Domingo, 5 de Julho de 2009

A Interpretação dos Sonhos de acordo com o Egito Antigo


A Interpretação dos Sonhos de acordo com o Egito Antigo
A partir dos registros escritos sabemos que o Egito antigo tinha grande interesse nos conteúdos dos sonhos. Por exemplo, o “Livro dos Sonhos”, datado aproximadamente para 1275 a.C. contém 108 sonhos, categorizados em “bons” e “ruins”. No “Papiro de Chester Beatty”, datado de aproximadamente 1250 a.C. encontram-se também as descrições de quase 200 sonhos (omina) e suas interpretações de acordo com os sacerdotes egípcios seguidores do Deus Hórus.

Para os antigos egípcios, os sonhos serviam como uma forma de prever o futuro, assim como um meio pelo qual os deuses poderiam se comunicar com os mortais para avisar dos perigos, responder perguntas e dar ordens. Eram utilizados rituais, jejum, encantamentos e poções para ajudar a contatar seus deuses através dos sonhos. Também costumavam desenhar figuras mágicas e colocar mensagens na boca de gatos pretos mortos como forma de provocar sonhos. Os sacerdotes, “mestres das artes secretas”, eram treinados na interpretação e senhores no simbolismo dos sonhos.

Acredita-se que os egípcios sofreram forte influência dos povos mesopotâmicos, com quem teriam aprendido como estimular os sonhos, mas com modificações para adaptar à sua cultura.

Os egípcios usavam magia para prever o futuro. Uma das práticas consistia em interpretar os sonhos, pois entendiam que através deles os deuses podiam entrar em contato com os seres humanos. Um exemplo disso é o papiro Chester Beatty III, que registra a interpretação de alguns sonhos, datado do reinado de Ramsés II (c. 1290 a 1224 a.C.) e do qual vemos um pedaço na foto acima. Aliás, o significado dos sonhos sempre foi um assunto que fascinou os antigos egípcios. Em cada página do papiro uma coluna vertical de sinais hieráticos assim se inicia: Caso um homem se veja em um sonho...; a seguir, cada linha horizontal descreve um sonho, seguindo-se a diagnose isso é bom ou isso é ruim e, finalmente, a interpretação. O texto lista primeiro os sonhos bons e depois os ruins. A palavra ruim vem escrita em vermelho, a cor do mau presságio. Eis um trecho do texto:
Caso um homem se veja em um sonho matando um boi com suas próprias mãos, isso é bom: significa morte de seu adversário;
Comendo carne de crocodilo, isso é bom: significa atuar como um funcionário público entre a sua gente;
Submergindo no rio, isso é bom: significa purificação de todos os males;
Enterrando um homem velho, isso é bom: significa prosperidade;
Trabalhando com pedra em sua casa, isso é bom: significa fixação do homem à sua moradia;
Olhando para fora de uma janela, isso é bom: significa que seus reclamos serão ouvidos;
Mirando-se em um espelho, isso é ruim: significa outra esposa;
Calçado com sandálias brancas, isso é ruim: significa perambular pela terra;
Copulando com uma mulher, isso é ruim: significa luto
Sendo mordido por um cachorro, isso é ruim: significa que ele será atingido por magia;
Olhando sua cama pegar fogo, isso é ruim: significa que expulsará sua esposa.

Sábado, 27 de Junho de 2009

OS ESSÊNIOS E OS PERGAMINHOS DO MAR MORTO





No século 19 foi descoberta junto às encostas do Mar Morto, em uma grande fenda localizada entre duas rochas um vaso e no interior deste havia pergaminhos. Aquele momento tornou-se um marco para a arqueologia, pois foi a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto. Foram encontradas em diversas cavernas existentes naquela região, centenas de pergaminhos que datam do terceiro século a.C até 68 d.C. Os Manuscritos do Mar Morto foram escritos em três idiomas diferentes: Hebreu, Aramaico e Grego, totalizando quase mil obras. Eles incluíam manuais de disciplinas, hinários, comentários bíblicos, escritos apocalípticos, cópias do livro de Isaías e quase todos os livros do Antigo Testamento. A descoberta dos Pergaminhos do Mar Morto indica a existência dos essênios e seus ensinamentos secretos. Os Pergaminhos deram também novo ímpeto à teoria de que Jesus pode ter sido um estudante da filosofia essênia. É de se notar que o Novo Testamento nunca menciona os essênios, embora lance freqüentes calúnias sobre outras duas seitas importantes, os saduceus e os fariseus. Todos esses documentos foram preservados por quase dois mil anos e são considerados os achados do século, principalmente porque a Bíblia, até então conhecida data de uma tradução grega, feita pelo menos mil anos depois. A descoberta desta sagrada bibliografia revela muitas anotações referentes à Fraternidade Essênia e suas atividades na Palestina. A possível relação da Fraternidade essênia com a primitiva Igreja cristã tem despertado interesse de muitos teólogos eminentes e de milhares de estudantes de misticismo, onde se perguntam: “Por que foi tirado do conhecimento público a história ou legenda dos essênios?” Parece que a resposta para tal pergunta consiste que aqueles que conheciam a Fraternidade essênia acharam por bem rodeá-la de mistério com o objetivo de resguardar sua obra e ensinamentos das discussões públicas, criticas e enganos dos instrutores cristãos ortodoxos, que tanto contribuíram para rodear o maior mistério a Cristo e ao cristianismo. A Grande Fraternidade Branca foi uma Grande Fraternidade secreta oriunda do Egito na dinastia do reinado de Akhnaton (fundador do monoteísmo) que foi um dos que incentivou a existência da fraternidade secreta para ensinar as verdades místicas da vida. De tal fraternidade, muitas escolas místicas do Egito se ramificaram e tomaram diferentes nomes pelos países onde aconteceu sua ramificação, no caso da Palestina, foi chamada de Fraternidade essênia. A palavra essênio deriva-se da egípcia kashai, que significa (secreto), tem uma semelhança com a palavra hebraica chsai que significa (segredo e/ou silêncio), sendo que se traduzindo tal palavra hebraica (chsai) para nosso atual idioma, ela teria um sentido (essaios), cujo significado em português é “místico”. Um outro ramo dessa fraternidade egípcia se estabeleceu no povo grego, com o nome “esene” e que se deriva da palavra Síria “asaya” cujo significado é - terapeuta da alma. Desta forma, os essênios eram de uma organização mística e secreta. Os Essênios, para aquela época a mais de 2.000 anos a trás, tinham uma Cultura Superior em relação a outros povos existentes naquela região (Palestina). Os Essênios tornaram-se famosos pelo conhecimento e uso das ervas, entregando-se abertamente ao exercício da medicina ocultista. Em seus ensinos, seguindo o método das Escolas Iniciáticas, submetiam os discípulos a rituais de Iniciação, conforme adquiriam conhecimentos e passavam para graus mais avançados. Mostravam então, tanto na teoria como na prática, as Leis Superiores do Universo e da Vida, tristemente esquecidas na ocasião. A voz, para um essênio, possuía grande poder e não devia ser desperdiçada. Através dela, com diferentes entonações, eram capazes de curar um doente. Cultivavam hábitos saudáveis, zelando pela alimentação, físico e higiene pessoal. A capacidade de predizer o futuro e a leitura do destino através da linguagem dos astros, tornaram os essênios figuras magnéticas, conhecidas por suas vestes brancas. Eram excelentes médicos. Em cada parte do mundo onde se estabeleceram, eles receberam nomes diferentes, às vezes por necessidades de se proteger contra as perseguições ou para manter afastados os difamadores. Mestres em saber adaptar seus pensamentos às religiões dos países onde se situavam, agiram misturando muitos aspectos de sua doutrina a outras crenças. O saber mais profundo dos essênios era velado à maioria das pessoas. Os Essênios respeitavam a vida acima de tudo, escreveram os mais antigos textos bíblicos e influenciaram o cristianismo. Os essênios não viviam no interior das cidades, preferiam se estabelecer ao redor das cidades ou em aldeias vizinhas, onde os indivíduos solteiros viviam em comunidade, e seus pais em casas com jardins.
Durante alguns séculos antes da era cristã, a Fraternidade essênia, constituída por uma ativa participação de trabalhadores, manteve dois centros principais: um no Egito, a margem do lago Moeris, onde o grande mestre Moria nasceu e foi educado por mestres e preparado para desempenhar sua missão, que era o princípio da lei do batismo como passo espiritual no processo da iniciação: local este onde JESUS foi também educado quando seus pais fugiram para o Egito. E o segundo centro se estabeleceu na Palestina, na cidade de Egandi, perto do mar Morto.

SABOTAGEM ISRAELENSE NO EGITO ANTIGO





Poluições hídricas, atmosféricas e dos alimentos produzidos pela sabotagem israelense.
A partir do Cap.7, V.14, do ÊXODO, começa a descrição bíblica das dez pragas, que por ordens do Senhor, afligiram o Egito, até que o Faraó se convencesse dos desígnios de Deus em relação ao povo judeu e permitisse sua retirada do país, em busca da Terra Prometida.
Essas dez pragas, na ordem de sucessão foram:
1ª- conversão da água do rio em sangue
2ª- invasão das rãs
3ª- nuvens de mosquitos
4ª- nuvens de moscas
5ª- peste dos animais
6ª úlceras e tumores
7ª chuvas de pedras
8ª nuvens de gafanhotos
9ª- trevas
10ª-Morte dos primogênitos
Com exceção das 5ª- e 10ª- pragas que resultaram de contaminação bacteriológica intencional. respectivamente, das pastagens e do fermento de pão, é possível reunir as outras pragas em dois grupos.
a) grupo de poluição atmosférica: com as 6ª, 7ª e 9ª pragas.
b) grupo de poluição hídrica: pertencem a 1ª praga e suas conseqüentes: 2ª, 3ª, 4ª e 8ª.
A primeira praga-conversão da água do rio em sangue - seria o resultado da adição á água do rio Nilo de grande quantidades de argila vermelha, produzindo assim uma suspensão coloidal particularmente estável que, pelas suas propriedades físico - quimicas, determinou um abaixamento do pH e um aumento da turbidez da água.
Portanto as águas ficaram turvas e ácidas, e a simples filtração não melhorou a sua qualidade tornando-se impróprias para o uso como bebida e para a limpeza, alem disso os peixes foram totalmente eliminados pela dificuldade de respiração em pH baixo e pela falta de alimentos por ausência da fotosintese.
A inexistência temporária de peixes permitiu que, nos pantanais as margens do rio, as rãs se desenvolvessem em grande número de modo que o abaixamento rápido das águas obrigou as rãs a migrarem a procura de alimento, invadindo assim as cidades e as casas, conforme consta na descrição bíblica.
O desequilibrio ecológico causado pela 1ª- praga foi, também, a causa das pragas dos mosquitos, das moscas e dos gafanhotos.
Finalmente, as 6ª-, 7ª- e 9ª- pragas do grupo da poluição atmosférica, foram causadas pelo pó das chaminés constituído das cinzas dos combustíveis, impregnadas de restos de alcatrão, que disseminado na atmosfera formaria nuvens espessas e estáveis, as quais eram levadas pelo vento na direção das zonas urbanas egípcias.

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

A Indústria do Holocausto




A Indústria do Holocausto
TÍTULO DO LIVRO: A INDÚSTRIA DO HOLOCAUSTO
AUTOR: NORMAN G. FINKELSTEIN
EDITORA: RECORD

O LIVRO
Publicada no ano 2000 nos Estados Unidos e na Europa, e agora lançada no Brasil, a obra continua desencadeando polêmica em todo mundo. Escrita por um professor judeu americano da Universidade de Nova York, filho de judeus egressos do Gueto de Varsóvia e sobreviventes do campo de concentração de Maidanek e Auschwitz, o livro é uma denuncia da exploração política, ideológica e financeira do Holocausto pelas grandes organizações judaicas internacionais.
Para Norman G. Finkelstein, "...as atrocidades nazistas transformaram-se num mito americano que serve aos interesses da elite judaica, sendo que nesse sentido, o holocausto transformou-se em Holocausto (com h maiúsculo), ou seja, numa indústria que exibe como vítimas o grupo étnico mais bem sucedido dos Estados Unidos e apresenta como indefeso um país como Israel, uma das maiores potências militares do mundo, que oprime os não judeus em seu território e em áreas de influência". Nesse seu último livro, Norman Finkelstein mostra que o extermínio de judeus durante a Segunda Guerra foi transformado em "uma representação ideológica que defende interesses de classe e sustenta políticas".
Em A Indústria do Holocausto, Finkelstein, de 47 anos, ainda recorda sua infância, durante a qual não se discutia o holocausto, para mostrar que o interesse pelo assunto coincidiu com a guerra dos Seis Dias, quando os Estados Unidos perceberam que seria interessante ter um parceiro forte no Oriente Médio. E, para os grupos judaicos americanos e a direita então no poder em Israel, a melhor forma de angariar simpatia era vender a idéia de que a hostilidade árabe poderia levar a uma reedição da solução final.
O número de sobreviventes nos campos de concentração é exagerado segundo o autor, para chantagear bancos suíços, indústrias alemãs e países do Leste Europeu em busca de indenizações financeiras. A luta feroz por indenizações teria como efeito colateral insuflar o anti-semitismo na Europa. Israelenses e judeus americanos são hoje a grande força de opressão, perseguindo palestinos e negros americanos.
Finkeltein não nega e existência do holocausto como fato histórico, denunciando porém o Holocausto, como uma submissão dos fatos a uma interpretação interessada, no caso a política de autoconservação do Estado de Israel apoiada pelos Estados Unidos.
Segundo palavras do professor francês Jacques Rancière a intenção do autor é mostrar que "...o Holocausto se transforma assim, numa cobertura para Israel perpetuar a espoliação dos palestinos, enquanto os Estados Unidos podem esquecer os massacres e as injustiças que marcaram sua história."

O AUTOR
Norman G. Finkelstein nasceu no Broklyn, Nova York, em 1953. Autor da tese de doutorado "The Theory of Zionism", defendida no Departamento de Política da Universidade de Princeton, atualmente é professor da Universidade de Nova York, onde leciona Teoria Política.
Colaborador do London Review Books, entre suas obras estão: Image and Reality of the Israel-Palestine Conflict, The Rise and Fall of Palestine e A Nation on Trial The Goldhagen Thesis and Historical Truth, indicado como livro do ano pelo New York Times Book Review.

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

É POSSIVEL APAGAR AS MEMORIAS HUMANAS?

É POSSIVEL APAGAR AS MEMORIAS HUMANAS?
Quando as primeiras Bombas Nucleares Explodiram, em Hiroxima e Nagazaque
Não se sabia ao certo os efeitos da Explosão e Radiação

Mas um fenômeno em especial chamou atenção e foi estuda sem muita divulgação

São os efeitos dos Fótons, isso mesmo o clarão que se da quando ocorre a detonação do Artefato Nuclear(Bomba Atômica)

Tal efeito do clarão, causou nos sobreviventes a perda da memória, em alguns completamente com amnésia e outros mais distante parcialmente

Tais efeitos foram estudados e acharam que seria de utilidade Militar

Tal equipamento foi desenvolvido no pós guerra e em 1.975 estava totalmente desenvolvido a máquina de apagar memória

Tal arma correspondia a um equipamento pesado e grande cerca de 2 metros de altura que fazia uso do Césio, para emitir um rápido e clarão cuja sem dúvida RadioAtivo e não menos prejudicial e apagando a memória em uma dose controlada

Assim conseguindo conter pessoas reunidas em eventos cuja tinham interesse que essas pessoas não divulgassem alguma coisa ou mesmo varias testemunhas de algum acontecimento

Na Década de 80, foi desenvolvido um Missel que era lançado sobre um cidade cuja abria um pára-quedas em sua outra extremidade inferior sobre uma cidade ou Bairro era emitida a radiação Luminoso prejudicando todas as pessoas expostas, perde de memória perturbações visuais e o câncer devido a intensidade do Feixe

Na década de 90 é desenvolvida algo que inclusive deu origem a ficção do MIB uma pequena arma com uma pequena cápsula de Césio capaz de dosar a intensidade entre Meses e anos, bem portátil um pouco maior que um isqueiro

É algo fantástico e faz parecer mesmo coisa de ficção, mas essa arma existe e é usado para conter multidões e reuniões, aonde haver pessoas reunidas que presenciaram algo de estranho até mesmo OVNIs e ETs, até sendo usado em festas, Shows, Igrejas em um equipamento parecendo de Iluminação em forma Globular e colorida

Toda esse tecnologia foi e é desenvolvida pelos Estados Unidos, fins Militares e é comercializado.