sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A IMAGINAÇÃO










A IMAGINAÇÃO 


A faculdade da intuição e a faculdade de criar a sua própria realidade não são absolutamente diferentes, mas coisas diametralmente opostas. A intuição é apenas um espelho. Ela não cria nada, ela apenas reflete. Ela reflete aquilo que é. Ela é pura, silenciosa, água cristalina refletindo as estrelas da e a Lua. Ela não cria nada. Ela é a claridade que no Oriente foi chamada de terceiro olho. Os olhos não criam nada, ele simplesmente informam você o que existe. 

Criar a sua própria realidade é chamado de imaginação - essa é a faculdade de sonhar. Durante a noite você cria muitas coisas nos seus sonhos. E a coisa mais impressionante é que durante toda sua vida você vem sonhando toda noite e sabe a cada manhã que era um sonho não real. Mas quando a noite volta, e você dorme e a sua imaginação começa a abrir as asas, nenhuma duvida lhes ocorre - sem nenhuma duvida você aceita a sua realidade.                           


A SENTIMENTALIDADE 

A quarta camada é a emocionalidade, o sentimentalismo. Esse é um pseudo sentimento, uma tempestade em copo d'água, muita agitação. A mente feminina é muito perita nisso. É como que um vazio: está apernas na superfície. 

O sentimento verdadeiro é envolvimento, compromisso. É ação. Sempre que você sente algo verdadeiro no coração, isso imediatamente o transforma; isso se transforma em ação. Se o seu sentimento apenas permanecer um sentimento e nunca se tornar uma ação, então com certeza é pseudo. Então você esta enganando a si mesmo ou a alguém. 

Nunca se pode ir contra o próprio coração. Se você ainda esta indo contra o próprio coração, então você deve ter um pseudocoração um hipócrita. Assim como a terceira camada é o campo da especialidade masculina, a quarta é o campo da especialidade feminina. 


       

REPRESSÃO 

A quinta camada dos instintos corrompidos, envenenados a repressão. 

Gurdjief era um sufi. Todo o ensinamento dele vinha dos mestres sufis. Ele introduziu métodos no mundo ocidental cada centro e permitir que o centro fuincionasse em sua próprio campo. 

A cabeça deve funcionar no que diz respeito a razão, só isso. Você já observou? As pessoas dizem: Eu penso  que te amo? "Eu penso que te amo? O amor não tem nada haver com pensamento. Com,o você pode pensar que ama? Mas essas pessoas não sabem agir direto no coração tem que passar pela cabeça. Elas não conseguem dizer simplesmente "Eu te amo." 

Quando você fala com o coração; não é preciso idioma. Quando você fala com a cabeça, apenas o idioma pode expressar alguma coisa; não há outra maneira de dizê-lo. 

Observe bem. Deixe a cabeça funcionar como razão, deixe o coração funcionar como sentimento, deixe o sexo funcionar como sexo. Deixe tudo funcionar da sua própria maneira. Não permita que os mecanismos diferentes se misturem uns com os outros, do contrário você terá instintos corrompidos.                                            
             Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Kuchwada, Índia, 11 de Dezembro de 1931 — Pune, Índia, 19 de Janeiro de 1990), foi líder religioso de uma seita de tradições dármicas, mestre na arte da meditação e do despertar da consciência. Apesar de sua formação e docência acadêmica em filosofia, além de ter sido campeão em debates, ele não se considerava um filósofo, mas sim um místico, pois seu principal propósito era o desenvolvimento da consciência, o autoconhecimento, através da meditação. Durante a década de 1970, foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e, mais tarde, como Osho.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ELE-ELA NÃO PODEM SER APRENDIDOS E JAMAIS SERÃO "o Rigveda""




O Senhor não é uma criação de nossa inteligência; ao contrário, foi Ele quem nos criou.


O senhor Manu disse: O ser vivo supremo criou este mundo material animado, e, ninguém deve concluir que Ele tenha sido criado por este mundo material.  



Não havia ser, ou não ser, ou éter, ou essa tenda do céu, nada a envolver, nada envolvido... mas aquele, esse respirava só, só com ela, cuja vida ele acalenta no seu seio.

Além dele, nada existia que depois tenha existido.

O desejo formado pela inteligência desse tornou-se semente original; a semente tornou-se progressivamente providência, ou almas sensíveis e matéria ou elementos.

Trata-se, por conseguinte, de um Universo não criado e criado ao mesmo tempo, impensável, desconhecido, que se organizou, fiz Rig Veda, pelo poder da contemplação.

Explicando melhor: a criação e o principio Ele-Ela não podem ser aprendidos e jamais o serão.

Parusha, um ser primordial, e desmembrado é usado para criar diferentes elementos do mundo material. Sua estória semelhante a de Ymir, em que a essência do mundo foi criada a partir do mais notável tipo de sacrifício o autosacrificio.

No oceano primordial flutuava um ovo de ouro. Esse ovo havia boiado por 1.576.800.000.000 anos mortais na imensidão do agitado mar do caos. Sozinho dentro do ovo de ouro estava Parusha, já farto de sua solidão. Quando o fogo aqueceu as águas escuras e o oceano encapelou-se, o ovo se partiu.

Parusha era o universo manifestado e ele surgiu do ovo com mil cabeças, mil mãos e mil olhos. Como se sentia só dividiu-se em dois. Um quarto dele produziu a Terra e Viraj (poder universal feminino); o restante formou os deuses e o universo. Parusha, então, desmembrou suas partes remanescentes para completar a criação. Sua boca transformou-se em Brâman, o poder do universo; seus olhos tornaram-se o Sol; sua mente virou a Lua. Nada foi desperdiçado: ele se tornou tudo e é tudo. Se ele mudar de ideia e juntar-se todo novamente, o universo acabará.

Prajapati


Outro deus védico, Prajapati, também é descrito como o criador universal. Ele sobreviveu até o período hindu, quando se fundiu com Brahma. Em algumas narrativas, ele criou os primeiros deuses por meio de meditação e jejum. Uma de suas primeiras criações foi sua filha Ushas, a aurora. Mas ele a cobiçou, o que a deixou tão aterrorizada que ela preferiu transformar-se em uma corça. Ele simplesmente converteu-se em veado e seu sêmen caiu sobre roda a Terra, criando as primeiras pessoas. Em outro relato, Prajapati criou-se a partir do mar primordial e chorou com a visão de seu vazio. Suas lágrimas deram origem aos continentes e, em seguida, descascou seu corpo, camada por camada, como uma cebola, e criou todo o resto a partir disso.


O Rigveda é de longe mais arcaico que qualquer outro texto indo-ariano. Por essa razão, foi o centro de atenção da sabedoria ocidental dos tempos de Max Müller. 



O Rigveda foi traduzido ao inglês por Horace Hayman Wilson em 1850-88[3] e por Ralph T.H. Griffith em 1896. Traduções parciais ao inglês por Maurice Bloomfield e William Dwight Whitney existem. A tradução de Griffith é boa, considerando a sua idade, mas não substitui a tradução de Geldner de 1951 (em alemão), a única tradução escolar independente até agora.

Friedrich Max Müller, The Hymns of the Rigveda, with Sayana's commentary (Os Hinos do Rigveda, com o comentário de Sayana) , Londres, 1849-75, 6 vols., 2a. ed. 4 vols., Oxford, 1890-92.
Theodor Aufrecht, 2a. ed., Bonn, 1877.

domingo, 11 de setembro de 2016

TODOS OS SERES HUMANOS TEM O OLHO DE HÓRUS



O Olho de Hórus é uma representação artística de um órgão supostamente atrofiado que existe no cérebro de todos os seres humanos e que foi desenhado nas paredes no interior das pirâmides e dos templos do Egito Antigo.    





No cérebro, aproximadamente na posição indicada pelo diagrama 17, existem dois pequenos órgãos chamados: corpo pituitário e glândula pineal. A ciência médica não sabe quase nada a seu respeito assim como tão pouco de outras glândulas do corpo. A Ciência chama a glândula pineal de “terceiro olho atrofiado” porem sem embargo, nenhuma nem outra estão se atrofiando. Isto é um manancial de perplexidades para os cientistas, pois a natureza não conserva nada inútil. Em todo o corpo encontramos órgãos que estão se desenvolvendo ou atrofiando-se, sendo estes assim como pedras milenares no caminho que o homem vem seguindo até chegar em seu estado atual de desenvolvimento, indicando aquelas os futuros aperfeiçoamentos e desenvolvimentos. O corpo pituitário e a glândula pineal pertencem a outra classe de órgãos, que atualmente não se degeneram nem se desenvolvem, mas que estão adormecidos. Num passado remoto, quando o homem estava em contato com os mundos “internos” , esses órgãos eram o meio de ingresso neles e tornarão a servir ao mesmo propósito num estado ulterior. Estavam relacionados com um sistema nervoso simpático e involuntário. O homem via então os mundos internos, como no Período Lunar. As imagens se apresentavam completamente independentes de sua vontade. Na maioria dos homens esses centros são inativos, porém o desenvolvimento apropriado pô-los-á em movimento, na mesma direção em que giram os ponteiros de um relógio, como se explicou anteriormente. Esse é o detalhe difícil na clarividência positiva. O que aspira a verdadeira visão deve, antes de tudo dar provas de desinteresse, porque o clarividente idôneo não tem “dias livres” . Não é, de nenhum modo, negativo, depende dos reflexos que possam cair sobre ele em qualquer forma. Pode olhar a qualquer momento e ver os pensamentos e planos dos demais, sempre que dirija sua atenção especialmente para isto, e não em caso contrário. Os grandes perigos que trariam para a sociedade o uso indiscreto desse poder, se estivesse em mãos de qualquer indivíduo, são facilmente compreensíveis. Com ele pode se ler os mais secretos pensamentos. Portanto o Iniciado é obrigado pelo voto mais solene a não empregar jamais esse poder para servir seus interesses individuais, nem mesmo em grau mínimo, nem para salvar a si mesmo de qualquer dor ou tormento. Este Sol visível, ainda que seja o campo de evolução de inteligências muito superiores ao homem, não é, entretanto, de nenhuma maneira, o Pai dos outros planetas, como supõe a ciência. Ao contrário, ele mesmo é uma emanação do Sol Central, que é a fonte invisível de tudo o que existe em nosso Sistema Solar. Nosso Sol visível não é senão um espelho em que se refletem os raios de energia do Sol Espiritual. O Sol Real é tão invisível como o “homem real” Quando um planeta tem duas luas indica que há seres na onda de vida que esta evolucionando nesse planeta demasiado atrasados para poderem continuar na evolução da onda de vida principal, os quais tiveram de ser afastados do planeta para evitar que estorvassem o progresso dos adiantados. Tal foi o caso com os seres que habitam a nossa Lua. AS JERARQUIAS CRIADORAS A segunda interpretação da primeira sentença também nos da uma ideia completa de Deus, quando fala da “dupla energia” , indicando as fases positiva e negativa do Espírito Uno de Deus em manifestação. De acordo com os ensinamentos da Ciência Oculta, representa-se Deus com um Ser composto. Isto se acentua ainda mais nos versículos seguintes do capitulo.


REFERÊNCIAS
Trecho do Livro "Conceito Rosacruz do Cosmos" Fraternidade RosaCruz 
Publicada com permissão da Senhora Max Heindel e da Fraternidade Rosacruz, associação internacional de Cristãos Místicos com sede em Oceanside, Califórnia, Estados Unidos da América do Norte.  

The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Greatest Archaeological Mystery – A Comprehensive Investigation and Research Report

  The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Grea...