Revista & Escolas de Mistérios é um portal de pesquisa dedicado à história, arqueologia, mitologia, religiões comparadas, civilizações antigas e mistérios da humanidade. Reúne análises, artigos, investigações e fontes acadêmicas e não acadêmicas sobre as tradições Suméria, Acádia, Babilônia, Assíria, Egípcia, Hebraica, Grega, Nórdica, Romana, Celta, Druida,Védica, Tibetana, Olmeca, Asteca, Inca, estudos sobre Ufologia, Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria, Física Quântica, Neurociência.
A impressionante foto obtida pelo satélite ESSA-7 mostrando a misteriosa abertura no Pólo Norte.
A RAINHA MAUD
A Terra Oca, ridicularizada como sempre pelos pretensos sábios, teve uma espantosa reviravolta quando em 1970 o satélite ESSA-7 – lançado pela Administração de Serviço de Ciência do Meio Ambiente do Departamento de Comércio dos EUA -obteve uma espantosa fotografia, numa raríssima ocasião em que o Pólo Norte estava sem a sua densa e impenetrável cobertura de nuvens: nela se vê, nitidamente, uma enorme abertura exatamente na região central-superior da esfera em que habitamos há tanto tempo e, no entanto, ainda nos é totalmente estranha e desconhecida! Podemos, de fato, pensar (e não duvidemos disso!) que até mesmo as calotas polares sejam um excelente disfarce para tais entradas onde os OVNI teriam as suas bases secretas. Possivelmente, em tempos muito recuados, alguma raça desconhecida teria feito um excelente trabalho de engenharia, colocando, por exemplo, por sob a espessa camada de gelo dos Pólos uma fantástica espécie de entradas móveis, as quais periodicamente se abririam quando delas necessitassem. E, em complemento, reunindo assim o útil ao agradável, que melhor tipo de camuflagem natural do que as eternas nuvens que os cobrem? A impressionante foto obtida pelo satélite ESSA-7 mostrando a misteriosa abertura no Pólo Norte. -Nesse particular, seria importante lembrar que em fevereiro de 1947 uma missão militar norte-americana denominada High Jump, sofreu pesadas baixas em
aviões e soldados, devido a uma “força misteriosa” que literalmente os impediu de se estabelecerem, ou talvez bisbilhotarem, por aquelas bandas, dessa feita no Pólo Sul.
O próprio almirante Byrd, naquele mesmo ano, declarou a um jornal de Chicago que “resulta em uma verdade muito amarga admitir, mas em caso de um novo conflito bélico, podemos ser agredidos por aeronaves que têm a capacidade de voar vertiginosamente de um Pólo ao outro. Precisamos tomar medidas urgentes e adequadas para interceptar tais aeronaves inimigas, provenientes das regiões polares. Especialmente interessa e necessitamos cercar a Antártida com uma zona de defesa e segurança”. A coisa se torna mais reveladora quando se sabe que, bem antes disso, precisamente em 1938, os nazistas descobriram na Antártida, em uma local para além da posição geográfica conhecida como Terras da Rainha Maud, uma região sem céu, com lagos e dotada de um acesso cujo diâmetro era de 30 milhas (cerca de 48,5 quilômetros!). Várias equipes militares e científicas do Terceiro Reich foram para lá enviadas, destinadas a se estabelecerem, ou manterem contato com aquelas entidades, obviamente alienígenas, que lá estivessem estabelecidas – bem naquelas “promissoras” terras as quais denominaram de NEU-SCHWABENLAND.
O certo é que os nazistas estiveram sofregamente à busca do auxílio alienígena no Brasil, Tibet e finalmente no Pólo, onde parecem ter obtido algum êxito. Talvez bastante êxito! Sabe-se que estavam, inclusive, desenvolvendo um “pires voador”(baseado na tecnologia dos OVNI), como também a bomba nuclear, os caças supersônicos, os mísseis (que chegaram a utilizar nas bombas V-1 e V-2), foguetes para viagens espaciais e outras demonstrações de uma ciência tecnológica que não era da sua época e do seu tempo e que, sem dúvida alguma, foi fornecida pelos tais “superiores desconhecidos”, obviamente os pervertidos e não os verdadeiros, que tanto reverenciavam.
Suspeitas muito fortes dão conta de que talvez ainda hoje os remanescentes do Terceiro Reich, controlados por um grupo de elite da SS mantidos ainda vivos através de avançadas técnicas científicas alienígenas e cuja denominação seria ULTRA, estariam em atividade precisamente no Pólo Sul, conjuntamente com os alienígenas do tipo grays, ou cinzas, e, diz-se, com a conivência do aparato de encobrimento norte-americano, todos associados a um certo tratado de cooperação Terra-Aliens, que somente atenderia aos seus escusos interesses e que decididamente não é nada benéfico para os habitantes deste pequeno planeta.
Um verdadeiro, e além de tudo espúrio, domínio temporal do nosso mundo!
A capital da Hiperbórea, segundo as tradições, era Thule. Que, entre os antigos, representava o extremo limite setentrional do mundo conhecido, de onde veio o seu nome de Ultima Thule.
A capital dos Hiperbóreos ocupava por conseguinte uma situação chave que sugeriu uma interessante tese a Guy Tarade, presidente do CEREYC de Nice.
Segundo Guy Tarade os pólos eram as “Portas do Cosmos” isto é, as duas chaminés de evasão do nosso globo onde inflectem as cinturas de Van Allen, cujas camadas radioativas são temidas pelos cosmonautas.
De resto, o mesmo dizia o patriarca Enoch, que antes do dilúvio, visitava o país dos primeiros pais iniciadores vindos do céu, portanto cosmonautas.
Essas chaminés na cintura de Van Allen seriam, segundo Guy Tarad, o caminho de chegada e de partida dos iniciadores antigos. Que se essas cinturas de partículas já não nos protegessem, a Terra seria submetida a um bombardeamento cósmico gerador de transmutações perigosas.
Felizmente elas estão lá, bem colocadas no seu lugar pelo campo magnético terrestre.
Ora, um grito de alarme foi lançado no Congresso Oceânico de Moscou, em Maio de 1966, pelos físicos americanos Heezen e Bruce. Estes sábios tinham verificado pelo estudo das “bússolas fósseis” do fundo dos mares que outrora se produzia uma inversão total dos pólos e que o magnetismo atual estava em vias de degradação. Segundo os seus cálculos, dentro de dois mil anos ele não existiria mais, e longas séries de cataclismos poriam em perigo a evolução normal das espécies do nosso globo.
Pode-se imaginar que foi por uma razão análoga que uma humanidade extraterrestre foi outrora forçada a emigrar e que, temendo uma repetição do fenômeno, tenha escolhido o pólo norte da Terra para aí se instalar.
Acresce que, se esses viajantes do espaço – que chamamos Hiperbóreos – eram detentores de uma ciência superior á nossa, o que é provável, eles recebiam dessa posição chave a possibilidade de (captar) no sistema nervoso do globo – as correntes telúricas - uma energia capaz, em certa medida, de condicionar o comportamento humano.
É exatamente o que, nos nossos dias, se passa com a televisão, que modela, conforme o arquétipo de cada nação, o comportamento psicológico dos telespectadores.
A situação geográfica dos Hiperbóreos permitia-lhes, nesse aspecto, serem verdadeiramente os Senhores do Mundo.
Pensa-se que uma guerra atômica, relatada pelos Maias e os Hindus, os fez enfrentar os civilizadores orientais da Terra de Mu, residindo a origem do conflito, sem dúvida, no pólo norte.
É perturbador verificar-se que ainda nos nossos dias, duas grandes potências atômicas, uma situada parcialmente sobre a antiga Atlântida, e a outra englobando territórios da antiga Terra de Mu, disputam a posse do Pólo Norte, cuja capital, no nosso século XX, ostenta milagrosamente o nome de Thule!
Também a Terra possui os seus cromossomas – memórias, e o que foi é idêntico ao que há - de ser.
FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969
O Logos, ou o Divino Verbo, estará sempre em processo de sublime criação. Sua Magna Obra veio a ser concebida no silêncio de uma “noite”, quando novamente acordou para mais um “dia”, dando assim origem à Luminosidade. Tanto o espírito quanto a matéria, que no Seio do Eterno sempre coexistirão de forma maravilhosa, não são absolutamente permanentes – somente passando a existir durante um determinado período de manifestação. Esse Verbo, a Causa Primeira de Todas as Coisas, que tudo contém sem no entanto por nada ser contido, torna-se assim imanente em todas as coisas, uma vez que o Universo visível nada mais é do que a imagem concreta de uma abstração ideal, plasmada segundo o modelo de uma Primeira Ideação Divina, pré-existente desde toda a insondável eternidade! Os verdadeiros Evangelhos, isto é, os considerados “apócrifos” e por isso mesmo ocultados às massas, são bem claros ao afirmar que “se Deus dormisse ou parasse de sonhar o Universo desapareceria instantaneamente” Os antigos místicos ensinavam que toda a criação não passa de uma visualização de Deus e que no princípio era apenas a Mente, que através de um mistério profundo residia em Si Mesma. E nos seus sonhos indescritíveis e sublimes visualizava miríades de mundos – habitados pelas mais exóticas e fascinantes criaturas! Então, em um dado momento, estabeleceu a primeira e a mais elevada das suas Leis: Todo o Amor Sozinho Jamais Passará de Uma simples Metade! E o Amor, naquela que foi a sua expressão mais pura, necessitando portanto da sua contraparte, apoderou-se daqueles sonhos sublimes, saturando-os de uma intensa Luz! Aí estava o Ponto-Zero do nosso fantástico Universo, pois aquela Força Mental Sublime tornando-se maravilhosamente o Pai e também a Mãe, saturada daquele imenso e luminoso Amor, sentiu necessidade imperiosa de CRIAR. Então, Ela se fragmentou, expandindo-se, através de um movimento contínuo e progressivo que perdura até os dias atuais, dando forma sensível a todos os Universos que com o nosso coexistem e, também, a todas as criaturas originárias dos seus sonhos, as quais promovem as suas existências em múltiplas e variadas dimensões. Todo o Universo é Mental e a matemática dos homens jamais será idêntica à do Absoluto. Leis maravilhosas e inflexíveis ordenam toda a Criação, do contrário seria o caos! Nada, por mais poderoso que seja, ou venha a se tornar, poderá contrariar uma Ordem e uma Legislação Justa e Perfeitamente estabelecidas.
O Universo, na medida em que o tentamos conhecer, passa por um ciclo de expansão – a partir da Célula-Original quando finalmente retornará à contração, de volta ao seu Ponto de Partida, ocasião em que o Absoluto meditará a respeito das experiências da sua Criação e de forma maravilhosa iniciará um outro processo – dando forma sensível a novos e muito promissores Universos. Glorioso então, é o papel de cada um de nós no Esquema Cósmico. Grande a missão do homem e também de todas as criaturas, ao fazerem parte integrante dos Sublimes Propósitos de Deus. Através de extensos ciclos, as almas, todas elas partículas desse mente Sublime e Inefável, deverão pois aprender através da própria experiência: Desde as formas mais brutas, até as mais refinadas e sutis, cumpre-se aí uma outra maravilhosa Lei: da centelha ao mineral; do mineral ao vegetal; do vegetal ao animal; do animal ao homem; do homem ao Anjo; do Anjo ao Arcanjo e finalmente do Arcanjo a Deus – retornando assim ao glorioso Ponto de Partida. Quê é então o “bem” e quê é verdadeiramente o “mal”, dentro de todo esse imenso contexto? Caberá somente ao livre arbítrio das criaturas mais adiantadas do processo evolutivo, estabelecer os parâmetros mediante os seus próprios critérios de entendimento. De mundos para mundos, das esferas brutas para as esferas mais refinadas e sutis, todas as almas verdadeiramente viajam nesse extenso ciclo, subordinadas à sempre inflexível Lei do Carma, refinando-se ou estacionando – de acordo com os seus próprios atos e merecimentos. Assim, podemos entender através de uma maneira muito mais lógica e racional, a existência de outras criaturas espalhadas pela vastidão incomensurável e radiante dessa Mente Maravilhosa dentro da qual vivemos e promovemos as nossas existências – muito embora ainda não tenhamos inteiramente compreendido e alcançado toda a Sua Magnitude e Extensão.
Miríades de mundos, não menos habitados do que o nosso, espalham-se certamente por este e quem sabe por muitos outros Universos, situados em inúmeras outras dimensões que não as física e material a que estamos habituados e condicionados a conhecer, interpenetrando-se de maneira fantástica –assim como hoje a própria ciência verdadeiramente de vanguarda tende a reconhecer!
E essa ciência, diante daquilo que classifica como “um imenso número de coincidências físicas altamente improváveis”, vem a cada dia que passa se curvando diante da enorme sabedoria do passado, ao constatar que existe de fato uma Suprema Inteligência, a qual, na falta de uma denominação talvez melhor e mais apropriada, chamamos DEUS. Cientistas sérios e renomados estão plenamente cientes de que o Universo não aconteceu por mero acaso e é até mesmo dirigido por aquilo que chamam de uma “observação participante”! Essa diretriz inteligente é regida por uma constante numérica, ou seja, números com a magnitude de 1 seguido por 40 zeros (equivalente a 10 elevado à trigésima nona potência!) e que está presente desde a minúscula partícula do átomo até a mais grandiosa galáxia. Isso que também classificam de Isotropia Inteligente, por outro lado, é prioritariamente dirigido no sentido específico de criar a VIDA, o que em outras palavras significa que essa mesma vida é uma constante em todos os rincões do espaço sideral! As diversas equações matemáticas igualmente provam a espantosa existência de uma Força Planejadora que movimenta e mantém todas as coisas, uma espécie de MENTE que permeia tudo! Foi, assim, constatado que uma movimentação de átomos gera uma radiação de 3 graus Kelvin, um tipo de corrente uniformemente ionizada que banha todo o Cosmo com restos arrefecidos de uma expansão (ou explosão inicial) extremamente quente, ocorrida há muitos bilhões de anos. Essa radiação, um tipo de energia extremamente rara, é responsável pela geração da vida quimicamente organizada onde quer que existam as condições favoráveis para seu desenvolvimento. E isso não é tudo: essa Diretriz Inteligente que permeia tudo, bifurcou o Universo criando também uma infinidade de MUNDOS PARALELOS e descontínuos, dotados igualmente da mais alta probabilidade de sustentação de vida! De espanto em espanto, os mais notáveis cientistas concordam com os Mestres do passado, que afirmavam ser Deus Essencialmente Matemático e portanto Absolutamente Justo. De fato, a mais pura de todas as matemáticas se manifesta em toda a Criação. Os estudos permitiram concluir que uma fantástica mecânica quântica, que decididamente não pode ter sido mero fruto do acaso, estabelece leis e diretrizes que atestam uma profunda conexão entre a Cosmologia e a Teoria atômica e todos esses números não se tratam de meras unidades arbitrárias, obras inegáveis, portanto, de uma Inteligência Fantástica e Absoluta, muito além da compreensão do homem! Sabe-se ainda que o Universo, atualmente em período de expansão progressiva, um dia qualquer chegará ao seu término, recolhendo-se – ou se retraindo -a um ponto único que é teoricamente denominado de Ômega. A partir daí será iniciado um novo ciclo de expansão.
Voltaire afirmou que não se pode conceber que o relógio exista e não exista o relojoeiro. Balzac, por sua vez já escrevera que Deus é um Número Dotado de Movimento que é sentido porém nunca demonstrado. E, bem antes de todos eles, os antigos jádiziam que a Divindade é o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim! Fred Hoile, o renomado astrônomo, chegou à espantosa conclusão que as galáxias seriam verdadeiras “zonas de consciência”, em outras palavras, seres pensantes e conscientes muito além da nossa limitada percepção.
Werner Von Braun, ex-cientista da Alemanha nazista e posteriormente especialistas em foguetes da NASA, declarou que “as leis naturais do Universo são tão precisas que não temos nenhuma dificuldade em construir naves espaciais para voar até a lua, e podemos cronometrar o vôo com a precisão duma fração de segundos. Estas leis devem ter sido estabelecidas por alguém” No que modernamente concorda o expoente da Física, Stephen Hawking, ao afirmar: “Quanto mais examinamos o Universo, tanto mais verificamos que não é de jeito nenhuma arbitrário, mas obedece a certas leis bem definidas que regulam diferentes áreas. Parece muito razoável supor que existam alguns princípios unificadores, de modo que todas as leis sejam parte de alguma lei maior.”
A própria natureza, aliás, nos demonstra a existência inegável de uma Força sublime que está por trás de tudo. Acredita-se que vida aqui na Terra tenha sido fecundada a partir de partículas cósmicas provenientes do espaço exterior que a teriam banhado nos seus primórdios, quando ainda era extremamente jovem. Os sábios acreditam que essas partículas ionizadas verdadeiramente viajam pelo espaço, fecundando com as sementes da vida aqueles corpos celestes mais propícios. Uma espécie de “benção ionizada” que foi originada desde a colossal explosão, ou expansão, inicial, a qual denominam Big-Bang!
A questão inicial, dúvida que sempre afligiu a criatura pensante desde os primórdios do tempo, finalmente já tem a sua resposta: Deus existe? As evidências demonstram, (e até mesmo a ciência outrora cética e materialista assim acredita) que seria negar a própria Vida, renegar a própria Luz que nos envolve e até mesmo abjurar os astros que cintilam no céu, aquele que através um clamoroso contra-senso pretender afirmar que não! Enfim, Deus, A Causa Primeira e Infinita de Todas as Coisas, porquanto Inefável, jamais poderá ser definido pelo homem, cuja mente é finita. Mas nada impede que uma ciência muito evoluída especule sobre a sua Sublime Natureza. E, assim sendo, talvez a maior, melhor e mais precisa especulação sobre isso tenha partido de um ser extraterrestre, benévolo e altamente espiritualizado, que manteve contato direto, físico, com o brasileiro Dino Kraspedon: “ Deus é uma Linha Isotrópica, Paralela a Si Mesma e Vibrando por Si Própria em ângulos retos. Ele é como um sistema axial, no qual o ponto de interseção das linhas está em todos os lugares ao mesmo tempo. Então Ele é muitos, porque as dimensões estão contidas Nele. E quando elas se permutam “n” equivale ao Infinito” E essa Energia Maravilhosa, essa Força Axial e Imensa, que a tudo isotropicamente permeia, isto é, está em todas as partes ao mesmo tempo, sendo especificamente destinada à criação da VIDA, a existência de criaturas pensantes nos mais diversos rincões do Universo parece não mais se tratar de mera suposição, porém, SIM, de uma certeza absoluta; uma verdade inquestionável. Até porque, bem perto de nós existem, de fato, certas coisas intensamente reveladoras que assim o atestam........
B I B L I O G R A F I A :
NAS FRONTEIRAS DO DESCONHECIDO – Sérgio O.
Russo – Ed. Tecnoprint Ediouro
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www.gcom1.net/sosem.htm
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Procurai imaginar por um instante que sois um extraterrestre. Acabais de percorrer anos-luz com vossa nave espacial e vos dirigis ao planeta Terra. Tendes a missão de explorar esse planeta, de tomar contato com seus habitantes para trocar saber e ter informações de todos os níveis. Se tudo der certo, se chegardes à conclusão de que seus habitantes são honestos e estão dispostos a tudo pela paz, a Terra poderia então ser admitida na Federação Intergaláctica. E com um espírito aberto, contatos poderiam então acontecer com os habitantes de outros planetas. A consciência terrestre progridiria claramente; esse avanço chegaria também aos domínios da tecnologia e da saúde.
Ei-vos propulsados na órbita terrestre, ligai pois vosso monitor e largai-vos ao acaso das ondas. Captais então, uma estação emissora de informações que transmite o que se passa na Terra.
Compreendereis, pois, que estais num planeta guerreiro, onde os habitantes lutam não contra um planeta inimigo, mas sim entre si, há milênios, o que estáveis muito longe de imaginar.
Primeira verificação: nenhum conceito pode justificar essas guerras, pois uns lutam em nome da sua fé, outros pela cor de sua pele. Alguns não estão satisfeitos com o tamanho de seu país, outros combatem para sobreviver, pois nada têm para comer. Outros, ainda, não cessam de pensar em dinheiro, mas a maioria cada qual só pensa em si mesmo. Chegais à conclusão de que este planeta não está maduro para receber as informações e a tecnologia que tendes para oferecer. Seja qual fosse o país onde aterrissásseis, é certo e seguro de que vossos presentes não serviriam para o bem de todos os habitantes da Terra, mas somente aos interesses egoístas dos dirigentes de cada país.
É possível, então, que pensásseis em vosso planeta natal no tempo em que ele também estava em guerra. Certamente isso foi a milênios, e não desejaríeis reviver esse cenário de maneira alguma, pois verificastes, além do mais, que foram lançados “mísseis” em vossa nave espacial. Vossa decisão é então tomada: preferis visitar outro planeta.
Vós, leitores, também fizestes a pergunta: Por que os homens estão sempre em guerra?
O sábio suiço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes. Isso representa a metade da população mundial de hoje. Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra. Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram manifestamente muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos.
Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?
O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos. Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território. Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética. Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes.
Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça. É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol: dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência.
Do que nos afastam pois a mídia?
É preciso perguntarmo-nos a nós mesmos do que teríamos consciência se não estivéssemos constantemente distraidos de nós mesmos.
Não é novidade que um terceiro tire vantagem da guerra entre dois países. É bem sabido que “quando duas pessoas disputam entre si, uma terceira se alegra”. Coloquemos esse ditado para um país ou para um planeta inteiro e veremos o conformismo.
Por exemplo, os sistemas bancários que fazem um empréstimo a um país beligerante têm interesse em que a guerra não termine tão cedo.
É por meio de guerras e perturbações que se pode impulsionar um povo a aceitar e até mesmo a desejar que surjam instituições que ele jamais teria consentido espontaneamente (por exemplo, a OTAN, a ONU).
Entretanto, para aqueles que não se interessam especialmente por isso - excluamos os mortos - não existe, a bem dizer, uma relação entre as guerras dos últimos séculos.
Será possível que somente a indústria de armamentos tire proveito disso? O que leva os seres humanos a odiar-se indefinidamente até o ponto de matar seus próprios congêneres? O que é tão importante para levar-nos a exterminar uma vida? Nada aprendemos, pois, das centenas de milhões de seres humanos mortos na guerra e do sofrimento que disso resultou?
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Tomemos, como exemplo, a ex-Iugoslávia, onde , há décadas muitos povos viviam em paz e onde estes acabam de massacrar-se. O que leva esses seres humanos a considerar de repente como seus piores inimigos os seus irmãos que viviam na mesma cidade, falavam a mesma língua, usavam as mesmas vestimentas, compartilhavam o mesmo amor, as mesmas alegrias, os choros e os risos? O que faz com que matem suas crianças, violentem suas mulheres e suas mães, enviem seus maridos para campos de concentração?
Isso nada lembra para nós?
Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso?
Quem poderia assumir a parte do terceiro? De onde provém, pois, a idéia pré-concebida do adversário, inculcada no ser humano pelas religiões pelos livros escolares e pela mídia?
Qual é a meta dessas pessoas que estão na base dessa idéia e no-la sugerem constantemente?
Quem tiraria proveito do ódio crescente e da degenerescência da humanidade?
Talvez Satã, Lúcifer, Ariman, Baphomet ou outras entidades “intocáveis”, a quem imputaríamos com prazer a culpa?
Neste livro contaremos a história de algumas personagens bem tangíveis que, em 1773, estabeleceram um projeto em Frankfurt numa casa da Judenstrasse (Rua dos Judeus). Elas queriam preparar o caminho para seu governo mundial único até o ano 2000 por meio de três guerras mundiais. Um projeto perfeitamente elaborado, baseado nas fraquezas e nos medos dos seres humanos, e que acabaria por voltar-se contra eles.
A finalidade de um governo mundial nada tem de novo em si, pois o Vaticano sempre procura fazer do nosso mundo um mundo católico. Por essa razão, ele torturou e massacrou milhões de seres humanos, como a história comprova.
O islamismo teve a mesma finalidade: sendo a maior e a mais fanática das religiões, tem todas as oportunidades.
Não nos esqueçamos de que a ideologia russa “pan-eslava”, instaurada originalmente por Guilherme, o Grande, exigia a eliminação da Alemanha e da Áustria, para anexar a Índia e a Pérsia, após ter subjugado a Europa.
Notemos também a ideologia da “Ásia para os asiáticos”, que reclama que a confederação dos estados asiáticos esteja sob o controle do Japão.
Notemos também a ideologia “pan-germânica”, que prevê um controle da Europa pela Alemanha, para estender-se mais tarde pelo resto do mundo.
Entretanto, as pessoas que este livro menciona nada têm absolutamente a ver com qualquer dogma e não pertencem a nenhuma nação. Elas não são nem da esquerda, nem da direita, nem liberais, mas utilizam todas as instituições para conseguir suas finalidades. Naturalmente elas fazem parte de uma organização qualquer, mas somente para tornar difíceis eventuais buscas, para criar confusão entre os “curiosos” e levá-los assim a uma pista falsa. Essas pessoas servem-se tanto dos cristãos como dos judeus, dos fascistas, dos comunistas, dos sionistas, dos mórmons, dos ateus, dos satanistas, dos pobres, dos ricos, de todos! Mas elas servem-se principalmente dos ignorantes, dos preguiçosos, daqueles que se desinteressam pela vida e daqueles que não possuem um espírito crítico.
Entre os iniciados, as pessoas citadas acima se denominam os Illumunati, Big Brother, o governo invisível, os homens cinzentos, o governo oculto, o governo secreto, o Establishment.
Segundo minhas fontes, os procedimentos dos Illuminati (Iluminados, aqueles que sabem) sobre a Terra remontam a mais ou menos 3.000 séculos antes de Cristo, quando eles infiltraram-se na “Fraternidade da Serpente”, na Mesopotâmia, da qual se serviam para fins negativos.
É mais do que possível e é praticamente certo que esse drama começou muito tempo antes do período mencionado acima, se não for na época em que “o ego” se desenvolveu. Podemos remontar esse acontecimento para um período preciso da história simplesmente graças à ação da “Fraternidade da Serpente”. Somente após 3.000 gerações é que lhe sucederam outros agrupamentos, tais como os judeus, os cristãos, os franco-maçons ou outras comunidades religiosas que conhecemos. Como se pode verificar facilmente com a leitura deste livro, alguns membros da comunidade sionista trouxeram, entre outras coisas, até os nossos dias, esse jogo do qual eles não são nem os criadores nem o alvo. O que começou antigamente funciona ainda hoje segundo as mesmas modalidades. Para nós é suficiente olhar a situação presente para ver onde se encontra o problema. Certamente, podemos ligar o sistema de pensamento ou de fé dos Illuminati ao de “Maquiavel”, o maquiavelismo ou a justificação de uma política de poder desprovida de normas éticas e, como consequência, de qualquer escrúpulo político.
Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido. Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.
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Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.
O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão.
O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.
Tomemos outro exemplo: o dinheiro. Durante a Guerra de Secessão (1861-1865), os estados do Norte - que eram contra a escravidão - combatiam aqueles do Sul - favoráveis a manter a escravidão.
Antes da guerra, a família Rothschild enviou seus agentes para reforçar uma tomada de posição “a favor da União” com os estados do Norte e, ao mesmo tempo, outros agentes suscitavam uma atitude “contra a União” com os estados do Sul.
Quando a guerra estourou, o banco Rothschild de Londres financiou os estados do Norte, e o de Paris, aqueles do Sul. Os únicos que ganharam essa guerra foram os Rothschild.
Resumamos brevemente esse sistema:
1. provoca-se o conflito, fazendo os homens lutar entre si e não contra aqueles que são a
origem da dissensão;
2. não mostrar-se como o verdadeiro instigador;
3. sustentar todos os partidos em conflito;
4. passar-se assim por uma “instância benevolente” que poderia dar fim ao conflito.
Eis aí o caminho seguido pelos Illuminati, que querem dominar o mundo; provocar tanto quanto possível a discórdia entre os seres humanos e as nações da Terra, que perdidos numa nuvem de informações contrárias, não poderão chegar até os verdadeiros investigadores. As sociedades secretas internacionais servem-lhes de instrumento poderoso para semear a discórdia entre os seres humanos; nós as estudaremos mais de perto. Os seres humanos empenhados durante muito tempo em guerras acabarão cansando-se de combater e virão “implorar” um governo mundial.
É então que o plano torna-se evidente. Exigir-se-á da “instância benevolente” que dê um fim ao conflito. E quem é que representa esse papel em nosso planeta? A ONU! Veremos quem se encontra na realidade por detrás da ONU.
Os Illuminati de quem falamos, não importa quem eles sejam, são os homens mais ricos do mundo.
Eles não aparecem na televisão nem em outros sistemas indiretos, pois possuem e controlam não somente essa mídia, mas também todos os serviços de informações. Se acontece que falem deles, é sempre em termos neutros ou positivos.
A maior parte do povo não conhece seus nomes. Mesmo os autores que desmascararam suas maquinações não se tornaram célebres, se bem que teriam merecido um prêmio Nobel.
Reagir seria louvável, mas como seis bilhões de seres humanos podem defender-se contra alguma coisa da qual nem conhecem a existência?
Não devemos esquecer que quase todos os humanos estiveram - e estão - de tal forma preocupados com seus próprios pequenos problemas pessoais que jamais têm a visão global dos acontecimentos deste mundo nem ao seu redor. Onde eles perderam essa visão? A maior parte da civilização atual sofre de “indiferença política” e retirou-se desses acontecimentos. Esse descaso é devido à penúria dos tempos, à falta de interesse, de crítica e de conhecimentos específicos. Retirando-se, não se mudará seguramente nada. Ao contrário, isso é desejado pelos nossos “dirigentes”. Todo aquele que deserta facilita a tarefa dos Illuminati. A verdade que se impõe em primeiro lugar é, pois, saber-se mais sobre seus feitos e gestos.
Assim como um grande instrutor do mundo o afirmou: “Procurai a verdade, e a verdade vos libertará”.
Poderiamos, em conseqüência, dividir os seres humanos em três tipos:
1. aqueles que agem;
2. aqueles que são espectadores dos acontecimentos;
3. aqueles que se espantam que tenha acontecido alguma coisa.
Este livro é minha participação para esclarecer uma parte dos acontecimentos. É uma tentativa que visa a dar conhecimento do comportamento mantido secreto neste planeta precisamente por aqueles que comandam. O leitor que reconhecer-se na terceira categoria terá mais facilidade para passar para a segunda e mesmo para a primeira!
Como autor deste livro, não represento nenhuma comunidade de interesse ou de fé e nenhuma nação.
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Sou um homem sobre este planeta Terra que reinvidica seu direito de liberdade e de livre desenvolvimento para cumprir aqui o seu dever. A paz entre as nações como entre relações humanas me são caras ao coração - espero que seja também para a maioria da humanidade - e considero como minha responsabilidade pessoal dar ao menos essas informações aos meus concidadãos para permitir-lhes tomar uma posição.
O leitor não deve acreditar piamente no que se segue, como se faz quando se trata de estórias que são servidas diariamente pela mídia. Aconselho a todos os espíritos superficiais e àqueles que estão satisfeitos com a vida que fechem o livro já nesta página. Quanto aos outros, se tiverem a capacidade de encarar a questão, poderá acontecer que este livro os impulsione a mudar profundamente de atitude.
E se desejamos encontrar a verdade, sem entretanto passar nossa vida procurando-a, devemos dar-nos a possibilidade de examinar e de admitir sem descanso toda a informação nova. Isso pode significar também que, se o nosso espírito já estiver preenchido por opiniões estabelecidas, por ponto de vista, por dogmas ou por uma concepção do mundo bem firmadas, então não haverá mais lugar para outra verdade. Além disso, a verdade poderá ser completamente diferente daquela que imaginávamos.
Por essa razão, desde já peço ao leitor para manter o espírito aberto. Esqueçamos durante a leitura deste livro nossas opiniões pessoais em matéria de religião, de política e de etnia, sejamos simplesmente como uma criança, abertos e capazes de aprender
Procuremos também não comparar o que é dito como uma opinião ou um ponto de vista já existente. Sigamos nossa intuição, nosso sentimento e verificaremos, nós mesmos, se essas informações soam justas, mesmo que elas nos acabem desestabilizando.
Desprezemos nosso pensamento rotineiro, que poderia soprar-nos ao ouvido: “Meu Deus, se tudo isso for verdade, que sentido tem, pois, minha vida e qual é o meu papel nesse cenário?”
fonte: Trecho do Livro "AS SOCIEDADES SECRETAS E SEU PODER NO SÉCULO XX" Jan Van Helsig
A reprodução acima nos mostra um estranho artefato, encontrado em um antiqüíssimo sítio arqueológico nos Alpes, cuja idade pode remontar há milhares, ou talvez milhões de anos e para o qual os arqueólogos ainda não encontraram uma resposta satisfatória! É confeccionado em um metal semelhante ao bronze e foi batizado com "O Dodecaedro Pentagonal". No meio de cada face há um orifício de tamanho diferente e seu interior é oco. Várias interpretações foram dadas, tais como um provável "brinquedo", "um objeto para medir corpos cilíndricos" e até "um castiçal". Porém, trata-se de uma coisa absolutamente fora da sua época e que, à semelhança do famoso "Objeto de Coso", deve ter feito parte de uma máquina qualquer! Não se sabe seu atual paradeiro.....
E como o assunto é oportuno, apresentamos mais uma vez neste Site o "Objeto de Coso" - dessa feita, porém, com todos os seus detalhes conhecidos. Essa estonteante peça arqueológica foi encontrada em fevereiro de 1961 por comerciantes que colhiam amostras de minerais na Califórnia, EUA - precisamente no pico de uma montanha que se eleva a cerca de 1300 metros por sobre o Lago Owens. Inexplicavelmente, um geodo cuja idade foi avaliada em cerca de 500 mil anos somente pôde ser cortado mediante o emprego de uma potente serra de diamante. No seu interior, a surpresa: um estranho dispositivo metálico, bastante diferente de tudo aquilo que se conheceu na chamada pré-história........,
Nada mais, nada menos que um artefato hexagonal, elaborado em um metal duríssimo e sobretudo desconhecido, revestido por uma espécie de material isolante semelhante à porcelana e contendo uma haste central! As radiografias desse insólito objeto (fotos) revelaram surpresas ainda maiores: os técnicos que o examinaram atestaram que se tratava de um CENTELHADOR, com propriedades idênticas às das velas de ignição que usamos nos nossos automóveis para conduzir a corrente de alta tensão aos cilindros dos motores, de modo a fazer explodir a mistura ar-combustível! E os peritos que examinaram o geodo igualmente atestaram que não houve qualquer fraude...... O objeto é de fato contemporâneo do geodo que o abrigava! E mais: concluiram que ele deve ter feito parte de algum motor muito potente (e também desconhecido) e que provavelmente fora descartado, por defeituoso - ou abandonado assim como fazemos com as nossas velas de ignição após o respectivo tempo de vida útil esgotado. Mas QUEM exatamente empregava centelhadores há 500 mil anos atrás? QUE espécie de máquinas existiam naqueles tempos tão remotos?
O Fundo Monetário Internacional (FMI) As novas instâncias internacionais, tais como o FMI, o Banco Mundial e o Banco de Colonização Internacional (Bank of International Settlement), foram criados para estender a supremacia da economia do planeta inteiro. As contribuições que cada nação deve pagar anualmente são da ordem de bilhões. Se uma nação tiver problemas para pagar sua contribuição, são os operários os mais atingidos e que se ressentem do problema. Atualmente o FMI procura, sob a ordem dos banqueiros internacionais, os meios para controlar toda a economia mundial. O membro do “Comitê dos 300” Harold Lever fez uma proposta conhecida pelo nome de “Plano Ditchley”. Segundo o plano Ditchley, a política financeira e monetária dos Estados Unidos passaria, ao largo da lei, para o controle do FMI. Esse plano permitiria ao FMI reunir no Banco Mundial todos os bancos centrais das diferentes nações. Em 1982, os mais eminentes bancos de Wall Street e o governo dos Estados Unidos decidiram de comum acordo impor a cada país devedor as pesadas condições de reembolso que foram colocadas pela Kissinger Associates Inc. (o conselho de direção é composto de Robert O. Anderson, magnata do petróleo e presidente do instituto Aspen, do ex-secretário de estado das relações exteriores de Thatcher, Lorde Carrigton e de Lorde Roll of Ipsden, diretor do Bank of England e do Banco S. G. Warburg). O FMI, o Federal Reserve Bank e o Bank of England devem assegurar o papel de “polícia mundial” para recuperar as dívidas. A América teve a idéia de colocar o FMI, conhecido pela sua intransigência, no centro de todas as negociações de dívidas. As condições do FMI foram elaboradas pelos representantes do FMI Irving Friedman - o que lhe valeu uma posição elevada no Citibank. Comentário sobre a situação atual: Rexrodt, ex ministro da economia da Alemanha, foi também, durante algum tempo, chefe do Citibank nesse país. Os capitais do Fundo Monetário Internacional (FMI), representaram para os países uma espécie de isca. Quando as dificuldades de um país são detectadas, os especialistas do FMI mostram-lhe o que é preciso que seja absolutamente mudado. Eles declaram em seguida ao país endividado que se ele quiser mesmo obter qualquer crédito que seja de um banco estrangeiro, ele deve reduzir suas importações ao mínimo necessário. Ele deve também fazer baixar de forma drástica as despesas de Estado e principalmente frear todas as subvenções para a alimentação básica e outras concessões para as pessoas carentes. A condição sine qua non é sempre desvalorizar a moeda. Isto aparentemente para que as exportações fiquem mais baratas e se tornem, assim, mais competitivas no mercado mundial. Mas, na verdade, o preço das importações elevavam-se e as dívidas aumentavam. Este é o primeiro passo. O segundo consiste em obter do país que ele consinta em um vasto programa de conversão de dívidas. Era então que os bancos credores asseguravam-se da futura penhora sobre o país endividado. Eles contavam, além disso, com os pagamentos dos lucros e das amortizações. O FMI tornou-se a polícia econômica internacional dos grandes bancos privados. Um após outro, os países devem negociar as condições de reembolso com o FMI e os bancos do grupo Ditchley. Segundo informações do Banco Mundial, os bancos credores privados receberam de 1980 a 1986 o equivalente a US$ 326 bilhões como pagamento de juros de 109 países devedores. No mesmo período, US$ 332 bilhões foram reembolsados. Foi assim que as dívidas de US$ 658 bilhões foram pagas, sendo que o montante original das dívidas era de US$ 430 bilhões. Malgrado isso, os 109 países deviam ainda US$ 882 bilhões aos bancos credores. Essa ação conjunta de lucros demasiado elevados e de valor de câmbio oscilante mergulha os países num emeranhado de dívidas magnificamente inestimáveis, que é lucrativa para os bancos.
O sistema solar de Aldebaran estaria a 68 anos-luz da terra, e teria dois planetas habitados. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de “homens-deuses” brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas. Estas ter-se-iam desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seriam o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de Aldebaran começou a crescer, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.
Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres).
A raça dos mestres, os “homens-desuses brancos”, teria começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e tornou os planetas inabitáveis. Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de Maldek, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontram os asteróides. Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e as feições marcianas bem conhecidas, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham do alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra. Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que viveram em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.
Os membros da Sociedade Vril pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.
Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica.
Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelos telepatas - de onde quer que eles venham - eram tão precisos que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da “máquina para o Além”.
O conceito de “outra ciência” amadureceu nas mentes (em nossos dias empregaríamos o termo de “formas de energias alternativas”). Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições.
Nessa primeira fase de “outra técnica” ou de “outra ciência” o dr. W. O. Schumann, membro das sociedades Thule e Vril, fez a exposição na Faculdade de Ciências de Munique.
Eis uma parte dessa exposição:
Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a
sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade.
Trata-se sempre de uma forma ou de outra!
Esses dois princípios - que designamos concretamente como os princípios criadores e
destruidores - determinam também nossos meios técnicos [...]
O princípio destruidor é a obra do Diabo, o princípio criador, a obra de Deus [...]
Toda a técnica baseada no princípio da explosão ou da combustão pode ser catalogada de
técnica satânica. A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva e divina! [...]
(Extraído dos arquivos secretos dos SS).
No mesmo período, o cientista Victor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha feito seu o ensinamento de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, retomada e mantida secreta pelos templários.
Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão (neste caso, isso significa a utilização do potencial dos mundos interiores no mundo exterior). Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão é pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino. Quiseram então criar uma tecnologia baseada na implosão. A doutrina da oscilação de Shauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: implosão no lugar de explosão! Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, a gravidade.
A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além). Ela compreendia um disco de 8m de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5m de diâmetro e tendo abaixo outro disco de 6m de diâmetro. Esses três discos tinham em seu centro um orifício de 1,80m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação eletromagnético.
Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador. Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas de Messerschmidt em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código “JFM”. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da “máquina para o Além” mas ele foi classificado como “o levitador Schumann SM”.
A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante - nele compreendido o da máquina e seus ocupantes - um microcosmo completamente independente de nosso cosmo. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer matéria. Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que sentisse ou detectasse as forças de aceleração.
Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou, daí em diante, em colaboração com eles.
O primeiro OVNI alemão surgiu em junho de 1934. Foi sob a direção do dr. W. O. Schumann que surgiu o primeiro avião circular experimental no terreno da fábrica de aviões Arado em Brandenburgo; tratava-se do RFZ 1. Por ocasião de seu primeiro vôo, que foi também o último, ele subiu verticalmente a uma altura de 60m, mas começou a dançar no ar durante alguns minutos. A empenagem Arado 196 que deveria guiar o aparelho mostrou ser completamente ineficaz. Foi com muito sacrifício que o piloto Lothar Waiz conseguiu pousá-lo no solo, escapar e afastar-se correndo, pois o aparelho começou a rodopiar como um pião antes de capotar e de ficar completamente em pedaços. Foi o fim do RFZ 1, mas o início dos engenhos voadores Vril.
O RFZ 2 ficou acabado antes do fim do ano de 1934; ele tinha uma propulsão Vril e uma “pilotagem por impulsão magnética”. Seu diâmetro era de 5m, e suas características eram as seguintes: os contornos do aparelho ficavam sombreados quando ele tomava velocidade, e ele se iluminava com diversas cores, o que é bem característico dos OVNIs. Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta.
Ele pôde funcionar, e o ano de 1941 reservou-lhe um destino notável. Foi utilizado como avião de reconhecimento de grande distância durante a “Batalha da Inglaterra”, pois averiguou-se que os caças alemães standards ME 109 eram inadequados para vôos de reconhecimento transatlântico devido ao seu pequeno raio de ação.
Ele foi fotografado em fins de 1941 no alto do sul do Atlântico, quando se dirigia para o cruzador auxiliar Atlantis, que se encontrava nas águas da Antártica. Ele não podia ser usado como avião de caça pela seguinte razão: devido a sua pilotagem por impulsão, o RFZ 2 não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. “É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizaram os OVNIs.
Após o sucesso do pequeno RFZ 2 como avião de reconhecimento de grande distância, a Sociedade Vril dispôs de um terreno de experimentação em Brandenburgo. O caça Vril 1 disco voador equipado com armas leves, voava no fim do ano de 1942. Ele tinha 11,5m de diâmetro, possuía uma cabina e uma “propulsão por levitação Schumann” e uma ”pilotagem por impulsão de campo magnético”. Atingia velocidades de 2.900 a 12.000 km/h, podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço. Construíram 17 exemplares do Vril 1; houve também diversas variantes com dois assentos, munidos de uma cúpula de vidro.
No mesmo momento, um projeto V-7 surgiu. Muitos discos voadores usavam esse nome, mas tinham uma propulsão por reatores convencionais. Foi graças a Andreas Epp que o RFZ 7 foi criado; ele combinava um disco voador por levitação com essa propulsão por reação. A equipe de Schriever-Habermohl e aquela de Miethe-Belluzo participaram da sua elaboração. Ele tinha 42m de diâmetro, mas fracassou por ocasião de uma aterrissagem em Spitzbergen. Nos arredores de Praga, fizeram entretanto, mais tarde, uma foto de um RFZ 7 construído do mesmo jeito. Segundo Andreas Epp, ele deveria ser equipado com ogivas nucleares e deveria bombardear Nova Iorque.
Em julho de 1941, Schriever e Habermohl construíram um avião circular que decolava na vertical, movido por uma propulsão por reação, mas que tinha, entretanto, graves perdas de força. Desenvolveram portanto outro “pião volante a eletro-gravitação” com uma propulsão a taquions, que teve melhor resultado.
Depois foi a vez do RFZ 7T; construído por Schriever, Habermohl e Belluzo, que também funcionou maravilhosamente. Mas comparados com os discos Vril e Haunebu, os discos voadores V-7 eram como brinquedos de crianças.
Até mesmo no meio dos SS encontrava-se um grupo que trabalhava para a produção da energia alternativa. Era a Secretaria de Estudo IV do Sol Negro = SS-E-IV, cuja meta principal era tornar a Alemanha independente do petróleo bruto estrangeiro. O SS-E-IV desenvolveu “o mecanismo Thule”, denominado mais tarde taquiador Thule, a partir do mecanismo Vril e do conversor de taquions do comandante Hans Coler.
Em agosto de 1939 decolou o primeiro RFZ 7. Era um pião volante equipado com armas mais ou menos pesadas, com o nome estranho de Haunebu 1. Ele tinha uma tripulação composta por oito homens, tinha 25m de diâmetro, sua velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h.
Era equipado com dois “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas, e de quatro MK 106 e tinha uma aptidão média para voar no espaço.
Em 1942, o Haunebu II estava igualmente acabado. Seu diâmetro variava de 26 a 32m, sua altura era de 9 a 11m. Ele podia transportar uma equipe de 9 a 20 pessoas. Propulsado por um taquiador Thule, ele atingia na periferia terrestre 6.000 km/h. Era capaz de deslocar-se no espaço e tinha uma autonomia de 55 horas de vôo.
Já existiam então os projetos para a grande nave espacial Vril 7 de 120m de diâmetro que devia transportar companhias inteiras. Pouco depois foi construído o Haunebu III, exemplar absolutamente prestigioso entre todos, com seus 71m de diâmetro. Ele voou e foi até filmado: podia transportar 32 pessoas, sua autonomia em vôo era de mais de oito semanas e atingia uma velocidade de pelo menos 7.000 km/h (e pelos documentos dos arquivos secretos dos SS podia atingir 40.000 km/h).
Virgil Armstrong, ex-membro da CIA e aposentado de Green Baret, declarou que os engenhos voadores alemães durante a Segunda Guerra podiam aterrissar e decolar na vertical e voar em ângulo reto. Eles atingiam 3.000 km/h e estavam armados de canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura.
O professor J. J. Hurtak, ufólogo e autor do livro Die Schlüssel des Enoch (As Chaves de Enoch) disse que os alemães estavam em vias de construir o que os Aliados designavam de “sistema de armas milagrosas”, Hurtak teve em suas mãos os documentos mencionados:
1. a construção de Peenemunde, cidade para experiências de engenhos teleguiados para o
espaço;
2. a vinda dos melhores técnicos e cientistas da Alemanha.
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Esses documentos mencionavam também a existência do que denominavam foo-fighters (bolas de fogo). A CIA e os serviços secretos britânicos já estavam a par, em 1942, da construção e do emprego de tais objetos voadores, mas eles não os apreciaram no seu verdadeiro valor. Os Aliados designavam, de fato, pelo nome de foo-fighters todas as espécies de aparelhos voadores luminosos alemães. Duas invenções correspondiam particularmente ao que denominavam de foo-fighter: as tartarugas voadoras e as bolhas de sabão. As duas nada tinham a ver entre si, mas os Aliados associavam-nas sem razão. A Tartaruga Voadora foi concebida pela secretaria de estudos SS-E-IV em Wiener Neustadt. Sua forma lembrava uma carcaça de tartaruga. Era uma sonda voadora sem tripulação que devia perturbar o sistema de ignição elétrica do material militar do inimigo. Essa sonda estava também equipada de armas sofisticadas, de tubos à Klystron, denominados raios da morte pelos SS. Mas a sabotagem por corte de contato não funcionou perfeitamente no início. Continuaram, mais tarde, a desenvolver essa técnica. Alguém que já viu os OVNIs poderá confirmar que esse corte de contato, quer dizer, a pane das instalações elétricas, é uma das características típicas dos OVNIs quando eles aparecem. Wendell C. Stevens, piloto da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial, disse que os foo-fighters eram as vezes cinza-esverdeado ou vermelho-alaranjado, que eles se aproximavam até 5m dos aviões e ficavam nessa posição. Não era possível desembaraçar-se deles, mesmo quando atiravam neles, obrigando as esquadrilhas a dar meia volta ou a aterrissar.
Quanto às bolhas de sabão, designadas freqüentemente de foo-fighters, eram de fato, simples balões no interior dos quais se encontravam finas espirais em metal para confundir os radares dos aviões inimigos. Sua eficácia provavelmente foi mínima, posto a parte o efeito de intimidação psicológica.
No início do ano de 1943, lançou-se o projeto de uma astronave em forma de charuto que deveria ser construída nas oficinas do Zepelim; era o “Aparelho Andrômeda” (139m de comprimento). Ele devia transportar várias naves espaciais em forma de prato para vôos (interestelares) de longa duração.
Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, estação balneária no Mar do Norte, à qual assistiram os médiuns Maria e Sigrum. O assunto principal tratava do “Empreendimento Aldebaran”. Os médiuns tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944 Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril.
Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande astronave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desatre: pelas fotos do Vril 7, tomadas após seu retorno, disseram “que ele havia viajado durante um século”. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado, e ele estava estragado em muitos lugares.
Em 14 de fevereiro de 1944, o piloto de ensaio Joachim Rochlike testou em Peenemunde o helicóptero supersônico construído por Schriever e Habermohl, sob o nome de projeto V 7, o qual estava equipado com doze turbopropulsores BMW 028. Sua velocidade de decolagem vertical era de 48 km/h, ele atingia uma altura de 24.200m e sua velocidade em vôo horizontal era de 2.200 km/h. Ele podia ser propulsado também por uma energia não-convencional. Entretanto, jamais pode ser utilizado, pois Peenemunde foi bombardeada em 1944, e sua transferência para Praga tornou-se inútil, pois essa cidade foi ocupada pelos americanos e os russos bem antes que se pudesse utilizar os discos voadores.
Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos dos SS, fotos do Haunebu II e do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda. Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê da frota de guerra dos EUA desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos EUA, fazendo parte do quadro da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo Victor Schauberger e Werner von Braun.
Breve resumo das construções que deviam ser produzidas em série:
O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foi nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios de vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 7 com o nome de Odin teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem feito explodir todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.
O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:
1. O Haunebu I, com 25m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de
vôo por volta de 4.800 km/h).
2. O Haunebu II, com 32m de diâmetro e sete exemplares, testados 100 vezes (velocidade de
vôo perto de 6.000 km/h).
Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em série. Uma oferta teria sido feita pelas firmas
de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome
oficial desses pesados piões voadores teria sido DO-STRA (Dornier estratosférico).
3. O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes
(velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).
4. O “Aparerlho Andrômeda”, astronave de 139m que podia receber um Haunebu II, dois Vril 1
e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.
Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:
1. aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para
verificar a resistência à pressão na fuzilagem;
2. o Vril 7 provavelmente estacionou na “fortaleza dos Alpes” de março a abril de 1945 por
razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde
personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzí-los para a América
do Sul e para Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas
bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra;
3. logo depois, o Vril 7 teria decolado secretamente para o Japão, mas nós nada mais sabemos.
O que aconteceu com as naves espaciais após a guerra?
Não podemos excluir uma produção de uma pequena série de Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIs que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas. O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos. Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de “experiência Phoenix” projeto precedido pela “experiência Philadelphia” de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de materialização e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isso seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver biografia.)
Em 1938 houve uma expedição alemã ao Antártico, conduzida pelo porta-aviões Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas , com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias semanas sob a água. Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente.
Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma. Podemos então fazer a pergunta: ‘Por que os Aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947? Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de oito semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que aconteceu então?
O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa:
É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar
ataques de aviões que podem voar de um pólo a outro.
Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior.
Em seu livro Zeitmaschinen (Máquinas de Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu:
Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços [...] Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19° ensaio de vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945, decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental. O que resultou disso, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados indubitavelmente de forma artificial, foram vistos acima da Escandinávia e provocaram um grande alarme nos Aliados no Oriente e no Ocidente.
Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos nossos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de um sino, eram também às vezes “objetos voadores não identificados” em forma de charuto, os quais são denominados OVNIs.
Existem autores que dizem que esses “OVNIs” não se assemelhavam, em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge.
Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüencia, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIs, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIs, existe uma porcentagem particularmente elevada de seres muitos belos da espécie “ariana”, loiros de olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).
Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na RDA.
Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e filmes, como por exemplo, a documentação com 60 minutos, UFO Geheimnisse des 3.° Reiches (Segredos dos OVNIs do 3.° Reich) (MGA Áustria/Royal Atlantis - Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que por ocasião da conferência sobre os OVNIs em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs. O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre Weiterentwicklung (As armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior); J. F. Lehmanns Verlag, München, 1971.
Compreendeis agora porque tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby angloamericano-sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.
A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?
Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído intacta na Floresta Negra em 1936. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.
Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo, o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Oil (Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Company fabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler.
Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o início, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreeendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial.
Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e onde se ensina a verdade?
Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, US$ 139.000 para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller. FONTE: TRECHO DO LIVRO As Sociedades Secretas e seu poder no Séc.XX Por: Jan Van Helsing
A OPINIÃO COMPARTILHADA DO ADMINISTRADOR E PROPRIETÁRIO DA REVISTA CONSPIRAÇÃO
Assim, que fique claro que não somos partidários deste tipo de mentalidade e, na verdade, temos uma posição bem antagônica com isso. Qualquer ser humano que achar que o nazismo representou algo positivo em nosso mundo deve, no mínimo, ser alvo de testes por profissionais competentes para elucidar a possível causa patológica. Segundo: o fato do nazismo representar uma das maiores atrocidades da história humana não implica em evitar o assunto. Gostem ou não, o possível envolvimento de Adolf Hitler com inteligências alienígenas não é apenas devaneio ou ficção. Muito pelo contrário – há um enorme número de documentos (muitos dos quais estão disponíveis ao longo deste artigo na forma de link com o código doc) e, por estarmos interessados em investigar a presença alienígena em nosso planeta, não parece coerente deixarmos este elemento de lado. Infelizmente poucos pesquisadores se dedicam a esclarecer o que de fato ocorreu naquela época e, quando não, se posicionam de forma cética sem que ao menos tenham conhecimento desta questão.