sábado, 12 de setembro de 2009

OS GEOGLIFOS DO ACRE "SINAIS PARA O CÉU"










Derrubando milhares de hectares de floresta para semear suas pastagens, os fazendeiros e colonos que se instalaram nos vales dos Rios Acre, Purus e Abunã, no Estado do Acre, ao longo destes últimos 30 anos, colocaram à mostra grandes formas geométricas desenhadas no solo.

A exemplo das incríveis linhas de Nazca, no Peru, elas são únicas no mundo e já chamam a atenção de cientistas do mundo inteiro. Tanto que, há duas semanas, os geoglifos, como se denominam esses desenhos, foram visitados por cientistas da Finlândia e tornou-se destaque do Fantástico do último domingo. O sucesso continua.

Uma equipe da BBC de Londres chega esta semana a Rio Branco para rodar um documentário sobre o achado para ser apresentado em rede mundial e até já há a proposta de tombá-los como patrimônio da humanidade.

Fazendeiros e peões de fazenda, desde a derrubada da mata, notaram a existência desses desenhos, até porque, pela falta de estradas trafegáveis no Acre, a maioria das fazendas possui ou aluga aviões para atender suas necessidades.

Assim, ao sobrevoarem os pastos eles viam as formas geométricas e acreditavam ser trincheiras cavadas pelos soldados seringueiros liderados por José Plácido de Castro durante a Revolução Acreana para expulsar as forças bolivianas da região.

Essa explicação simplista satisfazia a todos até ser notada pelo paleontólogo Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre (Ufac), em 1999, quando viajava de Porto Velho para Rio Branco num vôo da Varig.

"Notei que aquele desenho ficava numa pastagem próxima ao Seringal Bagaço, então convidei um amigo piloto para fazermos um sobrevôo naquela região, localizei geograficamente o desenho e depois fui de carro até lá e tive a certeza de que não se tratam de trincheiras, mas de construções gigantescas", recorda.

MISTÉRIO É TOTAL - Como paleontólogo, Alceu Ranzi é o descobridor do Purussaurus, jacarés gigantescos com até 17 metros de comprimento, que vivam no Acre há mais de dez mil anos. Mas a arqueologia (obras construídas pelos homens no passado) não é o seu forte.

"Eu entendo pouco ou nada sobre os círculos, minha preocupação está em saber se eles foram construídos antes ou depois de a floresta ter surgido. Acredito que são mais antigos que ela, mas aí está o problema porque não temos a menor idéia de quem, como ou por quê esses desenhos foram construídos, só sabemos onde eles estão e isso é muito pouco para que se faça alguma afirmação".

Seriam estes desenhos obras de uma civilização perdida? Pré-incas ou até mesmo de extraterrestres como poderia sugerir alguém mais afoito por uma solução desse enigma? Ninguém sabe. "Houve quem sugerisse que os montes de terra são restos de muralhas que protegiam aldeias ou cidadelas, que eram trincheiras, que serviam como local de rituais e adoração.

As respostas vão ao limite da imaginação, mas nada há que comprove qualquer uma delas", adverte Alceu, que então usa termos de comparação: "tenho viajado a muitos lugares do mundo e estas obras são únicas, a mim parecem tão ou mais importantes que Machu Pichu, as linhas de Nazca e outros tantos mistérios espalhados pelo planeta".

"O volume de terra movimentado para fazer alguns desenhos daria para levantar uma pirâmide daquelas levantadas no Egito. Quantas pessoas seriam necessárias para fazê-los?" Essa é apenas uma das muitas perguntas que atiçam o paleontólogo a insistir na busca da solução desse mistério.

ENTENDA OS GEOGLIFOS - Alguns são em forma quadrado com 215 metros em cada lado é circundado por um fosso que tem 15 metros de largura e quatro metros de profundidade. Para construí-los era necessário movimentar nada menos 51.600 metros cúbicos de terra.

O detalhe é que o material retirado do fosso era cuidadosamente amontoado pelo lado de dentro ou de fora dos desenhos, formando assim uma borda de dois e meio a três metros acima do nível do solo (por isso a idéia de trincheira, mas cabe lembrar que Plácido tinha algumas centenas de soldados que em menos de um ano de batalha não poderiam ter construído um único deles, mas há dezenas a descoberto e talvez centenas sob a mata).

Para identificar o que são realmente estes geoglifos, Ranzi pretende usar método do carbono 14 para chegar o mais perto possível dos fatos que teriam acontecido em terras acreanas e assim determinar a idade correta das imensas árvores derrubadas pelos fazendeiros onde estão esses círculos. Algumas têm mais de dois metros de diâmetro e as estimativas, não oficiais, são de que teriam pelo menos mil e duzentos.

APOIO CULTURAL - Alguns vôos cedidos pelo apoio pessoal de autoridades e fazendeiros que notaram o interesse de Alceu Ranzi nos círculos permitiu que o trabalho fosse levado adiante. O fazendeiro Romário Barreiro, falecido recentemente autorizou por escrito, os estudos em suas terras.

Em 2001, graças a um projeto aprovado pela Fundação Estadual Elias Mansour, pela Lei de Incentivo à Cultura foram conseguidos R$ 5 mil na forma de bônus Ranzi viabilizou recursos para dar continuidade à pesquisa.

Agora as universidades da Flórida, Helsinque e a Usp já trabalham a formalização de um convênio com a Universidade Federal do Acre e o Museu da Borracha para estudar mais detalhadamente o assunto.

EL NIÑO PODE TER SIDO O VILÃO – Está comprovado que as alternâncias climáticas (períodos de muita chuva ou forte estiagem) causadas pela corrente marinha do El Niño, no Oceano Pacífico, destruiu civilizações inteiras que existiam na costa do Peru e Chile. "Nós já sabemos que quando chove naquela região a Amazônia sofre com a seca", adverte Ranzi que então sugere:

"Você já imaginou os efeitos de um super El Niño de 20 anos que fizesses verdejar os desertos do Chile e Peru acabaria torrando o Acre e grande parte da Amazônia numa seca que nós ainda desconhecemos, mas sabemos que os solos acreanos não têm reserva de água e a vida é mantida graças ao equilíbrio do clima".

Aí é que entra o interesse do Paleontólogo, pois sabe-se que há pouco mais de mil anos a maior parte do Acre era coberta por extensas savanas (cerrados secos e ralos a exemplo de algumas áreas do Brasil central). "Para mim, a floresta cresce e encolhe ao longo dessas mudanças climáticas.

Elas marcam também a ascensão e queda de civilizações inteiras. Prova prática disso seriam as savanas da Bolívia, lá denominadas pampas, que estão a menos de 200 quilômetros do Acre, em linha reta".

Essa vegetação pampeira se estenderia para recobrir o solo da região durante os períodos secos, quando volta a chover, as espécies florestais sobreviventes retomariam seu espaço fazendo vicejar a floresta como a conhecemos hoje.

PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE - Embora ninguém saiba quem, como nem porque esses desenhos foram criados, o fato de serem únicos no mundo levou o doutor Martti Parsinen, o qual é professor de arqueologia da universidade nacional de Helsinque, na Finlândia, e que esteve em Rio Branco há dez dias, a propor que eles sejam tombados como Patrimônio da Humanidade pelo Codephat, órgão ligado à ONU.

Revirando os alfarrábios de um explorador espanhol chamado Maldonado, que desceu a encosta oriental da Cordilheira dos Andes seguindo a água dos rios pouco depois do ano 1500, à busca de Manoa a cidade de ouro que seria a capital do lendário império Paititi, encontrou um forte Inca localizado na confluência dos rios Beni e Madre de Dios, junto a cidade de Ribeiralta, próximo à fronteira do Acre, na Bolívia.

"Como não havia registro histórico da existência dessa fortaleza militar inca na Amazônia, Martti foi até Ribeiralta e quando chegou lá com a novidade os moradores todos sabiam onde ela estava, só não os historiadores e ele a está estudando. Sua descoberta é semelhante aos nossos desenhos que alguns pensaram ser trincheiras", recorda Alceu Ranzi.
Com a derrubada da floresta, por causa principalmente da pecuária, a partir dos anos 1970, imensas estruturas geométricas, ao redor de uma área de 250 km 2 entre os rios Acre e Iquiri, começaram saltar aos olhos dos pesquisadores. Isso no Acre, em plena Amazônia.

Nestes últimos cinco anos, com ajuda de ferramentas modernas via satélite, como o próprio Google Earth, a multiplicação desses chamados geoglifos foi tão grande, que mais um grupo de pesquisa resolveu se debruçar sobre o tema.

Ao menos uma centena dessas fendas geométricas existentes em solo acreano já foram identificadas nas regiões de Rio Branco e Xapuri, perto da fronteira do Brasil com o Peru e a Bolívia. O primeiro sítio foi identificado em 1977. Há 15 anos, algumas escavações descobriram também vestígios de objetos cerâmicos no local, como urnas funerárias.

"A floresta, como é conhecida hoje, pode ser mais recente do que se pensava", diz a arqueóloga Denise Schaan, que coordena as escavações dos geoglifos no Acre. Para ela, as estruturas, que podem ter sido aldeias fortificadas, indicam que sociedades complexas se desenvolveram na região e possuíam unidades política e cultural. "As formas geométricas podiam ter valor simbólico."
Durante as atuais escavações, todos os dias, o grupo formado por cientistas da Universidade Federal do Acre, do Pará, do Museu Emilio Goeldi (Pará) e da Universidade de Helsinque (Finlândia) se dirige até a casa do agricultor Severino Calazans. Ele vive na beira da rodovia BR-137, em Rio Branco, capital do Acre, com a mulher e os filhos.
Até pouco tempo, Calazans imaginava que as valas, localizadas no pasto onde plantou bananeiras e cria sua galinhas, eram trincheiras construídas durante a revolução acreana, que levou o Estado a ser declarado independente da Bolívia em 1903. Não imaginava viver sobre um sítio arqueológico.
Para os cientistas, uma das hipóteses de trabalho é que as valas podem ter sido feitas por sociedades pré-colombianas que habitaram o local entre 800 e 2.500 anos atrás.
"As informações que tínhamos sobre sociedades amazônicas eram que elas viviam em várzeas, da pesca e da agricultura. Os geoglifos observados hoje mostram que esse modelo já não se aplica", afirma Schaan, do Goeldi.
De acordo com o paleontólogo Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, um dos pioneiros na identificação dos sítios arqueológicos, as estruturas podem oferecer pistas para a compreensão das mudanças climáticas sofridas na Amazônia e de como as civilizações antigas viveram e transformaram o ambiente. "As pessoas que chegaram ao Acre achavam que estavam em uma região virgem. Agora se sabe que, bem antes, o lugar já havia sido desbravado", diz.

Porém, esse mesmo processo de ocupação da floresta, que continua hoje, está causando um outro tipo de preocupação: a preservação dos sítios arqueológicos. Por desconhecimento, muito deles estão sendo destruídos.

As fotos áreas da região mostram, com freqüência, as grandes estruturas geométricas sendo cortadas por estradas, postes de transmissão de energia, currais, sedes de fazenda e até mesmo açudes. Esse processo, inclusive, chamou a atenção do governo, que pretende ajudar na conscientização dos fazendeiros da região.

Deuses astronautas?

O estudo dos geoglifos acreanos já permite a identificação de dois padrões de construção. Ao sul da região delimitada pelos pesquisadores, o que se vê com mais freqüência são desenhos circulares, com 300 metros de raio. No norte, predominam formas retangulares, com 200 metros de lado e três metros de profundidade.

Distantes de rios permanentes, as estruturas, geralmente localizadas no planalto, ficam alagadas quando chove.

Segundo pesquisadores, isso pode ser indício de que tenham servido como açudes em uma época em que a floresta tropical úmida era uma imensa savana -vegetação rala, semelhante ao cerrado.

No deserto de Nazca, na região Sul do Peru, enigmáticas figuras gigantes também ganharam fama internacional após a publicação, em 1968, do livro "Eram os Deuses Astronautas?", do escritor suíço Erich von Däniken.

Ciencia anuncia 250 Geoglifos no Acre
Ciência anuncia 250 geoglifos descobertos no Acre Imprimir E-mail
Edmilson Ferreira
24-Jul-2009
Sobrevoo recente registrou vinte novas estruturas. Pesquisa segue com rastreamento por satélite e estudo de campo

Os pesquisadores Alceu Ranzi e Denise Schaan anunciaram nesta sexta-feira, 24, a identificação de vinte novos geoglifos no Vale do Acre, elevando para 250 o número de estrutura catalogadas em Senador Guiomard, Rio Branco, Xapuri, Plácido de Castro, Acrelândia e Epitaciolândia. Algumas ocorrências foram registradas também em Sena Madureira, Bujari e Epitaciolândia. Acrelândia possui grande potencial de pesquisa e identificação.

"Teremos novas escavações em 2010”, informou Schaan. As últimas escavações fizeram uma descoberta importante em Xapuri: um buraco de esteio em boas condições foi localizado em um geoglifo de formato redondo, reforçando a tese de que os índios daquela época poderiam ter usado fortificações paliçadas para habitação e segurança.

Geoglifos são sítios arqueológicos em estrutura de terra construídos há cerca de 2.000 anos e que pela complexidade remontam à civilizações pré-colombianas de elevado grau de conhecimento em várias áreas e domínio de avançadas técnicas de movimentação de terra e água. As pesquisas, de acordo com a arqueológa Denise Schaan, integrante do Grupo de Pesquisa Geoglifos da Amazônia, tem envolvido rastreamento em imagens de satélites cedidas pela Fundação de Tecnologia do Acre (Funtac), sobrevôos e visitas de campo, quando os sítios são mapeados, fotografados e por vezes materiais arqueológicos são coletados para análise. Com o resultado dos trabalhos realizados, já existem alguns acadêmicos que estão desenvolvendo monografias de graduação e especialização sobre os geoglifos do Acre.
Coordenado por Schaan, que é também presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira, o grupo de pesquisa registrado no CNPq com o nome de “Geoglifos da Amazônia Ocidental” vem desenvolvendo desde 2005 pesquisas intensivas sobre os geoglifos no Estado, com o objetivo de fazer um amplo levantamento dos geoglifos na parte Leste do Acre.
Os geoglifos fazem parte de uma lista do Instituto Nacional de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para recomendar à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) o tombamento dessas estruturas como patrimônio cultural da humanidade, assim como as Pirâmides do Egito e as Ruínas de Machu Pichu, no Peru, entre outros exemplos.
O GGAO vem distribuindo folhetos explicativos aos moradores das áreas onde a pesquisa é feita a campo. Em outros lugares do mundo existem estrutura gigantescas que podem ser vistas do alto, como as linhas de Nazca, no Peru. Existem também estruturas de terras defensivas e estradas no Alto Xingu e colinas de terras e lagos artificiais construídos na Ilha do Marajó por civilizações pré-colombianas. Mas os geoglifos ocorrem apenas na Amazônia Ocidental. Por serem únicos, tem o potencial de atraírem a atenção de pesquisadores e visitantes de todo o mundo.
Um geoglifo é uma marca na terra que, por suas dimensões, só é percebida completamente do alto. Na parte oriental do Acre, tem sido encontradas essas estruturas de terra em formatos como círculos, retângulos, hexágonos e outros. Essas estruturas compõem-se de uma vala de um a três metros de profundidade, escavada no solo argiloso, e de uma mureta externa formada pela deposição do solo escavado. O desenho impresso no solo possui entre 100 e 300 metros de diâmetro.
O grupo de pesquisa conta com apoio do CNPq, Governo do Estado do Acre, universidades Federal do Pará e Federal do Acre, Instituto Íbero-Americano da Finlândia e Biblioteca Marina Silva.


Fonte: http://www.agencia.ac.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=9715&Itemid=26

(Jornal A Tribuna, 04.08.2002)
Em clima de mistério, geoglifos se multiplicam no solo do Acre
UOL

sábado, 5 de setembro de 2009

A RAÇA HUMANA NÃO PODERA MAIS PROCRIAR?



Algumas evidências que já começam a ser encaradas seriamente por cientistas e pesquisadores, parecem claramente indicar que as intensas atividades no nosso mundo, exercidas por certas criaturas tripulantes de alguns OVNI, são partes integrantes e até bastante assustadoras daquilo que poderíamos tranqüilamentedenominar OPERAÇÃO ENGANO. Seus tripulantes tentam confundir as vítimas dos seqüestros e também os chamados “contatados”, dando respostas SEMPRE evasivas quando perguntados sobre as suas origens. Os humanóides isto é, os que aqui realizam essas estranhas e inexplicáveis experiências genéticas tendo as nossas mulheres como cobaias, e em complemento outras aberrações de natureza semelhante, NUNCA revelam esse pormenor quando se referem à natureza dessas verdadeiras “misturas genéticas” que produzem, ficando invariavelmente em poder das crianças geradas, sempre dizendo que ‘ESTAMOS BUSCANDO AQUILO QUE NOS PERTENCE”. Ora, se fazem isso, conforme afirmam, para que “a semente do homem não se perca” e que as suas mulheres se tornaram estéreis após um “acidente” que não detalham especificamente qual foi, começamos a desconfiar das verdadeiras e sinistras razões, escondidas por trás dessa verdadeira Operação-Engano: Nos cadáveres examinados a partir do chamado “Acidente de Roswell”, os peritos constataram que as criaturas supostamente alienígenas até que se assemelhavam aos lagartos terrestres. Suas peles, bem como a ausência de órgãos reprodutores externos e a simultânea falta de aparelhos digestivos e excretores, sugeriam que essa raça SOFRERA INVOLUÇÃO FÍSICA DEVIDO A UM ACIDENTE NUCLEAR DE ALTA INTENSIDADE! Aliás, eles mesmos mencionam que “vêm de um mundo em ruínas e que dentro de um período de tempo qualquer será impossível viver lá”. Recordemos ainda que mencionam o fato de que brevemente AS NOSSAS MULHERES TAMBÉM SE TORNARÃO ESTÉREIS E A RAÇA HUMANA NÃO MAIS PODERÁ PROCRIAR! Falam também que a nossa humanidade passará brevemente pelo “grande portal” (esotericamente sinônimo de morte!) e por
isso estariam aqui tentando nos “ajudar”. Muito estranho mesmo! Essas criaturas são dotadas de olhos inteiramente negros, dilatados e oblíquos. Isso sugere de pronto que vivem em um mundo escuro e responsável por certos fatores involutivos que forçaram uma drástica alteração genética, originadora ainda da atrofia dos seus tipos físicos. Enfim, a degradação das suas morfologias internas externas. Os cadáveres desses humanóides examinados apresentavam ainda uma outra notável característica: provavelmente devido a uma intensa exposição à radioatividade ao longo do seu caminhar evolutivo (ou involutivo) suas peles e os músculos eram extremamente rígidos, difíceis de serem dissecados mesmo com as mais potentes máquinas cirúrgicas de corte... O que quer que tenha acontecido no mundo de onde essas criaturas se originam foi efetivamente tão terrível que atrofiou os seus habitantes, fazendo com que perdessem todos os pelos do corpo; aumentando suas cabeças de maneira desproporcional; forçando-os à telepatia para se comunicarem; tornado-os semelhantes a vegetais, ou ainda insetos (talvez devido á necessidade de se abrigarem da radiação em profundas cavernas) e, que é pior de tudo, TRANSFORMANDO-OS EM QUASE CANIBAIS -literalmente dependentes dos hormônios, enzimas e secreções de outras espécies de vidas as quais sacrificam para se alimentarem! Ora, se elas BUSCAM AQUILO QUE LHES PERTENCE e dizem ainda que “conseguiram sobreviver no seu mundo graças à sua engenharia genética e à sua alta tecnologia”, Como (note-se que são eles mesmos, os tais supostos “alienígenas”, que dizem isso!) “se trata de uma questão de sobrevivência”, além de o mundo deles estar em fase de próxima extinção, logicamente reuniriam o útil ao agradável.....

Primeiramente alguns deles se alimentando de nós. Depois fazendo-nos de cobaias para, conforme também dizem (prestemos bastante atenção neste pormenor)), realmente recuperarem as suas formas originais e então -desprezando totalmente qualquer espécie de ética ou filosofia (lembremos que igualmente afirmam serem desprovidos de sentimentos!) -como ponto culminante da OPERAÇÃO-ENGANO, voltando em massa um dia qualquer já devidamente adaptados para um mundo que de certa forma LHES PERTENCE e possa servir de morada. Os legistas constataram que tais criaturas tinham sistemas digestivos atrofiados, além de denotarem ter sofrido através dos tempos intensa exposição à radiação, ao ponto de suas peles terem sido literalmente serradas para a realização das necrópsias!

Existem registros sobre estes seres leiam

Um CONFLITO com outros seres, ELs (humanos gigantes) destruiu a maior parte da civilização , (draconiana). o que forçou alguns a se esconderem em cavernas profundas e outros a deixarem a Terra - para Alpha Draconis e/ou Altair na constelação Aquila, que de acordo com lendas antigas estava associada com criaturas malignas... O conflito é uma Guerra das Espécies, entre a Semente Evadâmica & a Semente Serpente (draconiana). esses gigantes eram fortes aliados de uma raça de nórdicos pré-escandinavos que mantinham uma civilização poderosa e cientificamente bem desenvolvida, cujos restos atualmente permanecem debaixo de toneladas de areia na antiga região da Ásia, o deserto de Gobi. Foi relatado como ambos, os gigantes e o povo louro, lutaram numa guerra pre-histórica contra uma raça(draconiana) baseada na Antártica, que eles conseguiram varrer da superfície do planeta durante o antigo conflito. "Sob o manto da escuridão, com bases escondidas no interior da terra, este invasor noturno decidiu reivindicar o que havia pertencido a eles e usar como uma base para o antigo conflito com os ‘ELs’.

(OBS: Isto é, reivindicar aquilo que as raças serpentes querem que acreditemos pertencer a elas.
ELs são a denominada EL-der race (raça antiga) , uma raça humana associada com os descendentes dos Evadâmicos mas que no entanto havia alcançado ou mantido uma estatura muito alta, 3 a 4 m em média. Outros se referiam a eles como os ‘Anakim’ ou ‘Nepheli’. "Humanos com implantes cerebrais alienígenas (os zumbis), foram programados para derrotar a Humanidade num FUTURO PRÓXIMO. Os ‘Reptóides’ são até capazes de se transformar em seres com características e feições humanas. O planeta Terra está sendo estressado para que a resistência humana seja mínima, durante o ataque declarado e o controle da Humanidade.

"Tudo começou como um programa de interação conjunta. Uma espécie alienígena desejou ‘compartilhar’sua tecnologia avançada com certos humanos em POSIÇÕES-CHAVE DE PODER no governo, entre os militares, corporações, ‘sociedades secretas’, etc... A população como um todo começou a ser manipulada conforme a estratégia alienígena... eles queriam CONTROLE TOTAL sobre nós!

Os Extraterrestres na Política Mundial




Durante o Congresso Internacional desenvolvido em Los Angeles em Novembro de 1998, entrevistamos o conhecido investigador Salvador Freixedo. Os pontos relevantes do largo colóquio mantido com ele estão ilustrados no presente artigo que mostra claramente como a intervenção dos extraterrestres influenciaram profundamente o sistema político mundial.)



Aborreço a ‘charlatanice yankee’ que por desgraça hoje é muito frequente entre nós; se falo dos presidentes dos Estados Unidos não é porque creia que eles saibam tudo ou que sejam superiores, mas porque, por desgraça, a história da ufologia e sobretudo da ocultação de que foi objecto, não se pode escrever sem considerar a estes indivíduos. Gastaram muitas centenas de milhões de dólares para enganar a gente sobre a presença de seres inteligentes não humanos entre nós. Disto quero informar aos leitores nesta entrevista.



Colóquios entre Presidentes dos Estados Unidos e Inteligências Alienígenas
Roosevelt foi o primeiro Presidente que, no ano 1942, recebeu a notícia de alguns avistamentos de objectos voadores não identificados. Recebeu uma carta do General Marshall que falava de alguns misteriosos aviões observados sobre a cidade de Los Angeles e contra os quais a Bateria Antiaérea tinha disparado 1430 projécteis sem conseguir abater nenhum. Eram ao menos 15 os aparatos que voavam muito rapidamente a uma altura entre os 300 e 5500 metros. O General Marshall disse ao Presidente que possivelmente se tratava de ‘aviões comerciais manobrados por agentes de potências inimigas com o objectivo de descobrir onde se encontram as defesas antiaéreas’.

1942 foi o ano em que Enrico Fermi e seus colaboradores começaram a projectar a bomba atómica; neste momento começou o contacto directo dos ‘extraterrestres’ com os Presidentes dos Estados Unidos. No ano 1944, Roosevelt encontrou na sua almofada de sua cama um bilhete sobre a qual estavam escritas as seguintes palavras: “Senhor Presidente: os experimentos nucleares de Chicago não devem continuar; a vida de todo o planeta está em perigo se não se põe fim ao que foi começado”. Ninguém da sua família conseguiu explicar como aquele bilhete pode chegar à sua habitação. Depois de dois dias, os responsáveis das experiências atómicas e vários dos seus colaboradores receberam mensagens semelhantes àquela encontrada pelo presidente. Na Universidade de Chicago reforçou-se a vigilância do projecto e continuou-se, portanto, a um forte ritmo até à fabricação da primeira bomba atómica.

Outro facto misterioso ocorreu no mesmo dia em que Roosevelt foi informado de que a primeira bomba atómica tinha sido construída: “uma grande bola de luz foi vista mover-se sobre a Casa Branca, tal e como afirmou um diário de Washington. Exactamente um mês mais tarde Roosevelt morria. Harry Truman assumiu o cargo de Presidente dos Estados Unidos. A 17 de Julho do mesmo ano fez-se explodir a primeira bomba atómica em Alamogordo (Novo México). Vinte dias mais tarde o mesmo Presidente ordenou o lançamento sobre Hiroshima, causando a morte de cem mil pessoas, e, três dias depois, sobre Nagazaki. Exactamente um ano depois, Truman recebia uma comunicação importante do embaixador sueco do Rei Gustavo da Suécia. O Presidente leu com muita atenção a carta que o Rei da Suécia que tinha enviado e soube que no ano de 1941 a Corte da Suécia tinha sido advertida de que cientistas do seu País estavam trabalhando no projecto para a construção de uma arma que alguns países do mundo consideravam demasiado perigosa para permitir a sua produção definitiva.

Soube de uma insólita reunião no palácio, na que participaram três estranhas criaturas amarelas, delgadas, de pouco mais de 1.20 metros de altura, com grandes olhos e voz monocorde que se declararam preocupadas com a situação mundial e, em especial, pela ameaça nuclear que podia constituir um perigo não só para o nosso mas também para o seu planeta. Truman não podia acreditar no que tinha lido mas quem assinava a carta era nada mais nada menos que o rei Gustavo V da Suécia, soberano de um dos países mais avançados do mundo. A pessoa que tinha na frente era o embaixador daquele País. Permaneceu mudo durante uns instantes e submergiu-se na leitura do largo documento de nove densas páginas no qual seres inteligentes diziam habitar no interior da Terra e contava nos seus mínimos detalhes como tiveram que abandonar a superfície do planeta em tempos remotos por ter feito mau uso da energia atómica: ‘estamos a pôr o mundo de alerta através dos seus países mais importantes... desejamos que se realize uma conferência internacional contra o desenvolvimento da energia nuclear para fins bélicos. Em contrapartida, estamos dispostos a revelar-vos os segredos para o domínio da energia magnética...’

Desde esse momento aumentaram os casos de avistamentos UFO. No mês de Junho verificou-se o avistamento de Kennett Arnold, o primeiro que teve uma grande repercussão no mundo inteiro. Nos começos do mês de Julho caíram dois objectos muito próximo de Alamogordo, no lugar onde tiveram começo e continuaram as experiências nucleares. No mês de Agosto foi abatido o avião caça de Mantell durante uma perseguição de um OVNI e no mesmo mês foram avistados seis UFO nos céus de Washington. Pouco tempo depois, Truman e os chefes das grandes nações do mundo encontraram nos seus respectivos despachos outro bilhete que dizia: ‘Se recusais as nossas ofertas de colaboração, ver-nos-emos obrigados a considerar-vos perigosos. Não teremos escrúpulos em usar a violência se continuais com as provas atómicas.’

As experiências continuaram e começou também o fabrico em série de bombas atómicas. Depois dos ‘Crash’ de Roswell e Magdalena, próximo de Alamogordo, Truman criou o grupo I-12 ou Majestic 12 com o fim de centralizar tudo o que tinha a ver com o estudo dos UFO.

Constatando que as investigações sobre as experiências nucleares continuavam, os extraterrestres procuraram outra ocasião. A 17 de Abril de 1948 às 10 da manhã nas proximidades de Alamogordo apresentaram-se quatro pequenos objectos voadores. Os conselheiros militares de Truman disseram que aquela seria uma boa ocasião para capturar um daqueles aparelhos e o presidente aprovou a ideia. Três deles foram capturados, outro desapareceu. Nas semanas seguintes houve outros contactos, um aparelho caiu e outro aterrou para logo recomeçar o voo.

Todos os ‘crash’ e as aterragens daqueles dias verificaram-se na fronteira dos estados de Novo México e Arizona, precisamente próximo de Alamogordo e Los Álamos, onde se estavam a testar as primeiras bombas atómicas. Todos estes detalhes saíram à luz alguns anos mais tarde devido às declarações das testemunhas directas que, chegadas ao fim da sua vida, não se sentiram já condicionados pelo juramento de silêncio nem pelas ameaças dos militares da CIA. Tais desconcertantes declarações foram proporcionadas pelo senhor Silos Newton, numa conferência realizada na Universidade de Denver no dia 8 de março de 1950, na presença de professores e de mais de 400 estudantes. Naturalmente, o seu valor e a sua sinceridade custaram-lhe a ruína e o descrédito, dado que o governo desmentiu as suas declarações afirmando que eram fruto de um desequilíbrio mental. Newton foi preso juntamente com o seu informante, que tinha tomado parte na iniciativa.

Seja como for estamos seguros que se chegou a um pacto entre as autoridades dos Estados Unidos e os Alienígenas no que diz respeito à proscrição do uso da bomba atómica, e que Truman teve outra ‘visita’ como a do rei Gustavo da Suécia; a rápida e inesperada destituição de Mac Arthur teve seguramente a ver com aquele pacto, dado que o famosos general tinha a intenção de lançar um engenho nuclear sobre a Coreia do Norte, assim como sobre a China.

Este era o panorama que Eisenhower encontrou quando subiu à presidência no ano de 1953. O segredo no que diz respeito às visitas de seres de outros mundos era tão absoluto que até o homem que tinha dirigido a campanha contra Hitler estava na mais completa ignorância. Ainda hoje conhecemos só uma parte do memorando que foi entregue ao general quando chegou à presidência. As partes seguintes são as mais importantes:

Assunto – Operação Majestic 12. Informação preliminar para o presidente eleito Eisenhower. Documento preparado a 18 de Novembro de 1952. Oficial informador – Almirante Roscoe H. Hillen Moetter.

Nota – este documento foi preparado somente com informação preliminar. Deve ser considerado como introdução de outro que será entregue de seguida.

Majestic 12 é uma operação de investigação e desenvolvimento da inteligência militar que dependerá unicamente do Presidente e prestará contas directamente a ele...

Seguem centenas de relatos sobre avistamentos similares... Várias agências militares, independentemente, tentaram de facto averiguar a origem e os propósitos destes objectos, atendendo à segurança nacional. Foram entrevistados testemunhas e ouve várias tentativas, falidas, de perseguição em voo por parte dos nossos aviões. A reacção popular em alguns casos foi de quase histerismo. Apesar das diferentes investigações, destes objectos soube-se pouco, até que um dia uma aldeão deu a notícia de que um deles se tinha precipitado numa região remota de Novo México: era 7 de Julho de 1947. Os restos do prato e os corpos de quatro humanóides foram capturados e o Dr. Bronk analisou os cadáveres. Muitos pensavam que os seres procediam de Marte, enquanto alguns cientistas, como o Dr. Menzel, opinavam que procediam de outro sistema solar.

No memorando apresentado ao General Eisenhower eram referidos os resultados das análises efectuadas ao prato e aos seres e a decisão do MI-12 de tomar medidas de segurança e de estudar uma história de cobertura para o caso de se ter filtrado alguma coisa.

Nenhum das alegações citadas no documento chegaram jamais a nós.

Durante a presidência, exactamente no dia 20 de Fevereiro de 1954, Eisenhower teve a ocasião de ver um UFO guardado próximo da base aérea de Murdoc (Califórnia). Nesta visita esteve acompanhado por Monsenhor Macintire, cardeal de Los Angeles. Segundo as informações de uma político de alto nível, Eisenhower teve a intenção de comunicar à nação toda a verdade tocante ao fenómeno UFO. Mas chegou o mês de Maio e não sucedeu nada.

Quando Kennedy chegou à presidência, a sua relação com os seres procedentes de outras partes do Cosmos (os denominados ‘Cinzentos’) foi de tal intensidade que parecia de ficção-científica, não obstante existem muitos factos que provam a sua veracidade.

Poucos dias depois da sua eleição, um tal William Brodie entregou-lhe um dossier que continha material inerente ao assunto UFO. O documento era fundamentalmente o mesmo que anos atrás tinha sido entregue a Truman e que procedia do rei da Suécia. O estranho do caso é que William Brodie, a 13 de Junho de 1956, foi raptado por inteligências alienígenas enquanto de encontrava em voo, a bordo de um DC-3 da Piedmart Airlines, em Fayette-Ville (Califórnia do Norte). Foi tirado do avião enquanto os outros 22 passageiros se encontravam em estado de choque. Levar-nos-ia demasiado espaço escrever em detalhe tudo o que hoje sabemos da relação dos Kennedy com os cinzentos. Tentaremos resumi-lo.

Quando Kennedy conheceu todo o assunto sentiu-se oprimido e reagiu de forma violenta contra a intromissão daqueles seres na vida dos humanos. Não quis aceitar a proibição da continuação das provas atómicas, sobretudo porque sabia que naquela altura os russos estavam avançando nas suas investigações sobre a energia nuclear. Os armamentos nucleares, de facto, cresceram desmesuradamente durante a presidência de Kennedy e pelo que parece os cinzentos não se limitaram a enviar documentos e advertências por escrito, mas manifestaram-se directamente.

Um episódio especial é o da invasão da Baía dos Porcos, em Cuba. Inexplicavelmente, depois de tudo ter sido planificado até ao último detalhe pelo Pentágono e pela CIA, Kennedy mudou de opinião. É interessantíssimo tudo o que acontece ‘nos bastidores’; resumi-lo-ei dizendo que foram duas situações que forçaram Kennedy a tomar uma decisão tão drástica: o rapto do seu irmão Robert pelos cinzentos e a inesperada visita pessoal de dois ‘pequenos seres’ que, iludindo todos os controles (coisa facilíssima para seres que podem fazer-se invisíveis quando o desejam), se apresentaram no Despacho Oval da Casa Branca e ameaçaram-no de matar o seu irmão se não se detivesse imediatamente a intervenção norte americana na Baía dos Porcos, pelo grave perigo de uma guerra atómica contra a URSS que isso provocaria.

Há numerosas testemunhas que afirmam que nos dias anteriores à invasão da Baía dos Porcos, o Presidente estava fora de si, nervoso e com péssimo aspecto, e seu irmão Robert foi dado por desaparecido devido à sua desaparição de casa durante três dias. Estas duas importantes informações foram conhecidas, naqueles dias, até pela imprensa, mas a confirmação chegou através de declarações feitas por Cristina Onassis em Buenos Aires.

A Onassis contou que um dia, enquanto de se encontrava a bordo de uma iate de seu pai, ouviu Jacqueline Kennedy, já casada com Aristóteles Onassis, dizer que um dia o Presidente Kennedy recebeu no seu estúdio a visita inesperada de dois seres repugnantes, semelhantes a anões, de cor amarelo intenso. Isto coincide perfeitamente com o que Ted Sorensen, uma das pessoas mais próximas ao Presidente, escreveu referindo-se ao mesmo dia: ‘... Ouvimos o Presidente vociferar no seu estúdio, apesar de ninguém estar com ele. Imediatamente o vimos sair transtornado, caminhava pesadamente, como se estivesse oprimido por um peso infinito; sem dizer palavra dirigiu-se a casa onde a sua mulher fez chamar imediatamente o médico da família.’. “Àqueles seres, continuou Jacqueline Onassis, não lhes interessava nada da política exterior dos Estados Unidos, mas temiam que se tivéssemos ajudado abertamente aos inimigos de Castro, isso levasse os russos a usar o seu arsenal para defendê-lo. No dia seguinte Robert desapareceu. Apresentou-se em casa de Kennedy, Dean Rusk dizendo que queria falar urgentemente com John. Reuniram-se em casa, mas não sei de que falaram, porque estiveram fechados nos despacho.”

O que é verdade é que no dia seguinte os diários deram a inexplicável notícia de que os Estados Unidos não interviriam em acções anticastristas. Este foi o começo do desastre do desembarque na Baía dos Porcos. Os biógrafos de Kennedy dizem que a partir destas datas o Presidente não foi já a pessoa jovial e optimista que tinha sido até esse momento. N. Clinch escreveu: “Dava a impressão de ter descoberto algo terrível”. Richard Goodwin, ajudante do Presidente, disse: “Há um temor estranho nos olhos de John. É como se ao assumir a presidência tivesse descoberto coisas fantásticas e terríveis.”

Como já dissemos, mesmo sabendo que o arsenal russo era inferior ao norte americano, Kennedy lançou-se numa desenfreada corrida no fabrico de armamentos nucleares, apesar de ter mostrado aos seus um claro desejo de reduzir o armamento próprio dado que era muito dispendioso para a economia. De facto assinaram com o mesmo kennedy, a 25 de Julho de 1963, um tratado para a não proliferação de armas nucleares. Segundo um biógrafo, Kennedy foi obrigado a assinar este tratado por William Brodie. Mas as provas continuam mesmo assim, desta vez foram subterrâneas. Em Setembro de 1963 Brodie voltou a visitar Kennedy na Casa Branca acompanhado por Robert. Chegou uma espécie de ultimato por parte dos seres que o tinham visitado dois anos antes no mesmo lugar. Era preciso suspender todo o fabrico de arma atómicas. Kennedy disse que pensaria nisso, mas na realidade não fez caso. Dois meses mais tarde morreu, sem que até hoje se tenham esclarecido as muitas circunstâncias estranhas do seu assassinato.

Na morte do seu irmão Robert, a acção destas mãos misteriosas e sinistras é muito mais evidente, mas levar-nos-ia para fora do tema deste artigo.

Depois de Kennedy, subiram à presidência Johnson, Nixon e Ford. De Nixon, ‘o mentiroso’, como era chamado nos círculos políticos desde há anos, sabemos que o seu homem de confiança, Haldeman, estava em estreito contacto com o MI-12. O seu sucessor, Ford, tinha prometido que se chegasse à Casa Branca fazia público todo o que dizia respeito aos UFO, mas quando chegou não manteve a sua promessa. Podemos imaginar que em parte foi para continuar a tradição dos políticos que consiste em não cumprir o que prometem.

Os membros do MI-12 demoraram várias semanas antes de pôr ao conhecimento do novo Presidente Jimmy Carter tudo o que concernia ao fenómeno UFO. Tal atraso foi devido à conhecida rectidão moral do Presidente e da sua promessa, durante a campanha eleitoral, de revelar tudo o que as agências governamentais conheciam a respeito dos UFO. O temor era devido ao facto de que Carter podia revelar o segredo até então tão zelosamente guardado.

O Presidente fez tão desusada promessa depois de um avistamento. De facto, no mês de Outubro de 1969, na companhia de outros membros do Lions Club de Leary (Geórgia), fora espectador durante cerca de 15 minutos das evoluções de uma UFO do tamanho da Lua.

Quando chegou à presidência pediu imediatamente informações detalhadas sobre tais objectos. Achou-se a falar com um grupo restrito dos mais altos cargos do Pentágono e da N.S.A. (Agência de Segurança Nacional) e da C.I.A. que lhe apresentaram os 16 tomos nos quais estava contido tudo o que até àquele momento se tinha averiguado em relação ao assunto.

Durante três horas fizeram-lhe uma síntese de tudo o que estava escrito neles, e mostraram-lhe as fotos e as películas dos UFO caídos e de vários tipos de alienígenas capturados ou vistos. Podemos conhecer todos estes detalhes devido a diversas fontes anónimas militares e, sobretudo, graças ao testemunho de Harvey Mc. Geroge. Tais documentos tiveram um forte impacto no ânimo do Presidente. Em alguns momentos escaparam até algumas lágrimas dos seus olhos e quando se acenderam as luzes todos foram testemunhas de como lhe tremiam as mãos. Obviamente esteve de acordo em que tudo isso não podia ser comunicado à gente.

Depois de Carter, foi eleito Ronald Reagan, um Cowboy com um cérebro de mosquito e uma incultura enciclopédica. Segundo fontes nossas, fascinava-o tudo o que concernia aos UFO e, contudo, soube manter o segredo como os seus predecessores...

O leitor pode agora dar-se conta de que o tema UFO é muito mais profundo do que o que se nos querem fazer crer e que o fenómeno é muito diferente dos avistamentos dos primeiros anos. Que acontecerá?



Opinião da Redacção
Depois de ter-se encontrado com os extraterrestres, Kennady decidiu fazer mudanças decisivas na sua política. Queria, de facto, retirar as tropas do Vietname, reduzir os gastos militares, subsidiar as missões espaciais. Durante uma conferência na ONU ele mesmo declarou: ‘salvemos o mundo da fome, da guerra e da destruição’.

Nos seus projectos estava também a abolição do racismo e a luta contra a mesma máfia que o ajudara a vencer as eleições. Era sua intenção, por conseguinte, levar a cabo uma política a favor da vida e foi assassinado porque desta maneira transtornaria a ordem política mundial.

A nossa opinião é que os alienígenas não são a causa da sua morte, pelo contrário, são os que determinaram a mudança positiva das suas ideias políticas.



Salvador Freixedo
Fez parte da ordem dos Jesuítas durante trinta anos. Ensinou em Cuba, no Colégio de Belém trabalhou activamente com os jovens obreiros católicos e no ano 1957 escreveu o seu primeiro livro ‘40 casos de injusticia social’ (40 casos de injustiça social). A sua publicação abalou as altas esferas do poder, mas justamente por isso foi convidado pelo ditador Baptista a abandonar a ilha. Em 1968 enquanto se encontrava em Puerto Rico escreveu: ‘Mi Iglesia duerme’ (A Minha Igreja Dorme), neste livro falou dos problemas actuais da Igreja e denunciou o mísero espírito evangélico de alguns dos seus dirigentes assim como a irracionalidade de alguns dos seus dogmas. Por estes motivos foi convidado pelos seus superiores a abandonar a ordem.

No ano de 1970 é divulgado na Venezuela o seu livro: ‘Amor, sexo, noviazgo, matrimonio, hijos: cinco realidades en evolución’ (Amor, sexo, noivado, matrimónio, filhos: cinco realidades em evolução). Devido a algumas influências episcopais, o partido social-cristão no poder (na realidade, nem cristão nem social) fez-lho prender. A partir desse momento dedicou-se a estudar a fenomenologia paranormal que considera como uma janela aberta para outras realidades e outras dimensões da existência.

Mais de 20 publicações são o fruto das suas numerosas viagens, das suas investigações e das suas reflexões profundas. Nos livros ‘Videntes’, ‘Visionários’, ‘Vividores’, o autor apresenta-nos uma visão do mundo diferente da que nos é apresentada normalmente pelos jornais e revistas.



Extraído da revista italiana ‘UFO, LA VISITA EXTRATERRESTRE’, de Julho de 1999.

sábado, 22 de agosto de 2009

PILOTO DA FAB AVISTOU PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA










 

PILOTO DA FAB AVISTOU PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA

Vejam o depoimento do Coronel Holanda da FAB Durante essa época, o senhor tomou conhecimento de algum tipo de descoberta relacionada à Arqueologia ou alguma observação, feita por militares na Amazônia, ligada a esse tipo de programa?

Hollanda — Sim, alguns colegas tiveram experiências do gênero, principalmente um amigo meu, que relatou que estava sobrevoando a selva e ficou surpreso ao ver uma formação piramidal coberta pela vegetação, no meio do nada. Parece que ali tinha existido algum núcleo de uma civilização muito antiga e que fora abandonada, tendo a selva tomado conta de tudo. Mas havia uma formação piramidal nítida, com ângulos perfeitos no Amazonas. Só não posso precisar exatamente onde. Mas, se não me engano, foi na região do Rio Jaguari. Isso me foi relatado pelo coronel Valério. Entrevista histórica com o Coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima.

A Operação Prato consistiu-se na maior investigação ufológica já realizada por órgãos governamentais no Brasil. Durante quase quatro meses a Força Aérea Brasileira (FAB) através do I Comar, A operação foi comandada pelo então capitão (depois reformado coronel) Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima que conseguiu juntamente com sua equipe fotografar e filmar atividades alienígenas em regiões distintas da selva paraense. Grande parte das ocorrências se deu em locais bastante próximos às comunidades ribeirinhas. Hollanda colheu mais de centena de relatos de pescadores, caboclos, mulheres e crianças dando conta das estranhas ocorrências que, por sinal, até hoje se mostram inexplicáveis e ainda assim, oficialmente ignoradas pelas nossas autoridades. Não menos misteriosa e chocante foi a morte de Uyrangê Hollanda, que tornou-se motivo de acirradas discussões entre pesquisadores e simpatizantes do assunto. Em 02 de outubro de 1997 Uyrangê Hollanda teria se enforcado no quarto de sua casa, situada num condomínio em Iguaba, pequena cidade do litoral carioca. No momento do suicídio, estavam em casa a sua filha e uma enteada.

O coronel que estava afastado da FAB há sete anos e que há menos de dois meses de sua morte havia concedido uma bombástica entrevista à Revista UFO.

o jornalista alemão Karl Brugger na sua busca à cidade perdida dos "deuses", Akhakor, nos confins da Selva Amazônica Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do Rio de Janeiro por um misterioso e sutil "assaltante" que nada roubou e ainda se utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os "antigos deuses deixaram um objeto que começava a cantar" - evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2 mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara se disse a Brugger filho de um soldado alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um "índio" bastante estranho e surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas indígenas e fluentemente o... ALEMÃO! Não há dúvida que Tatunka conhece muito bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições, algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente, folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder, intitulado JACQUES COSTEAU'S AMAZON JOURNEY, eis que o encontramos, ainda uma vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e sua equipe. DESCONHECIDO
Por baixo desse manto verde e rugoso, porém, pouco se sabe sobre a anatomia interna da região. A Cabeça do Cachorro fica no chamado "vazio cartográfico", uma área de 1,8 milhão de quilômetros quadrados de floresta que nunca foi devidamente mapeada, formando um "arco de desconhecimento" que se estende do extremo oeste do Acre até o extremo norte do Amapá.


Na prática, isso significa que 35% da Amazônia brasileira (uma área maior do que os sete Estados do Sul e do Sudeste) não possui informações básicas de cartografia, como altimetria de relevo, profundidade de rios e variações de cobertura vegetal - cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e pesquisa da região.


LEIAM A MATÉRIA COMPLETA E VEJAM AS FOTOS DA PIRÂMIDES NO BLOG


http://rodrigoenok.blogspot.com/2008/02/as-pirmides-da-amazniapyramids-in.html
LEIAM A ENTREVISTA DO CORONEL DA FAB


Coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) rompe silêncio sobre UFOs


Um militar da reserva da FAB dá depoimento exclusivo à Revista UFO sobre pesquisas ufológicas na Amazônia. Este texto foi publicado em duas partes nas edições 54 e 55 da revista, e aqui é reapresentado na íntegra

A. J. Gevaerd, editor e coordenador

Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima . Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, hoje coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), 57 anos, foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.

http://www.ufo.com.br/entrevistaHollandaIntro.php


O VATICANO ESCONDE OS REGISTROS DA AMAZÔNIA


A luta de fronteira da província de Madre de Dios acalmou aos poucos durante os anos de 1970 e 1971. As tribos índias selvagens fugiram para as quase inacessíveis florestas perto da nascente do rio Yaku. Aparentemente, Tatunca Nara desaparecera. O Peru fechou a fronteira com o Brasil e iniciou a invasão sistemática da floresta virgem. De acordo com testemunhas oculares, os índios do Peru partilharam da sorte dos seus irmãos brasileiros: foram assassinados ou morreram de doenças características da civilização branca.


Em 1972, Tatunca Nara voltou à civilização branca, e na cidade brasileira de Rio Branco relacionou-se com o bispo católico Grotti. Juntos pediram alimentos para os índios do rio Yaku nas igrejas da capital do Acre. Desde que a província do Acre tinha sido considerada “livre de índios” nem ao bispo foi concedido qualquer auxílio do Estado. Três meses mais tarde, monsenhor Grotti morria na queda misteriosa de um avião.
Mas Tatunca Nara não desistiu. Com o auxílio dos doze oficiais cuja vida salvara, entrou em contato com serviço secreto brasileiro. Apelou também para o Serviço de Proteção aos Índios do Brasil (a atual FUNAI) e contou a N., secretário da Embaixada da Alemanha Ocidental em Brasília, a história dos dois mil soldados alemães que desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda estavam vivos em Akakor, a capital do seu povo. N. não acreditou na história e recusou o acesso de Tatunca Nara à embaixada. A FUNAI só concordou em cooperar depois de muitos pormenores da história de Tatunca Nara acerca das tribos índias da Amazônia serem confirmados, durante o Verão de 1972. O Serviço organizou então uma expedição para estabelecer contato com os misteriosos Ugha Mongulala e deu instruções a Tatunca Nara para fazer os preparativos necessários. No entanto, estes planos foram interrompidos devido à resistência das autoridades da província do Acre. Devido a instruções pessoais do governador Wanderlei Dantas, Tatunca Nara foi preso.




ANTIGOS CRUZAMENTOS

Tudo nos induz a crer que, ao tempo do descobrimento, havia aqui na América duas raças, uma –que é tronco – vermelha, cuja existência remonta como disse, a muitos mil anos; outra cruzada com raças brancas.
Um dos cruzamentos com o tronco branco deixou em si documento mais autêntico do que se assenta a história, e esse documento são milhares de raízes sânscritas que se encontram no Quíchua, segundo a comparação feita pelo Sr. Fidel Lopez, de Buenos Aires, em sua recente obra- RAÇAS ARIANAS NO PERU; idênticos vestígios se encontram em outras línguas, como o demonstra o Padre Brasseur de Bourbong em sua Gramática da Língua Quiché e seus dialetos.

“Lyell’s Prino. Of Geologi t.II PAG 479 Londres 1872” porem o estabelecimento da humanidade na America, apesar de ser um fato comparativamente recente, pode remontar até o período paleolítico da Europa Oriental

ESTE TEXTO FOI EXTRAIDO DO LIVRO “O SELVAGEM” do General Couto de Magalhães



TRIBOS BRANCAS DESCONHECIDAS NA AMAZÔNIA

Na área inteira da América do Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles. Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o chachapoyas consideraram como filho dos deuses.



GENERAL DENUNCIOU CONTRABANDO DE NIÓBIO DA AMAZÔNIA

Ao relatar o depoimento de um general brasileiro no Congresso Nacional, durante uma investigação a respeito de atividades clandestinas e legais perpetradas por norte-americanos, em território brasileiro: “...o general Riograndino Kruel afirmou, diante da comissão de inquérito do Congresso, que “o volume de contrabando de materiais que contém tório e urânio alcança a cifra astronômica de um milhão de toneladas”. Algum tempo antes, em setembro de 1966, Kruel, chefe da Polícia Federal, denunciara a “impertinente e sistemática interferência “de um cônsul dos Estados Unidos no processo aberto contra quatro cidadãos norte-americanos acusados de contrabando de minerais atômicos brasileiros. A seu juízo, se houvesse sido encontrado com eles quarenta toneladas de material radiativo era suficiente para condená-los Pouco depois, três dos contrabandistas fugiram misteriosamente do Brasil. O contrabando não era um fenômeno novo, embora tivesse intensificado muito.
leiam a matéria completa aqui LEIAM A MATÉRIA COMPLETA AQUI http://rodrigoenok.blogspot.com/2008/09/amaznia-galeano-previa-em-1976-tomada.html


BAIXEM O LIVRO


A Crônica de Akakor - Karl Brugger Num outro livro referi-me ter visto Num outro livro referi-me ter visto as tais estruturas subterrâneas com os meus próprios olhos, A Crônica de Akakor
www.scribd.com/.../A-Cronica-de-Akakor-Karl-Brugger -
800 KILOMETROS DE SUBTERRANEOS MAIAS


O Coronel Percy Fawcett desapareceu, segundo se acredita, lá pelas imediações da Serra do Roncador, Mato Grosso, onde até os dias atuais os chamados Discos Voadores têm um notável ponto de atividades. Essa serra, diga-se de passagem, tem este estranho nome pelo fato de as pedras "roncarem" - existem algumas tribos de índios dotados de pele branca e também portadores de feições não condizentes com os padrões tradicionais. Por outro lado, essas regiões malditas, e portanto tabus, onde precisamente se situam tais pirâmides e outros bizarros monumentos, já sabemos que os radares de penetração subterrânea descobriram uma vasta rede de profundos túneis e galerias que atingem cerca de 800 quilômetros de extensão! Por todo o planeta acham-se espalhados os enigmáticos vestígios de uma adiantada cultura que foi transmitida às perdidas civilizações, não se sabe exatamente por quem. hoje supostamente atribuídas aos Maias, Aztecas, Toltecas e muitas outras raças -. Contudo, tal hipótese carece de consistência, uma vez que os Maias simplesmente desapareceram da face da Terra, jamais tendo sido encontrados quaisquer vestígios da sua avançada cultura. Na verdade, e conforme já está sendo provado, TODO o Continente da América do Sul, como também a América Central, são percorridos por essas galerias numa extensão incalculável e assombrosa. Essa gigantesco trabalho, obviamente fruto de uma civilização muito mais antiga e desconhecida, necessitou sem dúvida alguma de uma tecnologia extraordinária e talvez ainda hoje não disponível! Relembremos que somente sob o complexo de Tikal - atribuído aos Maias e situado na Guatemala - são comprovadamente 800 quilômetros de uma fantástica rede subterrânea que por sinal atravessa o país de um extremo ao outro!


UMA ELITE DA SS NAZISTA ESTAVA NA AMAZÔNIA



De fato, pesquisando antigos arquivos da Alemanha nazista, Brugger descobriu documentos secretos e também um certo filme muito especial, no qual era revelado que em 1945 Hitler despachara um submarino equipado com aviões anfíbios e levando soldados de elite da SS, precisamente na direção do território brasileiro! E também mais tarde foi apurado que várias equipes nazistas remanescentes (não se sabe vindas de onde) lá chegaram após o final da guerra e até mesmo vários anos depois, em 1965! Na foto, vemos um "frame" daquele filme, mostrando o hasteamento de uma bandeira nazista em pleno coração da Floresta Amazônica! Aliás, aquele filme inclusive mostrava todas as fases da montagem de uma base nazista supersecreta naquela região!

FONTE: ENTREVISTA CORONEL HOLANDA TRECHO DA REVISTA UFO.    
Bibliografia:FONTE DE PESQUISA E BIBLIOGRAFIA:

- “História de España y de los pueblos hispanoamericanos hasta su independencia” - Manuel Rodriguez Codolá – M. Seguí Editor – Barcelona - Espanha;
- "Exploration Fawcett" - by Lt. P. H. Fawcett, arranged from his manuscripts, letters, logbooks, and records by Brian Fawcett - 1953 Hutchinson & Co. Publishers Ltd. - Londres - Inglaterra;- "Civilizações Perdidas - Procuradas há milhares de anos, elas seguem despertando muita curiosidade. Explore com a gente os vestígios deixados por seis cidades lendárias" - Fabiano Onça - Revista Mundo Estranho - mar/2008 - Editora Abril - São Paulo, SP - Brasil;
- "Mysteryes of Ancient South America - Harold T. Wilkins - Adventures Unlimited Press - Kempton, Illinois - EUA;
- "Cidades Perdidas e Antigos Mistérios da América do Sul" - David Hatcher Childress - Siciliano - São Paulo, SP - Brasil;
- "O Segredo dos Incas" - Siegfried Huber - 1961 Editora Itatiaia - Belo Horizonte, MG - Brasil;
- "Die Chronik von Akakor" - Karl Brugger - 1976 ECON Verlag, Dusseldorf - Alemanha;
- "O Enigma da Floresta - Numa imensa planície amazônica, no alto Rio Negro, três morros em form de pirâmide - que o exame das fotos indica serem um capricho geológico" - Revista Veja de 01-08-1979 - Acervo da Fundação Biblioteca Nacional - Brasil;
- "Jacques Costeau´s Amazon Journey" Jacques-Yves Costeau e Mose Richards - Harry N. Abrams, Inc. - New York - EUA;
- "COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO DESTINADA A `INVESTIGAR O TRÁFICO ILEGAL DE ANIMAIS E PLANTAS SILVESTRES DA FAUNA E DA FLORA BRASILEIRAS´ – CPITRAFI - RELATÓRIO" - Relator: Deputado Sarney Filho - Brasília, DF - Brasil;
- "Ministério Público promove audiência contra biopirataria" 24-11-1999 SITE MIDIANEWS acessado em set/2008 ( http://www.midianews.com.br/conteudo_imprime.php?sid=3&cid=2165 );
- "Peixes ornamentais garantem a economia de Barcelos-AM" - Site AMAZÔNIA: INTERESSES E CONFLITOS acessado em set/2008 ( http://www.comciencia.br/reportagens/amazonia/amaz21.htm );
- "Up the Rio Negro" - Site PACIFIC ISLAND TRAVEL Acessado em set/2008( www.pacificislandtravel.com/south_america/brazil/about_destin/uptherionegro.html );
- "Povos indígenas do Baixo Rio Negro reivindicam direitos em Assembléia da Asiba" -14/11/2001 - Site da ONG SOCIOAMBIENTAL acessado em set/2008 ( https://www.socioambiental.org/nsa/nsa/detalhe?id=95 );
- "Estabelecido novo recorde sul-americano de profundidade em cavernas" - Marcelo Augusto Rasteiro - Revista Ciência Hoje - 23-01-2007 - Brasil;
- Entrevista com João Bosco Valente, procurador do Estado do Amazonas em nov/2007;
- Entrevista com um morador anônimo de Barcelos/AM em dez/2007;
- Entrevista com Tatunca Nara em dez/2007;
- Entrevista com Osman Brasil, indigenista da FUNAI de Rondônia em fev/2008;
- Entrevista com o geólogo Carlos Giovanini em mar/2008;
- "Na Amazônia a polícia investiga o caso de Tatunca Nara, um homem de origem desconhecida, acusado de assassinato" - Reportagem do Fantástico de 07-10-1990 - Reprodução do pré-projeto do trabalho de conclusão de curso de jornalismo de B. M. Farias na Faculdade Estácio de Sá/SC;
- Documentário de Wolfgang Brog "The Secret of Tatunca Nara" - ONG Amazon Verde -Manaus/AM;
- "Fortifications related to the Inca Expansion" - Martti Pärssinen, Ari Siiriäinen and Antti Korpisaari - 2007 Instituto Íbero-Americano de Finlândia;
- "O Acre e o Império Inca" - Matéria publicada no Jornal Página 20, em 27/09/2006 Por: Alceu Ranzi;- "Geoglifos da Amazônia - Perspectiva Aérea" - Alceu Ranzi e Rodrigo Aguiar - 2004 Faculdades Energia - Florianópolis, SC - Brasil;- "Huaca del Dragón" The Delange Home Page acessada em abr/2008 ( http://www.delange.org/ ) - Reprodução do pré-projeto do trabalho de conclusão de curso de jornalismo de B. M. Farias na Faculdade Estácio de Sá/SC;
- "Equipe Zigurats Brasil - Segunda Expedição" - Site PORTAL PEGASUS acessado em set/2008 ( http://www.pegasus.portal.nom.br/noticias.htm );
- "Akakor descobre galerias na pirâmide de Akapana, na Bolívia" - Informativo da Sociedade Brasileira de Espeleologia SBE NOTÍCIAS, número 98 - set/2008.
- Brugger, Karl La cronaca di Akakor – mito e saga di un antico popolo dell’Amazzonia – Edizioni Mediterranee, 1996

http://www.croponline.org/agharti.htm



http://www.scribd.com/doc/7076610/A-Cronica-de-Akakor-Karl-

terça-feira, 18 de agosto de 2009

PILOTO DA FAB AVISTOU PIRÂMIDES NA AMAZÔNIA


















Vejam o depoimento do Coronel Holanda da FAB Durante essa época, o senhor tomou conhecimento de algum tipo de descoberta relacionada à Arqueologia ou alguma observação, feita por militares na Amazônia, ligada a esse tipo de programa?
Hollanda — Sim, alguns colegas tiveram experiências do gênero, principalmente um amigo meu, que relatou que estava sobrevoando a selva e ficou surpreso ao ver uma formação piramidal coberta pela vegetação, no meio do nada. Parece que ali tinha existido algum núcleo de uma civilização muito antiga e que fora abandonada, tendo a selva tomado conta de tudo. Mas havia uma formação piramidal nítida, com ângulos perfeitos no Amazonas. Só não posso precisar exatamente onde. Mas, se não me engano, foi na região do Rio Jaguari. Isso me foi relatado pelo coronel Valério. Entrevista histórica com o Coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima.
A Operação Prato consistiu-se na maior investigação ufológica já realizada por órgãos governamentais no Brasil. Durante quase quatro meses a Força Aérea Brasileira (FAB) através do I Comar, A operação foi comandada pelo então capitão (depois reformado coronel) Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima que conseguiu juntamente com sua equipe fotografar e filmar atividades alienígenas em regiões distintas da selva paraense. Grande parte das ocorrências se deu em locais bastante próximos às comunidades ribeirinhas. Hollanda colheu mais de centena de relatos de pescadores, caboclos, mulheres e crianças dando conta das estranhas ocorrências que, por sinal, até hoje se mostram inexplicáveis e ainda assim, oficialmente ignoradas pelas nossas autoridades. Não menos misteriosa e chocante foi a morte de Uyrangê Hollanda, que tornou-se motivo de acirradas discussões entre pesquisadores e simpatizantes do assunto. Em 02 de outubro de 1997 Uyrangê Hollanda teria se enforcado no quarto de sua casa, situada num condomínio em Iguaba, pequena cidade do litoral carioca. No momento do suicídio, estavam em casa a sua filha e uma enteada.
O coronel que estava afastado da FAB há sete anos e que há menos de dois meses de sua morte havia concedido uma bombástica entrevista à Revista UFO.
o jornalista alemão Karl Brugger na sua busca à cidade perdida dos "deuses", Akhakor, nos confins da Selva Amazônica Brasileira. Como sabemos Brugger foi misteriosamente assassinado na Cidade do Rio de Janeiro por um misterioso e sutil "assaltante" que nada roubou e ainda se utilizou de uma rajada de Pistol-Uzi, calibre 9mm (curiosamente uma arma de fabricação israelense) quando justamente preparava aquela que seria a última expedição, a qual finalmente iria penetrar na tal misteriosa cidade. E como também sabemos, durante o período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Adolf Hitler, o ditador nazista do Terceiro Reich, enviou expedições cientificas e militares à nossa Amazônia justamente de modo a tentar encontrar as tais cidades dos deuses (AKAHIM, AKHANIS e AKHAKOR) nas quais os "antigos deuses deixaram um objeto que começava a cantar" - evidentemente artefatos alienígenas! Cerca de 2 mil alemães vieram nessas expedições secretas ao Brasil e nenhum deles jamais retornou. Contudo, na época, Tatunka Nara se disse a Brugger filho de um soldado alemão com mãe índia. Como de fato, trata-se de um "índio" bastante estranho e surreal já que fala muito bem o Português, como também quase todos os idiomas indígenas e fluentemente o... ALEMÃO! Não há dúvida que Tatunka conhece muito bem as selvas da Amazônia, tanto que tem servido de guia a várias expedições, algumas das quais, segundo denúncias, nunca mais retornaram. Curiosamente, folheando um antigo e volumoso livro fartamente ilustrado em nosso poder, intitulado JACQUES COSTEAU'S AMAZON JOURNEY, eis que o encontramos, ainda uma vez, como tendo também servido de guia ao notável e saudoso explorador francês e sua equipe. DESCONHECIDO Por baixo desse manto verde e rugoso, porém, pouco se sabe sobre a anatomia interna da região. A Cabeça do Cachorro fica no chamado "vazio cartográfico", uma área de 1,8 milhão de quilômetros quadrados de floresta que nunca foi devidamente mapeada, formando um "arco de desconhecimento" que se estende do extremo oeste do Acre até o extremo norte do Amapá.
Na prática, isso significa que 35% da Amazônia brasileira (uma área maior do que os sete Estados do Sul e do Sudeste) não possui informações básicas de cartografia, como altimetria de relevo, profundidade de rios e variações de cobertura vegetal - cruciais para o planejamento de defesa, desenvolvimento e pesquisa da região.
LEIAM A ENTREVISTA DO CORONEL DA FAB
Coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) rompe silêncio sobre UFOs
Um militar da reserva da FAB dá depoimento exclusivo à Revista UFO sobre pesquisas ufológicas na Amazônia. Este texto foi publicado em duas partes nas edições 54 e 55 da revista, e aqui é reapresentado na íntegra
A. J. Gevaerd, editor e coordenador
Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima . Este é o nome do primeiro oficial de nossas forças armadas a vir a público falar sobre as atividades de pesquisas ufológicas desenvolvidas secretamente no Brasil. Com nome de guerra Hollanda, hoje coronel reformado da Força Aérea Brasileira (FAB), 57 anos, foi ele quem comandou a famosa e polêmica Operação Prato, realizada na Amazônia entre setembro e dezembro de 1977. Foi ele quem estruturou, organizou e colheu os espantosos resultados desse que foi o único projeto do gênero de que se têm notícias em nosso país.
http://www.ufo.com.br/entrevistaHollandaIntro.php

O VATICANO ESCONDE OS REGISTROS DA AMAZÔNIA
A luta de fronteira da província de Madre de Dios acalmou aos poucos durante os anos de 1970 e 1971. As tribos índias selvagens fugiram para as quase inacessíveis florestas perto da nascente do rio Yaku. Aparentemente, Tatunca Nara desaparecera. O Peru fechou a fronteira com o Brasil e iniciou a invasão sistemática da floresta virgem. De acordo com testemunhas oculares, os índios do Peru partilharam da sorte dos seus irmãos brasileiros: foram assassinados ou morreram de doenças características da civilização branca.
Em 1972, Tatunca Nara voltou à civilização branca, e na cidade brasileira de Rio Branco relacionou-se com o bispo católico Grotti. Juntos pediram alimentos para os índios do rio Yaku nas igrejas da capital do Acre. Desde que a província do Acre tinha sido considerada “livre de índios” nem ao bispo foi concedido qualquer auxílio do Estado. Três meses mais tarde, monsenhor Grotti morria na queda misteriosa de um avião.
Mas Tatunca Nara não desistiu. Com o auxílio dos doze oficiais cuja vida salvara, entrou em contato com serviço secreto brasileiro. Apelou também para o Serviço de Proteção aos Índios do Brasil (a atual FUNAI) e contou a N., secretário da Embaixada da Alemanha Ocidental em Brasília, a história dos dois mil soldados alemães que desembarcaram no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e que ainda estavam vivos em Akakor, a capital do seu povo. N. não acreditou na história e recusou o acesso de Tatunca Nara à embaixada. A FUNAI só concordou em cooperar depois de muitos pormenores da história de Tatunca Nara acerca das tribos índias da Amazônia serem confirmados, durante o Verão de 1972. O Serviço organizou então uma expedição para estabelecer contato com os misteriosos Ugha Mongulala e deu instruções a Tatunca Nara para fazer os preparativos necessários. No entanto, estes planos foram interrompidos devido à resistência das autoridades da província do Acre. Devido a instruções pessoais do governador Wanderlei Dantas, Tatunca Nara foi preso.

TRIBOS BRANCAS DESCONHECIDAS NA AMAZÔNIA
Na área inteira da América do Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles. Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o chachapoyas consideraram como filho dos deuses.
800 KILOMETROS DE SUBTERRANEOS MAIAS
O Coronel Percy Fawcett desapareceu, segundo se acredita, lá pelas imediações da Serra do Roncador, Mato Grosso, onde até os dias atuais os chamados Discos Voadores têm um notável ponto de atividades. Essa serra, diga-se de passagem, tem este estranho nome pelo fato de as pedras "roncarem" - existem algumas tribos de índios dotados de pele branca e também portadores de feições não condizentes com os padrões tradicionais. Por outro lado, essas regiões malditas, e portanto tabus, onde precisamente se situam tais pirâmides e outros bizarros monumentos, já sabemos que os radares de penetração subterrânea descobriram uma vasta rede de profundos túneis e galerias que atingem cerca de 800 quilômetros de extensão! Por todo o planeta acham-se espalhados os enigmáticos vestígios de uma adiantada cultura que foi transmitida às perdidas civilizações, não se sabe exatamente por quem. hoje supostamente atribuídas aos Maias, Aztecas, Toltecas e muitas outras raças -. Contudo, tal hipótese carece de consistência, uma vez que os Maias simplesmente desapareceram da face da Terra, jamais tendo sido encontrados quaisquer vestígios da sua avançada cultura. Na verdade, e conforme já está sendo provado, TODO o Continente da América do Sul, como também a América Central, são percorridos por essas galerias numa extensão incalculável e assombrosa. Essa gigantesco trabalho, obviamente fruto de uma civilização muito mais antiga e desconhecida, necessitou sem dúvida alguma de uma tecnologia extraordinária e talvez ainda hoje não disponível! Relembremos que somente sob o complexo de Tikal - atribuído aos Maias e situado na Guatemala - são comprovadamente 800 quilômetros de uma fantástica rede subterrânea que por sinal atravessa o país de um extremo ao outro!

II GUERRA MUNDIAL - Após 64 anos, Alemanha absolve 10 mil soldados que traíram Hitler.




II GUERRA MUNDIAL - Após 64 anos, Alemanha absolve 10 mil soldados que traíram Hitler.

Em 1942, o soldado alemão Ludwig Baumann decidiu que não queria mais fazer parte do massacre que Adolf Hitler estava promovendo pela Europa. Decidiu desertar. Mas foi pego e acabou condenado por trair a Alemanha. Este mês, no entanto, ele e milhares de outros "traidores" serão finalmente absolvidos pelo crime de ter abandonado a luta.

A reportagem é de Jamil Chade e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 16-08-2009.

Nesta semana, o Bundestag - o Parlamento alemão - acabará com o que está sendo chamado de o último tabu da 2ª Guerra: a reabilitação dos soldados alemães que desertaram e foram julgados por traição. No total, 30 mil jovens alemães abandonaram os campos de guerra nos anos 40. Cerca de 20 mil deles foram fuzilados por ordens da Justiça Militar nazista, que os acusaram de favorecer as tropas aliadas ou de servir como informantes.

Baumann, hoje com 87 anos, faz parte dos 10 mil soldados que, quase por milagre, escaparam da morte, seja nas trincheiras ou fuzilados após serem condenados. "Eu não queria matar ninguém. Nunca tive qualquer simpatia pelo que estávamos fazendo", afirmou Baumann, em entrevista por telefone ao Estado, de sua casa em Bremen, na Alemanha.

Por mais de 60 anos, Baumann foi considerado uma espécie de pária na sociedade alemã. Agora, ele está se preparando para o grande dia de sua "absolvição simbólica".

O debate sobre os desertores foi um tema sensível na Alemanha por décadas. Setores ligados ao Exército temiam que uma reabilitação desses soldados transmitisse um recado errado para a tropa atual, além de acabar qualificando como criminosos os juízes que decretaram a pena contra Baumann e outros 30 mil homens. "Esse é o último grande tabu da guerra", disse Baumann, que hoje lidera a associação de vítimas dos tribunais militares nazistas.

ENTRAVES

O primeiro passo para anular as sentenças nos tribunais militares na Alemanha foi dado em 1998, com a absolvição de qualquer pessoa condenada por razões políticas, militares, racistas, religiosas e ideológicas. Mas os desertores e traidores não foram contemplados.

Em 2002, uma lei reabilitou os desertores que não haviam sido julgados. Mas todos aqueles que foram condenados por "traição de guerra" continuaram sendo criminosos do ponto de vista jurídico. Na prática, contudo, a nova lei não tinha efeito, já que praticamente todos os desertores foram qualificados como traidores pelos tribunais militares nos anos 40.

Há três anos, a ministra da Justiça alemã, Brigitte Zypries, tentou dar uma explicação sobre o motivo pelo qual esses alemães não poderiam ser "perdoados": os soldados que traíram não poderiam ser absolvidos porque prejudicaram outros soldados alemães.

Foi apenas neste ano que o projeto de lei avançou. Até junho, parte do partido União Democrática Cristã (CDU), da chanceler Angela Merkel, ainda se opunha à reabilitação dos traidores. Mas, isolado e diante da pressão da opinião pública, o partido cedeu e aprovou a lei.

O principal argumento dos historiadores que defendem a absolvição dos desertores é o de que muitas das condenações por traição e milhares de fuzilamentos ocorreram de forma indiscriminada. "Hoje, estamos restaurando parte da dignidade dessas pessoas. Muitos já morreram, mas suas famílias podem tirar um peso das costas", disse Baumann.

ORQUESTRA VERMELHA

O maior temor do Exército era a Rote Kapelle (Orquestra Vermelha), nome dado pela Gestapo a um grupo de espionagem soviético que agia na Europa ocupada pelos nazistas e na Suíça durante a 2ª Guerra. A organização começou a ganhar adeptos, dentro e fora do Exército, em um movimento de oposição a Hitler. No fim de 1943, 150 membros do grupo foram mortos por defender o fim imediato do conflito.

Baumann admite que muitos dos desertores de fato passaram informações fundamentais para os americanos e para o Kremlin. "Não porque queríamos a morte de nossos companheiros. Só queríamos que a Alemanha se desse conta de que era preciso acabar com o massacre", disse o alemão.

Ao explicar o por quê de ter abandonado o Exército, Baumann diz que fugiu simplesmente para não morrer. "Nunca concordei com o que ocorria no campo de batalha. Eu me perguntava todos os dias sobre qual seria o destino das famílias dos lugares que nós ocupávamos", afirmou.

Sua fuga ocorreu em Bordeaux, cidade no sul da França, que era ocupada pelos nazistas em 1942. Baumann e seus companheiros mais próximos no quartel conversaram e decidiram que era hora de desertar.

A ideia era bastante ambiciosa: eles fugiriam para a parte da França que não estava ocupada e, de lá, para o Norte da África. O passo seguinte seria chegar aos EUA. Baumann conta que teve a ajuda da Resistência Francesa, mas que antes de chegar à França não ocupada foram capturados pelos nazistas.

"Fomos torturados e levados a julgamento. Em 40 minutos, a corte militar decretou a sentença de morte", disse. O alemão só não foi executado imediatamente porque seu pai tinha contatos no governo.

O ex-militar foi, então, levado para um presídio, onde permaneceu até 1944. Sua saga, no entanto, não terminou aí. Como não sabia que seu fuzilamento havia sido adiado, tentou fugir novamente. A ideia era promover um motim geral, com soldados espanhóis comunistas que haviam sido capturados e estavam na mesma prisão. Mas o plano fracassou.

Todos os espanhóis foram mortos. Baumann, mais uma vez, sobreviveu. A punição que ele recebeu pela tentativa de fuga foi ser enviado para combater no front soviético. A missão era considerada uma sentença de morte. Sua única escolha foi se ferir de forma tão grave que o Exército alemão não teria nenhuma outra alternativa a não ser enviá-lo de volta para casa, à espera do dia de sua execução. Mas a guerra terminou antes e ele sobreviveu novamente.

"Muitos amigos meus e vários companheiros de combate morreram com o estigma de ter traído a nação alemã. Mas a Alemanha está admitindo seus erros e permitindo que mais um tabu da pior parte de nossa história seja quebrado", concluiu Baumann.
Fonte IHU

COMENTÁRIO DO DONO DESTE BLOG RODRIGO VERONEZI GARCIA


Respondendo ao amigo que postou que desertores devem ser fuzilados, eu não postei o seu comentário aqui porque acho um absurdo se falando na Alemanha nazista, eles não serviam a um Governo, serviam a um assassino chamado Hitler, soldados não são assassinos eles defendem a independência de seu povo, tenho muito orgulho destes nobres soldados que traíram a Hitler e salvaram a humanidade de uma desgraça.

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