sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

O sequestro de símbolos e seu poder.

 





"O motivo aparentemente foi usado pela primeira vez na Eurásia, 7 mil anos atrás, talvez para representar o movimento do sol no céu... como símbolo de bem-estar nas sociedades antigas", segundo a Enciclopédia do Holocausto.


Ele explica à BBC que "a suástica é um cubo em quatro dimensões usado na matemática védica. Ela também simboliza todo um estado de ser da filosofia indiana — o quarto estado da consciência, depois de acordar, dormir e sonhar."


"O uso do sinal por Hitler foi demonizante...", prossegue Chaturvedi, "e [trouxe] seu uso na política, sem nenhuma compreensão do que ele significava na filosofia indiana, onde os símbolos sempre são respaldados por [seu] sentido e profundo significado."


É claro que a apropriação cultural costuma prejudicar a cultura original.


O orientalista alemão Max Müller (1823-1900) escreveu para Schliemann, aconselhando que ele deixasse de usar a palavra "suástica" para descrever os ícones.


"Suástica é uma palavra de origem indiana e tem sua história e significado definido na Índia", explicou Müller. "Sei que é grande a tentação de transferir nomes que nos são familiares para objetos parecidos que vêm antes de nós... a ocorrência dessas cruzes em diferentes partes do mundo pode ou não indicar uma origem comum."


Mas nem todos concordaram com esta interpretação.


No seu livro The Sign of the Cross: From Golgotha to Genocide ("O sinal da cruz: do calvário ao genocídio", em tradução livre), o especialista em cristandade Daniel Rancour-Laferriere sugere que a decisão de Hitler de usar a hakenkreuz como símbolo do partido nazista "pode ter se originado na sua criação no Monastério Beneditino na Áustria durante a infância, onde ele viu repetidamente a cruz com ganchos em muitos lugares".


diretor de ativismo e consciência do Conselho Mundial Hindu da América (VHPA), Utsav Chakrabarty, afirmou a respeito: "Reconhecemos a forma horrível em que a suástica foi mal utilizada e mal interpretada... Nos últimos 70 anos, a suástica continua sendo um símbolo difamado e amaldiçoado. Isso precisa ser corrigido. Em vez de censurar o símbolo, precisamos celebrar sua história positiva."


Mas o uso antissemita da suástica não terminou com o fim da Segunda Guerra. Até hoje, gangues racistas e neonazistas empregam o símbolo para profanar túmulos ou casas de oração judaicas. E algumas pessoas acreditam que o tabu aumentou o apelo da suástica entre os grupos de ódio.


Mas o uso antissemita da suástica não terminou com o fim da Segunda Guerra. Até hoje, gangues racistas e neonazistas empregam o símbolo para profanar túmulos ou casas de oração judaicas. E algumas pessoas acreditam que o tabu aumentou o apelo da suástica entre os grupos de ódio.


Fonte BBC News

terça-feira, 26 de dezembro de 2023

A civilização Suméria e o Velho Testamento

 



Há algumas semelhanças entre a mitologia suméria e o Velho Testamento da Bíblia. Ambas as tradições incluem narrativas sobre a criação, o dilúvio e figuras divinas que desempenham papéis importantes na história da humanidade. Por exemplo, as histórias de Adão e Eva na Bíblia têm paralelos com a narrativa suméria de Enki e Ninhursag.


Os judeus foram escravos na Babilônia durante o período conhecido como o Exílio Babilônico, que começou em 586 a.C., quando o Rei Nabucodonosor II conquistou Jerusalém e destruiu o Templo de Salomão. Esse período de exílio durou aproximadamente 70 anos, até que Ciro, o Grande, conquistou a Babilônia e permitiu que os judeus retornassem à Judéia e reconstruíssem o Templo.


Não existem diferenças significativas entre o judaísmo e as religiões egípcia e suméria, algumas semelhanças podem ser identificadas. Por exemplo, a crença em divindades, rituais religiosos e práticas de culto eram aspectos comuns em todas essas tradições. Além disso, tanto o judaísmo quanto as religiões egípcia e suméria atribuíam importância especial à adoração de um ser supremo ou deuses supremos. No entanto, é crucial reconhecer que as diferenças culturais, mitológicas e teológicas também eram distintas em cada uma dessas tradições religiosas.


Abraão é uma figura central nas tradições judaicas, cristãs e islâmicas. Sua origem é associada à cidade de Ur, na antiga Mesopotâmia (atual Iraque) antiga Suméria, por volta do século XIX a.C. De acordo com as narrativas bíblicas, Abraão é considerado o patriarca dos israelitas e árabes. Ele é conhecido por sua fé e por ser o destinatário da aliança com Deus, conforme relatado nos livros de Gênesis e Êxodo na Bíblia hebraica.


A cidade de Ur, na Mesopotâmia, tem uma origem antiga que remonta a cerca de 4.000 anos antes de Cristo. Ela era uma das cidades-estado da Suméria, uma das civilizações mais antigas do mundo, localizada na região da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, onde atualmente se encontra o sul do Iraque. Ur foi um importante centro cultural, religioso e comercial na antiguidade, conhecido por seus zigurates e pela influência suméria na região.


Ur era uma cidade suméria localizada no sul da Mesopotâmia, próximo ao Golfo Pérsico. Foi um centro urbano influente durante a Terceira Dinastia de Ur (circa 2112 a 2004 a.C.) e é conhecida por seu Ziggurat, um templo em forma de pirâmide.


Uruk, por sua vez, também era uma cidade suméria, situada um pouco ao norte de Ur. Era uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia e desempenhou um papel crucial no desenvolvimento da escrita cuneiforme. Uruk ficou especialmente famosa devido à sua associação com o épico de Gilgamesh.


Ambas as cidades contribuíram significativamente para a cultura, religião e história da Mesopotâmia, mas são distintas em termos de localização e importância em diferentes períodos.


A cidade de Uruk é conhecida por sua rica mitologia na Mesopotâmia. Na mitologia suméria, Uruk é associada ao lendário rei Gilgamesh, que é uma figura central na "Epopeia de Gilgamesh", uma das mais antigas histórias épicas conhecidas. A narrativa aborda temas como a busca pela imortalidade, as complexidades da condição humana e as interações com deuses.


Gilgamesh, governante de Uruk, é retratado como um herói em busca de sabedoria e imortalidade. Sua jornada envolve confrontos com divindades, como Enkidu, seu companheiro, e Enlil, deus supremo. O épico oferece insights sobre a cultura, valores e crenças dos sumérios, além de influenciar mitologias subsequentes.



A cidade de Uruk, em si, também é mencionada em contextos religiosos e mitológicos, desempenhando um papel significativo na compreensão da cosmovisão suméria e mesopotâmica.

A história de Enki e Enlil faz parte da mitologia suméria, uma das civilizações mais antigas conhecidas. Enki e Enlil são deuses sumérios, filhos de Anu, o deus do céu. Eles desempenham papéis importantes na mitologia e na criação da humanidade.


Enki, muitas vezes retratado como o deus da água, sabedoria e magia, é associado à fertilidade e à criação. Ele é conhecido por sua natureza benevolente e por ter ajudado a humanidade fornecendo conhecimento e orientação.


Enlil, por outro lado, é considerado o deus do vento, tempestades e é frequentemente associado ao poder e à autoridade. Ele desempenha um papel mais dominante e é algumas vezes retratado como um deus que toma decisões mais rígidas.


A história desses deuses muitas vezes envolve suas interações e conflitos, refletindo aspectos da natureza e da sociedade humana. Suas lendas são preservadas em textos sumérios antigos, como os "Mitose de Enki e Enlil", que contam suas diferentes façanhas e interações com a humanidade.


Resumindo tudo surgiu na Suméria, todas as religiões oficiais com algumas semelhanças com a religião egípcia.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2023

A Teoria M




 A teoria das cordas é uma abordagem teórica na física que sugere que os blocos fundamentais da natureza não são partículas pontuais, mas sim cordas vibrantes. Essas cordas podem assumir diferentes modos de vibração, correspondendo a diferentes partículas elementares. A teoria M é uma extensão da teoria das cordas que unifica várias versões da teoria das cordas e incorpora objetos estendidos mais complexos, como membranas. Ambas as teorias buscam uma descrição unificada das forças fundamentais da natureza, incluindo a gravidade, e são áreas ativas de pesquisa na física teórica.

A Teoria M incorpora vários conceitos fundamentais. Aqui estão alguns deles:


1. **Cordas Vibrantes:** Ao contrário da visão clássica de partículas como pontos, a Teoria M propõe que as partículas fundamentais são na verdade cordas vibrantes. A natureza e modo de vibração dessas cordas determinam as propriedades das partículas.


2. **Dimensões Extras:** A teoria sugere a existência de dimensões espaciais extras além das três dimensões espaciais usuais. Essas dimensões extras são compactificadas em escalas muito pequenas, e a maneira como são enroladas influencia as propriedades observadas no universo.


3. **Supersimetria:** A Teoria M incorpora o conceito de supersimetria, uma simetria entre partículas de spin inteiro e meio-inteiro. Isso poderia ajudar a resolver alguns problemas teóricos, como a hierarquia entre as forças fundamentais.


4. **Unificação das Forças Fundamentais:** Um dos objetivos principais da Teoria M é unificar as forças fundamentais da natureza. Isso inclui a força gravitacional, eletromagnética, forte e fraca, oferecendo uma descrição única dessas interações.


5. **Brana (Membrana):** Além de cordas, a teoria sugere a existência de membranas estendidas no espaço-tempo, conhecidas como "branas". Diferentes dimensões de branas podem desempenhar papéis distintos na dinâmica da teoria.


6. **Dualidade:** A Teoria M exibe várias formas de dualidade, onde descrições aparentemente diferentes do sistema físico são equivalentes. Essa dualidade sugere uma riqueza de conexões profundas na teoria.


7. **Compactificação:** A ideia de que dimensões extras são compactificadas em escalas subatômicas é crucial. A forma como essas dimensões são compactificadas influencia diretamente as propriedades observáveis no nosso universo tridimensional.


8. **Gravidade Quântica:** A Teoria M é considerada uma candidata promissora para uma teoria quântica da gravidade, buscando integrar a mecânica quântica com a teoria da relatividade de Einstein.


Esses conceitos são apenas uma visão geral e simplificada. A teoria é altamente complexa, envolvendo ferramentas matemáticas avançadas e continua sendo um campo ativo de pesquisa na física teórica.


domingo, 24 de dezembro de 2023

EU SOU A LUZ DO MUNDO

 



O mito solar mais antigo conhecido é provavelmente o deus egípcio Rá, que remonta a cerca de 3.000 a.C. Rá era associado ao sol e considerado uma divindade poderosa na mitologia egípcia.

Eu já discordo e acredito que o Deus do Sol mais antigo é na mitologia suméria, o deus do Sol era Utu, também conhecido como Shamash em acadiano. Utu desempenhava um papel importante como divindade solar, associado à justiça e à ordem.

Eu também não ficaria surpreso se o Deus do Sol mais antigo fosse o da civilização védica.

Na mitologia védica, o deus do Sol é chamado Surya. Surya é considerado uma divindade importante associada à luz, calor e energia vital.


Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá luz e vida.”




Estas palavras de Jesus, contidas no Evangelho de João (8, 12), desempenharam um papel crucial quando as autoridades do Império Romano e os primeiros hierarcas da Igreja procuraram esclarecer um dos enigmas da Bíblia: quando foi o fundador do Cristianismo?


Embora os evangelistas não mencionem a data de nascimento daquele que hoje quase 2,3 mil milhões de crentes consideram ser o filho de Deus, a passagem anterior deu apoio teológico à decisão pela qual durante quase 17 séculos todos os 25 de dezembro celebram o Natal.


data não foi escolhida ao acaso, mas com toda a intenção de que coincidisse com um dos grandes momentos do calendário romano: a festa do Sol Invencível.


Um culto do Oriente


A festa do Sol Invicto, cujo nome oficial era Nativitas Solis Invicti ou “nascimento do Sol Invicto”, era uma celebração dedicada a uma divindade solar que era celebrada no dia 25 de dezembro.


Invictus não foi a primeira divindade solar adorada pelos romanos. Antes existia o Sol Indiges, que foi apresentado pelo rei Tácio, nas origens do que mais tarde seria um dos maiores impérios que a humanidade já viu.


No entanto, o culto ao Invictus foi quem se enraizou, mas não só graças a Heliogábalo, mas também aos que o sucederam.


“Graças a Aureliano, o Sol Invicto começou a jogar na Liga dos Campeões ”, disse Castellanos. Isto porque o imperador impôs o monoteísmo em torno da divindade solar, já que a sua ideia era “um deus, um império ” .


No entanto, foi Constantino quem tomou uma decisão que sobreviveu até hoje. No ano 312 DC; Ou seja, quase uma década após sua conversão ao cristianismo, o monarca decretou o dies Solis (Dia do Sol) , localizado no sétimo dia da semana, ou o que hoje conhecemos como domingo.


Quando os romanos conquistaram outras regiões do mundo, assumiram cultos e tradições dessas regiões , mas é claro que os reinterpretaram, mudaram ou moldaram”, disse Castellanos.


Alonso, por sua vez, destacou: “Quando uma cultura se impunha a outra, ela se apropriava de seus ritos e lugares sagrados. É por isso que quando escavamos debaixo de uma igreja em alguns lugares da Europa, por exemplo, encontraremos uma mesquita, mais abaixo um templo romano e mais abaixo um centro cerimonial de outra cidade anterior.”


Fonte. BBC News

Fraternidade

 



Um feliz Natal para todos os meus amigos e hoje independente da religião, crença, mitologia é dia para reunir a família num ambiente fraterno.


A Saturnália era uma antiga festividade romana celebrada em honra ao deus Saturno, geralmente entre 17 e 23 de dezembro. Ela envolvia banquetes, trocas de presentes, liberdade temporária de escravos e um clima festivo. Algumas tradições da Saturnália influenciaram as celebrações modernas de Natal, como a troca de presentes e as festividades.


A associação com o Natal pode estar ligada ao desejo de cristianizar celebrações pagãs existentes. Não há uma correspondência direta entre o deus Saturno e a mitologia grega, já que Saturno era uma divindade romana. No entanto, alguns paralelos podem ser traçados com Cronos, o titã grego que governava o tempo, relacionado ao conceito de "era dourada" e à associação com a agricultura.


O dia 25 de dezembro tem significados distintos em diversas religiões:


1. **Cristianismo:** No cristianismo, 25 de dezembro é celebrado como o Natal, o dia do nascimento de Jesus Cristo. Essa data simboliza a encarnação de Deus na forma humana.


2. **Mitologia Romana:** Antes da adoção do cristianismo, o 25 de dezembro era associado à Saturnália, uma festividade romana em honra a Saturno, o deus da agricultura. Essa celebração marcava o solstício de inverno.


3. **Mitraísmo:** O 25 de dezembro também foi associado à festividade do deus Mitra, uma divindade venerada no mitraísmo, uma antiga religião misteriosa que teve influência durante o Império Romano.


4. **Hinduísmo:** No hinduísmo, o 25 de dezembro não tem um significado específico em termos de celebração religiosa, já que as festividades hindus estão mais relacionadas ao calendário lunar.


5. **Outras Religiões e Culturas:** Em muitas outras religiões e culturas ao redor do mundo, o 25 de dezembro pode não ter significado religioso específico, sendo observado de maneiras diversas ou como um dia comum.


É importante notar que as associações do 25 de dezembro com o Natal e outras festividades têm raízes históricas e culturais variadas, e as práticas e significados podem diferir significativamente entre diferentes tradições religiosas e culturais.

domingo, 10 de dezembro de 2023

CUiDADO COM O ELEVADOR SECRETO

 








CUIDADO COM O ELEVADOR SECRETO

Deros – demônios em tudo menos no nome e até mesmo perto disso – eram idiotas sádicos que tinham acesso à tecnologia avançada dos antigos e fizeram acordos com a Sociedade Thule dos nazistas da SS.


Os Deros ( Robôs Trimentais ou Robôs Prejudiciais em inglês, embora não sejam robôs no sentido mecânico) são seres descritos nas histórias do escritor americano de ficção científica Richard Sharpe Shaver , embora também façam parte das crenças do Nuwaubianismo e do Nuwaubian. religiões, a Igreja dos subgênios .


Shaver escreveu sobre raças pré-históricas tremendamente avançadas que construíram cidades-cavernas nas profundezas da Terra antes de abandoná-las por outro planeta. Esses antigos também abandonaram alguns de seus próprios descendentes doentes aqui na Terra, que degeneraram com o tempo em uma população sádica e com danos mentais conhecida como Deros.


Os Deros seriam os verdadeiros impulsionadores dos OVNIs , bem como os provocadores de todo tipo de cataclismos de superfície. Diz-se que eles gostam de sequestrar pessoas para seus domínios subterrâneos e submetê-las a torturas e experimentos sádicos, além de estuprar mulheres. Sharpe afirmou que muitos edifícios nas cidades tinham elevadores que desciam muito abaixo do subsolo, entrando no mundo dos Deros, para azar de quem chegava. Segundo Sharpe, eles usam fantásticas máquinas de "raios" que as grandes raças antigas deixaram para trás quando fugiram da Terra. Essas máquinas são capazes de projetar pensamentos e vozes para atormentar nossas mentes.


Shaver proclamou que possuía conhecimento de primeira mão sobre os Deros e suas cavernas, tendo aprendido Matong, que ele afirmava ser uma protolíngua da qual derivaram todas as outras línguas da humanidade. Podia ser vista uma ligação obscura entre o Mistério de Shaver e a Sociedade Alemã de Thule que também acreditava na existência de uma civilização subterrânea, embora geralmente vista como positiva e heróica, povoada por semideuses . Tanto Shaver quanto seu editor Ray Palmer afirmam ter estado em contato com um Gauleiter bávaro que também foi membro da sociedade ocultista.


Eles foram referenciados no filme asiático Marebito . O videoclipe de Dio -The Last In


da esquizofrenia, como o Tear do Ar).


12.000 anos atrás, Deros foi forçado a escapar para grandes cavernas subterrâneas para evitar a radiação mortal do sol. (Alguns Titãs, no entanto, permaneceram na superfície, ajustaram-se e tornaram-se a atual raça humana. Outros fugiram para planetas distantes.)


Extremamente avançadas que construíram cidades-cavernas dentro da Terra antes de abandonar a Terra por outro planeta devido à radiação prejudicial do Sol.


Esses antigos também abandonaram alguns dos seus próprios descendentes aqui, uma minoria dos quais permaneceu “Teros” nobre.


A questão esgotou-se e gerou uma resposta: entre 1945 e 1949, muitas cartas chegaram atestando a verdade das reivindicações de Shaverilitis (dezenas de milhares de cartas, de acordo com Palmer). Os correspondentes alegaram que eles também tinham ouvido vozes estranhas ou encontrado habitantes da Terra Oca.


Uma das cartas para Amazing Stories foi de uma mulher que alegou ter entrado em um sub-cave profundo de um prédio de Paris, na França, através de um elevador secreto.


Criaturas malignas chamadas Deros, que supostamente foram criadas por meio de engenharia genética.


Assemelhando-se a demônios, essas criaturas supostamente visitam a superfície da terra para sequestrar seres humanos, a quem ficam sujeitos a uma variedade de torturas. Eles também supostamente causam destruição nos habitantes da superfície da Terra, usando máquinas tecnologicamente avançadas escondidas em cavernas para alterar o clima, alterar as ondas cerebrais para causar doenças mentais e causar acidentes industriais, de trânsito e outros.


Ele alegou ter descoberto uma língua antiga que chamou de “Mantong”, uma espécie de língua proto-humana que foi a fonte de todas as línguas terrestres.


Em Mantong, cada som tinha um significado oculto e, ao aplicar esta fórmula a qualquer palavra em qualquer idioma, era possível decodificar um significado secreto para qualquer palavra, nome ou frase. O editor Ray Palmer aplicou a fórmula de Mantong a várias palavras e disse que percebeu que Shaver estava no caminho certo.


“Um Aviso ao Homem do Futuro”. Shaver escreveu sobre raças pré-históricas extremamente avançadas que construíram cidades-cavernas dentro da Terra antes de abandonar a Terra por outro planeta devido à radiação prejudicial do Sol.


Esses antigos também abandonaram alguns dos seus próprios descendentes aqui, uma minoria dos quais permaneceu “Teros” nobres e humanos, enquanto a maioria degenerou ao longo do tempo.


Embora geralmente confinados em suas cavernas, Shaver afirmou que os Deros às vezes viajavam com naves espaciais ou foguetes e tinham relações com seres extraterrestres igualmente malignos. Shaver afirmou possuir conhecimento de primeira mão sobre os Deros e suas cavernas, insistindo que era seu prisioneiro há vários anos.


Embora geralmente confinados em suas cavernas, Shaver afirmou 


Até o fim de sua vida, ele disse que tudo o que ele disse era verdade.

CUIDADO COM O ELEVADOR SECRETO "Los Deros Existem não é ficção"

 



Deros – demônios em tudo menos no nome e até mesmo perto disso – eram idiotas sádicos que tinham acesso à tecnologia avançada dos antigos e fizeram acordos com a Sociedade Thule dos nazistas da SS.


Os Deros ( Robôs Trimentais ou Robôs Prejudiciais em inglês, embora não sejam robôs no sentido mecânico) são seres descritos nas histórias do escritor americano de ficção científica Richard Sharpe Shaver , embora também façam parte das crenças do Nuwaubianismo e do Nuwaubian. religiões, a Igreja dos subgênios .


Shaver escreveu sobre raças pré-históricas tremendamente avançadas que construíram cidades-cavernas nas profundezas da Terra antes de abandoná-las por outro planeta. Esses antigos também abandonaram alguns de seus próprios descendentes doentes aqui na Terra, que degeneraram com o tempo em uma população sádica e com danos mentais conhecida como Deros.


Os Deros seriam os verdadeiros impulsionadores dos OVNIs , bem como os provocadores de todo tipo de cataclismos de superfície. Diz-se que eles gostam de sequestrar pessoas para seus domínios subterrâneos e submetê-las a torturas e experimentos sádicos, além de estuprar mulheres. Sharpe afirmou que muitos edifícios nas cidades tinham elevadores que desciam muito abaixo do subsolo, entrando no mundo dos Deros, para azar de quem chegava. Segundo Sharpe, eles usam fantásticas máquinas de "raios" que as grandes raças antigas deixaram para trás quando fugiram da Terra. Essas máquinas são capazes de projetar pensamentos e vozes para atormentar nossas mentes.


Shaver proclamou que possuía conhecimento de primeira mão sobre os Deros e suas cavernas, tendo aprendido Matong, que ele afirmava ser uma protolíngua da qual derivaram todas as outras línguas da humanidade. Podia ser vista uma ligação obscura entre o Mistério de Shaver e a Sociedade Alemã de Thule que também acreditava na existência de uma civilização subterrânea, embora geralmente vista como positiva e heróica, povoada por semideuses . Tanto Shaver quanto seu editor Ray Palmer afirmam ter estado em contato com um Gauleiter bávaro que também foi membro da sociedade ocultista.


Eles foram referenciados no filme asiático Marebito . O videoclipe de Dio -The Last In Line descreve um suposto sequestro de Dero.


Uma das cartas para Amazing Stories foi de uma mulher que alegou ter entrado em um sub-cave profundo de um prédio de Paris, na França, através de um elevador secreto.


12.000 anos atrás, Deros foi forçado a escapar para grandes cavernas subterrâneas para evitar a radiação mortal do sol. (Alguns Titãs, no entanto, permaneceram na superfície, ajustaram-se e tornaram-se a atual raça humana. Outros fugiram para planetas distantes.)


Até o fim de sua vida, ele disse que tudo o que ele disse era verdade.


The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Greatest Archaeological Mystery – A Comprehensive Investigation and Research Report

  The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Grea...