quarta-feira, 28 de junho de 2023

PORQUE EXISTE A GUERRA?

 


Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?

O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos.

Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território.

Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética.

Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes.

Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça.

É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol: dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência.

Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso?

O sábio suiço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes.

Isso representa a metade da população mundial de hoje.

Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra. Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram

Muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos.

Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido.

Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.

Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.

O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão. O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.

"Se dois ou três homens despertos se encontram no meio de uma multidão de adormecidos, eles se reconhecem imediatamente, enquanto os adormecidos não poderão vê-los... Se duzentos homens conscientes achassem necessária uma intervenção , poderiam mudar todas as condições de existência na Terra".


segunda-feira, 26 de junho de 2023

Como as Divindades dos Dogons sabiam sobre a matéria escura

 






A energia escura e responsável por sustentar as estruturas do universo. Ela foi proposta para explicar a aceleração da expansão do universo observada pelos astrônomos na década de 1990. A energia escura é uma forma de energia hipotética que permeia todo o espaço e se comporta como uma pressão negativa, o que significa que ela produz uma força repulsiva que contraria a atração gravitacional da matéria. 


Segundo a teoria da energia escura, a maioria do conteúdo do universo é composta por matéria escura e energia escura, enquanto a matéria visível, como estrelas e planetas, representa apenas uma pequena fração da composição total. A energia escura é considerada a principal responsável por acelerar a expansão do universo, o que é evidenciado pela observação da luz de galáxias distantes que se afastam de nós a velocidades cada vez maiores. 


Apesar de ainda ser pouco compreendida, a energia escura representa uma das maiores fronteiras da física e da cosmologia atualmente. Os cientistas têm se dedicado a estudar suas propriedades e comportamento para entender melhor a evolução do universo e a sua eventual destinação.


Como os Dogons conheciam a energia que sustenta o universo?

Segundo a mitologia Dogon, o universo foi criado por um ser chamado Amma. Ele existia sozinho em um espaço vazio e sem fim, até que decidiu criar. 


Amma começou a criar mundos e estrelas, mas eles eram instáveis e desmoronavam. Então, ele criou a Terra, e da Terra surgiu um ovo cósmico. Este ovo cósmico continha todos os elementos necessários para criar as vidas e as formas de vida do universo. 


Amma cuidadosamente abriu o ovo cósmico e transformou seus conteúdos em uma série de novos seres, cada um com um propósito específico. Ele criou a água e o fogo, o solo e o ar, e usou cada um desses elementos para criar animais e plantas. 


Foi assim que a criação do universo de acordo com a mitologia Dogon aconteceu, e desde então, esses seres vêm evoluindo e desenvolvendo-se. Os Dogons acreditam que eles são filhos da própria criação e, como tal, têm uma responsabilidade especial por seu cuidado e proteção.

domingo, 25 de junho de 2023

A Cosmologia Cambojana

 



A mitologia cambojana é rica em histórias e personagens lendários que foram transmitidos oralmente por várias gerações. A maioria dessas histórias envolve deuses e demônios, que são frequentemente representados em artefatos, esculturas, pinturas e outros itens de arte.


Um dos personagens mais conhecidos da mitologia cambojana é o Reino Deva, que é um paraíso habitado por deuses. Os deuses mais importantes incluem Preah Brahma, que é o criador do universo, e Preah Vishnu, o sustentador e governante do universo.


Outro personagem importante da mitologia cambojana é Hanuman, um macaco branco de habilidades incríveis, também conhecido como o deus macaco. Hanuman é frequentemente retratado em arte com um martelo ou clava, que é usado para combater demônios.


Os demônios também desempenham um papel importante na mitologia cambojana. Os mais conhecidos são os Asuras, que são os inimigos dos Devas. Eles são geralmente representados como criaturas malévolas e grotescas que desejam obter poder e controle sobre o universo.


Outros personagens importantes da mitologia cambojana incluem o dragão Makara, que é considerado o rei dos animais aquáticos e o guardião dos rios e lagos, e Yama, o deus do submundo, responsável por julgar as almas dos mortos.


No geral, a mitologia cambojana é repleta de histórias fascinantes, personagens místicos e ambientes mágicos que são em grande parte inspirados nas tradições hindus e budistas.



sexta-feira, 23 de junho de 2023

A Criação do Universo segundo os Hebreus e a Cabala




 A Cabala é uma tradição mística do Judaísmo, e sua interpretação sobre a criação do universo é diferente da visão religiosa convencional. De acordo com a Cabala, a criação do universo não foi um evento único, mas um processo contínuo e eterno de "emanar" a Luz Divina, originada da essência de Deus.


A Cabala descreve uma hierarquia de mundos e níveis de consciência, chamados de Sephiroth, que se originaram da Luz Divina na etapa inicial da criação. Esses mundos são compostos por dez sefiroth, cada uma representando um aspecto da divindade.


Na Cabala, a criação do universo é vista como o resultado da primeira emanação da Luz Divina, que criou o mundo espiritual, seguido pela emanação de mundos mais densos e materiais, incluindo o nosso mundo físico. Esse processo de emanação é descrito como uma descida gradual da Luz Divina através de inúmeros filtros, até que a luz se torna tão densa que se materializa em matéria.


Segundo a Cabala, a criação do universo não reflete uma criação ex-nihilo, mas sim uma manifestação de Deus, onde a essência divina se transforma e se revela em diferentes formas. O universo é visto como uma manifestação contínua da luz infinita de Deus, que está presente em toda a criação.

A Criação do Universo segundo a cosmologia Tibetana

 




De acordo com a cosmologia tibetana, a criação do universo é descrita em termos de seis reinos ou planos de existência, que se alternam entre estados de felicidade e sofrimento, de acordo com a lei do karma.


O primeiro reino é o dos deuses, onde vivem seres que têm grande poder e beleza, mas estão presos em um estado de prazer imortal, sem poder escapar dele. O segundo reino é o dos semideuses, onde vivem seres que são violentos, invejosos e ciumentos, e que lutam constantemente uns contra os outros.


O terceiro reino é o dos seres humanos, que é considerado o reino mais importante, já que é nele que se pode alcançar a iluminação. Os seres humanos têm um certo grau de liberdade e escolha e, por isso, têm a responsabilidade de cuidar do seu próprio destino e ajudar os outros seres a alcançar o mesmo objetivo.


O quarto reino é o dos animais, onde vivem seres que são limitados pela sua natureza instintiva e que têm uma existência dependente dos outros seres da natureza. O quinto reino é o dos fantasmas famintos, onde vivem seres que estão sempre com fome e sede, mas nunca conseguem obter a satisfação que desejam.


Finalmente, o sexto reino é o dos infernos, onde vivem seres que sofrem intensamente e estão em estado de constante dor e desespero.


De acordo com a cosmologia tibetana, a criação do universo é um processo constante de surgimento e dissolução desses reinos, que é governado por leis cósmicas e karma individual. A iluminação é vista como o caminho para transcender esses reinos e alcançar um estado de paz e bem-aventurança eterna.

A criação do universo segundo Paracelso

 



Paracelso (1493-1541) foi um alquimista, médico, teólogo e filósofo suíço que teve uma influência significativa no desenvolvimento da medicina e da ciência no século XVI. Sua 



A visão sobre a criação do universo combinava aspectos da alquimia e do cristianismo.


Para Paracelso, o universo foi criado a partir do caos primordial, que ele chamou de "matéria-prima". Essa matéria-prima continha as sementes de todas as coisas, mas estava em um estado de desordem e confusão. Para que a criação pudesse ocorrer, essa matéria-prima precisava ser purificada e ordenada.


Para realizar essa transformação, Paracelso defendia a importância da alquimia, que ele via como uma maneira de fazer com que a matéria-prima se transformasse em materiais mais refinados e complexos. Ele acreditava que a alquimia envolvia a manipulação de energias cósmicas e divinas para transformar a matéria.


Segundo Paracelso, Deus é a força motriz por trás da criação do universo. Ele via a natureza como um reflexo da divindade e acreditava que a criação era um processo divino que estava em constante evolução. Ele viu a humanidade como parte desse processo de evolução e acreditava que a compreensão dos mistérios da alquimia e da divindade era fundamental para o progresso espiritual e científico.


Em resumo, a visão de Paracelso sobre a criação do universo enfatizou a importância da purificação e transformação da matéria-prima por meio da alquimia, e viu Deus como a força motriz por trás da criação que estava em constante evolução.

A CRIAÇÃO DO UNIVERSO

 




Aleister Crowley acreditava em um conceito chamado "Thelema", que tentava unir elementos do ocultismo e da filosofia oriental em uma única prática espiritual. A



A criação do universo segundo Crowley é complexa e envolve muitos conceitos ocultos, mas basicamente ele acreditava que:


- O universo é essencialmente uma manifestação da vontade divina, que é a própria essência de Deus.

- Esse processo de manifestação começou com a criação do primeiro ser consciente, que era capaz de reconhecer a própria divindade e, com isso, começou a exercer sua vontade para criar o universo.

- Esse ser consciente é conhecido como "Nuit" ou "a Deusa das Estrelas", e sua vontade de criar o universo se manifestou como uma série de emanações que se desenvolveram em diversos planos de existência.

- O primeiro plano de existência é o "Não-ser" ou "Absoluto", que é a origem de toda a existência e é inacessível à consciência humana normal.

- A seguir vem o "Ser" ou "Infinito", o qual é a primeira criação de Nuit e é uma dimensão que está além do espaço e do tempo.

- A partir daí, existem vários outros planos de existência, cada um com suas próprias leis físicas e espirituais; estes planos incluem a nossa realidade física, bem como planos espirituais mais elevados.

- Cada ser humano é uma parte da divindade de Nuit que se separou do todo para experimentar a vida individualmente. No entanto, através de práticas espirituais como meditação e magia, é possível reconhecer a própria divindade e se unir novamente com o todo.

The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Greatest Archaeological Mystery – A Comprehensive Investigation and Research Report

  The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Grea...