sábado, 21 de julho de 2018

O MISTÉRIO DA ROSA CRUZ




O MISTÉRIO DA ROSA

A história da rosa é tão secreta que só raros iniciados podem compreender o seu sentido profundo. A rosa é, por excelência, o símbolo do segredo guardado, pois ela é uma das raras flores que se fecham sobre seu coração. Quando abre a sua corola, está na hora da morte.

A maior parte das grandes sociedades secretas, a Santa Vhme, o Templo, a Franco-maçonaria, tem a rosa como emblema, e a mais secreta de todas, aquela em que os chefes , embora se não ignorem, jamais se encontram, a Fraternidade Rosa-Cruz, tem o nome ligado ao símbolo hermético do Cristo.

Desde a mais remota antiguidade, a rosa foi honrada pelos deuses e pelos heróis. Ela ornava o escudo de Aquiles, os capacetes de Heitor e de Eneés e o escudo dos bravos cavaleiros da Idade Média, com esta divisa com triplo sentido: Quando si monstro tanto e piu bela (Quanto menos ela se mostra,  mais bela é).

Familiarmente, descobrir a taça das rosas significa desvendar um segredo, mas a origem desta expressão é muito pouco conhecida.  Outrora, os nossos antepassados, para impor a lei do silêncio aos seu convivas, colocavam em cima da mesa uma taça com um ramo de rosas. Queria o bom tom e a honra que qualquer conversa colocada sob esse signo fosse mantida rigorosamente secreta.

Esse costume era praticado noutros sítios, com uma variante: colocavam uma rosa suspensa por cima da mesa do banquete e seria faltar á honra repetir as conversas realizadas sob a rosa(sun rosa).

Acontecia por vezes, para que se pudesse falar mais livremente durante a refeição, que a taça fosse coberta com um véu; antes de abandonarem a mesa, a taça era descoberta e a lei do silêncio voltava a ser uma obrigação sagrada.

Para os pitagóricos, Franco-juízes, Cavaleiros Errantes, Templários, Cavaleiros de Rodes, Franco-Alemães, Rosa-Cruz, Rosati, para o alto clero cristão, enfim, a rosa tem uma importante significação esotérica.

Os Franco-Juizes eram os membros da Snta-Vehme, constituídos em tribunal secreto e encarregados da execução dos indivíduos culpados de perturbar a ordem social e religiosa.

Sobre o ferro de seu machado justiceiro estava gravado um punhal e um cavaleiro segurando um ramo de rosas. Aquele que traísse o segredo colocado sob o signo da flor era morto com o punhal.



Se eles passassem nas proximidades de uma rosa cortada, os Franco-Juizes deviam segurá-la com a boca ou colocá-la sobre o coração.

No século XII aparece a rosácea nos vitrais da catedrais. E através de uma rosa multicor que a luz(verdade) entra nos santu[arios. Pra realizar essa maravilha que a rosácea da Notre-Dame de Paris(12.90 metros de diâmetro), foi necessário que o mestre arquiteto conhecesse o segredo do número de ouro, da resistência do material e das formulas sábias, apenas transmitidas aos grandes iniciados das sociedades secretas.

Em tudo em que a rosa entra em jogo, o silêncio e o segredo acompanham-na.

No princípio deste século podia ver-se em Lion, no número 14 da rua Thomassin, sobre a porta de entrada e gravada na pedra, uma pequena cabeça coberta por um capuz e com uma enorme rosa por cima. Insígnia de artesão?; Sinal de pertença? Ninguém decifrou esse enigma, mas é provável que alguns viajantes, ao olhar a insígnia, adivinhassem o sentido secreto.

Existiam na Idade Média inúmeras estalagens ostentando a palavra rosa na tabuleta: A La Rose de Provins, La Rose et L`Eglantine, Auberge de La Rose Blanche, etc.

Temos boas razões para crer que essas estalagens, que ladeavam as grandes estradas do Ocidente e o caminho dos santuários, eram exploradas por hoteleiros filiados numa sociedade secreta. A tabuleta indicava os viajantes que se encontravam sub rosa e que tudo que dissessem ou fizessem jamais seria divulgado.

Segundo Charles Nodier, um decreto do Parlamento de Ruão, no final do século XVI, proíbe aos habitantes da cidade que vão a Taberna da Roseira. É dessa mesma época que a data do cisma da rosa, que opôs aos iniciados laicos aos iniciados cristãos. Cada vez mais, as sociedades secretas, fundadas sob o signo desta flor, se afastavam do dogma rígido instituído pelos Franco-Juízes.

Nos nossos dias, os rosa-cruz seriam os últimos possuidores da verdade sub-rosa, que os grandes ocultistas consideram com a única que provém em linha direta de antepassados nossos.

Todavia, com a rosa por divisa, existe uma espécie de supersociedade secreta que teria ainda, diz-se, alguns membros em Portugal e na América do Sul. A porta das suas casas estariam plantadas- de um lado e de outro – uma roseira vermelha e uma roseira branca.

Jacques Coeur, cuja imensa fortuna confiscada por Carlos VII, e depois reconstituída, segundo a lenda, graças ao ouro filosofal, pertencia a esta ordem hermética, tal como aqueles (pilotos) de D. João II, de Portugal, que obrigatoriamente, se retiravam para as ilhas dos Açores e da Madeira, longe de curiosos, depois de terem, dez anos antes de Colombo, trazido ouro das minas do Brasil.           

Foi no anos 715 que foi instituída a benção das chaves da confissão de São  Pedro, as quais foram entregues em seguida e alguns estabelecimentos religiosos privilegiado. Supõem-se que deriva deste costume o rito da rosa de ouro ou rosa dos papas.

Por volta de 1048, o Papa Leão IX ordenou a dois mosteiros, detentores das chaves da confissão de São Pedro, que fornecessem, como reconhecimento, todos ao anos, uma rosa de ouro, ou pagassem seu valor.  A rosa de ouro era então o símbolo da fragilidade humana. A inalterabilidade do metal era uma imagem da eternidade da alma.

Era uma simples rosa brava que pintavam de vermelho, de depois veio o habito de a ornamentarem e o centro com rubis e pedras preciosas. Desde Sisto IV(1471), a flor dos papas cinzelada com ouro fino, era feita de um ramo espinhoso com várias rosas em flor ornadas em folhagem.

A flor colocada no cimo do ramo era maior do que as outras e tinha a laia de coração, co centro da corola, uma pequena taça perfurada. Quando da benção da rosa, o papa deitava nessa cúpula vários perfumes imitando o odor da rosa (recordar aos iniciados as misteriosas propriedades que estão ligadas a flor) Jamais o sentido secreto da rosa cristã foi revelado aos profanos.


O papel das sociedades secretas talvez tenha sido menos importante do que imaginamos. Todavia a sua ação faz parte da história secreta e a esse título merece ser sublinhada.      
TRECHO DO LIVRO A HISTPÓRIA DESCONHECIDA DOS HOMENS DE ROBERT CHARROUX  

quarta-feira, 18 de julho de 2018

A Mãe de todos os Deuses





Rhea em equivalente romano (Magna Mater (sua forma de Cibele), foi um dos Titãs, filha de Urano e gaea. Ela era a irmã e esposa de Cronus, também um titã. Ela foi responsável pela forma como as coisas fluem no reino de cronus (o nome dela significa "Aquele que flui").

Rhea e cronus tiveram seis filhos; Héstia, Hades, Heméter, Poseidon, Hera e Zeus. Cronus, com medo que ele fosse derrubado pelos seus filhos assim como ele tinha feito com o pai, decidiu engolir todos eles. No entanto, ele foi enganado por rhea, que conseguiu salvar Zeus de seu pai. Quando Zeus cresceu, forçou seu pai a disgorge seus irmãos e eventualmente o derrubou.



Apesar de Rhea ter sido considerada a "Mãe dos deuses", similarmente a gaea e a Cibele, ela não teve um culto forte e muitos seguidores. Ela tinha um templo em Creta, o lugar em que ela escondeu Zeus para salvar de seu pai. Na Arte, ela começou a aparecer no quarto século BC; no entanto, ela foi muitas vezes representada com características semelhantes às usadas para a Cibele, tornando assim as duas deusas indistinguíveis. Rhea foi muitas vezes simbolizada como um par de leões que puxaram uma carruagem celestial. Este símbolo foi muitas vezes colocado em portões da cidade, o melhor exemplo conhecido sendo que na cidade de micenas, onde dois leões de pedra guardavam os portões.

Rheia (Rhea) foi a titanis (Titã) mãe dos deuses, e deusa da fertilidade feminina, da maternidade, e da geração. O nome dela significa " Flow " e " facilidade." como a esposa de kronos (cronus, tempo), ela representou o eterno fluxo de tempo e gerações; como a grande mãe (metro megale), o " Fluxo " era sangue menstrual, Águas de nascimento, e leite. Ela também foi uma deusa de conforto e facilidade, uma benção refletida na frase homéricos comum " os deuses que vivem à sua facilidade (Rhea)."

No Mito, Rhea foi a esposa do Titã Kronos (cronus) e rainha do céu. Quando o marido ouviu uma profecia que ele seria deposto por um de seus filhos, ele levou para engolir cada um deles assim que nasceram. Mas Rhea aborrecer seu mais novo, Zeus, em segredo e o escondeu em uma caverna em krete (Creta) guardada por escudo-confronto kouretes (curetes). Em seu lugar ela apresentou kronos com uma pedra enrolada em roupas de fralda que ele prontamente devorou.

A rhea foi de perto identificada com a mãe-Deusa da anatólia kybele (Cibele). Foram ambos retratados como mulheres maternal, geralmente vestindo uma coroa de torre, e compareceram por leões.




terça-feira, 17 de julho de 2018

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA SACERDOTISA MEDUSA






Um dos seres mais populares da mitologia grega não é nem um Deus nem um monstro; ela é, na verdade, uma mulher amaldiçoada que é vítima de um crime horrendo. O nome dela significava " Guardião " e " Protectora." seu conto mostra a crueldade dos deuses gregos e como a humanidade não é nada além de itens para os deuses. Medusa é conhecida como mulher com cobras para o cabelo e um olhar que transforma os homens em pedra. Mas quem sabe a verdade por trás dessa mulher? Esta é a história dela.

Medusa foi uma sacerdotisa para a Deusa Atena, a deusa virgem da sabedoria e da batalha. Um requisito para ser sacerdotisa para a athena é que a jovem deve ser virgem e dar a sua vida à deusa. Um dia, Poseidon, o Deus do mar e rival a athena, viu medusa e decidiu humilhar a athena ao estuprar a sacerdotisa nos passos do templo de Atena. Poseidon sumiu depois que ele foi feito e deixou a medusa vulnerável e fraca.

Medusa orou a Atena pela orientação e perdão. Afinal, nesses dias, os deuses alegaram seus companheiros como seu parceiro para sempre, e medusa era agora a esposa de Poseidon. Athena olhou pra baixo na raiva e xingou medusa por traí-la. A Medusa foi enviada para uma ilha distante e foi amaldiçoada para que nenhum homem a quisesse. Ela foi dada pernas de frango, asas de metal gigante, pele rachada, loucura, e sua assinatura cabelo de cobra e olhos de pedra. Medusa era agora uma mulher monstro.

A Medusa foi banida da civilização para uma ilha sozinha. Ela estava sozinha e só viu os homens a persegui-la, a tentar matá-la. Ela olhou para eles com medo e viu-os virar-se para pedra na frente deles. Ela estava com medo dos seus poderes e com raiva dos deuses por xingando-la. Ela vingou-se dos homens que foram enviados para matá-la. Quem deu um passo na ilha dela foi marcado agora para a morte nas mãos da Gorgon Medusa.

Anos depois e muitos homens mais tarde, Perseu veio para a ilha com um escudo de Atena, sapatos voadores de Hermes e uma espada e coroa de Zeus. Ele enganou a medusa e cortou a cabeça para levar de volta com ele para salvar a mãe de casar com um idiota. Do corpo de medusa veio um cavalo alado, Pegasus, e um guerreiro dourado chamado crisaor. Muitos anos depois, Perseu apresentou a cabeça de medusa a Atena, que levou a cabeça cortada e transformou-a em um escudo final com uma cabeça de metal de medusa aterrorizante muitos inimigos com um único olhar.

Medusa foi uma mulher leal que passou o treino de jovens para se tornar uma sacerdotisa para uma deusa que ela venerava e acreditou foi o mais forte de todos os atletas olímpicos. A Athena também gostava da Medusa porque a medusa era uma mulher linda que escolheu a deusa ao invés de qualquer homem. No entanto, a rivalidade imortal entre athena e poseidon afeta muito mais do que apenas esses dois; divide o olimpo e estraga muitas vidas.

Ancient Greece, Sparta & Troy

sexta-feira, 22 de junho de 2018

FORÇA DESCONHECIDA EXTRATERRESTRE ATACOU ESQUIADORES RUSSOS SEGUNDO OS ARQUIVOS SECRETOS DA KGB


















Incidente do Passo Dyatlov foi um acontecimento que resultou na morte de nove esquiadores ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959. O incidente aconteceu na costa leste da montanha Kholat Syakhl (Холат Сяхл), cujo nome em mansi significa "Montanha dos Mortos". Desde então, o passo de montanha onde o incidente ocorreu é chamado de Passo Dyatlov (Перевал Дятлова), baseado no nome do líder do grupo, Igor Dyatlov.

A ausência de testemunhas e as investigações subsequentes acerca da morte dos esquiadores inspiraram intensas especulações. Investigadores da época determinaram que os esquiadores rasgaram suas barracas de dentro para fora, fugindo a pé sob forte nevasca. Apesar dos corpos não demonstrarem sinais de luta, duas vítimas apresentavam o crânio fraturado e duas tinham costelas partidas. As autoridades soviéticas determinaram que uma "força desconhecida" provocara as mortes; o acesso à região foi consequentemente bloqueado a esquiadores e aventureiros por três anos após o incidente. Devido à ausência de sobreviventes, a cronologia dos eventos ainda permanece incerta.
Em 26 de fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado em Kholat Syakhl. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando apenas roupa de baixo. Entre o pinheiro e o acampamento estavam outros três corpos, mortos em posição que sugeria que estivessem tentando voltar às barracas. Eles foram encontrados separadamente, a distâncias de 300, 480 e 630 metros do pinheiro.[

A barraca ao ser encontrada pelas equipes de busca em 26 de fevereiro de 1959
Um inquérito foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.

O exame dos quatro corpos encontrados em maio mudou completamente o cenário. Três deles apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.

Minha Opinião: Não foi nenhuma especie de alienígena conhecida por Russos ou Norte Americanos e nem mesmo os seus serviços secretos sabem o que aconteceu é por isto que existe uma lei nos EUA que proíbe o contato com qualquer forma de vida desconhecida ou extraterrestre por causa da contaminação biológica ou por radiação e os civis que tiveram contato em diversos casos na maioria faleceram.           



Eu vou explicar aqui para vocês porque existe uma Lei Norte Americana que proíbe o contato com inteligências extraterrestres e o motivo é bem simples e no vídeo acima onde o Coronel Uyrangê Hollanda faz seu depoimento sobre a Operação Prato onde relata que todas as pessoas que tiveram seu corpo perfurado por sondas extraterrestres na ilha de Colares morreram algumas semanas após o ocorrido devido a uma contaminação de origem radiativa ou biológica e inclusive o próprio Coronel que aparece no vídeo apareceu enforcado em suas residência (provavelmente assassinado) depois de ter revelado estas informações.

A FAB não sabe de onde eles vem e para onde eles vão e muito menos quem são eles e por isto não revela nada ao público mas poderia ter deixado uma orientação para as pessoas onde existem estas incidências para se afastarem destas sondas porque correm risco de vida.       




A lei norte-americana que proíbe contato
No dia 16 de julho de 1969, o governo dos Estados Unidos aprovou uma lei chamada "Lei da Exposição Extraterrestre", vigente até hoje, a qual proíbe qualquer cidadão de manter contatos com seres extraterrestres e seus veículos espaciais. (Titulo 14, Sessão 1211 do Código Federal de Regulamentos) . Qualquer indivíduo culpado de tal infração, ou seja, ter contatos com extraterrestres ou aproximação com UFOs, poderá pegar até um ano de prisão e ainda pagar uma multa de 5.000 dólares (US$5.000,00) . Toda pessoa que tenha sido exposta a tal situação, poderá ser colocada em quarentena, sob vigilância a...



Foi criada, originalmente, supostamente para proteger a Terra de uma possível contaminação biológica resultante do Programa Espacial Apollo [US Apollo Space Program] e outros programas de exploração espacial. Pesquisadores e cientistas sugeriram que o governo norte-americano estava muito preocupado com um possível contágio mundial causado por contato com algum organismo extraterrestre. Foi determinado que o sistema imunológico dos seres humanos não seria capaz de combater o contato próximo ou penetração de elementos extraterrestres, portanto, qualquer tipo de exposição nesse sentido seria encarado seriamente por parte das autoridades.







,iLev Ivanov, chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e meteorologistas, haviam relatado a visão de "esferas voadoras brilhantes" na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.[1]

Inicialmente, especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.

Evidências sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse baixa (por volta de -25° a -30°C), com tempestade e fortes rajadas de vento, os mortos estavam apenas parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.

O veredito foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma "força desconhecida". O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959 devido à "ausência de parte culposa". Os documentos relativos ao caso foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990, ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.[1]


Fontes pesquisadas.   


" "Перевал Дятлова" - Урал
 "Цена гостайны - девять жизней", изд-во - "Уральский рабочий", Свердловск

sexta-feira, 8 de junho de 2018

CIDADE MAIA DESCOBERTA NA SELVA DA GUATEMALA (TECNOLOGIA UTILIZADA PODE ENCONTRAR AS PIRAMIDES DA AMAZONIA







Uma megalópole Maia foi descoberta nas florestas da Guatemala usando uma nova tecnologia que detecta estruturas no meio da vegetação e com esta tecnologia podemos localizar as pirâmides na Amazônia brasileira relatadas por pilotos da FAB na década de 70 e isto confirma a história do índio tatunca nara que informou a embaixada da Alemanha oriental década de 70.


Com a tecnologia conhecida como LiDar (da sigla inglesa “Light Detection And Ranging”), os especialistas removeram digitalmente o dossel das imagens aéreas da agora despovoada paisagem, revelando ruínas de uma civilização pré-colombiana extensa – muito mais complexa e interligada do que a maioria dos pesquisadores da cultura maia supunha.
"As imagens do LiDAR deixam claro que toda essa região era um sistema de assentamentos de grande escala e densidade populacional.
O projeto mapeou mais de 2 mil km² da Reserva da Biosfera Maia na região de Petén, na Guatemala, produzindo o maior conjunto de dados do LiDAR já obtido para pesquisas arqueológicas.
Os resultados indicam que a América Central apoiou uma civilização avançada que foi, em seu auge – há cerca de 1,2 mil anos – mais comparável às culturas sofisticadas, como a da Grécia Antiga ou a da China, do que às cidades-estados espalhados e pouco povoados, que a pesquisa em terra sugeria.
Além de centenas de estruturas anteriormente desconhecidas, as imagens do LiDAR apontam rodovias elevadas que conectam centros urbanos e pedreiras. Os sistemas complexos de irrigação e terraços apoiaram uma agricultura intensiva, capaz de alimentar massas de trabalhadores que reformularam drasticamente a paisagem.
No pico do seu período clássico – cerca de 250-900 d.C. –, a civilização abrangeu uma área do dobro do tamanho da Inglaterra medieval, mas era muito mais densamente povoada.
Estimativas populacionais de cerca de 5 milhões", explicou Estrada-Belli, que dirige um projeto arqueológico multidisciplinar em Holmul, na Guatemala. "Com esses novos dados, é razoável pensar que havia entre 10 a 15 milhões de pessoas, incluindo os que viviam em áreas baixas e pantanosas que muitos de nós pensavam ser inabitáveis".


PILOTO DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA AVISTOU UMA CIDADE MAIA NO MEIO DA SELVA

Vejam o depoimento do Coronel Holanda da FAB Durante essa época, o senhor tomou conhecimento de algum tipo de descoberta relacionada à Arqueologia ou alguma observação, feita por militares na Amazônia, ligada a esse tipo de programa? 
Hollanda — Sim, alguns colegas tiveram experiências do gênero, principalmente um amigo meu, que relatou que estava sobrevoando a selva e ficou surpreso ao ver uma formação piramidal coberta pela vegetação, no meio do nada. Parece que ali tinha existido algum núcleo de uma civilização muito antiga e que fora abandonada, tendo a selva tomado conta de tudo. Mas havia uma formação piramidal nítida, com ângulos perfeitos no Amazonas. Só não posso precisar exatamente onde. Mas, se não me engano, foi na região do Rio Jaguari. Isso me foi relatado pelo coronel Valério. Entrevista histórica com o Coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima.
A Operação Prato consistiu-se na maior investigação ufológica já realizada por órgãos governamentais no Brasil. Durante quase quatro meses a Força Aérea Brasileira (FAB) através do I Comar, A operação foi comandada pelo então capitão (depois reformado coronel) Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima que conseguiu juntamente com sua equipe fotografar e filmar atividades alienígenas em regiões distintas da selva paraense. Grande parte das ocorrências se deu em locais bastante próximos às comunidades ribeirinhas. Hollanda colheu mais de centena de relatos de pescadores, caboclos, mulheres e crianças dando conta das estranhas ocorrências que, por sinal, até hoje se mostram inexplicáveis e ainda assim, oficialmente ignoradas pelas nossas autoridades. Não menos misteriosa e chocante foi a morte de Uyrangê Hollanda, que tornou-se motivo de acirradas discussões entre pesquisadores e simpatizantes do assunto. Em 02 de outubro de 1997 Uyrangê Hollanda teria se enforcado no quarto de sua casa, situada num condomínio em Iguaba, pequena cidade do litoral carioca. No momento do suicídio, estavam em casa a sua filha e uma enteada. 
O coronel que estava afastado da FAB há sete anos e que há menos de dois meses de sua morte havia concedido uma bombástica entrevista à Revista UFO. 
o jornalista alemão Karl Brugger na sua busca à cidade perdida dos "deuses", Akhakor, nos confins da Selva Amazônica Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do Rio de Janeiro por um misterioso e sutil "assaltante" que nada roubou e ainda se utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os "antigos deuses deixaram um objeto que começava a cantar" - evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2 mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara se disse a Brugger filho de um soldado alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um "índio" bastante estranho e surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas indígenas e fluentemente o... ALEMÃO! Não há dúvida que Tatunka conhece muito bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições, algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente, folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder, intitulado JACQUES COSTEAU'S AMAZON JOURNEY, eis que o encontramos, ainda uma vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e sua equipe. DESCONHECIDO Por baixo desse manto verde e rugoso, porém, pouco se sabe sobre a anatomia interna da região. A Cabeça do Cachorro fica no chamado "vazio cartográfico", uma área de 1,8 milhão de quilômetros quadrados de floresta que nunca foi devidamente mapeada, formando um "arco de desconhecimento" que se estende do extremo oeste do Acre até o extremo norte do Amapá. 
Na prática, isso significa que 35% da Amazônia brasileira (uma área maior do que os sete Estados do Sul e do Sudeste) não possui informações básicas de cartografia, como altimetria de relevo, profundidade de rios e variações de cobertura vegetal - cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e pesquisa da região. 
LEIAM A ENTREVISTA DO CORONEL DA FAB 
Coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) rompe silêncio sobre UFOs 
Um militar da reserva da FAB dá depoimento exclusivo à Revista UFO sobre pesquisas ufológicas na Amazônia. Este texto foi publicado em duas partes nas edições 54 e 55 da revista, e aqui é reapresentado na íntegra 
A. J. Gevaerd, editor e coordenador 
Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima . Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, hoje coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), 57 anos, foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país. 
http://www.ufo.com.br/entrevistaHollandaIntro.php 

O VATICANO ESCONDE OS REGISTROS DA AMAZÔNIA 
A luta de fronteira da província de Madre de Dios acalmou aos poucos durante os anos de 1970 e 1971. As tribos índias selvagens fugiram para as quase inacessíveis florestas perto da nascente do rio Yaku. Aparentemente, Tatunca Nara desaparecera. O Peru fechou a fronteira com o Brasil e iniciou a invasão sistemática da floresta virgem. De acordo com testemunhas oculares, os índios do Peru partilharam da sorte dos seus irmãos brasileiros: foram assassinados ou morreram de doenças características da civilização branca. 
Em 1972, Tatunca Nara voltou à civilização branca, e na cidade brasileira de Rio Branco relacionou-se com o bispo católico Grotti. Juntos pediram alimentos para os índios do rio Yaku nas igrejas da capital do Acre. Desde que a província do Acre tinha sido considerada “livre de índios” nem ao bispo foi concedido qualquer auxílio do Estado. Três meses mais tarde, monsenhor Grotti morria na queda misteriosa de um avião. 
Mas Tatunca Nara não desistiu. Com o auxílio dos doze oficiais cuja vida salvara, entrou em contato com serviço secreto brasileiro. Apelou também para o Serviço de Proteção aos Índios do Brasil (a atual FUNAI) e contou a N., secretário da Embaixada da Alemanha Ocidental em Brasília, a história dos dois mil soldados alemães que desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda estavam vivos em Akakor, a capital do seu povo. N. não acreditou na história e recusou o acesso de Tatunca Nara à embaixada. A FUNAI só concordou em cooperar depois de muitos pormenores da história de Tatunca Nara acerca das tribos índias da Amazônia serem confirmados, durante o Verão de 1972. O Serviço organizou então uma expedição para estabelecer contato com os misteriosos Ugha Mongulala e deu instruções a Tatunca Nara para fazer os preparativos necessários. No entanto, estes planos foram interrompidos devido à resistência das autoridades da província do Acre. Devido a instruções pessoais do governador Wanderlei Dantas, Tatunca Nara foi preso.

TRIBOS BRANCAS DESCONHECIDAS NA AMAZÔNIA 
Na área inteira da América do Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles. Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o chachapoyas consideraram como filho dos deuses. 
800 KILOMETROS DE SUBTERRANEOS MAIAS 
O Coronel Percy Fawcett desapareceu, segundo se acredita, lá pelas imediações da Serra do Roncador, Mato Grosso, onde até os dias atuais os chamados Discos Voadores têm um notável ponto de atividades. Essa serra, diga-se de passagem, tem este estranho nome pelo fato de as pedras "roncarem" - existem algumas tribos de índios dotados de pele branca e também portadores de feições não condizentes com os padrões tradicionais. Por outro lado, essas regiões malditas, e portanto tabus, onde precisamente se situam tais pirâmides e outros bizarros monumentos, já sabemos que os radares de penetração subterrânea descobriram uma vasta rede de profundos túneis e galerias que atingem cerca de 800 quilômetros de extensão! Por todo o planeta acham-se espalhados os enigmáticos vestígios de uma adiantada cultura que foi transmitida às perdidas civilizações, não se sabe exatamente por quem. hoje supostamente atribuídas aos Maias, Aztecas, Toltecas e muitas outras raças -. Contudo, tal hipótese carece de consistência, uma vez que os Maias simplesmente desapareceram da face da Terra, jamais tendo sido encontrados quaisquer vestígios da sua avançada cultura. Na verdade, e conforme já está sendo provado, TODO o Continente da América do Sul, como também a América Central, são percorridos por essas galerias numa extensão incalculável e assombrosa. Essa gigantesco trabalho, obviamente fruto de uma civilização muito mais antiga e desconhecida, necessitou sem dúvida alguma de uma tecnologia extraordinária e talvez ainda hoje não disponível! Relembremos que somente sob o complexo de Tikal - atribuído aos Maias e situado na Guatemala - são comprovadamente 800 quilômetros de uma fantástica rede subterrânea que por sinal atravessa o país de um extremo ao outro! 

THE HUMAN IN SCHRÖDINGER’S BOX

  THE HUMAN IN SCHRÖDINGER’S BOX ## Observer and Observed: Consciousness, Quantum Mechanics, and the Mystery of Observation ### Introduction...