente o oposto, por isto eles não colheram beneficio algum do néctar do oceano, os demônios estando muito ressentidos, voltaram a declarar guerra aos semideuses. Bali Maharaja, filho de Virocana, tornou-se o comandante chefe dos demônios, logo no começo os semideuses prepararam-se para matar os demônios. Indra, o rei dos céus, lutou contra Bali, e outros semideuses, tais como Vayu, Agni e Varuna, combateram outros lideres dos demônios. Nesta luta os demônios foram derrotados, e para escaparem da morte, começaram a recorrer a manobras materiais através das

OS DOGONS SÃO DESCENDENTES DOS EGÍPCIOS

O pesquisador americano Robert K. G. Temple, especialista em sânscrito da Universidade da Pensilvânia, em Filadélfìa, publicou um livro tão complicado quanto fascinante: The Sirius Mystery (0 Mistério de Sírius). Nesse livro, ele defende a tese de que o planeta Terra foi no passado visitado pelos habitantes de Sírius. "Quando comecei a trabalhar, aprofundando-me no assunto, essa questão já fora postulada nas tradições de uma tribo africana, os dogons , que vivem no Mali, região do antigo Sudão francês. Os dogons possuíam dados tão incríveis a respeito da estrela Sírius que me senti forçado a examinar as informações deles. Sete anos mais tarde, em 1947, consegui provar que os dados dos dogons têm mais de 5 mil anos de idade, fazendo parte também do conhecimento dos egípcios nos tempos pré-dinásticos. Também provei que os dogons descendem cultural e biologicamente daqueles egípcios". De acordo com a doutrina secreta desta tribo, nosso mundo terrestre surgiu da Constelação de

O PROFESSOR DO MUNDO (Pachayachachi, “Tecsi-viracocha) Deus incompreensível

Os incas também explicavam as origens do mundo e do homem através de lendas. Para aquele povo, o Criador (também conhecido como Pachayachachi, “professor do mundo”, ou Tesci-viracocha”, Deus Incompreensível”) Os incas acreditavam que o criador tinha dois filhos: Yamayama Viracocha e Topaco Viracocha. Ele teria ordenado que o primogênito, Yamayama atravessasse montanhas e florestas e percorresse o planeta, nomeando arvores e frutos e ensinando as pessoas a transformarem esses elementos em poções medicinais. Ao outro filho, Topaco, coube a tarefa de nomear rios e instruir a natureza. Após cumprirem as atribuições que lhes competiam, os filhos de Viracocha puderam ascender aos céus. Qualquer semelhança desta lenda com a mitologia Suméria e a história de Enki e Enlil não é mera coincidência. Os incas também mencionam um dilúvio universal, elemento que aparece de forma decorrente em documentos religiosos de varias civilizações. Outra semelhança da