sexta-feira, 21 de junho de 2024

Kabbalah a criação do universo

O mito da criação do universo na Kabbalah, que é uma tradição mística do judaísmo, é um dos aspectos mais complexos e profundos da tradição hebraica. A criação do universo é abordada através do conceito de **Ein Sof** e dos **Dez Sefirot**. ### Ein Sof e a Criação Na Kabbalah, o ponto de partida é o **Ein Sof**, que significa "Infinito" ou "Sem Fim". Ein Sof representa a essência divina que é infinita, indescritível e além de qualquer compreensão humana. Antes da criação, apenas o Ein Sof existia, preenchendo tudo com sua luz infinita. ### Tzimtzum (Contração) Para que o universo pudesse ser criado, o Ein Sof teve que realizar um processo chamado **Tzimtzum**, que é uma contração ou retração de sua luz infinita. Este conceito, introduzido pelo cabalista Isaac Luria (o Ari), descreve como Deus "contraiu" sua luz para criar um "espaço vazio" onde a criação pudesse ocorrer. Este "espaço vazio" é o lugar onde os mundos e as criaturas poderiam existir, sem serem anulados pela infinita luz divina. ### As Dez Sefirot Após o Tzimtzum, a luz divina começou a fluir de volta para o "espaço vazio" através de dez canais ou atributos chamados **Sefirot**. Estas Sefirot são: 1. **Keter (Coroa)**: Representa a vontade divina e a fonte de todas as outras Sefirot. 2. **Chochmah (Sabedoria)**: A faísca inicial de entendimento e inspiração. 3. **Binah (Entendimento)**: A capacidade de processar e analisar a sabedoria. 4. **Chesed (Bondade)**: Amor e misericórdia. 5. **Gevurah (Julgamento)**: Justiça e força. 6. **Tiferet (Beleza)**: Harmonia e compaixão, equilíbrio entre Chesed e Gevurah. 7. **Netzach (Eternidade)**: Persistência e vitória. 8. **Hod (Esplendor)**: Humildade e submissão. 9. **Yesod (Fundamento)**: Conexão e transmissão de energia. 10. **Malchut (Reino)**: Manifestação e realização no mundo físico. ### O Processo de Criação A criação do universo é vista como um processo contínuo de emanação, onde a luz divina flui através das Sefirot e se manifesta em diferentes níveis de realidade, desde os mundos espirituais mais elevados até o mundo físico em que vivemos. Cada Sefirá representa uma qualidade divina e um estágio no processo de criação. ### Adam Kadmon Antes das emanações das Sefirot, existe a ideia de **Adam Kadmon**, que é o "Homem Primordial" ou "Homem Arquetípico". Este conceito representa uma forma de organização primordial da luz divina antes de ser distribuída através das Sefirot. Adam Kadmon é uma metáfora para a estrutura cósmica inicial da criação. ### As Quatro Mundos A criação é dividida em quatro mundos principais, cada um representando um nível diferente de realidade e emanação divina: 1. **Atziluth (Emanação)**: O mundo mais elevado, onde a presença divina é mais pura. 2. **Beriah (Criação)**: O mundo da criação, onde as almas e os anjos são formados. 3. **Yetzirah (Formação)**: O mundo da formação, onde as estruturas de seres são criadas. 4. **Assiah (Ação)**: O mundo físico, onde a ação e a materialidade ocorrem. ### Referências e Fontes 1. **"Sefer Yetzirah" (Livro da Formação)**: Um dos textos mais antigos da Kabbalah, descreve a criação através de dez Sefirot e 22 letras hebraicas. 2. **"Zohar" (Livro do Esplendor)**: Principal obra da literatura cabalística, que explora em profundidade os temas da criação e as emanações divinas. 3. **"Etz Chaim" (Árvore da Vida) de Isaac Luria**: Uma das obras mais importantes do Ari, explicando detalhadamente o conceito de Tzimtzum e as Sefirot. A Kabbalah oferece uma visão mística e simbólica da criação, enfatizando a interconexão entre todas as coisas e a contínua interação entre o divino e o material.

Eu recorro ao Templo mais antigo do conhecimento humano a literatura Védica.

Especialmente hoje em dia, estamos construindo arranha-céus e desenvolvendo outras condições materiais vantajosas. Entretanto cumpre sabermos que os ingredientes dos arranha-céus e máquinas só podem ser fabricados pela Suprema Personalidade de Deus. O Mundo inteiro limita-se a uma combinação dos cinco elementos materiais (tejo-vâri-mrdãm yathã vinimayah). Um arranha-céu é uma transformação dos elementos terra, água e fogo. Embora possa fabricar tijolos, o homem não pode fabricar os ingredientes de que eles são construídos. A Suprema personalidade de Deus criou a água, a terra, o ar, o fogo e o céu, e todos podem utiliza-los. Entretanto, ninguém pode arrogar-se o direito a propriedade. Este é o comunismo perfeito. O senhor Manu disse: O ser vivo supremo criou este mundo material animado, e, ninguém deve concluir que Ele tenha sido criado por este mundo material. Na civilização moderna, pensa-se que com uma boa casa e um bom carro, a vida é perfeita. Nos países ocidentais, especialmente nos Estados Unidos, vem bem a calhar possuir um bom carro, porém, logo que a pessoa esta na estrada, surge o perigo porque, a qualquer momento, pode ocorrer um acidente e ela acaba morrendo. As estatísticas realmente mostram que muitas pessoas morrem nesses acidentes. Portanto pensarmos que de fato este mundo material é um lugar feliz, isto se deve apenas a nossa ignorância. O verdadeiro conhecimento é sabermos que este mundo material está cheio de perigos. Talvez lutemos pela existência tanto quanto nossa existência permita, e talvez tentemos cuidar de nós mesmos, porém, a menos que Deus, a Suprema Personalidade de Deus, em última analise nos salve do perigo, as nossas tentativas são inúteis. Portanto, Prahlada Maharaja diz: Podemos inventar muitas maneiras de sermos felizes ou de anularmos os perigos deste mundo material, porém, se nossas tentativas não forem sancionadas pela Suprema Personalidade de Deus, elas nunca nos trarão felicidade. Aqueles que tentam ser felizes sem se refugiarem na Suprema Personalidade de Deus são mudhas, patifes. Aqueles que são os mais baixos dos homens recusam-se a adotar a consciência de Deus, porque pensam que são capazes de proteger-se sem recorrer a ajuda de Deus. Este é o erro deles. Pessoas inteligentes compreendem que existe uma grande e suprema autoridade que está acima de tudo. Esta grande autoridade aparece em diferentes encarnações para que os inocentes possam salvar-se das perturbações. Como confirma o Bhagavad-gita (4.8): o Senhor aparece em Suas várias encarnações com dois propósitos - aniquilar o druskrti, o pecaminoso, e proteger seu Devoto. BIBLIOGRAFIA: Título Original Srimad Bhagavatam, Eigth Canto "Withdrawal of the Cosmic Creations" The Baktivedanta Book Trust Na literatura védica, a cosmologia descreve múltiplos níveis de existência e mundos superiores conhecidos como **Lokas**. Esses Lokas são reinos ou planos de existência, cada um habitado por diferentes seres e caracterizado por diversos níveis de consciência e espiritualidade. A cosmologia védica é rica e complexa, descrevendo um universo multidimensional que se estende além do plano físico. ### Os Três Lokas Principais Os três Lokas principais na cosmologia védica são **Bhur Loka**, **Bhuvar Loka** e **Svar Loka**. Esses Lokas fazem parte de um sistema mais amplo de quatorze Lokas, divididos em sete Lokas superiores e sete inferiores. 1. **Bhur Loka (Terra)**: Este é o plano físico, onde os seres humanos e outros seres terrestres habitam. É o mundo material que percebemos com nossos sentidos e onde a vida humana se desenrola. 2. **Bhuvar Loka (Mundo Intermediário)**: Este Loka é o plano astral ou etéreo, que serve como um intermediário entre o mundo físico e os mundos celestiais. Aqui habitam seres como espíritos, devas menores e entidades etéreas. Este Loka também é associado com o espaço entre a Terra e o Sol. 3. **Svar Loka (Céu ou Paraíso)**: Também conhecido como **Svarga Loka**, é o plano celestial onde residem os deuses (Devas) e almas virtuosas após a morte. Este Loka é governado por Indra, o rei dos Devas, e é caracterizado por grande felicidade, prazer e delícias celestiais. ### Lokas Superiores e Inferiores Além dos três Lokas principais, a literatura védica descreve mais Lokas superiores e inferiores, cada um com suas próprias características e habitantes. #### Lokas Superiores 4. **Mahar Loka**: Habitado por grandes sábios e rishis que atingiram altos níveis de realização espiritual. 5. **Jana Loka**: Morada de seres celestiais altamente evoluídos e dos filhos de Brahma. 6. **Tapa Loka**: Ocupado por ascetas e seres que praticam austeridades intensas e meditação profunda. 7. **Satya Loka**: Também conhecido como Brahma Loka, é o plano mais elevado e a morada de Brahma, o criador do universo. É um reino de verdade absoluta e iluminação completa. #### Lokas Inferiores Os sete Lokas inferiores são conhecidos como **Patalas** e são habitados por diversos seres, incluindo Nagas (serpentes) e demônios. Eles são: 1. **Atala** 2. **Vitala** 3. **Sutala** 4. **Talatala** 5. **Mahatala** 6. **Rasatala** 7. **Patala** ### Referências e Fontes A cosmologia védica é descrita em vários textos antigos, incluindo os Vedas, Upanishads, Puranas e outras escrituras sagradas: 1. **Vedas**: Os textos mais antigos e fundamentais do hinduísmo. Descrevem a estrutura do cosmos e os vários deuses que habitam os diferentes Lokas. 2. **Upanishads**: Escritos filosóficos que exploram a natureza da realidade e a relação entre o eu individual (Atman) e o universal (Brahman). 3. **Bhagavad Gita**: Parte do Mahabharata, este texto descreve as três Gunas (qualidades) e suas influências nos diferentes Lokas. 4. **Puranas**: Textos como o Vishnu Purana, Bhagavata Purana, e outros, fornecem descrições detalhadas da cosmologia védica, incluindo as histórias dos deuses e a estrutura dos Lokas. 5. **Brahmanda Purana**: Contém uma descrição detalhada da cosmologia, incluindo os vários Lokas e seus habitantes. ### Conclusão A cosmologia védica apresenta uma visão rica e estruturada do universo, onde múltiplos níveis de existência são habitados por seres de diferentes níveis de consciência e espiritualidade. Esta estrutura proporciona uma compreensão profunda e complexa do cosmos, refletindo a diversidade e a interconexão de toda a existência. Essas descrições servem para ilustrar a crença na transcendência e na existência de realidades superiores além do mundo material, incentivando a busca espiritual e o crescimento interior.

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Teorias Fantásticas e as teorias Acadêmicas sobre a cidade de Tiwuanaku, Pirâmide de Akapana e Puma Punku

As teorias fantásticas sobre a cidade de Tiwanaku (referida aqui como "Chuanaco"), o deus Viracocha e a pirâmide de Akapana têm sido amplamente exploradas por vários autores, especialmente aqueles interessados em realismo fantástico e teorias dos antigos astronautas. Aqui estão algumas das teorias mais notáveis e os principais autores que as defendem, incluindo referências a livros e estudos não acadêmicos: ### Teorias Fantásticas 1. **Cidade de Tiwanaku (Chuanaco)** - **Teoria**: Tiwanaku seria uma cidade construída por uma civilização avançada, possivelmente com ajuda extraterrestre, devido à precisão e sofisticação das suas estruturas. - **Autor e Referências**: - Erich von Däniken, autor de "Chariots of the Gods?" (1968), sugere que Tiwanaku foi construída com ajuda alienígena. Ele argumenta que a precisão das construções e a engenharia avançada não poderiam ter sido alcançadas pelas culturas pré-colombianas conhecidas . - Graham Hancock, em "Fingerprints of the Gods" (1995), propõe que Tiwanaku é um vestígio de uma civilização perdida e avançada que existiu antes da história convencionalmente aceita . 2. **Deus Viracocha** - **Teoria**: Viracocha é frequentemente descrito como um ser de pele clara e barba, o que é incomum para os povos andinos. Isso leva alguns a especularem que Viracocha poderia ser um ser extraterrestre ou um sobrevivente de uma civilização avançada e extinta. - **Autor e Referências**: - Zecharia Sitchin, conhecido por sua série de livros "The Earth Chronicles", sugere que deuses como Viracocha eram, na verdade, extraterrestres que vieram à Terra e ensinaram conhecimentos avançados às civilizações humanas . - Arthur Posnansky, um dos primeiros exploradores de Tiwanaku, também especulou sobre a origem e natureza de Viracocha em seus estudos, embora suas teorias sejam menos focadas no aspecto extraterrestre e mais em uma civilização pré-colombiana avançada . 3. **Pirâmide de Akapana** - **Teoria**: A pirâmide de Akapana teria funções não só religiosas, mas também tecnológicas, possivelmente relacionadas a energia ou alinhamentos astronômicos complexos. - **Autor e Referências**: - Brien Foerster, em seus trabalhos e vídeos, discute a possibilidade de que Akapana tenha sido usada para propósitos que vão além do religioso, sugerindo funções tecnológicas que ainda não compreendemos completamente . - David Hatcher Childress, em seu livro "Technology of the Gods: The Incredible Sciences of the Ancients" (1999), explora a ideia de que estruturas como Akapana eram parte de uma rede de tecnologia avançada esquecida pela história oficial . ### Literatura e Estudos Não Acadêmicos - **"Chariots of the Gods?" por Erich von Däniken**: Este livro seminal explora a ideia de que muitas das maravilhas antigas do mundo foram construídas com a ajuda de extraterrestres, incluindo Tiwanaku. - **"Fingerprints of the Gods" por Graham Hancock**: Hancock investiga várias antigas civilizações e sugere que elas são restos de uma civilização global muito avançada que foi destruída por um cataclismo. - **"The Earth Chronicles" por Zecharia Sitchin**: Sitchin propõe que os deuses das antigas culturas eram na verdade visitantes de outros planetas que vieram à Terra em tempos antigos. - **"Technology of the Gods" por David Hatcher Childress**: Childress argumenta que muitas das antigas construções ao redor do mundo, incluindo a pirâmide de Akapana, utilizavam uma tecnologia avançada que a arqueologia moderna ainda não compreende. Essas obras e autores, embora não acadêmicos, têm influenciado significativamente o campo do realismo fantástico e continuam a alimentar debates e especulações sobre a verdadeira natureza de Tiwanaku e suas incríveis construções. A Pirâmide de Akapana é uma das estruturas mais impressionantes e misteriosas do sítio arqueológico de Tiwanaku, na Bolívia. É conhecida por sua grandiosidade e complexidade arquitetônica, bem como por seu papel potencialmente cerimonial e funcional dentro da civilização Tiwanaku. Aqui estão os detalhes sobre o que sabemos, os estudos avançados, as referências e a literatura sobre a Pirâmide de Akapana: ### Descrição e Estrutura 1. **Descrição**: - A Pirâmide de Akapana é uma estrutura em formato de terraço com aproximadamente 18 metros de altura e uma base de cerca de 200 metros de lado. - É composta por sete plataformas escalonadas, com uma planta retangular que imita uma montanha sagrada. 2. **Estrutura**: - As plataformas são feitas de terra e pedra, com revestimentos de arenito cuidadosamente trabalhados. - A pirâmide possui um sistema complexo de drenagem, com canais de pedra que evitam a erosão pela água da chuva. ### Função e Significado 1. **Função Cerimonial**: - Acredita-se que Akapana tenha sido usada para rituais religiosos, possivelmente relacionados ao culto à montanha e à adoração de divindades relacionadas à agricultura e à água. - A presença de canais de água e reservatórios sugere uma conexão com rituais de fertilidade e controle da água. 2. **Significado Simbólico**: - A forma da pirâmide pode representar a fusão entre a terra e o céu, um conceito central na cosmologia andina. - É possível que Akapana simbolizasse uma montanha sagrada, uma característica comum em muitas culturas andinas. ### Estudos e Pesquisa Arqueológica 1. **Escavações e Pesquisas**: - Escavações iniciais foram realizadas no final do século XIX e início do século XX, mas foram limitadas. - Estudos mais detalhados começaram na década de 1960, com trabalhos significativos conduzidos por arqueólogos como Wendell Bennett e mais tarde por Alan Kolata e a Universidade de Chicago. 2. **Descobertas Recentes**: - Pesquisas recentes utilizam tecnologia avançada, como a fotogrametria, para mapear e analisar a estrutura em detalhe. - Descobertas incluem evidências de reconstrução e modificações ao longo do tempo, sugerindo que a pirâmide teve várias fases de uso e renovação. ### Literatura e Referências Acadêmicas 1. **Livros e Artigos**: - "Tiwanaku and Its Hinterland: Archaeology and Paleoecology of an Andean Civilization" de Alan Kolata oferece uma análise detalhada da cidade de Tiwanaku e da pirâmide de Akapana. - "Ancient Tiwanaku" de Alan Kolata discute a arquitetura e o significado simbólico de Akapana dentro da cultura Tiwanaku. 2. **Revistas Científicas**: - Artigos na "Journal of Archaeological Science" e na "Latin American Antiquity" discutem as técnicas de construção, datação e função da pirâmide. - Estudos isotópicos e de datação por radiocarbono foram publicados em várias revistas acadêmicas, oferecendo insights sobre a cronologia da pirâmide. ### Estudos Avançados e Tecnologias Modernas 1. **Tecnologias de Imagem**: - LiDAR e fotogrametria são utilizados para criar modelos 3D detalhados da pirâmide, ajudando a entender sua construção e possíveis modificações ao longo do tempo. - Análises de micromorfologia do solo dentro e ao redor da pirâmide fornecem informações sobre o uso do espaço e atividades humanas. 2. **Análises Químicas e Isotópicas**: - Estudos de composição química das pedras e do solo ajudam a identificar as fontes dos materiais de construção e os métodos de transporte e construção usados pelos Tiwanaku. - Análises isotópicas de restos orgânicos encontrados nas proximidades ajudam a entender a dieta, a economia e as práticas agrícolas da sociedade Tiwanaku. ### Conclusão A Pirâmide de Akapana é uma das mais notáveis realizações arquitetônicas da cultura Tiwanaku, refletindo seu sofisticado conhecimento de engenharia e sua profunda conexão espiritual com a paisagem. Estudos contínuos e novas tecnologias estão gradualmente desvendando os mistérios dessa impressionante estrutura, oferecendo uma visão mais clara da vida, religião e sociedade dos antigos habitantes de Tiwanaku. ### Referências - Kolata, A. L. (1993). *Tiwanaku: Portrait of an Andean Civilization*. Blackwell Publishing. - Kolata, A. L. (2003). *Tiwanaku and Its Hinterland: Archaeology and Paleoecology of an Andean Civilization*. Smithsonian Institution Press. - Janusek, J. W. (2008). *Ancient Tiwanaku*. Cambridge University Press. Viracocha é uma das divindades mais importantes e enigmáticas da mitologia andina, reverenciada como o deus criador e associada a várias civilizações pré-colombianas, incluindo a cultura Tiwanaku e os Incas. A seguir, uma visão abrangente sobre o que se conhece acerca de Viracocha, baseada em literatura e estudos avançados: ### Origem e Significado 1. **Mitologia Andina**: - Viracocha é frequentemente descrito como o deus criador, responsável pela criação do céu, da terra e de todos os seres vivos. - Na mitologia inca, ele é considerado o pai de todos os outros deuses e criador dos primeiros homens, a quem moldou a partir de pedra. 2. **Nome e Iconografia**: - Viracocha é conhecido por vários nomes, incluindo Wiraqocha, Apu Qun Tiqsi Wiraqutra, e Con-Tici Viracocha. - Iconograficamente, Viracocha é frequentemente representado com uma túnica e uma vara, e às vezes com raios emanando de suas mãos, simbolizando seu poder criador e controlador das forças da natureza. ### Estudos e Pesquisa Arqueológica 1. **Pesquisa Histórica**: - Cronistas espanhóis, como Pedro Cieza de León e Garcilaso de la Vega, documentaram várias histórias sobre Viracocha, baseando-se em relatos orais e tradições dos povos andinos. - Essas fontes são cruciais para a compreensão da importância de Viracocha na cosmologia inca e em culturas anteriores. 2. **Estudos Arqueológicos**: - As representações de Viracocha em sítios arqueológicos, como o Portal do Sol em Tiwanaku, são objeto de extensas pesquisas. - Estátuas e monólitos encontrados na região dos Andes frequentemente associam Viracocha a outras divindades e simbolismos. ### Literatura Acadêmica e Referências 1. **Livros**: - "The Incas" de Terence N. D'Altroy discute a importância de Viracocha na mitologia inca e seu papel como deus criador. - "Inca Religion and Customs" de Bernabé Cobo oferece uma visão detalhada das crenças e rituais associados a Viracocha. - "Gods and Men in the Andes: Astronomy and Archaeology in Culture" de R. Tom Zuidema explora a relação entre Viracocha, a astronomia e os ciclos naturais. 2. **Artigos Científicos**: - Artigos em revistas como "Latin American Antiquity" e "Journal of Latin American Lore" frequentemente exploram aspectos iconográficos e arqueológicos das representações de Viracocha. - Estudos sobre a influência de Viracocha em diferentes culturas andinas, como os Moche e os Tiwanaku, são frequentemente publicados em revistas especializadas. ### Interpretações Modernas e Estudos Avançados 1. **Arqueoastronomia**: - Pesquisas sugerem que muitos sítios associados a Viracocha foram alinhados com eventos astronômicos, como solstícios e equinócios, indicando um profundo conhecimento astronômico. - O Portal do Sol em Tiwanaku, por exemplo, possui alinhamentos que podem estar relacionados ao movimento solar e a festivais religiosos. 2. **Estudos Iconográficos**: - Análises de representações de Viracocha revelam uma mistura de símbolos associados à criação, fertilidade e poder celestial. - Estudos comparativos com outras culturas revelam possíveis influências e sincretismos com divindades similares em culturas vizinhas. ### Referências Importantes - **Livros e Monografias**: - D'Altroy, T. N. (2002). *The Incas*. Blackwell Publishing. - Cobo, B. (1990). *Inca Religion and Customs*. University of Texas Press. - Zuidema, R. T. (1992). *Gods and Men in the Andes: Astronomy and Archaeology in Culture*. University of Texas Press. - **Artigos Acadêmicos**: - Bauer, B. S., & Stanish, C. (2001). "Ritual and Pilgrimage in the Ancient Andes: The Islands of the Sun and the Moon". University of Texas Press. - Isbell, W. H., & Vranich, A. (2004). "Experiencing Tiwanaku: A Visitor’s Guide to the Ceremonial Center". University of Texas Press. - **Cronistas Espanhóis**: - Cieza de León, P. (1998). *The Discovery and Conquest of Peru*. Duke University Press. - Vega, G. de la (1966). *Royal Commentaries of the Incas and General History of Peru*. University of Texas Press. ### Conclusão Viracocha permanece uma figura central e multifacetada na mitologia andina. Sua importância transcende uma única cultura, sendo reverenciado em várias civilizações pré-colombianas. A combinação de estudos históricos, arqueológicos e iconográficos continua a revelar a profundidade de seu culto e sua influência duradoura nas crenças e práticas religiosas andinas.

O Que é a política?

Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido. Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”. Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois. O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão. O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho. Trecho do Livro As Sociedades Secretas e seu poder no Século XX

quarta-feira, 19 de junho de 2024

O Astronauta de Palenque

O astronauta de Palenque é uma figura intrigante encontrada na antiga cidade maia de Palenque, no México. Essa figura é representada em uma placa do Templo das Inscrições, que faz parte da estrutura maia conhecida como Tumba de Pakal, dedicada ao governante maia Pakal, o Grande. A representação mostra uma figura centralizada que parece estar em uma posição reclinada, com alguns elementos ao redor que têm sido interpretados de várias maneiras ao longo dos anos. Alguns estudiosos e teóricos sugeriram que a figura central poderia estar em uma espécie de veículo espacial ou cápsula, o que levou à interpretação popular de que se tratava de um "astronauta". No entanto, a maioria dos estudiosos tradicionais da arte e da cultura maia tende a interpretar essa figura como uma representação simbólica de Pakal, o Grande, em um momento de transição entre os mundos inferior e superior, possivelmente relacionado à sua ascensão ao trono ou à sua passagem para o mundo dos ancestrais. Livros e estudos sobre o tema geralmente exploram a iconografia e a simbologia maia, assim como as interpretações contemporâneas e populares sobre a figura do astronauta. Alguns autores que discutiram esse tema incluem Erich von Däniken em suas obras sobre antigos astronautas e Zecharia Sitchin em suas teorias sobre a influência extraterrestre na antiguidade. No entanto, é importante notar que essas interpretações são frequentemente consideradas especulativas e não são amplamente aceitas pela comunidade acadêmica. Para uma visão mais aprofundada e baseada em evidências sobre o astronauta de Palenque, recomenda-se consultar obras acadêmicas sobre a arte e a arqueologia maia, que fornecem contextos culturais e históricos mais precisos sobre as representações simbólicas nas civilizações antigas. Certamente! Aqui estão algumas referências e livros que abordam o tema do astronauta de Palenque ou relacionados ao governante maia Pakal, o Grande: 1. **"Palenque: Eternal City of the Maya"** por David Stuart - Este livro explora a história, arqueologia e arte da antiga cidade maia de Palenque, incluindo interpretações das inscrições e representações de Pakal. 2. **"The Blood of Kings: Dynasty and Ritual in Maya Art"** por Linda Schele e Mary Ellen Miller - Este livro discute a arte maia, incluindo a iconografia de governantes como Pakal, com insights sobre o contexto ritual e simbólico das representações encontradas em Palenque. 3. **"The Ancient Maya"** por Robert Sharer e Loa Traxler - Esta obra abrangente oferece uma visão geral da civilização maia, incluindo a arte e a arquitetura de Palenque, com discussões sobre as representações de Pakal. 4. **"The Code of Kings: The Language of Seven Sacred Maya Temples and Tombs"** por Linda Schele e Peter Mathews - Este livro explora a linguagem visual das inscrições e relevos maias, incluindo os que podem ser encontrados em Palenque. 5. **"A Forest of Kings: The Untold Story of the Ancient Maya"** por Linda Schele e David Freidel - Embora focado na dinastia maia em geral, este livro fornece insights sobre as descobertas e interpretações arqueológicas que envolvem figuras como Pakal e as inscrições de Palenque. Essas obras são amplamente reconhecidas por sua abordagem acadêmica e rigorosa sobre a cultura maia e podem fornecer uma base sólida para entender tanto a figura de Pakal quanto as interpretações históricas e contemporâneas sobre o astronauta de Palenque. A Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua são duas estruturas importantes localizadas na antiga cidade de Teotihuacan, no México. Aqui estão algumas referências, estudos e literatura que abordam essas pirâmides e seu contexto: 1. **Estudos e Referências Gerais**: - George L. Cowgill, "The Role of Teotihuacan in the Political Structure of Classic Veracruz," em "Veracruz," vol. 16, pp. 7-16, 1977. - René Millon, "Teotihuacan: City, State, and Civilization," Thames and Hudson, 1988. 2. **Quem Construiu as Pirâmides**: - A autoria das pirâmides de Teotihuacan ainda é um mistério. Alguns estudiosos sugerem que foram construídas pela cultura Teotihuacana, enquanto outros propõem influências de grupos étnicos variados na região central do México. 3. **Como foram Construídas**: - As pirâmides foram construídas com técnicas de alvenaria de pedra e argamassa de barro. A Pirâmide do Sol é a terceira maior do mundo e requeriu uma quantidade significativa de mão de obra e organização social. 4. **Teorias Controversas sobre a Data de Construção**: - As datas de construção das pirâmides de Teotihuacan são objeto de debate. Alguns estudiosos propõem que a cidade teve seu apogeu entre 100 a.C. e 650 d.C., mas há controvérsias sobre datas mais específicas. 5. **Literatura e Mitologia**: - Mary Miller e Karl Taube, "An Illustrated Dictionary of the Gods and Symbols of Ancient Mexico and the Maya," Thames and Hudson, 1993. - A mitologia associada a Teotihuacan é complexa e envolve deidades como Tlaloc e Quetzalcóatl, que têm sido relacionadas com as estruturas monumentais da cidade. 6. **Referências Adicionais**: - Estudos arqueológicos contínuos e publicações acadêmicas frequentemente oferecem novas perspectivas sobre a história e significado das pirâmides de Teotihuacan. Artigos em revistas como "Ancient Mesoamerica" frequentemente abordam novas descobertas e interpretações. Essas fontes e referências oferecem uma visão abrangente das pirâmides do Sol e da Lua em Teotihuacan, abordando desde sua construção e autoria até o contexto cultural e mitológico que as envolve. A Pirâmide de Teotihuacán, localizada no México, é um dos monumentos mais icônicos da Mesoamérica, associada a uma rica história, mitologia e estudos arqueológicos. Aqui estão alguns pontos chave sobre ela: ### História e Construção - **Data de Construção**: A Pirâmide de Teotihuacán, também conhecida como Pirâmide do Sol, foi construída por volta de 100 d.C., durante o período clássico mesoamericano. Esta data é uma estimativa baseada em estudos arqueológicos e análises de materiais de construção. - **Propósito**: A pirâmide faz parte de um complexo maior em Teotihuacán, uma cidade que foi uma das maiores e mais influentes da Mesoamérica antiga. A função exata da pirâmide ainda não é completamente compreendida, mas é frequentemente associada a rituais religiosos e cerimoniais, além de possivelmente servir como um marcador astronômico. ### Mitologia e Significado - **Associações Mitológicas**: Na mitologia mesoamericana, Teotihuacán era vista como um lugar sagrado associado à criação do mundo. A pirâmide e outros edifícios da cidade foram interpretados como representações da cosmologia mesoamericana, onde o espaço sagrado refletia a ordem cósmica. - **Sacrifícios e Rituais**: Há evidências de que rituais de sacrifício humano eram realizados em Teotihuacán, como parte de suas práticas religiosas. A pirâmide poderia ter sido um local central para esses rituais. ### Controvérsias e Estudos Modernos - **Datação e Interpretação**: A data exata da construção e o propósito da pirâmide continuam sendo objetos de debate entre os arqueólogos. Novas técnicas de datação e escavação continuam a revelar mais informações sobre sua história. - **Conservação e Turismo**: Como muitos sítios arqueológicos ao redor do mundo, Teotihuacán enfrenta desafios relacionados à conservação e ao manejo do turismo. Esforços estão em curso para preservar o local enquanto permite o acesso aos visitantes. ### Referências em Literatura e Cultura - **Influência Cultural**: A impressionante arquitetura de Teotihuacán inspirou inúmeros artistas, escritores e cineastas ao longo dos anos. Ela frequentemente aparece em obras que exploram temas de mistério, poder antigo e espiritualidade. Em suma, a Pirâmide de Teotihuacán não é apenas um testemunho da habilidade arquitetônica dos antigos mesoamericanos, mas também um símbolo poderoso da complexa mitologia e história da região.

terça-feira, 18 de junho de 2024

As Três Potências da Maçônicas

As três potências maçônicas referem-se às principais vertentes ou obediências da Maçonaria, que são as grandes organizações que supervisionam as Lojas Maçônicas. Essas potências podem variar dependendo do país, mas geralmente incluem: 1. **Grande Oriente do Brasil (GOB)**: - Fundado em 1822, o GOB é a mais antiga e uma das maiores obediências maçônicas do Brasil. Ele segue os princípios do Rito Escocês Antigo e Aceito, do Rito de York, e do Rito Brasileiro. O GOB tem grande influência na maçonaria brasileira e possui inúmeras lojas filiadas em todo o país. 2. **Grandes Lojas Estaduais**: - As Grandes Lojas Estaduais são independentes e operam em cada estado brasileiro. Cada uma dessas lojas tem autonomia em suas jurisdições, mas muitas seguem o modelo do Grande Oriente do Brasil. Essas lojas adotam principalmente o Rito Escocês Antigo e Aceito, mas podem também praticar outros ritos. 3. **Grande Oriente Independente (GOI)**: - Também conhecido como Grande Oriente Independente, o GOI é outra importante potência maçônica que se distingue por sua independência em relação ao GOB e às Grandes Lojas Estaduais. Ele administra várias lojas e segue diferentes ritos, incluindo o Rito Escocês Antigo e Aceito e o Rito Adonhiramita. ### Literatura e Fontes Para aqueles interessados em se aprofundar no tema das potências maçônicas no Brasil e no mundo, algumas fontes e obras recomendadas incluem: 1. **"História da Maçonaria" de Albert G. Mackey**: - Um clássico que oferece uma visão geral detalhada sobre a história e os princípios da Maçonaria, incluindo as principais obediências. 2. **"A Maçonaria Desvendada" de Jorge Adoum**: - Este livro fornece uma visão abrangente sobre a maçonaria, seus rituais, símbolos e as diferentes obediências existentes. 3. **Artigos e documentos das próprias organizações**: - Sites oficiais do Grande Oriente do Brasil (GOB), das Grandes Lojas Estaduais e do Grande Oriente Independente frequentemente publicam artigos, históricos e documentos relevantes. Explorar essas obras e recursos ajudará a entender melhor a estrutura, a história e o impacto das principais potências maçônicas. Os Iluminados da Bavária, Baviera, Illuminati, as três potências Maçônicas e suas inúmeras denominações. Naquela época os jesuítas era praticamente onipresentes nos territórios católicos da Germânia. Dominavam o sistema educativo, e a maioria dos Aufklarer- literalmente, os iluminados alemães-foi formada por estes religiosos, Weishaupt propôs conter a ameaça dos antiiluministas de investir nas instancias de formação de funcionários do Antigo Regime –colégios, universidades- e órgãos do Estado-justiça, policia, finanças e censura, era preciso recrutar os futuros servidores do Estado durante seus estudos, e a implantação da ordem nas cidades universitárias era prioritária, em 1780 o barão Adolf Von Knigge aderiu ao grupo adotando o pseudonimo de Philo. Ele modificou profundamente o projeto de Weishaupt, sob sua orientação,as lojas maçônicas seio das elites, tornaram-se viveiros indispensáveis. Knigge recrutou prioritariamente franco-maçons que já estavam solidamente estabelecidos no aparelho de Estado apostou em homens bem sucedidos e não em estudantes de futuro. A excelência acadêmica deu lugar ao triunfo social como critério de seleção, compreendeu que as lojas podiam servir de cobertura para atividades secretas e privilegiou a infiltração nos estabelecimentos existentes a fim de recrutar em todas as direções, seu sucesso preocupava as autoridades bávaras e a maioria dos outros estados alemães, que decidiram reagir. Em 1782, ocorreram os primeiros ataques a organização, quando uma grande loja de Berlin denunciou publicamente a infiltração dos Illuminati nas lojas maçônicas, a denuncia levou o Duque reinante, Charles Théodore, a proibir a ordem e perseguir os seus membros. A condenação do projeto Illuminati como organização conspiradora modificou radicalmente o engajamento de seus membros. O escritor Johan Wolfgang von Goethe declarou em 1786, três anos após ter sido acolhido pela ordem: que todas as associações secretas sejam erradicadas; o que importa o que resultará disso!’. Famoso por fundar a "Ordem dos Penrfeitos" mais conhecida como Illuminati (2). Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido. Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”. Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois. O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão. O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho. Golbery seria o idealizador do Projeto Janus Dizem que FHC pertencia a uma Sociedade Secreta chamada Burschenschaft. Na USP tb existia essa Sociedade Secreta chamada E.S.P.A.R.T.A. Dizem também que o único brasileiro a participar do Grupo Bildenberg é FHC.O FHC era socialista e discípulo de Florestan Fernandes. Lula chegou a fazer campanha para ele pelo PMDB. Como ele tinha o melhor perfil e era de família de militares, foi destacado para tocar o lado direitista do Janus.Milton Santos. nessa palestra, entre muitas outras coisas ele, disse assim, meio com ironia, quase como se estivesse brincando, que naquela época na America Latina e demais países emergentes do mundo (asia, africa e leste Europeu) os presidentes eram TODOS marionetes do império. e como biografia comum tinham em seu passado, em algum ponto de sua vida acadêmica uma bolsa da fundação Ford.Uma das entidades que financiam o Instituto Fernando Henrique Cardoso é a Fundação Ford, que mantenedora do CFR.Parece que FHC também foi membro de uma sociedade secreta na USP, a E.S.P.A.R.T.A. uma sociedade parecida com a Skull and Bones, fundada em 1956... Sobre a E.S.P.A.R.T.A., dizem que a mesma É herdeira da "Bucha" (Burschenschaft), sociedade secreta da Faculdade de Direito da USP. A ESPARTA funcionava (ou ainda funciona) na faculdade de Ciências Sociais e teve entre seus membros políticos fundadores do PT e do PSDB Pessoas que reconhecidamente fizeram parte da E.S.P.A.R.T.A.:Perseu Abramo (fundador do PT)Florestan Fernandes (fundador do PT)Fernando Henrique Cardoso (Fundador do PSDB)O projeto de poder deles se chamava Janus. Janus era o Deus de duas faces dos Romanos. No contexto da guerra fria, a ESPARTA se preparava para dois cenários: um socialista e outro capitalista. Resolveu então criar duas elites, garantindo que seus interesses sobreviveriam em qualquer regime. "Burschenschaft" significa conjunto de "Burschen". No singular a palavra é "Bursche" ("menino", "rapaz"); "Burschenschaft" seria uma forma tradicional de corporação estudantil, uma liga de estudantes. A Burschenschaft Paulista, ou Bucha, foi uma sociedade secreta, liberal e filantrópica que defendia ideias liberais e republicanas. Consta que a "Bucha" funcionou por muitos decênios e que congregou uma série de políticos e intelectuais. Seu êxito inspirou a criação da Tugendbund na Faculdade de Direito do Recife; da Landmannchaft, na Escola Politécnica/SP; e da Jugendschaft, na Faculdade de Medicina/SP. Dentre os 133 participantes da Convenção de Itu, em 1873, que resultou na criação do Partido Republicano Paulista, predominavam bucheiros (membros da Bucha). Dos presidentes civis da República Velha, apenas Epitácio Pessoa não foi membro da Bucha. Em síntese, a Bucha funcionou como as fraternidades secretas Phi-Beta-Kappa e Skull & Bones da Yale University dos Estados Unidos. E, segundo alguns autores, também se relacionou com diversas lojas maçônicas. Em 1831, surgiu em São Paulo a Bucha, uma “confraria de camaradas” criada pelo professor alemão Johann Julius Gottfried Ludwig Frank, conhecido por Júlio Frank, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, durante a década de 30 (o professor lecionou entre 1934 e 1940). A origem de Julio Frank até hoje é mantida sob o mais reservado segredo. Sabe-se que ele chegou ao Brasil clandestinamente em 1821. Alguns historiadores o identificam como o estudante Carlos Luís Sand, que na Alemanha fora condenado à morte por assassinato político em 1820 e, por influência das sociedades secretas alemãs, outra pessoa teria sido executada em seu lugar. Daí sua clandestinidade. Em seus primeiros anos no Brasil, Frank viveu como professor de línguas em Sorocaba, área de influência do senador Vergueiro, fundador de Rio Claro e Limeira. Natural de Portugal e um dos primeiros advogados do Brasil, na época Vergueiro era diretor da Faculdade de Direito de São Paulo, para a qual contratou Julio Frank como professor de Filosofia e História. O principal objetivo da bucha, era ajudar os estudantes pobres que frequentavam o curso de Direito e promover encontros e debates literários, seguindo o modelo da Burschenschaft alemã, usava o Centro Acadêmico XI de Agosto da faculdade como fachada. Burschenschaft significa confraria de camaradas. Frank trouxe a tradição das sociedades secretas da Alemanha e todas as ações da Bucha deveriam ocorrer sob o mais rigoroso sigilo. Só ingressavam na Bucha alunos escolhidos pelos seus integrantes, de acordo com os méritos morais e intelectuais que demonstravam. Ao longo dos anos a Bucha tornou-se uma das mais poderosas sociedades secretas no país, à medida que seus membros alcançavam os principais postos governamentais, tanto no Império como na República. Entre eles, estavam Rui Barbosa, Barão do Rio Branco, Afonso Pena, Prudente de Morais, Campos Sales, Rodrigues Alves, Washington Luiz, Júlio Mesquita Filho, Cândido Mota, Arthur Bernardes, Álvares de Azevedo e Castro Alves. Além da Bucha, rumores sugeriam a existência de outras fraternidades em faculdades tradicionais que surgiram com a aura de sociedades secretas, como a Landsmannschaft, na Escola Politécnica da USP, na Faculdade de Direito de Olinda/Recife, a Tugendunde e a Jugendschaft, na Escola Paulista de Medicina.Notícia publicada na edição de 12/05/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h. A Bucha tinha uma estrutura bem definida e funcionava sob a liderança de um "chaveiro" (líder/grão mestre), apoiado por um "Conselho de Apóstolos" e um "Conselho dos Invisíveis" . O ritual de admissão de um candidato era como de um clube fechado. Para o ingresso na sociedade, era necessário que a admissão fosse proposta por outros membros e, uma vez aceito, o novo "bucheiro" deveria pagar mensalidades proporcionais à sua hierarquia. A hierarquia, começando do nível mais baixo, estruturava-se em "catecúmenos", "crentes" e "apóstolos" (estes no total de 12, considerados membros mais importantes). O "bucheiro" iniciado deveria fazer o seguinte juramento: "Juro pela minha honra jamais revelar a quem quer que seja o que me vai ser confiado hoje. Serei o mais infame dos homens se faltar a esse meu juramento". Na decada de 1930 o historiador integralista-católico Gustavo Barroso, fez uma denuncia contra a bucha, acusando-a de satanista, numa campanha tumultuada. Seus críticos costumam dizer que Barroso agiu assim para ganhar espaço político. Seria sua pretensão conquistar o primeiro posto no integralismo, ocupado por Plínio Salgado. Gustavo Barroso era apenas o segundo nome do partido. Apesar de pressionado, Plínio Salgado conseguiu driblar as teses racistas e extremistas de Barroso, que historicamente acabaram vencidas. A polemica foi gerada em torno da denuncia de Barroso que a sociedade adorava a figura alquímica de Baphomet. Durante a República Velha a Bucha se mostrou uma das sociedades com maior influência dentro do contexto nacional, de tal forma que Getúlio Vargas uma vez confessou para Ademar de Barros, " Não se pode governar o Brasil sem esta gente". A ideia de que a Maçonaria descende diretamente dos Cavaleiros Templários e dos Rosacruzes, ou que tem uma origem antiga no Egito, é uma teoria fascinante, mas amplamente considerada uma combinação de mitos, lendas e especulações sem base histórica sólida. ### Cavaleiros Templários Os Cavaleiros Templários foram uma ordem militar cristã fundada no início do século XII durante as Cruzadas, com o objetivo de proteger peregrinos na Terra Santa. Após sua dissolução em 1312 pelo Papa Clemente V, muitas lendas surgiram sobre os Templários, incluindo teorias de que eles teriam preservado segredos e conhecimentos antigos. Algumas teorias sugerem que ex-membros dos Templários teriam se infiltrado em sociedades secretas, como a Maçonaria, mas não há evidências históricas concretas que comprovem uma conexão direta e contínua. ### Rosacruzes Os Rosacruzes são uma ordem mística e esotérica que surgiu no século XVII na Europa, com a publicação de três manifestos (Fama Fraternitatis, Confessio Fraternitatis e Chymische Hochzeit Christiani Rosencreutz). Eles se apresentavam como uma sociedade de sábios que possuíam conhecimentos secretos que poderiam transformar o mundo. A ligação direta entre Rosacruzes e Maçonaria é mais teórica e simbólica do que histórica, baseada em afinidades em práticas esotéricas e simbólicas. ### Origem Egípcia A Maçonaria moderna, especialmente nos ritos do século XVIII, fez uso de simbologia e temas inspirados no Egito antigo, como parte de uma tendência mais ampla de "egiptomania" na Europa. No entanto, a Maçonaria como instituição tem suas raízes mais diretamente nos maçons operativos da Idade Média na Europa, que eram construtores de catedrais e outras grandes estruturas de pedra. A transição dos maçons operativos (artesãos) para maçons especulativos (filosóficos e fraternais) ocorreu nos séculos XVII e XVIII. ### Conclusão A Maçonaria, como a conhecemos hoje, desenvolveu-se principalmente a partir das guildas medievais de pedreiros e construtores de catedrais na Europa, particularmente na Inglaterra e na Escócia. As conexões com os Templários, os Rosacruzes e o Egito antigo são mais simbólicas e alegóricas do que históricas. A Maçonaria incorporou uma vasta gama de símbolos e tradições esotéricas ao longo dos séculos, mas sua origem real é mais recente e baseada em práticas e organizações europeias medievais. Cite fontes, estudos, livros sobre o assunto Para uma compreensão mais aprofundada da história e das origens da Maçonaria, incluindo as conexões teóricas com os Cavaleiros Templários, os Rosacruzes e o Egito antigo, você pode consultar várias fontes respeitáveis e estudos acadêmicos. A seguir, apresento algumas referências que são amplamente reconhecidas e utilizadas por historiadores e estudiosos da Maçonaria: ### Livros e Estudos Acadêmicos 1. **"The Origins of Freemasonry: Scotland's Century, 1590-1710"** por David Stevenson - Stevenson oferece uma análise detalhada sobre o desenvolvimento da Maçonaria na Escócia durante o final do século XVI e início do século XVII, período crucial para a transição dos maçons operativos para os especulativos. 2. **"The Temple and the Lodge"** por Michael Baigent e Richard Leigh - Este livro explora a conexão entre os Cavaleiros Templários e a Maçonaria, embora seja mais especulativo e deve ser lido com um senso crítico. 3. **"The Templars: The History and the Myth"** por Michael Haag - Haag proporciona uma visão abrangente sobre os Cavaleiros Templários, suas origens, missão e as várias lendas que surgiram após a sua dissolução. 4. **"Born in Blood: The Lost Secrets of Freemasonry"** por John J. Robinson - Robinson argumenta que a Maçonaria tem raízes nas tradições dos Cavaleiros Templários, embora sua abordagem seja mais conjectural. 5. **"The Rosicrucian Enlightenment"** por Frances Yates - Yates investiga o movimento Rosacruz e suas influências culturais e intelectuais na Europa do século XVII, destacando possíveis conexões com a Maçonaria. 6. **"The Craft: How the Freemasons Made the Modern World"** por John Dickie - Este livro oferece uma visão ampla sobre a influência da Maçonaria ao longo da história, desmistificando algumas das teorias mais populares e focando em fatos históricos documentados. ### Artigos Acadêmicos e Recursos Online 1. **Artigo da Enciclopédia Britânica sobre Maçonaria**: - Fornece uma visão geral da história da Maçonaria, suas práticas e ritos. Disponível online na [Enciclopédia Britânica](https://www.britannica.com/topic/Freemasonry). 2. **"Freemasonry and Its Image of Ancient Egypt"** por Margaret Jacob - Este artigo explora como a Maçonaria do século XVIII se apropriou de simbologia e mitologia egípcia. Publicado em periódicos acadêmicos sobre história e estudos esotéricos. ### Fontes Primárias 1. **"Anderson's Constitutions" (1723)** - Um dos textos fundacionais da Maçonaria especulativa, escrito por James Anderson. Oferece uma perspectiva sobre os princípios e estrutura organizacional da Maçonaria no início do século XVIII. 2. **"Fama Fraternitatis" e "Confessio Fraternitatis"** - Os manifestos Rosacruzes do início do século XVII, que podem ser encontrados em várias edições e traduções, fornecendo contexto sobre as crenças e objetivos dos Rosacruzes. ### Bibliotecas e Arquivos - **Biblioteca e Museu da Maçonaria (Freemasons' Hall, Londres)** - Esta instituição contém uma vasta coleção de documentos, livros e artefatos relacionados à história da Maçonaria, incluindo manuscritos raros e fontes primárias. Consultar essas fontes fornecerá uma visão abrangente e equilibrada sobre a história da Maçonaria e suas alegadas conexões com outras tradições esotéricas e ordens históricas. A Ordem Maçônica da Centúria Dourada, também conhecida como a Ordem Hermética da Aurora Dourada (Golden Dawn), é uma organização esotérica que teve grande influência no renascimento do ocultismo no século XIX. A ordem combina elementos da cabala, da magia cerimonial, e de outras tradições esotéricas ocidentais, sistematizando um corpo de conhecimento interdisciplinar que continua a ser estudado e praticado até hoje. A Golden Dawn foi fundada em 1888 em Londres por William Wynn Westcott, Samuel Liddell MacGregor Mathers, e William Robert Woodman. Inicialmente, a ordem era composta por 32 membros e se expandiu rapidamente, estabelecendo vários templos na Inglaterra e nos Estados Unidos. A estrutura da ordem era baseada na Árvore da Vida cabalística, com graus iniciáticos que os membros deviam alcançar através de estudos e rituais [[❞]](https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Herm%C3%A9tica_da_Aurora_Dourada) [[❞]](https://marcielamendes.blogspot.com/2014/06/a-ordem-hermetica-do-amanhecer.html). A literatura sobre a Ordem Hermética da Aurora Dourada é vasta e inclui tanto obras históricas quanto estudos esotéricos. Algumas fontes relevantes incluem: 1. **"A Natureza Mística Sem Véu: Golden Dawn / Aurora Dourada - Graus e Ensinamentos"**: Este blog oferece uma visão detalhada sobre os graus e ensinamentos da Golden Dawn, destacando a estrutura hierárquica e os rituais praticados [[❞]](https://mariadesvelada.blogspot.com/2018/06/golden-down-graus-e-ensinamentos.html). 2. **Artigos da Wikipédia sobre a Golden Dawn**: Estes artigos fornecem uma introdução abrangente à história, sistema de graus, e impacto cultural da ordem [[❞]](https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Herm%C3%A9tica_da_Aurora_Dourada) [[❞]](https://www.wikiwand.com/pt/Ordem_Herm%C3%A9tica_da_Aurora_Dourada). 3. **Livros de autores como Eliphas Lévi e Kenneth Mackenzie**: Estes autores influenciaram a formação da Golden Dawn e são frequentemente citados em estudos sobre a ordem [[❞]](https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Herm%C3%A9tica_da_Aurora_Dourada). 4. **"Meu Mundo é Assim: A Ordem Hermética do Amanhecer Dourado"**: Este blog detalha a história e o desenvolvimento da Golden Dawn, incluindo informações sobre seus templos e a expansão da ordem [[❞]](https://marcielamendes.blogspot.com/2014/06/a-ordem-hermetica-do-amanhecer.html). Para quem deseja aprofundar seus estudos, é recomendável consultar essas fontes e explorar as obras de autores clássicos e modernos que tratam da tradição esotérica da Golden Dawn. A Maçonaria, como a conhecemos hoje, não existia na forma de uma sociedade organizada no Egito ou na Grécia antigas. No entanto, há algumas semelhanças e conexões indiretas entre as práticas, símbolos e filosofias da Maçonaria moderna e certas tradições esotéricas e mistéricas dessas civilizações antigas. ### Egito Antigo 1. **Sociedades de Mistérios**: - No Egito Antigo, existiam várias sociedades de mistérios, como os cultos de Ísis e Osíris, que envolviam rituais secretos e ensinamentos esotéricos. Essas sociedades não eram exatamente como a Maçonaria, mas apresentavam certos paralelos em termos de ritualística e simbolismo esotérico. - Os mistérios de Osíris, por exemplo, envolviam iniciações e ensinamentos secretos sobre a vida após a morte e a renovação espiritual, que podem ser comparados às cerimônias iniciáticas maçônicas. 2. **Simbolismo**: - Muitos símbolos maçônicos, como a escada de Jacó, a pirâmide e o Olho que Tudo Vê, têm paralelos com simbolismos egípcios. O Olho de Hórus, por exemplo, é um símbolo egípcio antigo que representa proteção, saúde e restauração, e é frequentemente associado ao Olho que Tudo Vê na Maçonaria. ### Grécia Antiga 1. **Mistérios de Elêusis**: - Na Grécia Antiga, os Mistérios de Elêusis eram celebrações religiosas secretas dedicadas a Deméter e Perséfone. Os iniciados passavam por rituais secretos que prometiam bênçãos na vida após a morte. Esses mistérios têm semelhanças com os rituais iniciáticos da Maçonaria, onde o conhecimento e a iluminação são adquiridos através de cerimônias graduais. 2. **Sociedades Filosóficas**: - Além dos mistérios religiosos, a Grécia Antiga tinha várias escolas filosóficas, como a Academia de Platão e o Liceu de Aristóteles, que, embora não fossem sociedades secretas, cultivavam um ambiente de estudo esotérico e buscavam o conhecimento oculto, semelhante ao ideal maçônico de busca pela verdade e sabedoria. ### Conexões e Influências Embora não existam evidências diretas de que a Maçonaria moderna descenda diretamente das sociedades de mistérios egípcias ou gregas, muitos estudiosos e maçons acreditam que as filosofias e simbolismos dessas antigas tradições influenciaram a Maçonaria através de uma cadeia de transmissão cultural e esotérica. ### Referências - **"The Ancient Mysteries: A Sourcebook of Sacred Texts" de Marvin W. Meyer**: - Este livro compila textos antigos sobre os mistérios de Elêusis, Ísis e outros cultos misteriosos, oferecendo insights sobre práticas esotéricas antigas. - **"Freemasonry and the Ancient Gods" de J.S.M. Ward**: - Explora as conexões simbólicas e rituais entre a Maçonaria e as antigas religiões e cultos misteriosos. Essas fontes e estudos fornecem uma visão mais detalhada sobre como as práticas e simbolismos da Maçonaria podem ter sido influenciados por tradições esotéricas do Egito e da Grécia antigas. As sociedades secretas iniciáticas mais antigas da história são temas fascinantes e controversos, muitas vezes cercados de mistério e especulação. Entre as mais notáveis, destacam-se: 1. **Misterios de Elêusis**: - **História**: Os Mistérios de Elêusis foram rituais de iniciação realizados na Grécia Antiga, dedicados à deusa Deméter e sua filha Perséfone. Estes mistérios começaram aproximadamente em 1500 a.C. e continuaram até o final do século IV d.C., quando foram suprimidos pelo imperador romano Teodósio I. - **Fontes**: - Burkert, Walter. *Ancient Mystery Cults*. Harvard University Press, 1987. - Mylonas, George E. *Eleusis and the Eleusinian Mysteries*. Princeton University Press, 1961. 2. **Culto de Ísis**: - **História**: Este culto egípcio dedicado à deusa Ísis data de aproximadamente 3000 a.C. e se espalhou por todo o mundo greco-romano, com rituais de iniciação que prometiam imortalidade aos seus seguidores. - **Fontes**: - Griffiths, J. Gwyn. *The Origins of Osiris and his Cult*. Brill, 1980. - Witt, R. E. *Isis in the Ancient World*. Johns Hopkins University Press, 1997. 3. **Misterios Órficos**: - **História**: Associados a Orfeu, esses mistérios surgiram por volta do século VI a.C. na Grécia e estavam centrados na purificação da alma e na promessa de uma vida após a morte. - **Fontes**: - Guthrie, W. K. C. *Orpheus and Greek Religion*. Princeton University Press, 1993. - Bernabé, Alberto. *Orphic Tradition and the Birth of Gods*. Mohr Siebeck, 2013. 4. **Culto de Mitra**: - **História**: O Mitraísmo era um mistério de origem persa que se difundiu entre os soldados do Império Romano no século I a.C. Os rituais de iniciação eram secretos e complexos, divididos em sete níveis hierárquicos. - **Fontes**: - Beck, Roger. *The Religion of the Mithras Cult in the Roman Empire*. Oxford University Press, 2006. - Ulansey, David. *The Origins of the Mithraic Mysteries*. Oxford University Press, 1989. 5. **Dionisíacos e Bacanais**: - **História**: Estes cultos associados a Dioniso (na Grécia) e Baco (em Roma) envolviam rituais extáticos e iniciáticos que prometiam a libertação da alma através da embriaguez divina e da dança frenética. - **Fontes**: - Otto, Walter F. *Dionysus: Myth and Cult*. Indiana University Press, 1965. - Burkert, Walter. *Homo Necans: The Anthropology of Ancient Greek Sacrificial Ritual and Myth*. University of California Press, 1983. Estes exemplos ilustram a rica tapeçaria de sociedades iniciáticas que marcaram a história antiga, cada uma com suas próprias práticas, crenças e objetivos esotéricos. Para estudos mais aprofundados, os livros e autores mencionados são excelentes pontos de partida A alegação de que Adolf Hitler teria sido membro da Maçonaria antes de alcançar a chancelaria na Alemanha é amplamente desacreditada entre os historiadores. A maioria das fontes históricas confiáveis não apoia essa ideia, e muitos estudiosos destacam que Hitler e o regime nazista eram fortemente anti-maçônicos. No entanto, algumas teorias conspiratórias e escritores menos ortodoxos podem ter explorado essa ideia. Aqui estão alguns autores e livros que podem abordar o tema de maneiras controversas ou especulativas: 1. **"The Occult Roots of Nazism" de Nicholas Goodrick-Clarke**: Este livro examina as influências esotéricas e ocultistas no nazismo. Embora não afirme que Hitler fosse maçom, discute as conexões esotéricas que podem ter influenciado alguns membros do movimento nazista. 2. **"Hitler's Secret Book"** (também conhecido como "Zweites Buch"), editado por Gerhard L. Weinberg: Este livro não faz menção direta à associação de Hitler com a Maçonaria, mas oferece uma visão sobre o pensamento estratégico e ideológico de Hitler. 3. **David Icke**: Em seus livros, Icke explora várias teorias de conspiração, incluindo aquelas relacionadas à Maçonaria e ao nazismo. Embora suas afirmações sejam amplamente desacreditadas por acadêmicos, ele pode mencionar essa conexão especulativamente. 4. **Trevor Ravenscroft em "The Spear of Destiny"**: Ravenscroft discute as influências ocultas sobre Hitler e os nazistas, incluindo especulações sobre associações secretas. Este livro é mais uma obra de especulação do que de história baseada em evidências. 5. **René Guénon em "The Crisis of the Modern World" e "The Reign of Quantity and the Signs of the Times"**: Guénon não afirma que Hitler fosse maçom, mas discute a degeneração das sociedades secretas e o impacto das forças ocultas na política moderna. ### Importante É crucial destacar que esses textos, em sua maioria, são especulativos e não são considerados fontes históricas rigorosas. Historiadores acadêmicos renomados e documentos oficiais não fornecem evidências de que Hitler tenha sido membro da Maçonaria. Pelo contrário, a postura oficial do Partido Nazista era fortemente anti-maçônica, resultando na perseguição de maçons durante o Terceiro Reich. ### Fontes Acadêmicas Recomendadas Para uma visão mais precisa e historicamente fundamentada sobre o tema, recomenda-se consultar obras de historiadores respeitados: 1. **"Hitler: A Biography" de Ian Kershaw**: Esta é uma das biografias mais completas e bem pesquisadas sobre Hitler, abordando sua vida e suas influências. 2. **"The Nazi Conspiracy Theory: The Third Reich and the Protocols of the Elders of Zion" de Stephen Eric Bronner**: Aborda as teorias de conspiração nazistas e a posição do regime sobre sociedades secretas. 3. **"The Occult in National Socialism: The Symbolic, Scientific, and Magical Influences on the Third Reich" de Stephen E. Flowers**: Este livro examina as influências ocultistas sobre o nazismo sem afirmar a associação direta de Hitler com a Maçonaria. Esses livros oferecem uma base sólida para entender a relação entre o nazismo e as sociedades secretas sem recorrer a especulações infundadas.. As Escolas de Mistérios antigas, como as do Oriente, Egito e Grécia, são temas fascinantes que têm sido explorados por estudiosos ao longo dos séculos. Aqui estão alguns pontos principais sobre o que se sabe e onde encontrar literatura a respeito: 1. **Escolas de Mistérios no Oriente**: No Oriente, especialmente na Índia e na China, existiram diversas tradições de escolas de mistérios que combinavam conhecimentos espirituais, filosóficos e práticos. No hinduísmo, por exemplo, havia as escolas de yoga e tantra, que não apenas transmitiam ensinamentos espirituais, mas também práticas para alcançar a iluminação ou estados superiores de consciência. 2. **Escolas de Mistérios no Egito**: O Egito Antigo é famoso pelas suas tradições de mistérios, como os mistérios de Ísis e Osíris. Estas escolas não apenas transmitiam conhecimentos sobre os deuses e a vida após a morte, mas também segredos relacionados à magia, astrologia e cura. 3. **Escolas de Mistérios na Grécia**: Na Grécia Antiga, as escolas de mistérios mais conhecidas eram os cultos a Dionísio, Eleusis e Orfeu. Estas escolas promoviam a busca pela verdade espiritual, através de rituais de iniciação e ensinamentos secretos sobre a natureza do universo, a imortalidade da alma e outros temas filosóficos profundos. 4. **Estudos e Literatura**: Muitos estudiosos têm se dedicado a investigar as práticas, rituais e filosofias dessas escolas ao longo dos anos. Alguns livros clássicos e modernos que abordam esses temas incluem: - **"The Secret Teachings of All Ages"** de Manly P. Hall, que explora várias tradições esotéricas ao redor do mundo. - **"The Ancient Mysteries: A Sourcebook"** editado por Marvin W. Meyer e Paul A. Mirecki, que compila textos e ensinamentos das escolas de mistérios antigos. - **"Mysteries of the Sacred Universe"** de Richard Smoley, que oferece uma visão geral das escolas de mistérios através dos tempos. - **"The Eleusinian Mysteries and Rites"** de George Mylonas, que se concentra especificamente nos mistérios de Eleusis na Grécia Antiga. Esses livros e outros recursos podem oferecer uma perspectiva detalhada sobre os ensinamentos, rituais e a importância cultural e espiritual das escolas de mistérios em diferentes partes do mundo antigo.

O ENGENHEIRO ÉMILE DROUET E A MÁQUINA DO TEMPO

O problema da entidade "tempo" na aventura cósmica é para nós demasiado imperceptível para que possamos avaliá-lo com as nossas medidas arbitrárias. Por outra palavras, a explicação dos UFOs é sem dúvida incompatível com os dados da nossa ciência experimental. Finalmente, não é impossível imaginar outras explicações. A mais fantástica de todas, mas que não seria possível repudiar deliberadamente e que talvez venha um dia a ser verdadeira, assim como se tornaram verdadeiras a transmissão da palavra e da imagem através do espaço e a desintegração e a reintegração do som e da luz, a mais fantástica explicação é sem dúvida a seguinte: os extraterrestres estão entre nós. Nos os conhecemos sem reconhecê-los" (Robert Charroux - Histoire Inconnue des Hommes) É difícil manter-nos sensatos quando penetramos no mistério do tempo. Alguém disse: o tempo é Deus, pois é infinito. Eterno, desconhecido e todo poderoso. As dimensões, as noções, tudo o que é material e tudo que não o é, tudo pode desaparecer, exceto o tempo, que desafia o próprio nada. O tempo azul ou negro, indestrutível e paciente, ungido de silêncio e de inacessibilidade, indomável. No domínio cientifico, o tempo é um desconhecido que se interpreta e acomoda, mas sempre, no fim de contas, com um erro inevitável. Nós ignoramos totalmente em que ano vivemos, 1965, 1982, 2011 são aproximações apoiadas em uma incerteza maior: a data de nascimento de Cristo. Conta-se uma anedota curiosa da qual o tempo, o diabo e um alquimista são os heróis. O alquimista, para conseguir o segredo da transmutação, assinara um pacto com o diabo a 5 de outubro, festa de São Francisco de Assis, no ano da graça de 1573. Tratava-se de um contrato 3-6-9 que o arrendatário assinou com o próprio sangue, comprometendo-se a entregar a alma no vencimento do prazo, ou seja ao fim de nove anos, exatamente. No primeiro ano, revelou o segredo do ouro e o alquimista tornou-se muito rico; no terceiro ano, revelou o segredo do poder e o alquimista transformou-se em uma personalidade importante; no sexto ano, para evitar a anulação revelou o segredo da juventude e o alquimista cessou de envelhecer. Mas chegou o nono ano, e o Diabo, a 4 de Outubro, ao anoitecer, foi bater a porta de predestinado para o Inferno. A porta foi-lhe aberta por lacaios que o precederam numa suntuosa sala onde estava a mesa posta com dois lugares: pratos de ouro e tigelas de esmalte, vinhos franceses e iguarias suculentas, frutas maduras e sobremesas das ilhas. - Posto isso – disse o diabo – creio, compadre, que desejas abandonar este mundo no meio de grande jubilo? - Eu aguardava-vos mestre Satanás, e convido-vos a jantar comigo! Eram apenas dez horas da noite e o diabo pensou que seria agradável festejar enquanto esperava pela hora de receber a mercadoria, á noite. Sentou-se portanto diante do alquimista e comeu tanto como ele, lançando de vez em quando uma olhadela ao relógio de parede, pois nada é mais importante para o coração de um Diabo do que a posse da alma de um cristão. Por fim, os ponteiros marcaram meia noite e menos dois minutos e Satanás não pode conter-se. - Compadre, tem de se preparar para me seguir. Daqui a dois minutos já estaremos no dia 5. Contratos são contratos! - Quer então dizer ...? perguntou o alquimista. - Quer dizer que a 5 de Outubro de 1573 assinaste um pacto comigo, no qual te comprometeste a entregar-me a tua alma exatamente nove anos depois. Um pacto é um pacto, e ninguém pode dizer ao contrário! - E quando deverei portanto dar-vos a minha alma, mestre Satanás? - A 5 de Outubro... ou seja dentro de um minuto e trinta segundos exatamente. - É assim tão urgente, mestre Satanás? - O pacto fala no dia 5 de Outubro e não em qualquer outro dia. Portanto... Agora é dentro de um minuto. - Dizeis de fato 5 de Outubro? - Sim, digo 5 de Outubro... Nem quatro, nem seis, mas justamente cinco e vou resolver o assunto. - Um segundo por favor mestre! Assim que acabou de proferir esta frase, o alquimista bateu palmas e entraram na sala dois frades leigos. – Perdeste, compadre – troçou o Diabo. – Os irmãos leigos nada podem fazer, o que esta assinado esta assinado e... O relógio deu as doze badaladas da meia noite no meio de um silêncio solene e o demônio prosseguiu: - Agora estamos no dia 5 de Outubro e a tua alma pertence-me! - Enganai-vos! Exclamou o suposto danado. – Enganai-vos mestre Satanás! Perguntai-o então a estes irmãos! Eles devem dizer a verdade e, se estamos no dia 5 de Outubro, a minha alma pertencer-vos-á! - Pois bem – disse Satanás dirigindo-se aos irmãos – em que sai estamos nós? - Este dia é o 15 de Outubro do ano da graça, pode dizer-se, de 1582, por decisão de Sua Santidade Gregório XIII que acaba de reformar o calendário Juliano. Em todos os estados católicos do Mundo, este é o dia 15 de outubro! - Podeis jurá-lo? Perguntou Satanás. - Juramo-lo perante Deus – disseram os irmãos leigos. Houve um grande turbilhão de chamas e de fumo, um nauseabundo cheiro de enxofre e o Diabo desapareceu. Era verdade: no dia 5 de Outubro de 1582, o tempo dera um salto de gato para por no seu lugar o equinócio da Primavera, que retrocedera dez dias por causa do calendário de Julio César. E o Papa ordenara que esse dia 5 de Outubro ficaria a ser 15. O alquimista chamava-se o conde de Saint-Germain. O ENGENHEIRO ÉMILE DROUET As inteligências que pilotam os Ufos encontraram a solução do problema, quer contraindo o tempo, quer contraindo o espaço. Atualmente, nenhum dado científico permite imaginar semelhante hipótese, mas temos a premonição, a certeza mesmo, de que o tempo e o espaço de viagem vão ser um dia vencidos e de que os homens serão capazes de ir numa fração de segundo até as longínquas fronteiras do cosmos. Talvez por desintegração e transmissão da personalidade á velocidade do pensamento, que é infinitamente maior do que a luz, quer dizer a velocidade zero. Na expectativa desse longínquo acontecimento, apenas uma experiência séria foi tentada por um francês, o engenheiro astrônomo Émile Drouet. Durante anos – a contar de 1946 – participamos, juntamente com uma química Lucile Berthelot (parenta de Marcelin Berthelot), e um tenente do Exército do Ar, nos trabalhos de Émile Drouet. Um quadro sinóptico pregado na parede do nosso gabinete recordava-nos as bases de partida: Velocidade zero = eternidade 300 000 + X = passado Zero – X = futuro Em breve o problema de 300 000 + X se transformara em aparente contra-senso. Imaginemos uma canhão apontado contra nosso peito. Introduz-se no canhão uma granada que será (sempre na hipótese) impelida a uma velocidade maior do que 300 000 Km por segundo. O que irá passar-se? Iremos ser trespassados, volatilizados, desintegrados? Não. Ultrapassando a velocidade da Luz, a granada regressará ao passado, quer dizer que regressará as mãos do servente da peça de artilharia, ao arsenal, á oficina, a mina. Ela jamais abandonará o local de partida (o cano) e nós ficaremos sãos e salvos. Mas de que forma conceber essa partida de granada a 300 000 Km por segundo? Na ((realidade teórica)), as coisas não se passam assim mas, de qualquer forma, era tecnicamente impossível, de 1946 a 1951, imaginar um objeto sólido atingindo ou ultrapassando a velocidade da luz. E mais impossível ainda – se o podemos dizer – ir a velocidade zero e mais lentamente que zero a hora. Eis como Émile Drouet fez em primeiro lugar o seu projeto e em seguida uma maquete. Em suma, a Terra gira em redor de si própria e em redor do Sol. O conjunto gira em espiral no cosmos com destino ao monte de Hércules, onde a nossa galáxia irá despedaçar-se dentro de X bilhões de anos. Sintetizando até o extremo, a Terra encaminha-se da nebulosa original para o monte de Hércules. Drouet teorizou o "Toro Astronáutico", uma máquina CILÍNDRICA destinada a viajar no tempo percorrendo as cadeias vibratórias dos harmônicos temporais, atingindo assim as ondas-tempo do passado, chegando-se dessa forma a qualquer época pretérita desejada. Algo que na época se revelou perfeitamente viável e que somente não foi levado a termo em virtude dos altos custos necessários ao desenvolvimento do seu arrojado projeto. Contudo, nada impede que as suas idéias e as suas complexas fórmulas tenham sido posterior (e secretamente) aproveitadas. Foi exatamente no distante ano de 1946 que o brilhante cientista, engenheiro e astrônomo francês Émile Drouet (esquerda na foto, com o escritor Robert Charroux) teorizou a viagem através do tempo, algo que, por sinal, a moderna Ciência de Vanguarda já admite como perfeitamente POSSÍVEL. Na verdade, o tempo não passa, é imutável.... NÓS e as nossas civilizações somos o que realmente passamos.Mediante os extensos cálculos destinados ao projeto de uma fantástica máquina destinada a isso. Basicamente, o seu revolucionário projeto estipulava o seguinte: como a Terra gira ao redor de si mesma e ao redor do Sol, todo o conjunto do qual faz parte igualmente gira em espiral dirigida a um ponto "x" onde a nossa galáxia estará situada dentro de milhões de anos. Abandonando o nosso tempo, a bordo de uma nave - dotada de giroscópios e situada em uma região equatorial - especialmente rápida (cerca de 108 mil quilômetros/hora iniciais, exatamente a velocidade de translação da Terra em redor do Sol) e dirigida perpendicularmente ao plano da elíptica em do ponto em que se situava a Terra, por exemplo no ano 1500, estaremos em harmonia sobre a duração de uma onda-tempo em contínuo desenvolvimento, assim podendo nos aperceber dos seres e objetos em harmonia com essa onda-tempo. Será - no entanto e por assim dizer - necessário "capturar" essa onda-tempo. A nave projetada pelo Dr. Drouet teria um FORMATO TUBULAR (chamado de TORO Astronáutico) e de modo a conseguir captar e eficazmente atingir as ondas-tempo do passado, NECESSARIAMENTE DEVERIA SER SEGUIDA POR UMA OUTRA NAVE - dotada de uma espécie de radar que gerasse modulações de uma freqüência que poria a sua companheira em plena sintonia com duração da onda-tempo desejada. Tal projeto, perfeitamente viável, esbarrou porém em dois problemas: o primeiro dizia respeito ao fato de essa ser uma viagem sem retorno, ou seja, devido às limitações da época, os viajantes ficariam aprisionados para sempre no ano 1500, por exemplo. O segundo empecilho seria, também na época, o altíssimo custo da concretização do projeto, o qual ninguém quis assumir. O grande pioneiro espacial alemão Hermann Oberth disse, "Não podemos dar crédito para os nossos avanços registrados em certos campos científicos somente; temos sido ajudados." "Quando perguntado sobre de onde vinha a ajuda, ele disse: "de pessoas de outros mundos." (Robin Collyns, *Did Spacemen Colonize the Earth?* London: Pelham Books, 1974, p. 236.) Um vídeo chamado *UFO Secrets of WW II German Flying Saucers* e um chamado *UFO Secrets of the Third Reich,* ambos produzidos pela Academia Americana de Cientistas Dissidentes estão disponíveis e um número de telefone para as fitas é : 310-473-9717. (American Academy of Dissident Scientists, 10970 Ashton Ave. #310, Los Angeles, CA 90024. Um de seus Presidentes é Vladimir Terziski. Em 1952, a capital da nação foi sobrevoada por uma série de discos. Foi este evento que conduziu ao envolvimento de todas as forças de segurança (CIA, NSA, DIA, FBI) para tentar colocar a situação sob controle, até que se pudesse compreender o que estava acontecendo. Durante este período, o governo criou um grupo de trabalho, conhecido como Majestic-Doze (MJ-12). Os membros originais foram: Almirante Roscoe H. Hillenkoetter, dr. Vannevar Bush, Secretário James Forrestal, General Nathan P. Twining, General Hoyt S. Vandenburg, dr. Detlev Bronk, dr. Jerome Hunsaker, sr. Sidney W. Souers, sr. Gordon Gray, dr. Donald Menzel, General Robert M. Montague, e dr. Lloyd V. Berkner. O grupo MJ-12 tem existido continuamente desde que foi criado, com novos membros substituindo aqueles que morreram. Por exemplo, quando o Secretário Forrestal sofreu um colapso por esgotamento nervoso devido à Segunda Guerra Mundial, ele terminou sendo enviado para o Hospital Naval para tratamento. Antes que os parentes pudessem vê-lo, ele saltou da janela do 16º. andar para a morte. Muitas pessoas consideram, reservadamente, que o seu suicídio é controverso. Quando Forrestal morreu, ele foi substituído pelo General Walter Smith.. FONTE (Robert Charroux - Histoire Inconnue des Hommes) keyholepublishing.com/Death%20of%20James%20Forrest. MARCADORES: UFOLOGIA E CONSPIRAÇÃO

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Cosmologia

Abaixo está uma visão geral dos mitos da criação e cosmologias de várias culturas antigas, incluindo fontes e referências para estudos mais aprofundados. ### Fenícios Os fenícios eram uma antiga civilização semítica que prosperou ao longo da costa do Mediterrâneo. Acredita-se que sua mitologia tenha influenciado significativamente as culturas vizinhas. - **Cosmologia**: Segundo a mitologia fenícia, o universo começou com um caos aquoso, do qual surgiram duas forças primordiais, Ouso (o "ar" ou "fôlego") e Baau (a "noite" ou "escuridão"). Eles deram origem a Mot (a "morte" ou "decadência"), que trouxe ordem ao universo. - **Fontes**: As informações sobre a mitologia fenícia são fragmentadas, com alguns registros encontrados em escritos de autores antigos como Fílon de Biblos, que compilou relatos de Sanchuniathon, um sacerdote fenício. ### Sumérios Os sumérios, habitantes da antiga Mesopotâmia, possuíam uma rica mitologia, incluindo mitos da criação detalhados. - **Cosmologia**: O mito da criação suméria é encontrado no "Enuma Elish", onde o universo começa com uma massa de água chamada Apsu (água doce) e Tiamat (água salgada). Da sua união surgem os deuses, incluindo Ea (Enki) que cria o homem a partir de argila. - **Fontes**: "Enuma Elish" é uma das principais fontes, além de tábuas cuneiformes preservadas em museus. ### Hebreus A cosmologia hebraica é descrita principalmente no livro do Gênesis, no Antigo Testamento da Bíblia. - **Cosmologia**: O livro de Gênesis descreve Deus criando o mundo em seis dias e descansando no sétimo. A criação inclui a separação da luz das trevas, a formação do céu e da terra, a criação das plantas, animais e, finalmente, do homem e da mulher. - **Fontes**: A Bíblia Hebraica, principalmente os primeiros capítulos do Gênesis. ### Babilônios Os babilônios também adotaram muitos mitos sumérios, mas adicionaram suas próprias interpretações. - **Cosmologia**: No "Enuma Elish", Marduk, o deus patrono da Babilônia, mata Tiamat e cria o mundo a partir de seu corpo. Ele organiza o universo e cria a humanidade para servir aos deuses. - **Fontes**: "Enuma Elish", disponível em diversas traduções e estudos acadêmicos. ### Egípcios A mitologia egípcia apresenta várias versões da criação, dependendo do centro religioso específico (Heliópolis, Hermópolis, Mênfis). - **Cosmologia**: Em uma das versões, o deus Atum emerge do caos aquoso (Nun) e cria Shu (ar) e Tefnut (umidade). Estes, por sua vez, geram Geb (terra) e Nut (céu), que dão origem aos deuses Osíris, Ísis, Set e Néftis. - **Fontes**: Textos das Pirâmides, Textos dos Sarcófagos, "Livro dos Mortos". ### Celtas Os celtas não têm um mito de criação claramente documentado, mas suas histórias incluem deuses primordiais e a formação do mundo. - **Cosmologia**: Mitos celtas frequentemente mencionam o deus primordial Dagda, que organiza o universo. Outra figura importante é Danu, mãe dos deuses. - **Fontes**: Manuscritos medievais irlandeses como o "Lebor Gabála Érenn" (Livro das Invasões). ### Germânicos A mitologia germânica, como registrado nas Eddas, inclui uma rica cosmologia e mitos de criação. - **Cosmologia**: No início havia o vazio (Ginnungagap). Dele surgem Niflheim (terra de gelo) e Muspelheim (terra de fogo). O calor de Muspelheim derrete o gelo de Niflheim, criando Ymir, o gigante primordial, de cujo corpo os deuses criam o mundo. - **Fontes**: "Edda Poética" e "Edda em Prosa", compiladas por Snorri Sturluson. ### Indo-Arianos A mitologia védica dos indo-arianos é rica em hinos de criação. - **Cosmologia**: O "Rig Veda" contém o hino de criação (Nasadiya Sukta), que descreve o surgimento do universo de um estado de não-existência. Outro mito é o sacrifício primordial de Purusha, cujo corpo forma o universo. - **Fontes**: "Rig Veda", "Atharva Veda". ### Indonésios A mitologia indonésia varia amplamente entre suas muitas culturas. Um mito comum é o da deusa Dewi Sri. - **Cosmologia**: Dewi Sri, deusa do arroz e fertilidade, é essencial para a criação e sustento da vida. Os mitos geralmente envolvem elementos naturais como o mar e a floresta. - **Fontes**: Tradições orais e textos como o "Serat Dewi Sri". ### Chineses A mitologia chinesa tem várias histórias de criação. - **Cosmologia**: O mito de Pangu, que acorda de um ovo cósmico e separa o céu e a terra, é uma das mais populares. Após sua morte, seu corpo forma várias partes do mundo. - **Fontes**: Textos como "Sanwu Liji" e "Huainanzi". ### Astecas Os astecas tinham uma complexa mitologia de criação envolvendo ciclos de destruição e recriação. - **Cosmologia**: A criação asteca passa por cinco sóis (eras), cada um terminando em destruição. O atual quinto sol foi criado por deuses sacrificando-se. - **Fontes**: Códices astecas, como o "Codex Borgia". ### Incas Os incas tinham uma rica mitologia centrada no deus criador Viracocha. - **Cosmologia**: Viracocha cria o mundo, os seres humanos e depois desaparece no mar, prometendo retornar em tempos de necessidade. - **Fontes**: "Comentários Reais dos Incas" de Garcilaso de la Vega. ### Maias A mitologia maia inclui histórias detalhadas de criação. - **Cosmologia**: O "Popol Vuh" descreve a criação do mundo por deuses gêmeos, Hunahpú e Ixbalanqué, que criam humanos a partir do milho. - **Fontes**: "Popol Vuh", entre outros textos hieroglíficos. ### Semelhanças Entre os Mitos da Criação Apesar das vastas diferenças culturais, muitos mitos de criação compartilham temas comuns: 1. **Caos Inicial**: Muitas culturas descrevem o início do universo como um estado de caos ou vazio (Fenícios, Sumérios, Hebreus, Egípcios, Indo-Arianos). 2. **Água Primordial**: Elementos aquáticos são frequentemente mencionados no início do universo (Sumérios, Egípcios, Babilônios). 3. **Divindades Primordiais**: Muitos mitos envolvem deuses primordiais ou seres antigos que criam ou organizam o universo (Sumérios, Hebreus, Babilônios, Celtas, Germânicos). 4. **Sacrifício e Criação**: O tema de sacrifício como meio de criação é comum (Indo-Arianos, Astecas, Incas). 5. **Criação a Partir de Partes do Corpo**: A criação do universo a partir do corpo de um ser primordial é um tema recorrente (Germânicos, Chineses, Indo-Arianos). ### Fontes e Referências 1. **"Enuma Elish"**: Edição de Stephanie Dalley, "Myths from Mesopotamia" (Oxford University Press, 2009). 2. **"Popol Vuh"**: Tradução de Dennis Tedlock (Simon & Schuster, 1996). 3. **"Eddas"**: "The Prose Edda" de Snorri Sturluson, tradução de Jesse L. Byock (Penguin Classics, 2005). 4. **"Rig Veda"**: Tradução de Ralph T. H. Griffith (1896). 5. **"Comentários Reais dos Incas"**: Garcilaso de la Vega (1609). Estes mitos não só oferecem uma visão profunda sobre as antigas percepções do cosmos e da humanidade, mas também revelam como diferentes culturas encontraram explicações para os mistérios da existência.

terça-feira, 11 de junho de 2024

A Pirâmide mais antiga do mundo

A Pirâmide de Gunung Padang, localizada em Cianjur, Java Ocidental, Indonésia, é um sítio arqueológico notável que atrai a atenção de pesquisadores e entusiastas por suas possíveis implicações históricas e arqueológicas. Aqui está uma visão geral sobre a mitologia, religião, registros escritos e estudos avançados relacionados ao local: ### Mitologia e Religião 1. **Mitologia Local**: Segundo a mitologia local, Gunung Padang é considerado um lugar sagrado. Há crenças entre os habitantes locais de que a colina foi construída ou utilizada por civilizações antigas com poderes sobrenaturais. Algumas histórias falam de reis e sacerdotes que usaram o local para cerimônias espirituais e observações astronômicas. 2. **Religião e Rituais**: Gunung Padang tem sido associada a práticas religiosas e rituais que remontam a tempos antigos. Evidências arqueológicas sugerem que a estrutura pode ter sido usada para propósitos cerimoniais e possivelmente para observações astronômicas, o que é comum em muitos sítios megalíticos ao redor do mundo. ### Registros Escritos Não há registros escritos antigos diretamente associados a Gunung Padang. No entanto, as descobertas arqueológicas e interpretações modernas têm fornecido uma base para teorias sobre sua função e significado histórico. ### Estudos Avançados 1. **Geologia e Arqueologia**: Estudos geológicos e arqueológicos recentes sugerem que Gunung Padang pode ser uma das mais antigas estruturas megalíticas conhecidas, com algumas partes datando de até 20.000 anos atrás. Essas alegações são baseadas em análises de carbono e outros métodos científicos. 2. **Pesquisadores e Livros**: - **Danny Hilman Natawidjaja**: Um dos principais geólogos que conduziu estudos em Gunung Padang. Ele sugeriu que a estrutura pode ser muito mais antiga do que se pensava anteriormente, com potencial para redefinir a história da civilização humana. - **Artigo Notável**: Natawidjaja, D. H., et al. (2014). "Gunung Padang: The lost pyramid of Indonesia?" publicado no *Journal of Geology*. - **Dr. Andi Arief**: Ex-conselheiro do presidente da Indonésia que promoveu a pesquisa em Gunung Padang, argumentando sobre a importância do sítio na história global. - **Fritjof Capra**: Autor de livros que exploram a relação entre ciência, filosofia e espiritualidade. Embora não diretamente sobre Gunung Padang, suas obras como "O Ponto de Mutação" e "A Teia da Vida" oferecem uma perspectiva valiosa sobre a importância de entender estruturas antigas no contexto das civilizações humanas. ### Referências e Livros Relevantes: 1. **Books**: - **"The Lost Civilization of Lemuria: The Rise and Fall of the World’s Oldest Culture"** por Frank Joseph – Discute civilizações antigas e pode oferecer contextos comparativos úteis. - **"Göbekli Tepe: Genesis of the Gods"** por Andrew Collins – Analisa outro sítio megalítico antigo que pode fornecer insights comparativos para Gunung Padang. 2. **Artigos Científicos e Relatórios**: - **Jurnal Geologi Indonesia**: Publicações periódicas que incluem estudos sobre Gunung Padang. - **Indonesian Journal of Archaeology**: Publica pesquisas e descobertas relacionadas ao patrimônio arqueológico da Indonésia. ### Conclusão Gunung Padang é um sítio arqueológico envolto em mistério, com implicações significativas para a compreensão da história e da evolução das civilizações humanas. Os estudos contínuos e as análises científicas avançadas prometem lançar mais luz sobre o propósito e a história deste local fascinante.

segunda-feira, 10 de junho de 2024

A Existência Humana

EXISTÊNCIA HUMANA "Penso, logo existo", o que em latim é "cogito, ergo sum". É uma frase icônica do filósofo francês René Descartes (1596 – 1650). Esta frase foi publicada originalmente no livro "O discurso do método", de 1637, de Descartes. Mas qual é o significado de "Penso, logo existo"? DESCARTES Descartes é considerado o fundador da filosofia moderna. Ele chegou a esta célebre frase ao buscar uma metodologia que pudesse definir o “verdadeiro conhecimento”. Porque desejava obter o "conhecimento absoluto, irrefutável e inquestionável". Pois apesar de ter frequentado as melhores universidades da Europa, Descartes achava que não tinha aprendido nada de essencial nos estudos, com exceção da matemática que adorava. Porque todas as teorias científicas e filosóficas acabavam por ser refutáveis e substituídas por outras novas. Por fim, não havia mais nenhuma certeza a apoiar além de muitas dúvidas. Levando Descartes a duvidar de tudo, inclusive da própria existência e do mundo ao redor. Mas havia algo que Descartes não poderia duvidar que era a existência da dúvida nos pensamentos. Pois ao duvidar de algo ele estaria pensando e formulando pensamentos. Então, se existe a dúvida o pensamento também existe. Por isso, "se penso, logo existo". No "discurso do método", Descartes resumiu o seu pensamento na seguinte frase: "Je pense, donc je suis", na publicação original em francês. O que foi traduzido para o latim como sendo "cogito, ergo sum". Tendo se tornado no "Penso, logo existo", em português. MÉTODO CARTESIANO Com a negação de dogmas e o questionamento de "tudo o que estava posto", Descartes mostrou o caráter ilusório dos sentidos, dos sonhos e dos paradigmas do pensamento material. Pois através deles não se pode atingir a verdade absoluta. Descartes propôs o método que ficou conhecido por "método cartesiano" (ou ceticismo metodológico). Este método se baseia no princípio da dúvida. Propondo uma análise criteriosa do objeto de estudo com experimentações. Mas que devem ser seguidas pela observação dos resultados até se chegar a uma conclusão racional. O pensamento de Descartes inspirou o surgimento do Iluminismo francês. O seu método serviu de base para todo desenvolvimento científico nos séculos seguintes. Tendo focado com destaque a frase original: "Puisque je doute, je pense; puisque je pense, j'existe". Autor: René Descartes. Livro: "Discours de la méthode pour bien conduire sa raison, et chercher la vérité dans les sciences". O que foi traduzido para o português como "Discurso sobre o método para bem conduzir a razão na busca da verdade dentro da ciência" ou "Discurso do método" ou "Discurso sobre o método". Ano: 1637. Local: Leiden, Holanda. Fonte: Wikipedia. EXISTÊNCIA DO HOMEM A existência do ser humano vai muito além do corpo material que corresponde a apenas um terço da sua formação. Porque sem a Alma e o Espírito o ser humano nem pode existir de verdade. Por isso, não se consegue alcançar a verdade absoluta apenas com o pensamento material. O homem precisa possuir pelo menos a Alma Eterna para poder alcançar o Espírito onde reside a "Verdade Absoluta". No Período da Renascença, os estudiosos da Academia de Marsilio Ficino mostraram isso com absoluta clareza. Pois assim como Descartes, eles mostraram a ilusão dos sentidos e dos pensamentos materiais. Assim como o caráter ilusório da cultura humana alicerçada apenas nos pensamentos materiais. O que vem sendo mostrado com total clareza pelos acontecimentos atuais. Mas que já tinha sido mostrado antes por Dante Alighieri, Paracelso e muitos outros pensadores.

The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Greatest Archaeological Mystery – A Comprehensive Investigation and Research Report

  The Island of Malta: Elongated Skulls, the Ħal Saflieni Hypogeum, Paracas, Nazca, Ancient DNA, Prehistoric Migrations, and Humanity’s Grea...