sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

O sequestro de símbolos e seu poder.

 





"O motivo aparentemente foi usado pela primeira vez na Eurásia, 7 mil anos atrás, talvez para representar o movimento do sol no céu... como símbolo de bem-estar nas sociedades antigas", segundo a Enciclopédia do Holocausto.


Ele explica à BBC que "a suástica é um cubo em quatro dimensões usado na matemática védica. Ela também simboliza todo um estado de ser da filosofia indiana — o quarto estado da consciência, depois de acordar, dormir e sonhar."


"O uso do sinal por Hitler foi demonizante...", prossegue Chaturvedi, "e [trouxe] seu uso na política, sem nenhuma compreensão do que ele significava na filosofia indiana, onde os símbolos sempre são respaldados por [seu] sentido e profundo significado."


É claro que a apropriação cultural costuma prejudicar a cultura original.


O orientalista alemão Max Müller (1823-1900) escreveu para Schliemann, aconselhando que ele deixasse de usar a palavra "suástica" para descrever os ícones.


"Suástica é uma palavra de origem indiana e tem sua história e significado definido na Índia", explicou Müller. "Sei que é grande a tentação de transferir nomes que nos são familiares para objetos parecidos que vêm antes de nós... a ocorrência dessas cruzes em diferentes partes do mundo pode ou não indicar uma origem comum."


Mas nem todos concordaram com esta interpretação.


No seu livro The Sign of the Cross: From Golgotha to Genocide ("O sinal da cruz: do calvário ao genocídio", em tradução livre), o especialista em cristandade Daniel Rancour-Laferriere sugere que a decisão de Hitler de usar a hakenkreuz como símbolo do partido nazista "pode ter se originado na sua criação no Monastério Beneditino na Áustria durante a infância, onde ele viu repetidamente a cruz com ganchos em muitos lugares".


diretor de ativismo e consciência do Conselho Mundial Hindu da América (VHPA), Utsav Chakrabarty, afirmou a respeito: "Reconhecemos a forma horrível em que a suástica foi mal utilizada e mal interpretada... Nos últimos 70 anos, a suástica continua sendo um símbolo difamado e amaldiçoado. Isso precisa ser corrigido. Em vez de censurar o símbolo, precisamos celebrar sua história positiva."


Mas o uso antissemita da suástica não terminou com o fim da Segunda Guerra. Até hoje, gangues racistas e neonazistas empregam o símbolo para profanar túmulos ou casas de oração judaicas. E algumas pessoas acreditam que o tabu aumentou o apelo da suástica entre os grupos de ódio.


Mas o uso antissemita da suástica não terminou com o fim da Segunda Guerra. Até hoje, gangues racistas e neonazistas empregam o símbolo para profanar túmulos ou casas de oração judaicas. E algumas pessoas acreditam que o tabu aumentou o apelo da suástica entre os grupos de ódio.


Fonte BBC News

terça-feira, 26 de dezembro de 2023

A civilização Suméria e o Velho Testamento

 



Há algumas semelhanças entre a mitologia suméria e o Velho Testamento da Bíblia. Ambas as tradições incluem narrativas sobre a criação, o dilúvio e figuras divinas que desempenham papéis importantes na história da humanidade. Por exemplo, as histórias de Adão e Eva na Bíblia têm paralelos com a narrativa suméria de Enki e Ninhursag.


Os judeus foram escravos na Babilônia durante o período conhecido como o Exílio Babilônico, que começou em 586 a.C., quando o Rei Nabucodonosor II conquistou Jerusalém e destruiu o Templo de Salomão. Esse período de exílio durou aproximadamente 70 anos, até que Ciro, o Grande, conquistou a Babilônia e permitiu que os judeus retornassem à Judéia e reconstruíssem o Templo.


Não existem diferenças significativas entre o judaísmo e as religiões egípcia e suméria, algumas semelhanças podem ser identificadas. Por exemplo, a crença em divindades, rituais religiosos e práticas de culto eram aspectos comuns em todas essas tradições. Além disso, tanto o judaísmo quanto as religiões egípcia e suméria atribuíam importância especial à adoração de um ser supremo ou deuses supremos. No entanto, é crucial reconhecer que as diferenças culturais, mitológicas e teológicas também eram distintas em cada uma dessas tradições religiosas.


Abraão é uma figura central nas tradições judaicas, cristãs e islâmicas. Sua origem é associada à cidade de Ur, na antiga Mesopotâmia (atual Iraque) antiga Suméria, por volta do século XIX a.C. De acordo com as narrativas bíblicas, Abraão é considerado o patriarca dos israelitas e árabes. Ele é conhecido por sua fé e por ser o destinatário da aliança com Deus, conforme relatado nos livros de Gênesis e Êxodo na Bíblia hebraica.


A cidade de Ur, na Mesopotâmia, tem uma origem antiga que remonta a cerca de 4.000 anos antes de Cristo. Ela era uma das cidades-estado da Suméria, uma das civilizações mais antigas do mundo, localizada na região da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, onde atualmente se encontra o sul do Iraque. Ur foi um importante centro cultural, religioso e comercial na antiguidade, conhecido por seus zigurates e pela influência suméria na região.


Ur era uma cidade suméria localizada no sul da Mesopotâmia, próximo ao Golfo Pérsico. Foi um centro urbano influente durante a Terceira Dinastia de Ur (circa 2112 a 2004 a.C.) e é conhecida por seu Ziggurat, um templo em forma de pirâmide.


Uruk, por sua vez, também era uma cidade suméria, situada um pouco ao norte de Ur. Era uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia e desempenhou um papel crucial no desenvolvimento da escrita cuneiforme. Uruk ficou especialmente famosa devido à sua associação com o épico de Gilgamesh.


Ambas as cidades contribuíram significativamente para a cultura, religião e história da Mesopotâmia, mas são distintas em termos de localização e importância em diferentes períodos.


A cidade de Uruk é conhecida por sua rica mitologia na Mesopotâmia. Na mitologia suméria, Uruk é associada ao lendário rei Gilgamesh, que é uma figura central na "Epopeia de Gilgamesh", uma das mais antigas histórias épicas conhecidas. A narrativa aborda temas como a busca pela imortalidade, as complexidades da condição humana e as interações com deuses.


Gilgamesh, governante de Uruk, é retratado como um herói em busca de sabedoria e imortalidade. Sua jornada envolve confrontos com divindades, como Enkidu, seu companheiro, e Enlil, deus supremo. O épico oferece insights sobre a cultura, valores e crenças dos sumérios, além de influenciar mitologias subsequentes.



A cidade de Uruk, em si, também é mencionada em contextos religiosos e mitológicos, desempenhando um papel significativo na compreensão da cosmovisão suméria e mesopotâmica.

A história de Enki e Enlil faz parte da mitologia suméria, uma das civilizações mais antigas conhecidas. Enki e Enlil são deuses sumérios, filhos de Anu, o deus do céu. Eles desempenham papéis importantes na mitologia e na criação da humanidade.


Enki, muitas vezes retratado como o deus da água, sabedoria e magia, é associado à fertilidade e à criação. Ele é conhecido por sua natureza benevolente e por ter ajudado a humanidade fornecendo conhecimento e orientação.


Enlil, por outro lado, é considerado o deus do vento, tempestades e é frequentemente associado ao poder e à autoridade. Ele desempenha um papel mais dominante e é algumas vezes retratado como um deus que toma decisões mais rígidas.


A história desses deuses muitas vezes envolve suas interações e conflitos, refletindo aspectos da natureza e da sociedade humana. Suas lendas são preservadas em textos sumérios antigos, como os "Mitose de Enki e Enlil", que contam suas diferentes façanhas e interações com a humanidade.


Resumindo tudo surgiu na Suméria, todas as religiões oficiais com algumas semelhanças com a religião egípcia.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2023

A Teoria M




 A teoria das cordas é uma abordagem teórica na física que sugere que os blocos fundamentais da natureza não são partículas pontuais, mas sim cordas vibrantes. Essas cordas podem assumir diferentes modos de vibração, correspondendo a diferentes partículas elementares. A teoria M é uma extensão da teoria das cordas que unifica várias versões da teoria das cordas e incorpora objetos estendidos mais complexos, como membranas. Ambas as teorias buscam uma descrição unificada das forças fundamentais da natureza, incluindo a gravidade, e são áreas ativas de pesquisa na física teórica.

A Teoria M incorpora vários conceitos fundamentais. Aqui estão alguns deles:


1. **Cordas Vibrantes:** Ao contrário da visão clássica de partículas como pontos, a Teoria M propõe que as partículas fundamentais são na verdade cordas vibrantes. A natureza e modo de vibração dessas cordas determinam as propriedades das partículas.


2. **Dimensões Extras:** A teoria sugere a existência de dimensões espaciais extras além das três dimensões espaciais usuais. Essas dimensões extras são compactificadas em escalas muito pequenas, e a maneira como são enroladas influencia as propriedades observadas no universo.


3. **Supersimetria:** A Teoria M incorpora o conceito de supersimetria, uma simetria entre partículas de spin inteiro e meio-inteiro. Isso poderia ajudar a resolver alguns problemas teóricos, como a hierarquia entre as forças fundamentais.


4. **Unificação das Forças Fundamentais:** Um dos objetivos principais da Teoria M é unificar as forças fundamentais da natureza. Isso inclui a força gravitacional, eletromagnética, forte e fraca, oferecendo uma descrição única dessas interações.


5. **Brana (Membrana):** Além de cordas, a teoria sugere a existência de membranas estendidas no espaço-tempo, conhecidas como "branas". Diferentes dimensões de branas podem desempenhar papéis distintos na dinâmica da teoria.


6. **Dualidade:** A Teoria M exibe várias formas de dualidade, onde descrições aparentemente diferentes do sistema físico são equivalentes. Essa dualidade sugere uma riqueza de conexões profundas na teoria.


7. **Compactificação:** A ideia de que dimensões extras são compactificadas em escalas subatômicas é crucial. A forma como essas dimensões são compactificadas influencia diretamente as propriedades observáveis no nosso universo tridimensional.


8. **Gravidade Quântica:** A Teoria M é considerada uma candidata promissora para uma teoria quântica da gravidade, buscando integrar a mecânica quântica com a teoria da relatividade de Einstein.


Esses conceitos são apenas uma visão geral e simplificada. A teoria é altamente complexa, envolvendo ferramentas matemáticas avançadas e continua sendo um campo ativo de pesquisa na física teórica.


domingo, 24 de dezembro de 2023

EU SOU A LUZ DO MUNDO

 



O mito solar mais antigo conhecido é provavelmente o deus egípcio Rá, que remonta a cerca de 3.000 a.C. Rá era associado ao sol e considerado uma divindade poderosa na mitologia egípcia.

Eu já discordo e acredito que o Deus do Sol mais antigo é na mitologia suméria, o deus do Sol era Utu, também conhecido como Shamash em acadiano. Utu desempenhava um papel importante como divindade solar, associado à justiça e à ordem.

Eu também não ficaria surpreso se o Deus do Sol mais antigo fosse o da civilização védica.

Na mitologia védica, o deus do Sol é chamado Surya. Surya é considerado uma divindade importante associada à luz, calor e energia vital.


Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não andará nas trevas, mas terá luz e vida.”




Estas palavras de Jesus, contidas no Evangelho de João (8, 12), desempenharam um papel crucial quando as autoridades do Império Romano e os primeiros hierarcas da Igreja procuraram esclarecer um dos enigmas da Bíblia: quando foi o fundador do Cristianismo?


Embora os evangelistas não mencionem a data de nascimento daquele que hoje quase 2,3 mil milhões de crentes consideram ser o filho de Deus, a passagem anterior deu apoio teológico à decisão pela qual durante quase 17 séculos todos os 25 de dezembro celebram o Natal.


data não foi escolhida ao acaso, mas com toda a intenção de que coincidisse com um dos grandes momentos do calendário romano: a festa do Sol Invencível.


Um culto do Oriente


A festa do Sol Invicto, cujo nome oficial era Nativitas Solis Invicti ou “nascimento do Sol Invicto”, era uma celebração dedicada a uma divindade solar que era celebrada no dia 25 de dezembro.


Invictus não foi a primeira divindade solar adorada pelos romanos. Antes existia o Sol Indiges, que foi apresentado pelo rei Tácio, nas origens do que mais tarde seria um dos maiores impérios que a humanidade já viu.


No entanto, o culto ao Invictus foi quem se enraizou, mas não só graças a Heliogábalo, mas também aos que o sucederam.


“Graças a Aureliano, o Sol Invicto começou a jogar na Liga dos Campeões ”, disse Castellanos. Isto porque o imperador impôs o monoteísmo em torno da divindade solar, já que a sua ideia era “um deus, um império ” .


No entanto, foi Constantino quem tomou uma decisão que sobreviveu até hoje. No ano 312 DC; Ou seja, quase uma década após sua conversão ao cristianismo, o monarca decretou o dies Solis (Dia do Sol) , localizado no sétimo dia da semana, ou o que hoje conhecemos como domingo.


Quando os romanos conquistaram outras regiões do mundo, assumiram cultos e tradições dessas regiões , mas é claro que os reinterpretaram, mudaram ou moldaram”, disse Castellanos.


Alonso, por sua vez, destacou: “Quando uma cultura se impunha a outra, ela se apropriava de seus ritos e lugares sagrados. É por isso que quando escavamos debaixo de uma igreja em alguns lugares da Europa, por exemplo, encontraremos uma mesquita, mais abaixo um templo romano e mais abaixo um centro cerimonial de outra cidade anterior.”


Fonte. BBC News

Fraternidade

 



Um feliz Natal para todos os meus amigos e hoje independente da religião, crença, mitologia é dia para reunir a família num ambiente fraterno.


A Saturnália era uma antiga festividade romana celebrada em honra ao deus Saturno, geralmente entre 17 e 23 de dezembro. Ela envolvia banquetes, trocas de presentes, liberdade temporária de escravos e um clima festivo. Algumas tradições da Saturnália influenciaram as celebrações modernas de Natal, como a troca de presentes e as festividades.


A associação com o Natal pode estar ligada ao desejo de cristianizar celebrações pagãs existentes. Não há uma correspondência direta entre o deus Saturno e a mitologia grega, já que Saturno era uma divindade romana. No entanto, alguns paralelos podem ser traçados com Cronos, o titã grego que governava o tempo, relacionado ao conceito de "era dourada" e à associação com a agricultura.


O dia 25 de dezembro tem significados distintos em diversas religiões:


1. **Cristianismo:** No cristianismo, 25 de dezembro é celebrado como o Natal, o dia do nascimento de Jesus Cristo. Essa data simboliza a encarnação de Deus na forma humana.


2. **Mitologia Romana:** Antes da adoção do cristianismo, o 25 de dezembro era associado à Saturnália, uma festividade romana em honra a Saturno, o deus da agricultura. Essa celebração marcava o solstício de inverno.


3. **Mitraísmo:** O 25 de dezembro também foi associado à festividade do deus Mitra, uma divindade venerada no mitraísmo, uma antiga religião misteriosa que teve influência durante o Império Romano.


4. **Hinduísmo:** No hinduísmo, o 25 de dezembro não tem um significado específico em termos de celebração religiosa, já que as festividades hindus estão mais relacionadas ao calendário lunar.


5. **Outras Religiões e Culturas:** Em muitas outras religiões e culturas ao redor do mundo, o 25 de dezembro pode não ter significado religioso específico, sendo observado de maneiras diversas ou como um dia comum.


É importante notar que as associações do 25 de dezembro com o Natal e outras festividades têm raízes históricas e culturais variadas, e as práticas e significados podem diferir significativamente entre diferentes tradições religiosas e culturais.

domingo, 10 de dezembro de 2023

CUiDADO COM O ELEVADOR SECRETO

 








CUIDADO COM O ELEVADOR SECRETO

Deros – demônios em tudo menos no nome e até mesmo perto disso – eram idiotas sádicos que tinham acesso à tecnologia avançada dos antigos e fizeram acordos com a Sociedade Thule dos nazistas da SS.


Os Deros ( Robôs Trimentais ou Robôs Prejudiciais em inglês, embora não sejam robôs no sentido mecânico) são seres descritos nas histórias do escritor americano de ficção científica Richard Sharpe Shaver , embora também façam parte das crenças do Nuwaubianismo e do Nuwaubian. religiões, a Igreja dos subgênios .


Shaver escreveu sobre raças pré-históricas tremendamente avançadas que construíram cidades-cavernas nas profundezas da Terra antes de abandoná-las por outro planeta. Esses antigos também abandonaram alguns de seus próprios descendentes doentes aqui na Terra, que degeneraram com o tempo em uma população sádica e com danos mentais conhecida como Deros.


Os Deros seriam os verdadeiros impulsionadores dos OVNIs , bem como os provocadores de todo tipo de cataclismos de superfície. Diz-se que eles gostam de sequestrar pessoas para seus domínios subterrâneos e submetê-las a torturas e experimentos sádicos, além de estuprar mulheres. Sharpe afirmou que muitos edifícios nas cidades tinham elevadores que desciam muito abaixo do subsolo, entrando no mundo dos Deros, para azar de quem chegava. Segundo Sharpe, eles usam fantásticas máquinas de "raios" que as grandes raças antigas deixaram para trás quando fugiram da Terra. Essas máquinas são capazes de projetar pensamentos e vozes para atormentar nossas mentes.


Shaver proclamou que possuía conhecimento de primeira mão sobre os Deros e suas cavernas, tendo aprendido Matong, que ele afirmava ser uma protolíngua da qual derivaram todas as outras línguas da humanidade. Podia ser vista uma ligação obscura entre o Mistério de Shaver e a Sociedade Alemã de Thule que também acreditava na existência de uma civilização subterrânea, embora geralmente vista como positiva e heróica, povoada por semideuses . Tanto Shaver quanto seu editor Ray Palmer afirmam ter estado em contato com um Gauleiter bávaro que também foi membro da sociedade ocultista.


Eles foram referenciados no filme asiático Marebito . O videoclipe de Dio -The Last In


da esquizofrenia, como o Tear do Ar).


12.000 anos atrás, Deros foi forçado a escapar para grandes cavernas subterrâneas para evitar a radiação mortal do sol. (Alguns Titãs, no entanto, permaneceram na superfície, ajustaram-se e tornaram-se a atual raça humana. Outros fugiram para planetas distantes.)


Extremamente avançadas que construíram cidades-cavernas dentro da Terra antes de abandonar a Terra por outro planeta devido à radiação prejudicial do Sol.


Esses antigos também abandonaram alguns dos seus próprios descendentes aqui, uma minoria dos quais permaneceu “Teros” nobre.


A questão esgotou-se e gerou uma resposta: entre 1945 e 1949, muitas cartas chegaram atestando a verdade das reivindicações de Shaverilitis (dezenas de milhares de cartas, de acordo com Palmer). Os correspondentes alegaram que eles também tinham ouvido vozes estranhas ou encontrado habitantes da Terra Oca.


Uma das cartas para Amazing Stories foi de uma mulher que alegou ter entrado em um sub-cave profundo de um prédio de Paris, na França, através de um elevador secreto.


Criaturas malignas chamadas Deros, que supostamente foram criadas por meio de engenharia genética.


Assemelhando-se a demônios, essas criaturas supostamente visitam a superfície da terra para sequestrar seres humanos, a quem ficam sujeitos a uma variedade de torturas. Eles também supostamente causam destruição nos habitantes da superfície da Terra, usando máquinas tecnologicamente avançadas escondidas em cavernas para alterar o clima, alterar as ondas cerebrais para causar doenças mentais e causar acidentes industriais, de trânsito e outros.


Ele alegou ter descoberto uma língua antiga que chamou de “Mantong”, uma espécie de língua proto-humana que foi a fonte de todas as línguas terrestres.


Em Mantong, cada som tinha um significado oculto e, ao aplicar esta fórmula a qualquer palavra em qualquer idioma, era possível decodificar um significado secreto para qualquer palavra, nome ou frase. O editor Ray Palmer aplicou a fórmula de Mantong a várias palavras e disse que percebeu que Shaver estava no caminho certo.


“Um Aviso ao Homem do Futuro”. Shaver escreveu sobre raças pré-históricas extremamente avançadas que construíram cidades-cavernas dentro da Terra antes de abandonar a Terra por outro planeta devido à radiação prejudicial do Sol.


Esses antigos também abandonaram alguns dos seus próprios descendentes aqui, uma minoria dos quais permaneceu “Teros” nobres e humanos, enquanto a maioria degenerou ao longo do tempo.


Embora geralmente confinados em suas cavernas, Shaver afirmou que os Deros às vezes viajavam com naves espaciais ou foguetes e tinham relações com seres extraterrestres igualmente malignos. Shaver afirmou possuir conhecimento de primeira mão sobre os Deros e suas cavernas, insistindo que era seu prisioneiro há vários anos.


Embora geralmente confinados em suas cavernas, Shaver afirmou 


Até o fim de sua vida, ele disse que tudo o que ele disse era verdade.

CUIDADO COM O ELEVADOR SECRETO "Los Deros Existem não é ficção"

 



Deros – demônios em tudo menos no nome e até mesmo perto disso – eram idiotas sádicos que tinham acesso à tecnologia avançada dos antigos e fizeram acordos com a Sociedade Thule dos nazistas da SS.


Os Deros ( Robôs Trimentais ou Robôs Prejudiciais em inglês, embora não sejam robôs no sentido mecânico) são seres descritos nas histórias do escritor americano de ficção científica Richard Sharpe Shaver , embora também façam parte das crenças do Nuwaubianismo e do Nuwaubian. religiões, a Igreja dos subgênios .


Shaver escreveu sobre raças pré-históricas tremendamente avançadas que construíram cidades-cavernas nas profundezas da Terra antes de abandoná-las por outro planeta. Esses antigos também abandonaram alguns de seus próprios descendentes doentes aqui na Terra, que degeneraram com o tempo em uma população sádica e com danos mentais conhecida como Deros.


Os Deros seriam os verdadeiros impulsionadores dos OVNIs , bem como os provocadores de todo tipo de cataclismos de superfície. Diz-se que eles gostam de sequestrar pessoas para seus domínios subterrâneos e submetê-las a torturas e experimentos sádicos, além de estuprar mulheres. Sharpe afirmou que muitos edifícios nas cidades tinham elevadores que desciam muito abaixo do subsolo, entrando no mundo dos Deros, para azar de quem chegava. Segundo Sharpe, eles usam fantásticas máquinas de "raios" que as grandes raças antigas deixaram para trás quando fugiram da Terra. Essas máquinas são capazes de projetar pensamentos e vozes para atormentar nossas mentes.


Shaver proclamou que possuía conhecimento de primeira mão sobre os Deros e suas cavernas, tendo aprendido Matong, que ele afirmava ser uma protolíngua da qual derivaram todas as outras línguas da humanidade. Podia ser vista uma ligação obscura entre o Mistério de Shaver e a Sociedade Alemã de Thule que também acreditava na existência de uma civilização subterrânea, embora geralmente vista como positiva e heróica, povoada por semideuses . Tanto Shaver quanto seu editor Ray Palmer afirmam ter estado em contato com um Gauleiter bávaro que também foi membro da sociedade ocultista.


Eles foram referenciados no filme asiático Marebito . O videoclipe de Dio -The Last In Line descreve um suposto sequestro de Dero.


Uma das cartas para Amazing Stories foi de uma mulher que alegou ter entrado em um sub-cave profundo de um prédio de Paris, na França, através de um elevador secreto.


12.000 anos atrás, Deros foi forçado a escapar para grandes cavernas subterrâneas para evitar a radiação mortal do sol. (Alguns Titãs, no entanto, permaneceram na superfície, ajustaram-se e tornaram-se a atual raça humana. Outros fugiram para planetas distantes.)


Até o fim de sua vida, ele disse que tudo o que ele disse era verdade.


domingo, 19 de novembro de 2023

A QUINTA FORMA DE MATÉRIA DO UNIVERSO




 O VERBO É A INFORMAÇÃO A QUINTA FORMA DE ENERGIA DO UNIVERSO 

Verbo é a classe gramatical de palavras que normalmente têm significado de ação, estado, mudança de estado ou fenômeno da natureza, e que variam em relação ao tempo. 

Conceitualmente, a realidade independente do observador refere-se a elementos ou fenômenos que existem objetivamente, independentemente da percepção ou interpretação de qualquer pessoa. Exemplos incluem leis físicas, eventos astronômicos, propriedades químicas e aspectos fundamentais da natureza.

Em contraste, percepções subjetivas, opiniões e experiências pessoais geralmente dependem do observador e são influenciadas por fatores individuais. A realidade independente do observador busca descrever aspectos do mundo que existem independentemente de como são percebidos ou compreendidos por qualquer pessoa específica.

Antes de qualquer outra coisa existir, Deus já existia. Ele é eterno, sem começo nem fim. Foi Ele que criou tudo que existe no princípio, através de Sua Palavra (Gênesis 1:3). Deus falou e tudo se formou! A Palavra de Deus é Seu poder ativo sobre o mundo.

João 1:3 diz que, sem a Palavra de Deus, nada pode existir. Do nada, nada surge. Tudo foi formado pela Palavra poderosa de Deus.

O que ele diz no versículo 3. Então, as palavras “no princípio” significam: antes que houvesse alguma matéria criada, havia o Verbo, o Filho de Deus. Lembrem-se: “Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus” (João 20.31).8 de set. de 2018


No livro do Gênesis, na Bíblia, o verbo é usado para descrever a criação do mundo. Por exemplo, no início do livro, em Gênesis 1:3, está escrito: "Deus disse: 'Haja luz', e h." O uso do verbo "disse" destaca a palavra como um instrumento criativo de Deus.


No início do Evangelho de São João ele coloca um texto conhecido como prólogo, é como o resumo do todo o Evangelho. A frase mais importante deste prólogo é: “A Palavra se fez carne e habitou entre nós” (João 1,14). É a encarnação da Palavra que assume nossa condição humana em sua fraqueza.


Da mesma forma, a temperatura "emerge" do movimento coletivo dos átomos. Fundamentalmente, nenhum átomo tem temperatura.

Nesta hipótese Deus seria uma inteligência superior e os anjos os programadores do universo que em alguns momentos teriam que fazer ajustes.

Isso nos leva à extraordinária possibilidade de que todo o nosso Universo possa, na verdade, ser uma simulação de computador.


A ideia não é nova. Em 1989, o conceituado físico norte-americano John Archibald Wheeler sugeriu que o universo é fundamentalmente matemático e pode ser observado emergindo a partir da informação. Ele cunhou o famoso aforismo "it from bit" (ou seja, cada partícula do universo vem de um bit de informação).

Isso porque uma civilização avançada deve atingir um ponto em que sua tecnologia é tão sofisticada que as simulações não podem ser diferenciadas da realidade, e os participantes não saberiam que estão em uma simulação.


Existem algumas evidências que indicam que nossa realidade física pode ser uma realidade virtual simulada e não um mundo objetivo que existe independentemente do observador.


Qualquer mundo em realidade virtual seria baseado no processamento de informações. Isso significa que, em última análise, tudo é digitalizado ou dividido em pixels até um tamanho mínimo que não pode mais ser subdividido: os bits.

As leis da Física que regem tudo no Universo também relembram linhas de código de computador que uma simulação seguiria na execução do programa. Além disso, equações matemáticas, números e padrões geométricos estão presentes em todos os lugares - o mundo parece ser totalmente matemático.


Outra curiosidade da física que sustenta a hipótese da simulação é o limite máximo de velocidade do Universo, que é a velocidade da luz. Em realidade virtual, esse limite corresponderia ao limite de velocidade do processador ou ao limite de potência de processamento.


Sabemos que um processador sobrecarregado reduz a velocidade de processamento do computador em uma simulação. Da mesma forma, a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein demonstra que o tempo perde velocidade nas proximidades de um buraco negro.

Mas a evidência mais forte da hipótese da simulação talvez venha da mecânica quântica. Ela sugere que a natureza não é "real": partículas em determinados estados, como locais específicos, aparentemente não existem, a menos que você realmente as observe e meça.


Elas estão, na verdade, em uma série de diferentes estados simultaneamente. E, da mesma forma, a realidade virtual precisa de um observador ou programador para que tudo aconteça.


O "entrelaçamento" quântico também permite que duas partículas sejam conectadas da forma impressionante que permite que, quando você manipula uma, também manipula a outra, automática e imediatamente. Não importa a distância entre elas. O efeito parece ser mais rápido que a velocidade da luz, o que deveria ser impossível.


Mas isso também poderia ser explicado pelo fato de que, em um código de realidade virtual, todos os "locais" (ou pontos) devem estar aproximadamente à mesma distância de um processador central.


Por isso, podemos pensar que duas partículas estão a milhões de anos-luz de distância, mas elas não estariam a essa distância se fossem criadas em uma simulação.


defendi que a informação, na verdade, é uma quinta forma de matéria no universo. Cheguei a calcular o conteúdo esperado de informação por partícula elementar. Estes estudos levaram à publicação, em 2022, de um protocolo experimental para testar essas previsões.


O experimento envolve apagar a informação contida dentro das partículas elementares, deixando que elas e suas antipartículas (todas as partículas possuem versões "anti" de si próprias, que são idênticas, mas têm carga oposta) aniquilem-se em um clarão de energia - emitindo "fótons", ou partículas de luz.

Existem também outras abordagens. O falecido físico britânico John Barrow argumentou que a simulação acumularia pequenos erros de computação que o programador precisaria consertar para que ela continuasse.


Ele sugeriu que poderíamos presenciar esses consertos na forma de resultados experimentais contraditórios que surgiriam subitamente, como mudanças das constantes da natureza. Por isso, monitorar os valores dessas constantes seria outra opção.


A natureza da nossa realidade é um dos maiores mistérios que existem. Quanto mais levarmos a sério a hipótese da simulação, maiores as possibilidades de, um dia, podermos comprová-la ou descartá-la.


*Melvin M. Vopson é professor de física da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido.

Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em inglês.

sábado, 21 de outubro de 2023

A Misteriosa Civilização Védica

 




A civilização védica refere-se a uma antiga cultura que se desenvolveu no subcontinente indiano, particularmente nas regiões do noroeste, há milhares de anos. 


Essa civilização é mais conhecida por seus textos religiosos e filosóficos, os Vedas, que são uma coleção de escrituras sagradas em sânscrito. Aqui estão alguns livros que abordam o assunto das origens da civilização védica:


1. "The Rig Veda" (O Rigveda) - Este é o mais antigo dos Vedas e contém hinos religiosos e poéticos que oferecem informações sobre a cultura e crenças da civilização védica.


2. "The Upanishads" (Os Upanishads) - Estes textos filosóficos exploram conceitos espirituais e metafísicos e são considerados uma parte essencial da herança védica.


3. "The Mahabharata" - Este épico antigo contém a história do conflito entre os Pandavas e os Kauravas, além de conter muitas histórias e ensinamentos relacionados à civilização védica.


4. "The Bhagavad Gita" - Parte do Mahabharata, este texto é uma conversa entre o príncipe Arjuna e o deus Krishna, abordando questões morais e filosóficas.


5. "The Vedas: An Introduction to Hinduism's Sacred Texts" (Os Vedas: Uma Introdução aos Textos Sagrados do Hinduísmo) - Um livro que oferece uma visão geral dos Vedas e da civilização védica.


Essas obras fornecem informações valiosas sobre a civilização védica, sua religião, filosofia e cultura. Você pode explorar esses livros para obter uma compreensão mais profunda das origens da civilização védica.


A origem da civilização védica é um tópico de estudo fascinante, mas também controverso. A pesquisa acadêmica sobre esse assunto envolve várias teorias e interpretações. Alguns dos principais tópicos de estudo incluem:


1. Teorias migratórias: Algumas teorias sugerem que os antigos povos védicos migraram para a Índia a partir de regiões vizinhas, como a Ásia Central. Isso é conhecido como a "teoria das invasões arianas" ou "teoria da migração ariana".


2. Teorias indígenas: Outros pesquisadores argumentam que a civilização védica já estava presente na Índia e que não houve uma migração maciça. Eles defendem a ideia de uma origem indígena da cultura védica.


3. Arqueologia: A pesquisa arqueológica também é usada para entender a origem da civilização védica, analisando sítios arqueológicos e artefatos antigos.


4. Análise linguística: Estudos linguísticos, particularmente a análise da língua sânscrita, são usados para traçar as origens e migrações dos antigos védicos.


5. Teorias culturais e religiosas: Além disso, existem estudos sobre as crenças religiosas e práticas culturais dos védicos, que ajudam a lançar luz sobre sua origem.


É importante observar que não existe um consenso definitivo sobre a origem da civilização védica, e a pesquisa continua evoluindo à medida que novas evidências e interpretações emergem. A literatura acadêmica nesse campo é vasta e oferece uma variedade de perspectivas sobre o assunto.


A cosmogonia védica é a visão da criação do universo de acordo com os textos sagrados conhecidos como os Vedas, que são alguns dos textos mais antigos da tradição hindu. A cosmogonia védica é complexa e envolve várias histórias e conceitos. Aqui estão alguns dos principais pontos:


1. **Hiranyagarbha**: Como mencionado anteriormente, a cosmogonia védica descreve o universo como tendo surgido do "Hiranyagarbha", o Ovo de Ouro cósmico. De dentro deste ovo, Brahma, o deus criador, emerge para dar origem ao universo.


2. **Três Etapas da Criação**: A criação no contexto védico é considerada como ocorrendo em três etapas: a criação, a preservação e a destruição. Cada uma dessas etapas é associada a uma divindade específica. Brahma é o criador, Vishnu é o preservador e Shiva é o destruidor.


3. **Ciclos Infinitos**: A cosmogonia védica acredita em ciclos infinitos de criação, preservação e destruição do universo. Isso é conhecido como "Yuga" e é composto por quatro eras diferentes, cada uma representando uma fase do ciclo cósmico.


4. **Conexão com a Realidade Espiritual**: A visão védica da criação não é apenas uma descrição do surgimento do mundo físico, mas também é vista como uma expressão da realidade espiritual. A busca pela união com o divino é central na filosofia védica.


5. **Importância dos Rituais**: Os Vedas também enfatizam a importância dos rituais e sacrifícios como parte do processo de manutenção da ordem cósmica e do equilíbrio entre os deuses e os seres humanos.


Em resumo, a cosmogonia védica é uma parte central da filosofia e mitologia hindu, fornecendo uma visão única da criação e da relação entre o divino e o mundo material.

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Qual a diferença entre religião e mitologia?

 



A Estrela de Davi, também conhecida como Selo de Salomão, é um símbolo que tem significados diversos, incluindo interpretações místicas. Algumas das interpretações místicas associadas a esse símbolo incluem:

1. Proteção espiritual: A Estrela de Davi é vista por alguns como um símbolo de proteção espiritual, que pode ajudar a afastar influências negativas e atrair energias positivas.

2. Equilíbrio: A Estrela de Davi é formada por dois triângulos, um apontando para cima e outro para baixo, simbolizando a união de forças opostas, como o masculino e o feminino, o céu e a terra, o divino e o humano. Isso representa o equilíbrio e a harmonia.

3. União e transcendência: Alguns veem a Estrela de Davi como um símbolo da união entre o divino e o terreno, representando a conexão entre o homem e Deus. Pode ser interpretada como um caminho para a transcendência espiritual.

É importante ressaltar que o significado da Estrela de Davi pode variar de acordo com a cultura, a tradição religiosa e as crenças individuais. Ela é um símbolo importante no judaísmo e também é usada em contextos místicos e esotéricos.


A Pedra Negra da Kaaba, conhecida como "Hajar al-Aswad" em árabe, tem grande significado religioso no Islã. Embora o Islã não atribua significados místicos à pedra em si, ela desempenha um papel importante na fé dos muçulmanos. A pedra é incorporada na esquina nordeste da Kaaba, um edifício sagrado localizado na Grande Mesquita de Meca.

Acredita-se que a Pedra Negra tenha sido um presente de Deus a Abraão e Ismael, que construíram a Kaaba original. Os muçulmanos não adoram a pedra, mas a beijam ou tocam como um ato de reverência durante a peregrinação a Meca, chamada Hajj, que é um dos Cinco Pilares do Islã. A pedra é considerada um símbolo da unidade e da presença divina na vida dos muçulmanos.

Portanto, o significado da Pedra Negra é mais espiritual e religioso do que místico, desempenhando um papel crucial na prática religiosa dos muçulmanos e na história da fé islâmica.



“Pois aquele que procurar diligentemente, achará; e os mistérios de Deus ser-lhe-ão desvendados pelo poder do Espírito Santo, tanto agora como no passado e tanto no passado como no futuro.”






Religião e mitologia são conceitos relacionados, mas têm diferenças significativas. 


Religião:

1. Crença em uma divindade ou força sobrenatural que é adorada e cultuada.

2. Geralmente inclui um sistema de rituais, moral e ética.

3. Pode fornecer orientação espiritual e respostas para questões existenciais.

4. Exemplos incluem o Cristianismo, Islã, Hinduísmo, entre outros.


Mitologia:

1. Conjunto de histórias, mitos e lendas que explicam a origem, natureza e comportamento dos deuses e seres sobrenaturais.

2. Muitas vezes não é uma religião ativa, mas uma parte importante da cultura e tradição de uma sociedade.

3. Pode não envolver adoração ou rituais religiosos.

4. Exemplos incluem a mitologia grega, nórdica, egípcia, entre outras.


Em resumo, a religião envolve adoração e prática espiritual, enquanto a mitologia se concentra em narrativas míticas que explicam aspectos do mundo e da natureza, frequentemente sem práticas religiosas formais associadas.

Abraão, um personagem central no Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, é tradicionalmente considerado o pai de três filhos notáveis:


1. Ismael: Ismael foi o filho mais velho de Abraão, nascido de sua união com sua serva Agar, de acordo com a tradição judaica e islâmica. Ele é reconhecido como um ancestral dos povos árabes e é uma figura importante na tradição islâmica, considerado o ancestral dos árabes.


2. Isaque: Isaque foi o filho de Abraão e sua esposa Sara, nascido quando Abraão tinha 100 anos e Sara, 90. Isaque é uma figura proeminente no Judaísmo e no Cristianismo, sendo o pai de Jacó (também conhecido como Israel) e Esaú. A aliança de Deus com Abraão foi renovada com Isaque e seus descendentes.


3. Outros filhos: Após a morte de Sara, Abraão teve filhos com sua segunda esposa, Quetura. Seus filhos com Quetura não são tão proeminentes nas escrituras e tradições religiosas quanto Ismael e Isaque, mas eles também são considerados parte da descendência de Abraão.


Esses filhos de Abraão desempenharam papéis significativos na história das religiões abraâmicas e na genealogia de diversos grupos étnicos e culturas.


Qual era a religião dos árabes antes do Islamismo?


Antes do Islã, muitos árabes praticavam uma variedade de religiões e crenças. A religião predominante era o politeísmo, no qual adoravam vários deuses e deusas, muitos dos quais eram associados a objetos naturais, como o sol, a lua e as estrelas. Essa crença era conhecida como "jáhiliyya" e envolvia a adoração de ídolos em locais sagrados, como a Caaba em Meca. Além do politeísmo, havia também comunidades judaicas e cristãs na Península Arábica antes da chegada do Islã. O Islã unificou essas crenças sob a adoração de um único Deus, Allah, e se tornou a religião predominante na região.


Qual era a religião dos cristãos antes do Cristianismo?


Antes do Cristianismo, a maioria dos seguidores de Jesus Cristo praticava o Judaísmo, já que Jesus era judeu e muitos dos primeiros cristãos eram judeus. O Cristianismo se originou como uma seita dentro do Judaísmo antes de se tornar uma religião independente. Portanto, os primeiros cristãos eram originalmente judeus que acreditavam que Jesus era o Messias prometido.


Qual era a religião dos judeus antes do judaísmo?


Antes do desenvolvimento do judaísmo, os ancestrais dos judeus praticavam uma variedade de crenças religiosas, muitas vezes referidas como religiões cananeias. Com o tempo, essas crenças evoluíram para o monoteísmo, e o judaísmo como o conhecemos hoje começou a se desenvolver com as contribuições de líderes como Abraão e Moisés. Portanto, não havia uma religião específica dos judeus antes do judaísmo, mas sim uma transição de crenças religiosas antigas para o que se tornaria o judaísmo monoteísta.

Resumindo religião é um mito aceito como verdade por um líder para doutrinar o seu povo e impor um código de ética, moral, comportamento social, leis etc...

Eu particularmente sou espiritualista acredito na existência de um espírito imortal e de mundos superiores ao nosso, acredito que existe um ou mais níveis de existência superior


A salvação segundo.a Literatura Vedica.


Nossos corpos são apenas máquinas biológicas que servem para nossos espíritos desfrutarem dos desejos e experiências do mundo material.


Srimad Bhagavatan.


A salvação segundo a Bíblia.


Plano de Salvação: O propósito da vida, através do qual Deus criou a Terra para permitir que Seus filhos espirituais pudessem receber corpos mortais, aprender lições de vida através de obediência absoluta, morrer, receber novos corpos imortais através da *ressurreição* de Cristo, viver pra sempre, ter seus próprios filhos espirituais, e repetir o ciclo com eles.


A mesma tradição o mesmo Deus, as mesmas escrituras a literatura Vedica deu origem a todas as religiões.

“Pois aquele que procurar diligentemente, achará; e os mistérios de Deus ser-lhe-ão desvendados pelo poder do Espírito Santo, tanto agora como no passado e tanto no passado como no futuro.”












domingo, 1 de outubro de 2023

A ONDA DE VIOLÊNCIA NO BRASIL FOI PLANEJADA HÁ MAIS DE 50 ANOS?

 



Trecho do Livro "A Grande Conspiração Universal" Do ex psiquiatra da UFRGS Ernesto Bonno. Este livro é de 1992 e tudo que é denunciado é um plano macabro que estamos vivenciando atualmente.


Programas de bem-estar social foram forjados, exatamente criar e sustentar aqueles indivíduos que acabariam não trabalhando(criada a dependência ou toxicomania), essas mesmas forças ocultas começaram a cancelar gradativamente esses programas de bem-estar social, cortado o auxilio, com o fito exclusivo de desenvolver um enorme contingente de marginais e criminosos (e como abundam nas infinitas favelas das grandes cidades brasileiras! É bom que se saiba que esses não existiam nas décadas 1950 a 1970.


Ao mesmo tempo, esses mesmos indivíduos incentivariam a construção de armas militares sofisticadas, com grande poder de fogo, e encorajaram e facilitaram sua importação.


E qual a finalidade de tudo isso? Ora bem evidente:


a) forjar vários exércitos de marginais intoxicados, dependentes e violentos, que não somente aumentarão o consumo da droga, como também obrigarão outros incautos e desavisados que as usem. Tanto veteranos como novatos acabarão se autodestruindo.


b) Incrementar a compra de armas clandestinas com alto poder destrutivo, destinadas a estes bandos de manipulados, a fim de que eles, por esta ou aquela razão, nos convençam e que estão implantando terror na sociedade.


c) Incrementar a reação policial, que as vezes é mais injusta e cruel que a ação dos bandidos.

d) Arrumar situações de terrorismo infundado e gratuito


f) Por causa da ignorância generalizada a situação do crime e do combate ao crime transformou-se em calamidade pública. O pior é que tudo isto esta acontecendo de fato. Incidentes seriam encenados com o objetivo de acelerar esse pretenso programa de desarmamento e posteriormente um programa para armar a população durante o governo Bolsonaro liberando armamento de guerra para a população despreparada comprar e se matarem uns aos outros inclusive servindo de laranjas para desviar armas para o crime organizado.


Eles planejaram todas estas situações maquiavélicas, face a todas essas manobras de subjugação da humanidade o horror acima descrito aparece e é cotidiano. Só é cego quem não quer ver. E o que se esconde atrás dessa CIA, aquela minoria nefasta, hipnotizadora, terrível, cruel e prepotente? Por outro lado, que os filmes de cinema e das TVs ultimamente só estejam incrementando a violência, é um fato inegável. É por isso também que a violência externa ou do mundo aumenta sem cessar. A escola viva dentro do próprio lar, a TV, o fundamenta. Não há um dia uma noite, uma tarde, que não passe um filme de mortes e assassinatos. Dos jornais e revistas e livros sensacionalistas sobre o crime e os maus tratos então nem se fala.

Trecho do livro de Ellen Wite


Os mais vis criminosos tornam-se muitas vezes recebedores de atenções, como se houvessem alcançado invejável distinção. Dá-se grande publicidade a seus crimes. A imprensa publica as minúcias revoltantes do vício, iniciando desta maneira outros na prática da fraude, roubo e assassínio. O enfatuamento do vício, a terrível intemperança e a iniqüidade de todos os graus, deveriam despertar a todos. O que pode ser feito para sustar a maré do mal?


quarta-feira, 26 de julho de 2023

RELATÓRIO ULTRA SECRETO ""Inteligências extraterrestres usam embriões humanos como pilotos"

 

A vida não é um problema a ser resolvido mas um mistério a ser vivido e agora o mistério virou um problema sério porque segundo o relatório abaixo inteligências extraterrestres estão usando embriões humanos para os modificar e transformar em máquinas sem vontade própria eu não acredito e desconheço projetos secretos dos russos, nazistas, norte americanos que tivessem tecnologia para fazer isto ainda mais as naves de tecnologia desconhecida que eles pilotavam ou nós como embriões modificados.



Relatório 1:”Data de 19 de julho de 1947 – Primeiros trabalhos concernentes à autopsia de um ser de aparência de um embrião humano. O cadáver media 1,10 m de comprimento e pesava 12,24 quilos. E sua aparência era de um embrião humano, com um crânio grande. As mãos e os pés eram normais. Havia um vestígio de membrana unindo o polegar ao indicador, tanto nas mãos como nos pés. Tinha porem um aspecto totalmente embrionário e não revelava qualquer traço de puberdade ou amadurecimento. As orelhas estavam parcialmente formadas e tinham sofrido um evidente operação cirúrgica “corretiva” . Os lábios não chegaram a se desenvolver totalmente e a boca não continha qualquer dente. O nariz também tinha sido interrompido o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento. As cavidades oculares sofreram uma intervenção cirúrgica. Os olhos tinham forma de amêndoa e ocupavam a parte mais importante da face. A íris não estava totalmente desenvolvida e formas lenticulares completamente artificiais, de natureza desconhecida, tinham sido suturadas naquilo que podia ter sido a íris e a esclerótica. Os órgãos genitais internos confirmaram tratar-se de um ser masculino, totalmente imaturo ou bloqueado em seu desenvolvimento. Quando o coração foi aberto, constatou-se que ele possuía comunicação direta entre as duas válvulas, graças a uma perfuração oval. A válvula de Eustáquio parecia bem grande. A artéria que desde ai surgia comunicava-se com a artéria pulmonar e com a orta descendente. Esse ducto abria-se no orta justamente junto ao surgimento da artéria subclavicular direta. As alterações da estrutura do sistema circulatório sugerem que esse corpo foi transformado de modo proposital por ter sido deslocado da placenta, artificial e precocemente.



quinta-feira, 20 de julho de 2023

CHRONOS O DEUS DO TEMPO




 Em novo livro, o físico italiano Guido Tonelli recorre à Filosofia, às mitologias e às ciências em busca de respostas para questões fundamentais como "O que é o tempo?", "Conseguiremos um dia derrotá-lo?" e "Ele existe, mesmo, ou é só ilusão?


Consideramos o tempo um conceito abstrato por sermos objetos macroscópicos, vivendo em uma espécie de 'mundo do meio', no qual o relógio parece fluir perfeitamente e igual para todos", diz Tonelli, em entrevista à BBC Brasil.

Espaço e tempo nos aparecem como um par indissociável; não um conceito abstrato, mas uma substância material", escreve o autor.


O que é o tempo?", "Conseguiremos um dia derrotá-lo?", "Ele existe, mesmo, ou é só ilusão?".


"O tempo é uma substância, um elemento material", afirma o cientista.


No nosso dia a dia, não vemos o espaço-tempo oscilando. Mas a verdade é que o tempo flui diferente, em distintas regiões do Universo, pois ele depende do local, em particular da quantidade de massa ao redor."


Tonelli é adepto de alegorias. No livro, ele imagina físicos viajando em direção a um buraco negro supermassivo.


Um deles, em uma nave a uma distância segura do fenômeno. A outra espaçonave, contudo, tem a ousadia de se aventurar, cruzando a fronteira do buraco negro, conhecida pelo termo "horizonte de eventos". Essa segunda, portanto, adentra o evento cósmico.


Em referência ao mundo exterior, enquanto se passassem alguns segundos dentro do buraco negro, poderiam se passar séculos e até milênios para quem está, por exemplo, na Terra.


"Próximo a corpos de supermassa, o tempo caminha proporcionalmente bem, bem mais devagar", explica Tonelli à BBC Brasil.


"Em teoria, apenas tecnicidades nos impedem de dobrar o tempo a nosso favor. Tenho certeza que um dia faremos isso."

Os antigos gregos viam Chronos (uma divindade que personifica "o tempo") como um titã.


O gigante devorava os próprios filhos, por medo de uma profecia de que um deles o deporia. Até que Zeus enganou o pai, que comeu uma pedra envenenada em seu lugar. Assim, Zeus matou Chronos, o tempo, e se tornou imortal.

quarta-feira, 28 de junho de 2023

PORQUE EXISTE A GUERRA?

 


Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?

O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos.

Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território.

Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética.

Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes.

Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça.

É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol: dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência.

Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso?

O sábio suiço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes.

Isso representa a metade da população mundial de hoje.

Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra. Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram

Muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos.

Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido.

Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.

Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.

O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão. O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.

"Se dois ou três homens despertos se encontram no meio de uma multidão de adormecidos, eles se reconhecem imediatamente, enquanto os adormecidos não poderão vê-los... Se duzentos homens conscientes achassem necessária uma intervenção , poderiam mudar todas as condições de existência na Terra".


segunda-feira, 26 de junho de 2023

Como as Divindades dos Dogons sabiam sobre a matéria escura

 






A energia escura e responsável por sustentar as estruturas do universo. Ela foi proposta para explicar a aceleração da expansão do universo observada pelos astrônomos na década de 1990. A energia escura é uma forma de energia hipotética que permeia todo o espaço e se comporta como uma pressão negativa, o que significa que ela produz uma força repulsiva que contraria a atração gravitacional da matéria. 


Segundo a teoria da energia escura, a maioria do conteúdo do universo é composta por matéria escura e energia escura, enquanto a matéria visível, como estrelas e planetas, representa apenas uma pequena fração da composição total. A energia escura é considerada a principal responsável por acelerar a expansão do universo, o que é evidenciado pela observação da luz de galáxias distantes que se afastam de nós a velocidades cada vez maiores. 


Apesar de ainda ser pouco compreendida, a energia escura representa uma das maiores fronteiras da física e da cosmologia atualmente. Os cientistas têm se dedicado a estudar suas propriedades e comportamento para entender melhor a evolução do universo e a sua eventual destinação.


Como os Dogons conheciam a energia que sustenta o universo?

Segundo a mitologia Dogon, o universo foi criado por um ser chamado Amma. Ele existia sozinho em um espaço vazio e sem fim, até que decidiu criar. 


Amma começou a criar mundos e estrelas, mas eles eram instáveis e desmoronavam. Então, ele criou a Terra, e da Terra surgiu um ovo cósmico. Este ovo cósmico continha todos os elementos necessários para criar as vidas e as formas de vida do universo. 


Amma cuidadosamente abriu o ovo cósmico e transformou seus conteúdos em uma série de novos seres, cada um com um propósito específico. Ele criou a água e o fogo, o solo e o ar, e usou cada um desses elementos para criar animais e plantas. 


Foi assim que a criação do universo de acordo com a mitologia Dogon aconteceu, e desde então, esses seres vêm evoluindo e desenvolvendo-se. Os Dogons acreditam que eles são filhos da própria criação e, como tal, têm uma responsabilidade especial por seu cuidado e proteção.

domingo, 25 de junho de 2023

A Cosmologia Cambojana

 



A mitologia cambojana é rica em histórias e personagens lendários que foram transmitidos oralmente por várias gerações. A maioria dessas histórias envolve deuses e demônios, que são frequentemente representados em artefatos, esculturas, pinturas e outros itens de arte.


Um dos personagens mais conhecidos da mitologia cambojana é o Reino Deva, que é um paraíso habitado por deuses. Os deuses mais importantes incluem Preah Brahma, que é o criador do universo, e Preah Vishnu, o sustentador e governante do universo.


Outro personagem importante da mitologia cambojana é Hanuman, um macaco branco de habilidades incríveis, também conhecido como o deus macaco. Hanuman é frequentemente retratado em arte com um martelo ou clava, que é usado para combater demônios.


Os demônios também desempenham um papel importante na mitologia cambojana. Os mais conhecidos são os Asuras, que são os inimigos dos Devas. Eles são geralmente representados como criaturas malévolas e grotescas que desejam obter poder e controle sobre o universo.


Outros personagens importantes da mitologia cambojana incluem o dragão Makara, que é considerado o rei dos animais aquáticos e o guardião dos rios e lagos, e Yama, o deus do submundo, responsável por julgar as almas dos mortos.


No geral, a mitologia cambojana é repleta de histórias fascinantes, personagens místicos e ambientes mágicos que são em grande parte inspirados nas tradições hindus e budistas.



sexta-feira, 23 de junho de 2023

A Criação do Universo segundo os Hebreus e a Cabala




 A Cabala é uma tradição mística do Judaísmo, e sua interpretação sobre a criação do universo é diferente da visão religiosa convencional. De acordo com a Cabala, a criação do universo não foi um evento único, mas um processo contínuo e eterno de "emanar" a Luz Divina, originada da essência de Deus.


A Cabala descreve uma hierarquia de mundos e níveis de consciência, chamados de Sephiroth, que se originaram da Luz Divina na etapa inicial da criação. Esses mundos são compostos por dez sefiroth, cada uma representando um aspecto da divindade.


Na Cabala, a criação do universo é vista como o resultado da primeira emanação da Luz Divina, que criou o mundo espiritual, seguido pela emanação de mundos mais densos e materiais, incluindo o nosso mundo físico. Esse processo de emanação é descrito como uma descida gradual da Luz Divina através de inúmeros filtros, até que a luz se torna tão densa que se materializa em matéria.


Segundo a Cabala, a criação do universo não reflete uma criação ex-nihilo, mas sim uma manifestação de Deus, onde a essência divina se transforma e se revela em diferentes formas. O universo é visto como uma manifestação contínua da luz infinita de Deus, que está presente em toda a criação.

A Criação do Universo segundo a cosmologia Tibetana

 




De acordo com a cosmologia tibetana, a criação do universo é descrita em termos de seis reinos ou planos de existência, que se alternam entre estados de felicidade e sofrimento, de acordo com a lei do karma.


O primeiro reino é o dos deuses, onde vivem seres que têm grande poder e beleza, mas estão presos em um estado de prazer imortal, sem poder escapar dele. O segundo reino é o dos semideuses, onde vivem seres que são violentos, invejosos e ciumentos, e que lutam constantemente uns contra os outros.


O terceiro reino é o dos seres humanos, que é considerado o reino mais importante, já que é nele que se pode alcançar a iluminação. Os seres humanos têm um certo grau de liberdade e escolha e, por isso, têm a responsabilidade de cuidar do seu próprio destino e ajudar os outros seres a alcançar o mesmo objetivo.


O quarto reino é o dos animais, onde vivem seres que são limitados pela sua natureza instintiva e que têm uma existência dependente dos outros seres da natureza. O quinto reino é o dos fantasmas famintos, onde vivem seres que estão sempre com fome e sede, mas nunca conseguem obter a satisfação que desejam.


Finalmente, o sexto reino é o dos infernos, onde vivem seres que sofrem intensamente e estão em estado de constante dor e desespero.


De acordo com a cosmologia tibetana, a criação do universo é um processo constante de surgimento e dissolução desses reinos, que é governado por leis cósmicas e karma individual. A iluminação é vista como o caminho para transcender esses reinos e alcançar um estado de paz e bem-aventurança eterna.

A criação do universo segundo Paracelso

 



Paracelso (1493-1541) foi um alquimista, médico, teólogo e filósofo suíço que teve uma influência significativa no desenvolvimento da medicina e da ciência no século XVI. Sua 



A visão sobre a criação do universo combinava aspectos da alquimia e do cristianismo.


Para Paracelso, o universo foi criado a partir do caos primordial, que ele chamou de "matéria-prima". Essa matéria-prima continha as sementes de todas as coisas, mas estava em um estado de desordem e confusão. Para que a criação pudesse ocorrer, essa matéria-prima precisava ser purificada e ordenada.


Para realizar essa transformação, Paracelso defendia a importância da alquimia, que ele via como uma maneira de fazer com que a matéria-prima se transformasse em materiais mais refinados e complexos. Ele acreditava que a alquimia envolvia a manipulação de energias cósmicas e divinas para transformar a matéria.


Segundo Paracelso, Deus é a força motriz por trás da criação do universo. Ele via a natureza como um reflexo da divindade e acreditava que a criação era um processo divino que estava em constante evolução. Ele viu a humanidade como parte desse processo de evolução e acreditava que a compreensão dos mistérios da alquimia e da divindade era fundamental para o progresso espiritual e científico.


Em resumo, a visão de Paracelso sobre a criação do universo enfatizou a importância da purificação e transformação da matéria-prima por meio da alquimia, e viu Deus como a força motriz por trás da criação que estava em constante evolução.

The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Greatest Archaeological Mystery – A Comprehensive Investigation and Research Report

  The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Grea...