Operação Ultrassecreta da Marinha Norte-Americana na Alemanha Nazista: A Busca por Acordos entre a SS e Inteligências Exóticas Extraterrestres
Operação Ultrassecreta da Marinha Norte-Americana na Alemanha Nazista: A Busca por Acordos entre a SS e Inteligências Exóticas Extraterrestres
PRÉ-INTRODUÇÃO — A MISSÃO SECRETA DA MARINHA DOS ESTADOS UNIDOS NA EUROPA OCUPADA E O MISTÉRIO DOS DOIS GRUPOS DE INTELIGÊNCIAS EXÓTICAS
Uma investigação sobre os relatos de William Mills Tompkins e as alegações de contatos não humanos com o Terceiro Reich
Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto as forças aliadas enfrentavam a Alemanha nazista, projetos militares e pesquisas aeroespaciais de caráter reservado tornaram-se parte da disputa estratégica entre as grandes potências. Décadas depois, uma narrativa extraordinária passou a integrar determinadas publicações sobre programas espaciais secretos: a alegação de que agentes ligados à inteligência da Marinha dos Estados Unidos teriam sido enviados à Europa ocupada para investigar os avanços tecnológicos alemães e identificar a origem de conhecimentos considerados incomuns para a época.
Essa narrativa foi apresentada pelo engenheiro aeroespacial norte-americano William Mills Tompkins, cujos relatos foram posteriormente divulgados e organizados pelo pesquisador Michael E. Salla, autor do livro The U.S. Navy’s Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance, publicado em 2017.
Segundo a versão apresentada por esses autores, os agentes envolvidos na investigação teriam obtido informações sobre projetos alemães que, supostamente, não poderiam ser compreendidos apenas a partir do desenvolvimento tecnológico convencional daquele período. Os relatos mencionam a existência de compartimentos secretos de pesquisa, reuniões restritas e uma possível assistência externa aos programas aeroespaciais associados ao regime nazista.
O elemento mais intrigante dessa narrativa é a afirmação de que dois grupos distintos de inteligências exóticas não humanas teriam mantido relações com diferentes setores envolvidos nesses projetos, seguindo objetivos considerados incompatíveis entre si. De acordo com Tompkins e Salla, um desses grupos teria estabelecido uma relação de cooperação com estruturas ligadas à SS e ao Terceiro Reich, enquanto o outro teria sido associado, posteriormente, a contatos e projetos aeroespaciais atribuídos a setores da Marinha norte-americana.
Os autores também relatam que informações obtidas durante essas supostas operações teriam sido transmitidas a oficiais da Marinha dos Estados Unidos, incluindo o almirante Rico Botta, e que Tompkins teria recebido a tarefa de distribuir materiais informativos a instituições e organizações ligadas à pesquisa e à indústria aeroespacial.
É a partir desse conjunto de alegações que se desenvolve a presente investigação: quem seriam os agentes envolvidos, qual teria sido a natureza da missão na Europa ocupada, que informações eles supostamente recolheram e como surgiu a narrativa sobre dois grupos de inteligências exóticas com agendas diferentes?
Nos tópicos seguintes, examinaremos os relatos atribuídos a Tompkins, as informações reunidas por Michael Salla e os elementos centrais dessa história, incluindo as alegações de acordos reservados, intercâmbio tecnológico, experimentação médica e possíveis consequências estratégicas para o período posterior à Segunda Guerra Mundial.
Este dossiê apresenta a narrativa conforme relatada por seus autores e organiza seus principais elementos para análise. A existência da missão nos termos descritos, dos alegados acordos e da participação de inteligências não humanas não deve ser confundida com comprovação documental independente. O objetivo é aprofundar o conteúdo desses relatos, identificar sua origem e compreender a estrutura da narrativa que conecta os projetos alemães, as supostas operações da Marinha dos Estados Unidos e os alegados programas aeroespaciais secretos do pós-guerra.
R.V. Garcia — Revista & Escolas de Mistérios
William Tompkins, o Terceiro Reich, Hitler e a SS: O Suposto Acordo com Inteligências Exóticas Não Humanas, Subterrâneas ou Extraterrestres e o Intercâmbio Tecnológico e de Experimentação Médica
Por R.V. Garcia — Revista & Escolas de Mistérios
Introdução — Um testemunho sobre os bastidores secretos do Terceiro Reich
Entre os relatos que envolvem a história militar, os programas aeroespaciais secretos e as investigações sobre possíveis contatos entre a humanidade e inteligências exóticas não humanas, existem declarações que levantam questões sobre acontecimentos que, segundo seus autores, teriam permanecido fora do conhecimento público.
Uma dessas narrativas foi apresentada por William Mills Tompkins (1923–2017), engenheiro norte-americano ligado à indústria aeroespacial, que divulgou relatos sobre projetos tecnológicos classificados e supostos programas secretos relacionados à Segunda Guerra Mundial.
Em entrevistas publicadas em 2016, Tompkins afirmou que Adolf Hitler e setores da Schutzstaffel (SS) teriam estabelecido um acordo com inteligências exóticas não humanas. Segundo sua narrativa, esse relacionamento envolveria intercâmbio tecnológico, desenvolvimento aeroespacial, atividades subterrâneas, experimentação médica e objetivos estratégicos que ultrapassariam os limites geográficos da Europa.
Tompkins também declarou que teria conhecido informações relacionadas a esses acontecimentos por meio de informes atribuídos a agentes da Marinha dos Estados Unidos e de documentos que, segundo ele, faziam referência ao suposto acordo.
Nesta investigação, examinaremos especificamente as declarações do engenheiro sobre esse tema, sem dispersar a análise por outras questões da ufologia.
A expressão inteligências exóticas não humanas, subterrâneas ou extraterrestres será utilizada como terminologia editorial para abordar as entidades descritas na narrativa de Tompkins. O objetivo é apresentar seu testemunho, organizar os elementos que ele relacionou ao suposto acordo e indicar as fontes originais para consulta.
1. William Tompkins e as informações sobre projetos secretos
William Mills Tompkins tornou-se conhecido no meio ufológico por seus relatos sobre projetos aeroespaciais classificados, tecnologias avançadas e supostas atividades relacionadas a inteligências não humanas.
Em sua obra autobiográfica Selected by Extraterrestrials, publicada em 2015, Tompkins descreveu sua trajetória profissional e apresentou informações que, segundo ele, teria conhecido durante sua atuação no setor aeroespacial.
Suas declarações ganharam maior repercussão a partir de entrevistas concedidas a pesquisadores como Michael Salla e Robert Wood.
Em 25 de fevereiro de 2016, Tompkins participou de uma entrevista gravada em San Diego, Califórnia, posteriormente divulgada pela ExoNews TV. A transcrição publicada em 4 de abril daquele ano abordou diretamente o suposto relacionamento entre estruturas do regime nazista e inteligências exóticas.
O interesse dessa entrevista está na possibilidade de acompanhar a narrativa apresentada pelo próprio engenheiro, em vez de depender exclusivamente de interpretações posteriores.
Tompkins relacionou suas declarações a informações que, segundo ele, teriam sido recolhidas durante a Segunda Guerra Mundial e posteriormente utilizadas em investigações sobre programas tecnológicos alemães.
Fonte para consulta: Entrevista de William Tompkins sobre o suposto acordo do Terceiro Reich.
2. Hitler, a SS e o suposto acordo com inteligências exóticas
O ponto central deste dossiê é a afirmação de Tompkins de que Adolf Hitler teria aceitado assistência de inteligências exóticas não humanas e de que setores da SS estariam envolvidos em programas associados a esse relacionamento.
Na narrativa apresentada pelo engenheiro, o suposto acordo teria caráter estratégico. Não se limitaria à transmissão de informações, mas envolveria atividades tecnológicas e militares organizadas em estruturas compartimentadas.
Segundo Tompkins, pequenos grupos teriam participado de projetos cujo alcance e cujos objetivos finais não seriam necessariamente conhecidos por todos os envolvidos.
A SS, organização ligada diretamente ao aparato repressivo e militar do regime nazista, aparece nesse relato como uma das estruturas que teriam coordenado atividades relacionadas ao suposto intercâmbio.
Tompkins também associou essas atividades a projetos que, segundo sua versão, ultrapassariam as capacidades aeroespaciais reconhecidas publicamente para a Alemanha daquele período.
A narrativa coloca três elementos em relação direta:
- Adolf Hitler: a liderança política à qual Tompkins atribuiu a aceitação do suposto acordo.
- A SS: a estrutura organizacional que, segundo ele, teria participado dos programas secretos.
- Inteligências exóticas não humanas: as entidades às quais atribuiu assistência tecnológica e participação nos projetos descritos.
A questão fundamental é compreender a natureza do relacionamento que Tompkins afirmou ter conhecido e quais documentos poderiam esclarecer a origem de suas informações.
A entrevista de abril de 2016 constitui uma das principais fontes para reconstruir essa declaração.
3. Os agentes da Marinha norte-americana e a origem das informações
Tompkins explicou que parte das informações teria chegado até ele por meio de agentes da Marinha dos Estados Unidos que, segundo seu relato, investigavam projetos tecnológicos alemães durante a Segunda Guerra Mundial.
Em suas entrevistas, mencionou um grupo de aproximadamente 28 ou 29 agentes envolvidos na coleta de informações e na análise de atividades relacionadas à Alemanha.
Segundo a narrativa, esses agentes teriam reunido informes e materiais provenientes de diferentes fontes, posteriormente transmitidos a estruturas norte-americanas responsáveis por examinar projetos militares e tecnológicos.
Ao tratar especificamente do suposto acordo, Tompkins afirmou ter tido contato com informações documentais que faziam referência ao relacionamento entre o regime alemão e inteligências exóticas não humanas.
Ele também distinguiu esses materiais do próprio acordo original: segundo sua declaração, o documento ao qual teria tido acesso fazia referência ao entendimento, em vez de constituir o instrumento original do suposto acordo.
Essa distinção é importante para reconstruir exatamente o que ele afirmou.
A narrativa apresentada por Tompkins permite formular questões específicas:
- Quem eram os agentes mencionados?
- Quais operações teriam realizado?
- Que relatórios teriam produzido?
- Onde os documentos foram arquivados?
- Qual seria a origem do material que Tompkins disse ter conhecido?
Essas perguntas oferecem caminhos concretos para a investigação histórica e documental.
Fonte: Transcrição da entrevista publicada pela Exopolitics.
4. Intercâmbio tecnológico e desenvolvimento aeroespacial
Na narrativa de Tompkins, o suposto acordo teria envolvido um intercâmbio tecnológico relacionado a projetos aeroespaciais e militares.
O engenheiro descreveu atividades de engenharia, desenvolvimento de sistemas de propulsão, concepção de veículos e organização de equipes especializadas.
Segundo sua versão, os projetos seriam divididos entre diferentes grupos, cada um responsável por determinadas etapas. Essa compartimentação teria limitado o conhecimento individual sobre o conjunto dos programas.
O relato também associa as inteligências exóticas a uma suposta assistência tecnológica que teria sido utilizada no desenvolvimento de sistemas avançados.
Nesse contexto, o intercâmbio tecnológico aparece como um dos elementos centrais da narrativa: Tompkins não descrevia apenas a existência de informações compartilhadas, mas um alegado relacionamento aplicado à engenharia e ao desenvolvimento de veículos aeroespaciais.
O tema se conecta à história da tecnologia militar alemã durante a Segunda Guerra Mundial, período em que houve desenvolvimento documentado de foguetes, aeronaves experimentais e sistemas avançados para a época.
A narrativa específica de Tompkins vai além desses projetos historicamente conhecidos, atribuindo parte do desenvolvimento a um suposto relacionamento com inteligências não humanas.
Para compreender essa distinção, é necessário identificar quais informações pertencem à história documentada da engenharia e quais correspondem às declarações extraordinárias do entrevistado.
5. Experimentação médica, reprodução e programas biológicos
Outro componente mencionado por Tompkins envolve programas biológicos que ele relacionou ao suposto acordo.
Em suas declarações, o engenheiro descreveu atividades ligadas à reprodução humana, à organização de programas biológicos e a objetivos que, segundo sua interpretação, fariam parte de um planejamento estratégico mais amplo.
Tompkins associou essas atividades a estruturas compartimentadas e a projetos que, em sua narrativa, envolveriam conhecimentos tecnológicos e biológicos.
Em outra entrevista, também abordou um suposto programa relacionado à longevidade e a instalações que teriam sido utilizadas em atividades de pesquisa.
Essas declarações precisam ser examinadas de acordo com o conteúdo de cada entrevista, distinguindo os detalhes efetivamente apresentados por Tompkins das interpretações acrescentadas posteriormente por outros autores.
Para este dossiê, o eixo central é a relação que ele estabeleceu entre intercâmbio tecnológico e experimentação médica.
O contexto histórico merece atenção especial. O regime nazista realizou esterilizações forçadas, perseguições e experimentos médicos criminosos, amplamente documentados por registros históricos e investigações posteriores. Esses acontecimentos constituem um contexto independente da narrativa de Tompkins.
A alegada participação de inteligências exóticas não humanas nesses programas integra especificamente o testemunho do engenheiro e requer a identificação das fontes que ele dizia conhecer.
O interesse investigativo está em compreender como Tompkins relacionou engenharia, biologia, reprodução e planejamento estratégico dentro de sua narrativa.
6. As instalações subterrâneas e a Antártida
Em entrevista publicada em 14 de abril de 2016, Tompkins desenvolveu outra parte de seu relato: a suposta existência de instalações alemãs na Antártida, associadas a programas aeroespaciais secretos e a inteligências exóticas subterrâneas.
Segundo sua narrativa, materiais e equipamentos teriam sido transferidos para regiões antárticas, onde existiriam estruturas subterrâneas utilizadas em atividades tecnológicas.
Tompkins descreveu grandes cavidades sob o gelo e instalações que, segundo ele, teriam sido utilizadas para o desenvolvimento e a produção de veículos aeroespaciais.
Também afirmou que protótipos teriam sido construídos na Alemanha, enquanto outras etapas dos programas ocorreriam em instalações localizadas fora da Europa.
A narrativa incluía referências ao transporte de equipamentos e materiais, à utilização de submarinos e à continuidade de atividades tecnológicas após o deslocamento desses recursos.
Nesse contexto, a Antártida aparece como uma parte importante da história que Tompkins apresentou sobre o suposto relacionamento entre setores alemães e inteligências exóticas.
A investigação desse trecho exige identificar os locais mencionados, os registros de transporte alegados, os documentos relativos às instalações e a origem das informações utilizadas pelo engenheiro.
Fonte para consulta: Entrevista de William Tompkins sobre as alegadas instalações na Antártida.
7. Os objetivos estratégicos atribuídos ao suposto acordo
Tompkins apresentou o alegado relacionamento como parte de um projeto que, segundo ele, ultrapassaria os objetivos militares convencionais da Segunda Guerra Mundial.
Em sua narrativa, o intercâmbio tecnológico estaria associado ao desenvolvimento de veículos destinados a operações além da atmosfera terrestre e à expansão de atividades para outros ambientes planetários.
O engenheiro também atribuiu ao programa objetivos de dominação e expansão, relacionando os projetos tecnológicos a uma estratégia que não estaria limitada à conquista territorial europeia.
Essa dimensão confere ao relato uma amplitude particular: o suposto acordo conectaria liderança política, estruturas militares, engenharia, programas biológicos e expansão espacial.
Dentro da narrativa apresentada por Tompkins, esses elementos não seriam acontecimentos isolados, mas partes de uma estrutura estratégica mais ampla.
Para reconstruir essa interpretação, é necessário acompanhar as declarações originais, identificar os trechos em que cada elemento foi mencionado e examinar como o engenheiro relacionou essas informações ao longo das entrevistas.
O tema também permite investigar como relatos sobre programas militares secretos foram incorporados às narrativas contemporâneas sobre inteligências não humanas e tecnologias aeroespaciais avançadas.
8. A importância das fontes originais
Uma investigação sobre o testemunho de William Tompkins precisa começar pelas entrevistas em que ele apresentou suas declarações.
A leitura direta permite observar o contexto das perguntas, a sequência das respostas e as diferenças entre os assuntos abordados em cada conversa.
A entrevista de abril de 2016 concentra informações sobre o suposto acordo e os agentes da Marinha. A entrevista de 14 de abril amplia o relato sobre instalações na Antártida. A conversa radiofônica de maio de 2016 apresenta outras declarações sobre os objetivos atribuídos ao programa.
As obras autobiográficas de Tompkins acrescentam outra dimensão à pesquisa, pois reúnem sua versão dos acontecimentos e a interpretação que construiu sobre sua trajetória profissional.
A comparação entre essas fontes pode ajudar a identificar os elementos recorrentes, as mudanças de ênfase e os pontos que merecem aprofundamento documental.
O objetivo é construir uma cronologia organizada das declarações e estabelecer quais documentos, pessoas e acontecimentos são mencionados em cada etapa.
Esse trabalho torna possível aprofundar a investigação sem depender exclusivamente de resumos ou reproduções secundárias.
Reflexão — Tecnologia, poder e inteligências não humanas
O relato de William Tompkins reúne temas que atravessam diferentes campos de investigação: história militar, engenharia aeroespacial, inteligência estratégica, programas biológicos e possíveis contatos com inteligências exóticas.
A relação que ele estabeleceu entre esses assuntos suscita perguntas sobre a natureza do suposto intercâmbio tecnológico, os objetivos atribuídos aos participantes e a organização dos projetos descritos.
Também merece atenção a dimensão subterrânea de sua narrativa, na qual determinadas instalações teriam desempenhado funções relacionadas à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à continuidade de programas secretos.
A investigação pode avançar por meio da identificação dos agentes mencionados, da localização de registros históricos e da comparação entre as declarações de Tompkins e os documentos que ele dizia ter conhecido.
Cada nova fonte poderá ampliar a compreensão do relato, esclarecer sua origem e permitir uma reconstrução mais precisa da sequência de acontecimentos descrita pelo engenheiro.
Para uma pesquisa multidisciplinar, o desafio consiste em reunir as informações, organizar suas relações e examinar as questões ainda abertas.
Conclusão — O que William Tompkins afirmou sobre o Terceiro Reich?
William Mills Tompkins declarou que Adolf Hitler e setores da SS teriam estabelecido um acordo com inteligências exóticas não humanas.
Segundo seu testemunho, esse suposto relacionamento envolveria intercâmbio tecnológico, desenvolvimento aeroespacial, experimentação médica, programas biológicos e instalações subterrâneas associadas à Antártida.
Tompkins também afirmou ter conhecido informações relacionadas ao assunto por meio de informes atribuídos a agentes da Marinha dos Estados Unidos e de documentos que, segundo ele, faziam referência ao acordo.
As entrevistas publicadas em 2016 constituem fontes para examinar suas declarações e compreender a narrativa que apresentou ao público. A identificação e a análise dos documentos originais mencionados por ele representam uma etapa própria do trabalho investigativo.
A questão que permanece aberta é a origem precisa das informações que Tompkins dizia possuir e a possibilidade de localizar os registros que permitiriam aprofundar a investigação.
O que teria acontecido nos bastidores dos programas secretos do Terceiro Reich, segundo o relato de William Tompkins? Quais documentos e testemunhos poderiam esclarecer a natureza do suposto acordo com inteligências exóticas não humanas?
São essas perguntas que orientam a continuidade desta investigação.
Bibliografia e fontes para consulta
Entrevistas e transcrições
EXOPOLITICS. Interview Transcript — US Navy Spies Learned of Nazi Alliance with Reptilian Extraterrestrials. 4 abr. 2016. Entrevista de William Tompkins com Robert Wood e Michael Salla, gravada em 25 fev. 2016, em San Diego, Califórnia. Disponível na Exopolitics: https://exopolitics.org/interview-transcript-us-navy-spies-learned-of-nazi-alliance-with-reptilian-extraterrestrials/. Acesso em: 23 out. 2026.
SALLA, Michael. Interview Transcript — Reptilian Aliens Helped Germans Establish Space Program in Antarctica. 14 abr. 2016. Entrevista de William Tompkins sobre as alegações relacionadas aos programas aeroespaciais alemães e à Antártida. Disponível em: https://michaelsalla.com/2016/04/14/interview-transcript-reptilian-aliens-helped-germans-establish-space-program-in-antarctica/. Acesso em: 23 out. 2026.
SPHERE-BEING ALLIANCE. The Amazing Story Continues — Part 1. Transcrição da entrevista radiofônica de William Tompkins com Jeff Rense, George Filer e Frank Chille, realizada em 4 maio 2016 e publicada em maio de 2016. Disponível em: https://www.spherebeingalliance.com/blog/the-amazing-story-continues-part1.html. Acesso em: 23 out. 2026.
Obras autobiográficas
TOMPKINS, William Mills; WOOD, Robert M.; REDFERN, Nicholas. Selected by Extraterrestrials: My Life in the Top Secret World of UFOs, Think-Tanks and Nordic Secretaries. 2015. ISBN 978-1515217466.
TOMPKINS, William Mills. Selected by Extraterrestrials — Volume 2. Continuação dos relatos autobiográficos do autor. Consultar o catálogo bibliográfico para os dados específicos da edição.
TOMPKINS, William Mills. Selected by Extraterrestrials, Volume 3: My Spoken Words. 2022. ISBN 979-8416113001.
Catálogo de obras: https://williamtompkins.org/writings/
Nota editorial
As entrevistas e os livros são fontes para conhecer as declarações de William Tompkins. As alegações apresentadas neste artigo devem ser examinadas em seus contextos originais, com atenção à procedência dos documentos mencionados e à identificação das fontes.
R.V. Garcia — Tese RV Garcia
Revista & Escolas de Mistérios | Enciclopédia Multidisciplinar por R.V. Garcia
rodrigoenok.blogspot.com
Relatório Complementar — William Tompkins e Outros Autores: Acordos entre o Terceiro Reich, a SS e Inteligências Exóticas Não Humanas
Por R.V. Garcia — Revista & Escolas de Mistérios | Enciclopédia Multidisciplinar
Introdução — Uma linha de investigação que atravessa diferentes autores
O relato de William Mills Tompkins sobre um suposto acordo entre Adolf Hitler, setores da SS e inteligências exóticas não humanas integra um conjunto mais amplo de publicações que investigam alegações sobre tecnologias secretas do Terceiro Reich, programas aeroespaciais não reconhecidos publicamente e possíveis contatos entre estruturas militares humanas e inteligências não humanas.
Ao longo das últimas décadas, diferentes autores abordaram partes desse universo temático. Alguns se concentraram nas declarações de testemunhas que afirmam ter conhecido programas classificados. Outros investigaram alegações sobre discos voadores alemães, projetos tecnológicos secretos, instalações subterrâneas e a continuidade de determinados programas após a Segunda Guerra Mundial.
Para a presente investigação, interessa identificar quem escreveu sobre esses assuntos, quais livros devem ser consultados e como cada obra se relaciona com o relato específico apresentado por Tompkins.
O levantamento está organizado em três categorias:
- Relatos diretamente relacionados ao suposto acordo: obras que apresentam alegações de colaboração entre o regime nazista e inteligências não humanas.
- Investigações sobre tecnologia secreta da SS e discos voadores alemães: livros que exploram projetos aeroespaciais, dispositivos experimentais e tecnologias extraordinárias atribuídas ao Terceiro Reich.
- Pesquisas complementares: obras que ajudam a examinar as narrativas sobre instalações subterrâneas, programas secretos e a continuidade de projetos tecnológicos após a guerra.
Essa organização permite construir uma bibliografia temática e identificar as fontes que merecem leitura integral.
1. Michael Salla — O programa espacial secreto da Marinha e a aliança extraterrestre
Autor: Michael E. Salla.
Obra: The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance (2017).
Resumo da obra
Michael Salla apresenta uma narrativa que conecta a investigação de tecnologias aeroespaciais secretas da Marinha norte-americana a relatos sobre programas alemães de discos voadores durante a Segunda Guerra Mundial.
Segundo a descrição publicada pelo próprio autor, agentes da Marinha teriam sido enviados à Europa ocupada para investigar os projetos alemães. Esses agentes teriam identificado a assistência de dois grupos extraterrestres com objetivos distintos.
A obra também retoma o relato de William Tompkins, apresentado como um profissional que teria recebido informes confidenciais e posteriormente participado de atividades relacionadas a projetos aeroespaciais classificados.
Salla relaciona essas informações a uma suposta evolução dos programas espaciais secretos norte-americanos, incluindo projetos de construção de grandes veículos destinados a operações no espaço.
Por que é importante para esta investigação?
É uma das referências mais diretamente relacionadas à narrativa de Tompkins. Permite examinar como Salla organizou as declarações do engenheiro dentro de uma interpretação mais ampla sobre programas secretos e contatos com inteligências não humanas.
Referências bibliográficas
SALLA, Michael E. The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance. Exopolitics Consultants, 2017. ISBN 978-0998603807.
Fontes para consulta:
2. William Mills Tompkins — O testemunho central sobre o suposto acordo
Autor: William Mills Tompkins, com Robert M. Wood e Nicholas Redfern na obra autobiográfica.
Obra: Selected by Extraterrestrials: My Life in the Top Secret World of UFOs, Think-Tanks and Nordic Secretaries (2015).
Resumo da obra
Tompkins descreve sua trajetória profissional e apresenta relatos sobre projetos aeroespaciais secretos, informações confidenciais e supostas interações com inteligências não humanas.
O interesse específico para este dossiê está nas declarações posteriores em que ele afirmou ter conhecido informações relacionadas a um suposto acordo entre Hitler, setores da SS e inteligências exóticas.
Em entrevistas de 2016, Tompkins associou esse relacionamento a programas de engenharia, desenvolvimento de veículos aeroespaciais, atividades biológicas e instalações que, segundo ele, estariam relacionadas à Antártida.
Ele também afirmou que parte das informações teria chegado por meio de agentes da Marinha norte-americana que investigavam projetos tecnológicos alemães.
Por que é importante?
Tompkins é o ponto de partida para reconstruir a narrativa. Suas próprias palavras devem ser comparadas com os relatos de outros autores, evitando que interpretações posteriores sejam confundidas com declarações originais do engenheiro.
Referência bibliográfica
TOMPKINS, William Mills; WOOD, Robert M.; REDFERN, Nicholas. Selected by Extraterrestrials: My Life in the Top Secret World of UFOs, Think-Tanks and Nordic Secretaries. 2015. ISBN 978-1515217466.
Fontes para consulta:
- Entrevista sobre o suposto acordo com o Terceiro Reich
- Entrevista sobre os programas alemães e a Antártida
- Catálogo das obras de William Tompkins
3. Henry Stevens — Os discos voadores alemães da Segunda Guerra Mundial
Autor: Henry Stevens.
Obra: Hitler's Flying Saucers: A Guide to German Flying Discs of the Second World War.
Resumo da obra
Henry Stevens reúne relatos, documentos, descrições de projetos experimentais e alegações sobre o desenvolvimento de discos voadores na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial.
O livro aborda projetos associados a nomes como Schriever, Habermohl e Miethe, além de explorar propostas de propulsão não convencional e a possível continuidade de determinadas tecnologias após a derrota alemã.
A obra também trata de alegações sobre a transferência de tecnologia associada à SS e sobre grupos de antigos nazistas que teriam preservado conhecimentos e projetos depois do conflito.
O enfoque de Stevens é especialmente relevante para compreender a vertente da literatura que procura relacionar a engenharia alemã de guerra à história dos objetos voadores não identificados.
Relação com o relato de Tompkins
Stevens constitui uma referência complementar para investigar as narrativas sobre discos voadores alemães e tecnologia secreta. Seu livro não deve ser tratado automaticamente como uma confirmação independente de todos os elementos do suposto acordo descrito por Tompkins.
Referências bibliográficas
STEVENS, Henry. Hitler's Flying Saucers: A Guide to German Flying Discs of the Second World War. Adventures Unlimited Press, 2003. Edição revisada publicada posteriormente.
Fontes para consulta:
4. Joseph P. Farrell — O Sol Negro e as tecnologias secretas do Terceiro Reich
Autor: Joseph P. Farrell.
Obra: Reich of the Black Sun: Nazi Secret Weapons and the Cold War Allied Legend (2004).
Resumo da obra
Farrell examina alegações sobre projetos tecnológicos alemães, pesquisas militares, física alternativa e possíveis conexões entre programas secretos da Segunda Guerra Mundial e acontecimentos posteriores.
O autor também aborda a chamada lenda dos discos voadores nazistas e examina documentos associados a relatos sobre objetos recuperados, projetos classificados e atividades atribuídas a estruturas secretas da SS.
O livro inclui discussões sobre o papel de tecnologias experimentais e sobre a possibilidade de que determinadas pesquisas tenham continuado depois da guerra.
Farrell procura relacionar informações históricas, relatos controversos e interpretações sobre tecnologias que, em sua leitura, não receberam explicação satisfatória dentro das narrativas convencionais.
Relação com o relato de Tompkins
A obra é útil para investigar o contexto intelectual em que surgiram interpretações sobre programas tecnológicos secretos do Terceiro Reich. Seu foco principal, entretanto, é mais amplo do que o suposto acordo com inteligências exóticas.
Referência bibliográfica
FARRELL, Joseph P. Reich of the Black Sun: Nazi Secret Weapons and the Cold War Allied Legend. Adventures Unlimited Press, 2004. ISBN 978-1931882392.
Fontes para consulta:
5. Joseph P. Farrell — A Irmandade da SS e o sino misterioso
Autor: Joseph P. Farrell.
Obra: The SS Brotherhood of the Bell: The Nazis' Incredible Secret Technology (2006).
Resumo da obra
Neste livro, Farrell aprofunda sua investigação sobre um suposto dispositivo experimental conhecido como Die Glocke, ou “O Sino”, associado a alegações sobre pesquisas secretas realizadas durante a guerra.
O autor explora relatos sobre instalações de pesquisa, equipes de cientistas e engenheiros, tecnologias incomuns e atividades que teriam sido conduzidas sob níveis elevados de sigilo.
A obra discute descrições de um dispositivo com cilindros em rotação, materiais especiais e supostos efeitos físicos incomuns. Também examina versões divergentes sobre a finalidade do equipamento e suas possíveis relações com outros projetos militares.
Relação com o relato de Tompkins
O livro interessa à investigação porque trata de alegações sobre programas secretos da SS e instalações tecnológicas. Não é, porém, uma exposição direta e sistemática do acordo com inteligências não humanas descrito por Tompkins.
Sua contribuição está em fornecer outro eixo de leitura para as narrativas sobre compartimentação militar, projetos experimentais e tecnologia extraordinária.
Referência bibliográfica
FARRELL, Joseph P. The SS Brotherhood of the Bell: The Nazis' Incredible Secret Technology. Adventures Unlimited Press, 2006.
Fonte para consulta:
6. Igor Witkowski — A investigação sobre as Wunderwaffen
Autor: Igor Witkowski.
Obra: The Truth About the Wunderwaffe (2003; edição ampliada publicada posteriormente).
Resumo da obra
Witkowski investiga as chamadas Wunderwaffen, expressão alemã utilizada para designar armas consideradas extraordinárias ou decisivas.
O livro concentra-se em programas militares do Terceiro Reich, projetos de armamentos experimentais e informações que o autor apresenta como provenientes de pesquisas em arquivos de diferentes países.
A obra tornou-se conhecida, no universo da literatura sobre tecnologias secretas nazistas, pela discussão do dispositivo denominado Die Glocke, associado a alegações sobre experiências físicas e pesquisas de caráter incomum.
Relação com o relato de Tompkins
Witkowski oferece um caminho complementar para examinar as narrativas sobre tecnologias secretas, especialmente porque o tema do sino aparece também em obras de Farrell.
Sua investigação não equivale, por si só, a uma confirmação do suposto acordo com inteligências exóticas. A utilidade está em comparar as descrições técnicas, a origem dos relatos e a maneira como diferentes autores interpretaram os mesmos temas.
Referência bibliográfica
WITKOWSKI, Igor. The Truth About the Wunderwaffe. European History's Press, 2003. Edição ampliada: RVP Press, 2013. ISBN 978-1618613387.
Fontes para consulta:
7. Comparação temática entre os autores
| Autor e obra | Tema principal | Relação com o suposto acordo |
|---|---|---|
| Michael Salla — The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance | Programas espaciais secretos e grupos extraterrestres | Direta |
| William Tompkins — Selected by Extraterrestrials e entrevistas | Testemunho sobre projetos secretos e o suposto acordo | Fonte central |
| Henry Stevens — Hitler's Flying Saucers | Discos voadores alemães e tecnologia atribuída à SS | Complementar |
| Joseph P. Farrell — Reich of the Black Sun | Armas secretas e tecnologias do Terceiro Reich | Contextual |
| Joseph P. Farrell — The SS Brotherhood of the Bell | Projetos experimentais e o dispositivo Die Glocke | Complementar |
| Igor Witkowski — The Truth About the Wunderwaffe | Armamentos experimentais e pesquisas alemãs | Complementar |
A tabela demonstra que nem todos os autores abordam a mesma alegação. Salla e Tompkins são as referências mais diretamente relacionadas à narrativa de um acordo entre o regime nazista e inteligências não humanas. Stevens, Farrell e Witkowski concentram-se principalmente em projetos tecnológicos e militares associados ao Terceiro Reich.
8. Uma sequência de leitura recomendada
Para aprofundar o tema de forma organizada, a seguinte sequência privilegia primeiro as declarações diretamente relacionadas ao acordo e depois amplia a pesquisa para a literatura sobre tecnologias secretas.
Primeira etapa — O testemunho original
- Ler a entrevista de William Tompkins publicada pela Exopolitics em 4 de abril de 2016.
- Consultar a entrevista sobre as alegadas instalações na Antártida, publicada em 14 de abril de 2016.
- Ler os capítulos pertinentes de Selected by Extraterrestrials.
Segunda etapa — A interpretação de Michael Salla
- Consultar The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance.
- Comparar as declarações reproduzidas por Salla com as entrevistas originais de Tompkins.
Terceira etapa — Os projetos tecnológicos atribuídos ao Terceiro Reich
- Ler Hitler's Flying Saucers, de Henry Stevens.
- Examinar Reich of the Black Sun, de Joseph P. Farrell.
- Prosseguir para The SS Brotherhood of the Bell.
- Consultar The Truth About the Wunderwaffe, de Igor Witkowski.
Essa ordem permite separar o testemunho, a interpretação de outros autores e as obras que exploram temas tecnológicos correlatos.
Reflexão — O cruzamento de relatos, documentos e interpretações
A literatura reunida neste relatório apresenta diferentes abordagens sobre uma mesma área temática: a possibilidade alegada de que programas secretos do Terceiro Reich tenham envolvido tecnologias muito além das capacidades militares conhecidas publicamente e, em algumas narrativas, a participação de inteligências exóticas não humanas.
A comparação entre os autores permite identificar quais aspectos aparecem em mais de uma obra e quais pertencem a relatos específicos.
O suposto acordo descrito por Tompkins, por exemplo, deve ser estudado em sua fonte original e comparado com a interpretação de Salla. As obras de Stevens, Farrell e Witkowski podem ampliar o contexto sobre tecnologias e projetos secretos, mas não devem ser automaticamente tratadas como testemunhos independentes do mesmo acontecimento.
Uma bibliografia bem organizada também permite localizar os documentos citados, rastrear a origem das afirmações e compreender como as narrativas foram transmitidas ao longo do tempo.
Para uma investigação multidisciplinar, a comparação entre fontes é um instrumento essencial: ajuda a estabelecer relações entre diferentes linhas de pesquisa e a identificar os pontos que exigem aprofundamento.
Conclusão — Um mapa bibliográfico para continuar a investigação
Este levantamento identifica seis referências fundamentais para explorar a literatura sobre o suposto acordo entre o Terceiro Reich, Hitler, a SS e inteligências exóticas não humanas, além das narrativas sobre programas tecnológicos secretos associados à Alemanha nazista.
Michael Salla oferece a abordagem mais diretamente relacionada à narrativa de William Tompkins sobre a suposta assistência de grupos extraterrestres. O próprio Tompkins constitui a fonte central para examinar as declarações sobre o acordo. Henry Stevens, Joseph P. Farrell e Igor Witkowski ampliam a investigação para os projetos aeroespaciais, os armamentos experimentais e as tecnologias secretas atribuídas ao Terceiro Reich.
A próxima etapa consiste em aprofundar a leitura das fontes originais, identificar os documentos mencionados pelos autores e construir uma cronologia das declarações.
O objetivo deste relatório é fornecer um roteiro de pesquisa que permita ao leitor conhecer as obras, comparar suas abordagens e prosseguir na investigação sobre as alegações de intercâmbio tecnológico e de colaboração entre estruturas militares humanas e inteligências exóticas não humanas.
### Relatório complementar ultrassecreto — classificação editorial
### Os dois grupos de inteligências exóticas na narrativa de Michael Salla e William Tompkins
A descrição publicada por Michael Salla em 2017 apresenta uma sequência específica: operações de inteligência norte-americanas na Europa ocupada, informações sobre dois grupos de inteligências extraterrestres com agendas distintas e, posteriormente, uma suposta colaboração entre inteligências conhecidas como Nordics e o programa espacial secreto da Marinha dos Estados Unidos.
O ponto central é que os dois grupos não são apresentados como aliados da mesma causa. Na narrativa de Salla e Tompkins, um estaria associado aos programas secretos da Alemanha nazista, enquanto o outro teria colaborado posteriormente com projetos aeroespaciais norte-americanos.
Para respeitar a terminologia que definiste para a tua investigação, vou utilizar inteligências exóticas subterrâneas ou não humanas para o primeiro grupo e inteligências exóticas de aparência humana, denominadas Nordics pelos autores, para o segundo.
A expressão “ultrassecreto” identifica aqui a classificação editorial do relatório, não um grau de sigilo oficial atribuído por qualquer governo.
### 1\. A origem da narrativa: a Batalha de Los Angeles, em fevereiro de 1942
![Battle of Los Angeles – one of the most mysterious incidents of World War II and one of the most colorful tales in all of UFO lore (1942) \[2174 × 1758\] : r/HistoryPorn](https://images.openai.com/static-rsc-4/SJAet-4NCj3BjRRNTJI2k4PdTYhhr3B-ApUBsnDgywYAMYsHZF8n2Z_vap1Gh4ll4v0F-q_6OUHRQGF_hia0RGHPItTw9s75pYpxTqH6zdGTagASc-itBw3b5Qh9YwLMrChVgXl9MDluPNgCygM2xAlQzdOH_XHL6HfvYNMHC-f3KHZB27Sk3ceksXEOc-fS?purpose=fullsize)


No livro The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance, Michael Salla situa o início dessa história em um episódio ocorrido na madrugada de 24 para 25 de fevereiro de 1942: a chamada Batalha de Los Angeles.
Na ocasião, alarmes de defesa aérea foram acionados em Los Angeles, houve disparos de artilharia antiaérea e a cidade foi tomada por holofotes direcionados ao céu. O episódio ocorreu durante a tensão provocada pelos ataques japoneses e pelo receio de novas incursões aéreas na costa oeste dos Estados Unidos.
Salla interpreta esse acontecimento como o início de uma mudança na abordagem da Marinha norte-americana em relação a tecnologias de propulsão incomuns e à investigação de objetos voadores não identificados.
A narrativa apresentada pelo autor segue esta sequência:
* Fevereiro de 1942: o episódio de Los Angeles teria motivado uma investigação tecnológica sigilosa.
* 1942–1946: segundo Tompkins, agentes norte-americanos teriam investigado programas tecnológicos alemães.
* Durante a guerra: os agentes teriam obtido informações sobre dois grupos de inteligências exóticas com objetivos distintos.
* Após as investigações: os relatórios teriam sido utilizados em programas norte-americanos de pesquisa e desenvolvimento aeroespacial.
É importante observar que o episódio de Los Angeles é historicamente documentado. A conexão entre ele, um programa secreto de propulsão antigravitacional e a descoberta de dois grupos de inteligências não humanas faz parte da narrativa de Salla e não decorre automaticamente dos registros históricos da Batalha de Los Angeles.
### 2\. Os agentes da Marinha enviados à Europa ocupada

Segundo a narrativa publicada por Salla, agentes ligados à inteligência naval norte-americana teriam sido enviados à Europa ocupada para investigar os avanços tecnológicos alemães.
Tompkins afirmou que participou de reuniões de informação nas quais eram apresentados dados sobre os programas investigados. Em diferentes relatos, mencionou um grupo de aproximadamente 28 a 30 agentes.
Salla identifica o contra-almirante Rico Botta como responsável pelas reuniões de informação na Estação Aérea Naval de San Diego. Tompkins teria recebido a tarefa de distribuir pacotes de informações confidenciais a determinados centros de pesquisa, empresas aeroespaciais e departamentos universitários.
A estrutura descrita por Salla seria a seguinte:
Agentes de inteligência na Europa
Coleta alegada de informações sobre projetos alemães
Reuniões de informação em San Diego
Associadas por Salla ao contra-almirante Rico Botta
William Tompkins
Suposta distribuição de informes a centros técnicos e científicos
Empresas e centros de pesquisa
Alegada utilização das informações em projetos aeroespaciais
Essa estrutura é descrita na apresentação editorial do livro de Salla e nas entrevistas de Tompkins.
O aspecto mais importante é a alegação de que os agentes não teriam recolhido apenas informações sobre aeronaves convencionais. Segundo Tompkins, os relatórios também conteriam descrições de veículos voadores incomuns, sistemas de propulsão e programas que ele associou a inteligências exóticas.
### 3\. Primeiro grupo: inteligências exóticas associadas ao Terceiro Reich

Na entrevista de 25 de fevereiro de 2016, publicada em 4 de abril, Tompkins afirmou que as inteligências descritas por ele teriam participado diretamente dos programas secretos alemães.
Segundo seu relato, essas entidades não teriam se limitado a transmitir informações. Ele lhes atribuiu participação na concepção dos programas, orientação técnica e assistência na construção de veículos.
O relato pode ser dividido em cinco componentes.
### 3.1. Organização e planejamento
Tompkins afirmou que setores da SS teriam realizado reuniões classificadas para organizar programas específicos. Esses programas seriam posteriormente distribuídos entre diferentes equipes, com funções delimitadas.
Segundo ele, apenas um grupo restrito conheceria os objetivos estratégicos mais amplos. Engenheiros, técnicos e trabalhadores executariam tarefas sem necessariamente compreender a finalidade dos projetos.
Essa compartimentação teria permitido, segundo a narrativa, coordenar atividades de grande escala sem divulgar todas as informações a cada participante.
### 3.2. Consultoria tecnológica
Tompkins descreveu as inteligências exóticas como consultoras que teriam auxiliado equipes responsáveis pelo desenvolvimento de veículos aeroespaciais e sistemas de propulsão.
Em seu relato, diferentes grupos trabalhariam na estrutura dos veículos, na engenharia dos componentes e na integração dos sistemas.
Ele também afirmou que determinadas equipes teriam recebido veículos ou componentes para estudar e reproduzir, em um processo que descreveu como engenharia reversa.
### 3.3. Veículos voadores e propulsão
O engenheiro alegou que a Alemanha teria recebido assistência no desenvolvimento de veículos voadores de grande porte e sistemas de propulsão extraordinários.
Em uma das passagens da entrevista, descreveu estruturas metálicas de aproximadamente 200 a 250 pés de comprimento, equivalentes a cerca de 61 a 76 metros.
Segundo Tompkins, os veículos teriam sido construídos por equipes que não necessariamente compreendiam todos os princípios físicos envolvidos em sua operação.
Ele atribuiu a capacidade de sustentação dos veículos a sistemas de propulsão que, em sua narrativa, permitiriam levantar estruturas metálicas pesadas.
### 3.4. Um acordo com objetivos estratégicos
Tompkins afirmou que o relacionamento teria sido formalizado por um acordo entre a Alemanha e as inteligências exóticas.
Ele disse ter conhecido um documento que fazia referência a esse entendimento, mas esclareceu que não era o acordo original.
Na entrevista, associou o suposto acordo a objetivos de dominação militar, expansão territorial e utilização de veículos aeroespaciais em operações para além da Terra.
### 3.5. A dimensão biológica
Outro elemento do testemunho é a alegação de programas de reprodução humana organizados em grande escala.
Tompkins descreveu instalações nas quais mulheres teriam sido submetidas a programas reprodutivos relacionados ao planejamento estratégico alemão. Ele conectou essas atividades a um projeto mais amplo de expansão e dominação.
Essas alegações aparecem na transcrição da entrevista de abril de 2016.
Nota de investigação: todos esses componentes são atribuídos ao testemunho de Tompkins. A transcrição documenta as declarações, mas a verificação de cada acontecimento exigiria documentos independentes, registros identificáveis e evidências materiais.
### 4\. O segundo grupo: inteligências exóticas conhecidas como Nordics






O segundo grupo ocupa uma posição diferente na narrativa de Michael Salla.
O autor utiliza a denominação Nordics para descrever inteligências não humanas apresentadas como semelhantes aos seres humanos na aparência. Segundo Salla, essas entidades teriam objetivos distintos daqueles atribuídos ao grupo que, na narrativa de Tompkins, colaborou com a Alemanha nazista.
O contraste central é o seguinte:
| Aspecto | Primeiro grupo, na narrativa de Tompkins | Segundo grupo, na narrativa de Salla |
| ------------------------- | ----------------------------------------------- | ----------------------------------------------------------------------------------------------- |
| Associação principal | Programas do Terceiro Reich e da SS | Projetos aeroespaciais norte-americanos do pós-guerra |
| Papel tecnológico alegado | Consultoria e assistência aos programas alemães | Assistência a projetos de engenharia e atividades espaciais |
| Objetivos atribuídos | Dominação militar e expansão | Desenvolvimento de atividades espaciais apresentadas como não militares em determinados relatos |
| Relação política descrita | Acordo com a Alemanha nazista | Suposta colaboração posterior com equipes norte-americanas |
Essa comparação resume as interpretações apresentadas nas publicações de Salla e nas entrevistas de Tompkins. Não representa uma classificação científica independente de inteligências não humanas.
### 4.1. A colaboração com equipes aeroespaciais norte-americanas
Em relatos posteriores, Tompkins descreveu a presença de indivíduos que identificou como Nordics em ambientes de engenharia aeroespacial nos Estados Unidos.
Ele afirmou que essas pessoas teriam auxiliado determinados profissionais e participado de atividades relacionadas a projetos avançados.
Na transcrição de outra conversa com Tompkins, publicada pelo Sphere-Being Alliance, o engenheiro descreve três indivíduos que, segundo ele, teriam atuado no ambiente de engenharia. Nessa narrativa, a orientação atribuída a eles estaria relacionada a atividades espaciais comerciais, em vez de exclusivamente militares.
Esse detalhe é importante porque a colaboração atribuída ao segundo grupo não é descrita exatamente nos mesmos termos do relacionamento que Tompkins atribuiu ao regime nazista.
Salla interpreta essa diferença como parte de um conflito mais amplo entre grupos com agendas divergentes.
### 4.2. A continuidade dos programas espaciais
Na descrição editorial de seu livro, Salla afirma que os programas de engenharia e desenvolvimento aeroespacial norte-americanos teriam evoluído para projetos de veículos espaciais de grande porte.
O autor relaciona esses projetos a um programa espacial secreto da Marinha, que teria sido desenvolvido ao longo de décadas e alcançado capacidade operacional na década de 1980.
Essa é uma alegação central da obra The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance.
Para a investigação, é importante separar duas questões: a história documentada dos programas espaciais militares norte-americanos e a interpretação de Salla sobre uma suposta colaboração com inteligências exóticas.
### 5\. O que os dois grupos teriam recebido ou oferecido?
Na interpretação apresentada por Salla, a relação entre os dois grupos e as estruturas humanas teria características distintas.
### Primeiro eixo — Alemanha nazista
Alegações atribuídas a William Tompkins
* Assistência em programas de veículos aeroespaciais.
* Consultoria em engenharia e propulsão.
* Compartimentação de projetos militares.
* Programas biológicos e reprodutivos alegados.
* Objetivos de dominação e expansão atribuídos ao regime.
### Segundo eixo — Estados Unidos do pós-guerra
Alegações apresentadas por Tompkins e interpretadas por Salla
* Suposta assistência de inteligências conhecidas como Nordics.
* Participação atribuída a indivíduos em ambientes de engenharia.
* Desenvolvimento de projetos aeroespaciais avançados.
* Distinção entre projetos militares e comerciais.
* Alegada evolução para um programa espacial secreto de grande escala.
A comparação sugere que, dentro dessa narrativa, a tecnologia não seria o único elemento em jogo. Os objetivos atribuídos aos grupos seriam tão importantes quanto as capacidades técnicas descritas.
É precisamente esse contraste que dá origem à interpretação de Salla de que existiriam agendas divergentes.
### 6\. Como os relatos se conectam às fontes bibliográficas
Para aprofundar a questão, três fontes merecem prioridade.

Michael Salla — The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance (2017)
É a obra que apresenta a versão mais organizada dos dois grupos, as operações de inteligência na Europa ocupada e a suposta continuidade dos programas aeroespaciais norte-americanos.
[Consultar o registro bibliográfico](https://books.google.com/books/about/The_US_Navy_s_Secret_Space_Program_and_N.html?id=FN_PAQAACAAJ&utm_source=chatgpt.com)

William Tompkins — Selected by Extraterrestrials (2015)
Fonte autobiográfica para estudar a trajetória e os relatos do engenheiro. Deve ser comparada com as entrevistas posteriores para identificar a origem de cada declaração.
[Consultar as obras do autor](https://williamtompkins.org/writings/?utm_source=chatgpt.com)

Entrevista de 25 de fevereiro de 2016, publicada em 4 de abril
É especialmente importante porque registra Tompkins respondendo a perguntas sobre a forma como os agentes teriam conhecido o suposto acordo, a compartimentação dos programas e a alegada assistência tecnológica.
[Ler a transcrição da entrevista](https://michaelsalla.com/2016/04/04/interview-transcript-us-navy-spies-learned-of-nazi-alliance-with-reptilian-extraterrestrials/?utm_source=chatgpt.com)
### 7\. Questões que merecem aprofundamento documental
A narrativa apresenta vários pontos específicos que podem orientar uma investigação posterior.
A identificação dos agentes. Tompkins mencionou aproximadamente 28 a 30 agentes, mas é necessário identificar individualmente quem eram, quais missões teriam realizado e em quais arquivos seus nomes poderiam aparecer.
Os registros de San Diego. A narrativa atribui as reuniões de informação ao contra-almirante Rico Botta. A localização de registros de pessoal, documentos administrativos e informes técnicos ajudaria a esclarecer a estrutura institucional descrita.
O documento relativo ao suposto acordo. Tompkins afirmou ter visto um documento que fazia referência ao acordo, mas que não era o original. A localização desse material seria um dos elementos mais relevantes para avaliar sua procedência.
Os dois grupos. É necessário identificar como as informações sobre cada grupo foram obtidas, se os agentes teriam feito observações diretas ou se dependiam de documentos e relatos de terceiros.
Os projetos de engenharia. Os nomes de empresas, equipes, instalações e programas poderiam ser comparados com registros históricos de desenvolvimento aeroespacial.
A continuidade do programa norte-americano. As alegações sobre grandes veículos espaciais e capacidade operacional na década de 1980 exigiriam documentação técnica e institucional própria.
Esses pontos são importantes porque transformam uma narrativa ampla em perguntas delimitadas, cada uma com fontes e caminhos de pesquisa identificáveis.
### Conclusão — Dois grupos, duas agendas e uma narrativa de programas secretos
Na versão apresentada por Michael Salla, a história começa com a investigação de projetos alemães durante a Segunda Guerra Mundial e prossegue com a alegação de que os agentes norte-americanos identificaram dois grupos de inteligências exóticas com objetivos diferentes.
O primeiro grupo é associado por Tompkins ao regime nazista, à SS, a projetos aeroespaciais e a programas biológicos. O segundo, denominado Nordics pelos autores, é apresentado como participante de uma suposta colaboração posterior com equipes de engenharia norte-americanas.
O contraste entre essas duas narrativas constitui o elemento central do livro de Salla.
O próximo passo da investigação é aprofundar a origem das informações, identificar os agentes mencionados e localizar os documentos que Tompkins afirmou ter conhecido.
A distinção entre o relato original, as interpretações posteriores e os documentos verificáveis permite acompanhar a história em detalhe e identificar quais questões permanecem abertas.
A pergunta central é: como os supostos informes sobre os dois grupos teriam chegado aos investigadores norte-americanos e quais registros poderiam esclarecer a origem dessas informações?
Essa é a linha documental mais promissora para continuar o dossiê.
### Bibliografia essencial
* SALLA, Michael E. The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance. Exopolitics Consultants, 2017. [Registro no Google Books](https://books.google.com/books/about/The_US_Navy_s_Secret_Space_Program_and_N.html?id=FN_PAQAACAAJ&utm_source=chatgpt.com).
* TOMPKINS, William Mills; WOOD, Robert M.; REDFERN, Nicholas. Selected by Extraterrestrials: My Life in the Top Secret World of UFOs, Think-Tanks and Nordic Secretaries. 2015.
* SALLA, Michael. “Interview Transcript — US Navy Spies Learned of Nazi Alliance with Reptilian Extraterrestrials”. 4 abr. 2016. [Transcrição](https://michaelsalla.com/2016/04/04/interview-transcript-us-navy-spies-learned-of-nazi-alliance-with-reptilian-extraterrestrials/?utm_source=chatgpt.com).
* SPHERE-BEING ALLIANCE. “Transcript: Another Amazing Conversation with William Tompkins”. [Transcrição da entrevista](https://www.spherebeingalliance.com/blog/transcript-another-amazing-conversation-with-william-tompkins-part-1.html?utm_source=chatgpt.com).
R.V. Garcia — Tese RV Garcia Revista & Escolas de Mistérios | Enciclopédia Multidisciplinar por R.V. Garcia
Bibliografia geral
FARRELL, Joseph P. Reich of the Black Sun: Nazi Secret Weapons and the Cold War Allied Legend. Adventures Unlimited Press, 2004.
FARRELL, Joseph P. The SS Brotherhood of the Bell: The Nazis' Incredible Secret Technology. Adventures Unlimited Press, 2006.
SALLA, Michael E. The U.S. Navy's Secret Space Program and Nordic Extraterrestrial Alliance. Exopolitics Consultants, 2017.
STEVENS, Henry. Hitler's Flying Saucers: A Guide to German Flying Discs of the Second World War. Adventures Unlimited Press, 2003. Edições revisadas posteriores.
TOMPKINS, William Mills; WOOD, Robert M.; REDFERN, Nicholas. Selected by Extraterrestrials: My Life in the Top Secret World of UFOs, Think-Tanks and Nordic Secretaries. 2015.
WITKOWSKI, Igor. The Truth About the Wunderwaffe. European History's Press, 2003. Edição ampliada publicada pela RVP Press, 2013.
Fontes digitais complementares
- Exopolitics — entrevista de William Tompkins sobre o suposto acordo: https://exopolitics.org/interview-transcript-us-navy-spies-learned-of-nazi-alliance-with-reptilian-extraterrestrials/
- Michael Salla — entrevista sobre as alegadas instalações na Antártida: https://michaelsalla.com/2016/04/14/interview-transcript-reptilian-aliens-helped-germans-establish-space-program-in-antarctica/
- Michael Salla — apresentação de seu livro sobre o programa espacial secreto da Marinha: https://michaelsalla.com/2017/03/01/new-book-us-navys-secret-space-program-nordic-extraterrestrial-alliance/
- Smithsonian Libraries and Archives — registro bibliográfico de Hitler's Flying Saucers: https://www.si.edu/object/hitlers-flying-saucers-guide-german-flying-discs-second-world-war-henry-stevens%3Asiris_sil_1001839
- Google Books — registro bibliográfico de Reich of the Black Sun: https://books.google.com/books/about/Reich_of_the_Black_Sun.html?id=DoZhZ48Fxo4C
- Google Books — registro bibliográfico de The Truth About the Wunderwaffe: https://books.google.com/books/about/The_Truth_about_the_Wunderwaffe.html?id=orZ-AAAACAAJ
R.V. Garcia — Tese RV Garcia
Revista & Escolas de Mistérios | Enciclopédia Multidisciplinar por R.V. Garcia
rodrigoenok.blogspot.com

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