domingo, 15 de fevereiro de 2009

PIRÂMIDES CHINESAS NAS AMERICAS











Foi descoberta, na região central da China, uma série fantástica de construções piramidais. São cerca de cem "pirâmides", muito semelhantes à famosa pirâmide de Chichén-Itzah, no México. Qual seria sua origem? comparem as fotos e vejam que são muito semelhantes, quem teria as contruído? De acordo com a lenda chinesa, as mais de cem pirâmides descobertas na China são o legado de visitantes extraterrestres. de acordo com os registros guardados no monastério, as pirâmides são consideradas ?muito velhas?. Visto que os registros tinham mais de 5000 anos, podemos apenas imaginar a idade das pirâmides propriamente ditas.

Foi dito aos comerciantes que as pirâmides pertenciam à uma era quando os ? velhos imperadores? reinavam na China, e que os imperadores sempre enfatizavam o fato de que eles não eram originários da Terra. Eles eram descendentes dos ? filhos do céu, que estrondosamente desceram a esse planeta em seus dragões de metal ardente?.

http://www.thelivingmoon.com/42stargate/03files/China_Pyramid.html

sábado, 14 de fevereiro de 2009

EXPLORADORES ALIENÍGENAS DESCRIÇÕES E FOTOS

















EXPLORADORES ALIENÍGENAS DESCRIÇÕES E FOTOS
"O planeta Terra e a raça humana estão sendo objetos de uma detalhada observação de TIPO E PROPÓSITO ainda não totalmente esclarecidos, efetuada por VÁRIAS ESPÉCIES DE CIVILIZAÇÕES EXTRATERRENAS - QUATRO DAS QUAIS JÁ IDENTIFICADAS. A primeira delas bastante parecida com a nossa, quase indistingüível; a segunda lembra a raça humana em altura e estatura, porém com peles dotadas de tonalidade cinza e pálida; a terceira representada pelos seres de baixa estatura, bastante relatados nos contatos efetuados em todas as partes do mundo, denominados de "cinzas"; a quarta trata-se de uma raça MEIO REPTILIANA, cuja pele é semelhante aos LAGARTOS e cujos olhos são dotados de pupilas verticais....."
"Deliberou-se que a coisa deveria ser mantida como estava, ou seja, apesar de termos perdido totalmente o controle da situação, o público jamais deveria ser informado quanto à presença dos intrusos aqui no nosso planeta. Isso, na eventualidade de vir a ocorrer, levaria a um total colapso econômico, político e até financeiro, além de abalar profundamente os alicerces religiosos em que se baseiam as nossas crenças - sem contar o pânico generalizado a que uma revelação desse tipo levaria"

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

NAVES EXTRATERRESTRES NO HIMALAYA











Ufos no Himalaia

China e Índia sabem da existência de uma base subterrânea de UFOs na fronteira do Himalaia, profundamente enterrada nas placas tectônicas - redação do jornal Kongka La é a passagem mais baixa que existe no topo dos Himalaias. Fica em Ladakh, na fronteira da China com a Índia, e é uma área disputada entre estes dois países. No mapa, a zona vermelha é o território que está sob controle chinês. A parte controlada pelos chineses (noroeste) é chamada Aksai Chin, e a área sob controle indiano , (sudeste) é chamada Ladakh. Foi neste local que os exércitos indianos e chineses travaram grandes batalhas em 1962. Esta área é uma das menos visitadas no mundo e, por acordo comum, nenhum dos dois países realizam patrulhas nesta parte da fronteira,. De acordo com vários turistas, monges budistas e a população local, os militares indianos e chineses mantém lá uma linha de controle. Mas há algo muito mais sério acontecendo neste pedaço do mundo. Segundo as poucas pessoas que moram no local,, tanto do lado chinês quanto do indiano, é daí que os UFOs são vistos saindo do solo. Muitas pessoas dizem que existem bases subterrâneas de UFOs nesta região, e que os governos chinês e indiano sabem disso muito bem. Recentemente, alguns pere,grinos hindus, seguindo caminho pela passagem leste em direção ao monte Kailash, viram estranhas luzes no céu. Os guias locais disseram que isto não era nada novo, e é um fenômeno normal da passagem de Kongka, uma tensa área da fronteira entre Índia, e China. As estranhas e iluminadas naves triangulares vieram do subsolo e foram subiram quase verticalmente. Alguns peregrinos mais aventureiros tentaram ver o local mais de perto. Primeiro, eles foram obrigados a voltar pelos guardas do lado,chinês, depois, ao tentar se aproximar pelo lado indiano, foram barrados também apesar de terem permissão para viajar entre os dois países. Os peregrinos começaram então a questionar os funcionários indianos de prospecção de petróleo que trabal,ham na fronteira. Segundo eles, o pessoal de segurança os ordenou a não deixar ninguém chegar perto da área de litígio e disseram também que é verdade que estranhos objetos levantam vôo do subsolo com luzes amplificadas e moduladas. As forças especi,ais indianas e, possivelmente, agências de inteligência costumam visitar o local. Os moradores do local começaram a rir quando inquiridos sobre avistamentos de UFOs. Segundo eles, a presença extraterrestre na área é bem conhecida e sua base est,á muito abaixo do solo. Eles acreditam que o governo chinês e o indiano tem razões para não expor claramente os fatos. Porque quando eles levaram este assunto para o governo local, foram intruídos a manter silêncio. Nesta área, os extremos das placa,s Eurasiana e Indiana criaram níveis convergentes. Níveis convergentes são criados quando uma placa mergulha sob a outra. Este é um dos poucos locais no mundo aonde a profundidade das crosta terrestre é o dobro do nível normal. O oposto pode ser e,ncontrado em locais como o parque de Yellow stone nos EUA, aonde a crosta é mais fina. A camada extra na grossura da crosta possibilita a criação de bases profundas dentro das placas tectônicas. Kongka La tem belas pedras e granitos. Por alg,uma razão, as autoridades chinesas e indianas nunca realizaram excavações, buracos ou abriram minas nesta região. Toda a área é primitiva e intocada. Recentemente, tanto a Índia quanto a China têm tentado resolver de maneira amistosa as disputa,s fronteiriças e normalizar as relações entre seus países. Entretanto, a área de Aksai chin continua sob disputa. Mas é interessante observar como as negociações em andamento desprezam esta área.
Índia e China, como pode ser visto nos mapas, têm uma, enorme fronteira através do Himalaia e estão negociando em todas as regiões. Apesar da Índia reclamar posse sobre AKsai Chin, dizendo que faz parte do seu país, há um consenso no governo indiano de que esta não é uma posição definitiva. Por ou,tro lado, os chineses, após incorporar este território na guerra de 1962, construíram uma estrada militar. Agora eles estão utilizando uma estrada alternativa para não incomodar a passagem de Kongka La. Também recentemente, numa escola local, as,crianças realizaram um concurso de desenhos. Mais da metade dos desenhos tinham a ver com objetos estranhos no céu e outros saindo de dentro das montanhas. Muitos deles não sabem como nem quando procurar por explicações. Vários pesquisadores de, UFOs crêem que existem bases de UFOs escondidas sob o oceano e encravadas profundamente no solo. Kongka La está vivendo fenômenos estranhos e vendo objetos suspeitos saírem de dentro de montanhas enormes e inacessíveis (Himalaias). Ambos os governo,s se recusam a dizer do que se trata isto tudo. Uma outra alterantiva a considerar seria a existência, neste local, de uma base aérea estratégica e subterrânea de algum dos dois países. Mas então porque alguém iria permitir a construção uma bas,e numa área que, oficialmente, não pertence a ninguém e está sob disputa com o país vizinho ? E porque esta região está continuamente enviando relatos de avistamento de UFOs por vários tipos de pessoas diferentes ?Nicholas Roerich


Cenários Fabulosos, grandiosos, figuras e símbolos religiosos compõem a obra de Nicholas Roerich, um dos pintores mais famosos da história da arte. Porém, mais do que isso, sua obra ficou conhecida por tentar estabelecer caminhos espirituais que abrangessem toda a humanidade.


As histórias que se contam a respeito do pintor, explorador e místico russo Nicholas Roerich (1874-1947) não são poucas. Alguns dizem que, entre suas cerca de sete mil pinturas, existem visões proféticas da Primeira Guerra Mundial. Outros têm como certo que, durante suas expedições ao Tibete, ele teria entrado em contato com informações secretas importantes. O pesquisador David Hatcher Childress diz que, ao norte das montanhas Kun Lun, em Sinkiang, Roerich ouviu falar a respeito do Vale dos Imortais, localizado acima das montanhas. O próprio artista escreveu, na obra Shambala (Ed. Nova Era), que atrás da montanha viviam homens santos capazes de salvar a humanidade por meio de sua sabedoria.


Também se diz que ele esteve na posse de uma “pedra mágica de outro mundo”, conhecida como a Pedra Chintamani, originária do sistema de Sirius. Segundo se diz, textos antiqüíssimos relatam que um “mensageiro divino” deu um fragmento da pedra ao imperador Tazlavoo, da Atlântida. Como teria ido parar às mãos de Roerich, não se sabe, mas ela teria sido enviada à Europa para ajudar no estabelecimento da Liga das Nações, o que ocorreu em 1919. Posteriormente, com o fracasso da Liga, em 1946, a pedra teria retornado à posso de Roerich, que poderia tê-la levado para o Vale dos Imortais ou para Lhasa. Para alguns grupos ligados à Fraternidade Branca, Roerich é considerado um dos mestres ascensos, ou seja, colocado numa categoria especial, não apenas por seu conhecimento místico, mas por sua postura na Terra como alguém que lutou pela paz e pela igualdade entre os homens.


Se existem dúvidas quando à veracidade dessas histórias, o fato é que Roerich teve um contato muito próximo com o Oriente, especialmente em seus aspectos místicos, e isso é visível em grande parte da sua obra; são inúmeros os quadros retratando o Himalaia e figuras importantes da história religiosa da região, de Arjuna e Krishna a Moisés e Issa, o nome pela qual alguns pesquisadores acreditam que Cristo era conhecido na Índia.


Nascido em São Petersburgo, na Rússia, desde cedo Nicholas Konstantinovich Roerich teve contato com um ambiente cultural em que proliferavam artistas, escritores e cientistas. Já aos nove anos, foi convidado por um arqueólogo para participar de explorações na região, experiência que despertou seu interesse em colecionar artefatos pré-históricos, moedas e minerais. Da mesma forma, ainda jovem, já demonstrava a capacidade para a pintura e começou a cursar a Academia de Arte em 1893, ao mesmo tempo em que fazia faculdade de Direito, por exigência do pai.


Ele esteve ligado a movimentos de vanguarda nas artes russas que antecederam a revolução de 1917, como a revista The World of Art (O Munda da Arte), fundada por Sergei Diaghilev e pela princesa Maria Tenischeva. E foi após terminar sua tese universitária que Roerich conheceu Helena, com quem se casou em seguida. Certamente, Helena colocou Nicholas em contato mais íntimo com os conhecimentos religiosos e místicos do Oriente. Ela foi a autora do livro The Foundations os Buddhism e de uma tradução da Doutrina Secreta, de Helena Blavatsky. Mais tarde, Helena e Nicholas fundariam a Agni Yoga Society, em Nova York, que defendia uma ética viva e compreensiva e sintetizava os ensinamentos religiosos e filosóficos de todas as épocas.


Sua primeira pintura com tema religioso foi realizada em 1904 e, em seguida, começou a retratar santos e lendas russas. Em algumas obras, ele pintou anjos que, segundo os estudiosos de sua vida, eram as primeiras descrições dos mestres hierarcas que faziam parte da crença de Roerich numa “grande fraternidade” que cuidava e guiava a humanidade em sua jornada eterna em busca da evolução. Outro sinal de sua relação com a religiosidade e misticismo encontra-se, segundo estudiosos, na utilização constante da palavra “tesouro” nos títulos de suas obras, indicando não uma riqueza material, mas a riqueza espiritual que está ao alcance de todos que se propuserem a procurá-la.


O contato com Diaghilev levou Roerich a participar de momentos importantes das artes russas a partir de 1906, quando Diaghilev apresentou inúmeros artistas ao público europeu, especialmente Paris.


Alguns anos antes da Primeira Guerra Mundial, Roerich começou a realizar uma série de pinturas que demonstravam sua sensação de que um cataclismo se aproximava da Europa e, mais especificamente, da Rússia. Suas obras se tornam simbólicas e alegóricas, referindo-se ao eterno conflito entre o Bem e o Mal.


Com a revolução na Rússia, em 1917, Roerich e a família começaram a pensar em viajar para a Índia, uma vez que seria perigoso retornar ao país; mas a viagem só ocorreria anos depois. Enquanto isso, ele foi para Londres e, depois para os EUA, onde exibiu suas telas em inúmeras cidades.


Naquele país, Roerich manteve sua idéia de viajar à Índia, e grande parte das pinturas realizadas nessa época demonstra seu interesse pela espiritualidade do Oriente. Seus biógrafos dizem que seus poemas escritos entre 1916 e 1919 refletem sua busca espiritual; eles foram publicados em Berlim, em russo, com o título Flowers of Morya, e em inglês, como Flame in Chalice. Os poemas são considerados importantes para entender o simbolismo que ele utilizou em suas pinturas. Segundo a estudiosa Irina Corten – autora de Flowers of Morya: The Theme of Spiritual Pilgrimage in the Poetry of Nicholas Roerich - , o autor tinha um sistema de crença centrado na concepção hindu do universo, sem início e sem fim, e que se manifesta em ciclos recorrentes de criação e destruição das formas materiais, devido à pulsação da energia divina. No plano humano, isso significa o desenvolvimento e a queda de civilizações e, individualmente, a reencarnação.


Assim, em maio de 1923 finalmente Roerich conseguiu realizar a tão esperada viagem à Índia, à procura de seus laços espirituais mais profundos.


A passagem pela Índia começou, com visitas aos centros de cultura e locais históricos, além de encontros com cientistas, estudiosos, artistas e escritores. Logo ele e a sua família tinham chegado ao sopé do Himalaia, que era seu verdadeiro interesse. A trajetória escolhida levou-o ao Turquistão chinês, Mongólia e Tibete, seguindo por regiões não mapeadas, onde esperava estudar as religiões, idiomas, costumes e a cultura dos habitantes.


Essa primeira expedição foi registrada com detalhes em seu livro Heart of Ásia, para não falar das cerca de 500 pinturas que retratam os locais que visitou e as figuras e conceitos religiosos com os quais entrou em contato; surgem imagens das gigantescas montanhas do Himalaia, de Cristo, Maitreya, Buda, Moisés, Confúcio e outros; algumas ligadas às histórias sobre Shambala, a cidade que, ora é descrita como estado escondida nos subterrâneos do Himalaia, ora como um local existente em outra dimensão, ao qual apenas alguns poucos escolhidos têm acesso.


Segundo os estudiosos de sua obra, ao pintar os líderes e santos de diferentes religiões, Roerich estava reafirmando sua crença na bondade da vida e na espiritualidade dos seres humanos, assim como acreditava que as religiões eram uma única coisa, de modo que a fé humana tinha uma raiz comum.


Ele também pintou uma série de deidades femininas. Helena Roerich escreveu sobre a visão de seu marido a respeito da posição da mulher no mundo, e que certamente antecipa algumas das posturas que se espalharam pelo planeta posteriormente. A idéia básica é de que no momento em que as mulheres se livrarem da “hipnose” que as mantém subjugadas e presas à noção de que são mentalmente inferiores, irão criar um novo mundo, em colaboração com o homem.


Os biógrafos afirmam que a presença de Helena foi fundamental em sua vida, não apenas inspirando, mas dividindo o trabalho de criação e de pesquisa, o que o próprio Nicholas confirmou em seu diário.


A expedição terminou em 1928, e a família se estabeleceu no Vale de Kulu, a cerca de 2.000 metros de altitude, aos pés do Himalaia. Foi lá que fundaram o Urusvati Himalayam Reaserch Institute, com o objetivo de estudar os resultados de sua expedição e das que ainda seriam realizadas. As atividades incluíam estudos botânicos, etnológicos e lingüísticos, além da exploração de sítios arqueológicos. Nicholas contou com a ajuda de seus filhos, George e Svetoslav, formando uma coleção de ervas medicianais, da farmacopéia tibetana e chinesa, e do conhecimento médico antigo.


Em 1929, Roerich retornou a Nova York e tentou levar adiante uma idéia que tinha em mente desde 1914: um tratado de proteção internacional aos tesouros culturais, tanto em tempo de guerra quanto em paz. Consultou advogados especializados na legislação internacional e formulou um Pacto, sugerindo que uma bandeira, que ele chamou de Bandeira da Paz, seria colocada em todos os locais sob sua proteção. A bandeira tinha três interpretações: uma diz que as esferas representavam a religião, a arte e a ciência como diferentes aspectos da cultura, o círculo que as envolvia; a outra diz que as esferas representam as realizações passadas, presentes e futuras da humanidade, guardadas pelo círculo da Eternidade. Esse símbolo pode ser visto no Selo de Tamerlão, nas jóias do Tibete, Cáucaso e Escandinávia, e em artefatos bizantinos e de Roma. A imagem da Madona de Estrasburgo é adornada com ele, e pode ser visto em várias pinturas de Roerich.


Essa proposta representava sua visão de um futuro para a humanidade, em que todos estivessem unidos, segundo ele escreveu “(…) da maneira mais fácil, criando uma linguagem comum e sincera. Talvez através da Beleza e do Conhecimento.


Em 1935, as nações da América assinaram o Pacto Roerich, na Casa Branca, em Washington, e ainda existem organizações em todo o mundo que fazem de tudo para que o tratado seja mantido e respeitado.


Quase todos os estudiosos de sua vida e obra entendem que seu trabalho esteve voltado para o despertar espiritual da humanidade, que ele considerava fundamental para nosso futuro. Queria que a humanidade estivesse preparada para a Nova Era, na qual Rigden Jyepo (considerado o soberano do mundo subterrâneo, citado por Ferdinand Ossendovski em Bestas, Homens e Deuses) iria reunir seu exército e, sob a Bandeira da Luz, derrotar as trevas. Perseguiu a beleza, considerando-a sagrada, e acreditando que, mesmo que os templos e artefatos construídos pela humanidade pudessem se acabar, o pensamento que fez com que essas obras existissem não morreria, pois é parte de uma corrente eterna de consciência.


Roerich morreu em Kulu, em 1947, deixando um legado que ultrapassa a fantástica quantidade de quadros pintados. Sem dúvida, ele foi um dos precursores dos movimentos pacifistas que proliferaram em anos mais recentes, acreditando que a paz e a unidade da raça humana eram absolutamente necessárias para a sobrevivência do planeta e para um processo contínuo de evolução espiritual.

FONTE:
http://www.indiadaily.com/editorial/01-09a-05.asp

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Ponte construída pelo homem em 1.750.000 a.C.






Arqueólogos descobriram, graças a fotos de satélite da NASA, resquícios de uma ponte de 30km de extensão, feita pelo homem, unindo a Índia ao Sri Lanka. Até aí nada de mais, a não ser pelo fato de que a ponte foi construída há 1.750.000 a.C. (quase dois milhões de anos!), ainda na época do O primeiro animal que os cientistas classificam como hominídeo. Foram os primeiros a usar ferramentas de pedra, mas são anteriores ao homo erectus. Vocês acreditam mesmo que foi esse bicho aí do lado que projetou essa ponte? Os caras, antes mesmo de andar eretos, já eram engenheiros habilidosos?');" onmouseout=nd();Homo habilis!
Outro detalhe impressionante é que a construção dessa ponte foi contada nos Veda provém da raiz sânscrita vid, que significa saber, conhecimento. Esses ensinamentos foram passados de forma oral por milhares de anos, porém, com o advento da era de Kali, quando o homem perdeu o poder de concentração, inteligência e memória, se fez necessário codificar os Vedas em forma escrita. No começo era um só Veda, mas o sábio Vyasadeva o dividiu em várias partes, pra facilitar o aprendizado. Os quatro tipos principais de Vedas são o Rigveda, o Yajurveda, Samveda e o Atharvaveda. Os Vedas não são considerados histórias inventadas (existe outra palavra para isso em sânscrito), mas sim relatos de coisas que de fato aconteceram.');" onmouseout=nd();Vedas, mais especificamente no Épico hindu Ramayana (escrito há pelo menos 5.000 anos!), onde lemos que ela foi construída sob a supervisão de ninguém menos que o deus Rama (avatara, significa que desce. É a encarnação de Krishna (um aspecto da Divindade Brahman, que é Única) que veio para realizar diferentes tarefas no mundo material e restabelecer o reto agir, o verdadeiro Dharma, que se corrompe através dos séculos.');" onmouseout=nd();Avatar hindu, equivalente ao nosso Cristo), na Treta Yuga (Uma Era que vai de 2.163.000 a.C. a 1.296.000 a.C., o que bate com a idade da ponte!).
Mais fotos podem ser vistas aqui. Leiam o trecho do Ramayana aqui (em inglês), e notem que o exército de Rama era composto por "macacos", que eram mais inteligentes e hábeis que os macacos que conhecemos atualmente... mais parecidos com o que seria o Homo habilis.
No mínimo intrigante...
Referência: As eras (Yugas), segundo os Hindus;
Homo habilis;
Fatos estranhos do passado.

NASA SHUTTLE IMAGES OF A MYSTERIOUS ANCIENT BRIDGE BETWEEN INDIA AND SRILANKA
The recently discovered bridge currently named as Adam's Bridge made of chain of shoals, c.18 mi (30 km) long, in the Palk Strait between India and Sri Lanka, reveals a mystery behind it. The bridge's unique curvature and composition by age reveals that it is man made. The legends as well as Archeological studies reveal that the first signs of human inhabitants in Sri Lanka date back to the a primitive age, about 17,50,000 years ago and the bridge's age is also almost equivalent. This information is a crucial aspect for an insight into the mysterious legend called Ramayana, which was supposed to have taken place in tretha yuga (more than 17,00,000 years ago). In this epic, there is a mentioning about a bridge, which was built between Rameshwaram (India) and Srilankan coast under the supervision of a dynamic and invincible figure called Rama who is supposed to be the incarnation of the supreme. This information may not be of much importance to the archeologist s who are interested in exploring the origins of man, but it is sure to open the spiritual gates of the people of the world to have come to know an ancient history linked to the Indian mythology.

sábado, 17 de janeiro de 2009

LILITH -A PRIMEIRA EVA

LILITH EM PARIS
ADÃO  E EVA, E LILITH ACIMA COM A  SERPENTE ENROLADA EM SEU CORPO




SUPOSTO AMULETO CONTRA LILITH





LILITH - A Lua Negra
26 de dezembro
Celebração de Lilith, a deusa suméria da sexualidade.

"Mencionada nos antigos mitos hebreus como a primeira mulher de Adão, Lilith foi criada ao mesmo tempo que ele, tendo desfrutado dos mesmos direitos. Adão, no entanto, queria que ela fosse mais submissa, ficando sempre por baixo dele durante o ato sexual. Lilith rebelou-se e fugiu, escondendo-se Às margens do Mar Vermelho."

"Em lugar de Lilith, Deus criou então Eva da costela de Adão. Eva, por não lhe ser igual, precisava acatar sua supremacia, obedecendo as suas regras patriarcais. As escrituras judaicas transformaram então Lilith numa figura demoníaca, Lilithu, a Mãe dos Demônios, que deu origem, na Idade Média, aos íncubos e súcubos, vampiros sexuais masculinos e femininos. Originariamente, Lilith era a padroeira das gestantes, das mães e dos recém-nascidos, mas as deturpações judaicas denegriram-na, tornando-a a Rainha das Bruxas, o demônio que roubava o leite das mães, as almas das crianças e a virilidade dos homens. Recomendava-se usar amuletos cabalísticos contra os poderes nefastos de Lilith e praticar a abstinência sexual. Lilith, atualmente, é o nome usado na astrologia para designar tanto a Lua Negra quanto um asteróide que influencia a sexualidade humana." [Mirella Faur – O Anuário da Grande Mãe – Guia prático para celebrar a Deusa]
Isso, pra mim, derruba geral a abordagem ou acrescenta um dado picante e muito mais interessante à historinha do Adão e Eva.

Pelo que li, Adão e Lilith foram criados juntos e os dois tinham a sua sexualidade equilibrada, sendo andrógenos eles poderiam gerar filhos, daí a Eva ter nascido do Adão.

[não me perguntem como foi o parto e nem como é o órgão sexual dos andrógenos, ok?

Lilith, revoltada com a atitude insana do Adão, abandonou-o e foi se refugiar no lado obscuro da lua, lá gerou inúmeros filhos, que dizem “as más línguas”, filhos cheios de repressões e libidinagens que povoaram o nosso planeta.

A submissa Eva, que não se satisfazia sexualmente com Adão, foi em busca do conhecimento, a maça, para compensar o seu desequilíbrio. Tal qual podemos observar em muitas mulheres que ainda agem assim na atualidade.

O que aprendemos é que a Eva levou o Adão para o pecado. Conhecimento = ao pecado!!!! E assim caímos como patos e acreditamos na submissão da mulher, na manipulação de Eva, no duplamente banana do Adão, que foram expulsos do paraíso e ainda temos que engolir o pecado original.

Afffeeee Maria, mãe de deus, o q fizeram de ti?
Com certeza, muitas deusas foram taxadas de demônios ou simplesmente atribuíram os seus feitos e poderes a homens, com no caso da Hebe.


“Celebração de Hebe, a jovem deusa da primavera que servia ambrosia e néctar às divindades do Olimpo, garantindo, assim, sua eterna juventude. Hebe representava o aspecto jovem, de donzela, da deusa Hera. Com o advento dos mitos patriarcais, Hebe foi diminuída a uma simples mortal, sendo substituída no Olimpo pelo jovem Ganymede, o favorito de Zeus.” [celebrada no dia 29 de janeiro, segundo O Anuário da Grande Mãe – Mirella Faur]


Meninas, não é muito bom saber que a Eva não foi a primeira?
Eu me senti mais mulher depois que conheci a Lilith.


A versão foi apresentada pelo patriarcado, como sempre, denigre a mulher, imaginem se os machos da época não transformariam uma mulher livre em um demônio. Até hoje fazem isso!


Pelo que entendi, pelo lado feminino, a Lilith não foi contra os desígnios de Deus, ela só queria variar as posições na relação sexual e o Adão não. Os dois tinham sua sexualidade equilibrada, o seu lado masculino e feminino, por isso a idéia da androgenia. Esse papo dela ir se juntar aos demônios não casa muito bem, afinal eles não foram os primeiros? Só a idéia da androgenia é que explica como apareceram outros seres, filhos de Adão e Lilith (cada um pariu os seus), Lilith ficou irada e deu a luz aos demônios pq Adão não suportou o tesão e embarcou nos íncubos/súcubos, sentiu que a Lilith por cima se transformava num diabo roubando sua vitalidade. Lilith não se subjugou e não aceitou essa imposição idiota. Rejeitada e mal amada qq mulher pode virar um demônio!
Do livro “Tarô ou a máquina de imaginar”
de Albert Cousté, temos o Arcano III – a Imperatriz: feminilidade – sabedoria.

...


"Relacionada em todas as cosmogonias com o simbolismo lunar e com a fase oculta do conhecimento (Sacerdotisa), a mulher admite também um período solar (Imperatriz), do qual há talvez correspondências nas organizações culturais perdidas e mais remotas da humanidade. Do ponto de vista matriarcal, a Imperatriz não é ainda a Eva protagonista do pecado e da queda, mas a que aparece em certas tradições talmúdicas: a fundadora, que reencontra Adão depois de trezentos anos de separação; e que aniquila Lilith – a rival estéril e luxuriosa – para organizar junto ao primeiro pai a família dos homens. Comentaristas não canônicos do Islã querem ver nessa Eva triunfante do adultério a representação da passagem anárquica das sociedades ao princípio de ordem dos tempos históricos. Seu túmulo mítico se localizava em Djeda ou Djidda, nas margens do Mar Vermelho, próximo da sagrada montanha sagrada de Arafat, onde o reencontro teria ocorrido.
Cabe acrescentar, finalmente, que para Maestri a Imperatriz é o símbolo da palavra e representa o envolvimento material do corpo, seus órgãos e suas funções. Ouspensky a imagina repousando sobre um trono de luz, bela e fecunda, no meio de interminável primavera."
Lilith
PODER


Eu danço a minha vida para mim mesma
sou inteira
sou completa
digo o que penso
e penso o que digo
Eu danço a escuridão e a luz
o consciente e o inconsciente
o sadio e o insano
e falo por mim mesma
autenticamente
com total convicção
sem me importar com as aparências
Todas as partes de mim
fluem para o todo
todos os aspectos divergentes tornam-se um
Eu ouço
O que é preciso ouvir
Nunca peço desculpas
Sinto os meus sentimentos
Eu nunca me escondo
Vivo a minha sexualidade
Para agradar a mim mesma
E agradar aos outros
Expresso-a como deve ser expressa
Do âmago do meu ser
Da totalidade da minha dança
Eu sou fêmea
Sou sexual
Sou o poder
E era muito temida


[ORÁCULO DA DEUSA – Amy Sophia Marashinsky, ilustrado por Hrana Janto]
MITOLOGIA
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Lilith foi originalmente a Rainha do Céu sumeriana, uma deusa mais antiga que Inanna. Os hebreus incorporaram essa Deusa e a transformaram na primeira esposa de Adão, que se recusou a deitar-se debaixo dele durante o ato sexual. Ela insistia que, por terem sido criados iguais, eles deveriam fazer sexo de igual para igual. Como Adão não concordou, ela o deixou. Depois disso, na mitologia judaica, ela era descrita como um demônio.


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SIGNIFICADO DA CARTA

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Lilith aparece para dizer que você precisa reassumir o seu poder. Em que pontos você o perdeu ou desperdiçou? Que crenças você mantém que o negam? Acaso lhe disseram que uma mulher poderosa nunca encontra companheiros? Ou que as mulheres não podem ter poder porque isso lhes anularia a feminilidade? Você foi escarnecida, afastada ou banida pelos outros quando esbarraram no seu poder? Está com medo de fazer mau uso dele, dominando ou manipulando os outros? Lilith diz que, agora, para você, o caminho da totalidade está em reconhecer que não está ligada ao seu poder e, então, em segundo lugar, submeter-se e aceitar esse poder.

[ORÁCULO DA DEUSA – Amy Sophia Marashinsky, ilustrado por Hrana Janto]

AGRADECIMENTOS "A LUCIA SÁ" DA COMUNIDADE (CIÊNCIA FORTINIANOS CÉTICOS) PELA EXCELENTE MATÉRIA

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

BISPO MANDOU DESTRUIR A BIBLIOTECA DOS INCAS

VEJAM O DOCUMENTO 












Muitas pessoas estranharam que se pudesse ter conservado um crônica completa dos reis do Peru por espaço de tão largo período, e por isso colocaram em duvida a exatidão d’estas datas. No entretanto é fato hoje verificado que os quíchuas, nome de nação sobre que reinavam os incas, podiam formar e efetivamente formaram verdadeiros livros, por um método de escrita chamado “Quipo” e inventado pelos Tahuantinuyanos, o qual consistia na combinação de fios de diversas cores, com os quais perpetuavam o pensamento. O fanatismo maometano destruiu a biblioteca de Alexandria. O fanatismo cristão veio também destruir a biblioteca dos Yncas- Aqui vai o texto notável documento que prova esse fato. Descoberto ano passado em Lima, e citado pelo Dr. J.F. Nodal em sua gramática da língua quíchua, Cuzco 1872, pg .95. “ E por quanto entre os índios, que ignoraram as nossas letras, os livros sejam substituídos por sinais a que os mesmos denominam QUIPOS , dos quais ressaltam os monumentos da superstição antiga, nos em que esta conservada a memória de seus ritos e cerimônias e leis. POR ISSO OS BISPOS DEVEM CUIDAR DE QUE TODOS ESSES INSTRUMENTOS PERNICIOSOS SEJAM EXTERMINADOS. E assim apagou-se para sempre uma das mais curiosas paginas da humanidade.

O SÂNSCRITO É A LÍNGUA MAIS ANTIGA DO BRASIL?

ANTIGOS CRUZAMENTOS

Tudo nos induz a crer que, ao tempo do descobrimento, havia aqui na América duas raças, uma –que é tronco – vermelha, cuja existência remonta como disse, a muitos mil anos; outra cruzada com raças brancas.
Um dos cruzamentos com o tronco branco deixou em si documento mais autêntico do que se assenta a história, e esse documento são milhares de raízes sânscritas que se encontram no Quíchua, segundo a comparação feita pelo Sr. Fidel Lopez, de Buenos Aires, em sua recente obra- RAÇAS ARIANAS NO PERU; idênticos vestígios se encontram em outras línguas, como o demonstra o Padre Brasseur de Bourbong em sua Gramática da Língua Quiché e seus dialetos.

“Lyell’s Prino. Of Geologi t.II PAG 479 Londres 1872” porem o estabelecimento da humanidade na America, apesar de ser um fato comparativamente recente, pode remontar até o período paleolítico da Europa Oriental



LINGUAS ARIANAS DA AMERICA mais de 10.000 a.c

Parece hoje fora de dúvida que o sânscrito forneceu cerca de duas mil raízes ao quíchua.
Relações entre as línguas americanas e esta grande língua asiática, de onde se originaram as sete línguas atuais da Europa, haviam pressentido de muitas. Os estudos sérios de biologia comparada datam da publicação da gramática de Bop.

Auxiliado pelo General Urquiza, que coligiu documentos quíchuas, a peso de ouro, o Sr. Fidel Lopez começou seus estudos comparativos entre a língua dos incas e a em que estão escritos os Vedas, talvez o mais antigo monumento da sabedoria humana. Auxiliado depois por um egiptólogo, que propositalmente foi a Buenos Aires e publicou em francês a sua obra: Raças Arianas do Peru, em que apresenta centenas de raízes quíchuas idênticas a raízes sânscritas. O doutor em leis José Fernandez Nodal , publicava em Cuzco (1872) Os Elementos de gramática quíchua ou idioma de los Yncas, um volume com 444 paginas, facilitando assim a comparação dessa curiosa língua americana com o sânscrito, depois de ter lido os trabalhos de Srs Fidel Lopez, Brasseur de Bourbourg e Nodal, convenci-me de que as línguas de que tratam sofreram profundas modificações em seus vocabulários por vocábulos sânscritos. Uma raça ariana, portanto esteve largamente em cruzamento com os índios americanos e os incas e seus progenitores eram filhos dos plateaux ou araxás da Ásia Central. Ignoro se existe no Brasil alguma língua que com justa razão com tendo afinidade com o sânscrito; se há o guaicuru deve ser uma delas.



AS TRIBOS INDO-ARIANAS NAS AMÉRICAS


Na área inteira da América do Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões diversas “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles. Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o chachapoyas consideraram como filho dos deuses, ser tão loiro e tão branco que era até mesmo difícil dos achar deste modo na mesma Europa. Os espanhóis que conquistam a América definem ao branco, chachapoyas loiro e de estatura alta, em geral, um palmo mais que os mesmos espanhóis. O chachapoyas branco se lembraram da memória que os antepassados deles vieram do leste. A região selvagem do Amazonas é ao leste de Chachapoyas e mais adiante o Atlântico. Entre as representações que foram escritas em edifícios diversos, nós podemos ver desenhos e podemos figurar representações de navios de proporções grandes, o que nos insinua que o primeiro chachapoyas, bem eles poderiam ter chegado da Europa para a América pelo mar. Seguindo as correntes oceânicas, do oeste de África teria chegado até os custos de América do Sul, para, superando o curso do rio Amazonas em navio, finalmente se instalar as regiões andinas mais frescas, evitando o calor tropical. O chachapoyas foram temidos guerreiros. Eles usaram igual arma fundas idênticas para esses dos habitantes velhos das ilhas de Balearic. Eles eram os professores na arte da trepidação do crânio, aliviar a pressão craniana, igual ao Céltico. Eles também coincidem com o Céltico naquele colecionou o cabeças de corte dos inimigos deles. Eles construíram redondas casas de pedra, com um diâmetro de entre 7 e 9 metros, casas idênticas as Céltas. Hoje eles ainda podem vira as ruínas das paredes do império deles, paredes enormes em elevações montanhosas que se lembram de forças européias. Algumas esculturas de características indo-européias que impassível eles observam o horizonte, entre desfiladeiros nas montanhas, é bem parecido para esse aquele achado mais para o oeste, no Oceano Pacífico, na ilha de Páscoa. Quando o conquistador espanhol Orellana, superando o rio Amazonas, chegou para as imediações do atual você Fluxo você, os índios da região falaram com ele de alguns homens brancos, altos e loiros que moraram em cidades além da floresta e que eles mantiveram imensos tesouros. Mais tarde, os conquistadores espanhóis, se encontrados com uma delegação de 4 homens brancos loiros e altos, mesmos vestidos e de modos educados que perguntaram aos espanhóis quis eram as intenções deles. Os espanhóis lhes falaram que eles procuraram para converter a região ao Cristianismo e para sujeito à coroa de Castilha. Eles disseram adeus e nunca mais eles os acharam novamente. Alguns chachapoyas poderiam ter sido, ou talvez de algum outro centro povoado  branco?. O qual é a origem dos primeiros chachapoyas brancos que chegaram muito antes nas Américas que os espanhóis?. O que fizeram eles naquela região?. Se nós nos centrarmos nos descendentes atuais do chachapoyas brancos, nós vemos como entre eles predominam ainda características raciais nórdicas, cabelo loiro, que olhos claros, pele branca rósea ou sardenta, apesar de que a miscigenação de ameríndio são muito introduzidos. Embora, aguentando à história oficial, pode se parecer um ao outro um mistério, isto nos demonstra que a América era conhecida e habitada de muito tempo por cidades arianas que, talvez, eles eram os descendentes desses “deuses brancos” os criadores dos antigos impérios. 

A insondável floresta Amazônica, situada ao norte do território brasileiro, e também conhecida como "O Inferno Verde", onde em alguns pontos nem mesmo os índios se atrevem a ir e a luz do Sol não consegue sequer atingir o solo quase sempre hostil. E onde certamente se escondem alguns dos maiores mistérios de toda a Terra! Ainda inexplorada e virgem, conservando-se intacta desde as remotíssimas eras pré-históricas.

Os incas também explicavam as origens do mundo e do homem através de lendas. Para aquele povo, o Criador (também conhecido como Pachayachachi, “professor do mundo”, ou Tesci-viracocha”, Deus Incompreensível”) Os incas acreditavam que o criador tinha dois filhos: Yamayama Viracocha e Topaco Viracocha. Ele teria ordenado que o primogênito, Yamayama atravessasse montanhas e florestas e percorresse o planeta, nomeando arvores e frutos e ensinando as pessoas a transformarem esses elementos em poções medicinais. Ao outro filho, Topaco, coube a tarefa de nomear rios e instruir a natureza. Após cumprirem as atribuições que lhes competiam, os filhos de Viracocha puderam ascender aos céus. Qualquer semelhança desta lenda com a mitologia Suméria e a história de Enki e Enlil não é mera coincidência. Os incas também mencionam um dilúvio universal, elemento que aparece de forma decorrente em documentos religiosos de varias civilizações. Outra semelhança da mitologia da civilização inca esta relacionada ao livro de Enoch, que é um personagem misterioso de que a tradição religiosa judaica se apropriou, mas de fato é muito anterior a civilização hebraica. Alguns eruditos asseguram que antes da Bíblia, como antes mesmo dos ‘Vedas’, dos ‘Brahmanas’, das ‘Leis de Manu’, dos ‘Purunas’ dos ‘King’ dos chineses, haviam manuscritos que serviam de modelo aos livros sagrados que conhecemos a começar pelos (Gênesis’) Moises fala, por varias vezes, de manuscritos mais antigos que o Pentateuco e cita passagens deles. 


Moisés parece ter resumido estes livros antigos nos doze primeiros capítulos do “Gênesis Bíblico”.E aí até duas fontes diferentes para o Gênesis haviam: A eloísta e a jeovita. “A crer na tradição, Enoch seria originário da Alta Mesopotâmia ou da Armênia, porque é considerado iniciador ou par do lendário rei Kayou Marath, ou Kaiomers “Rei da Terra” e do Azerbaijão. Encontramos muitas semelhanças na mitologia Maia que foi um dos povos mais evoluídos que habitaram a Meso-America, o interesse dos Maias nos enigmas do Cosmo levou-os a confeccionar um poderoso sistema de calendário, assim como a matemática que antecipou o conceito do zero em muitos séculos(este foi redescoberto na Índia, muito tempo depois). Apesar de seu apego ao racionalismo, porém, os Maias desenvolveram uma mitologia riquíssima. Como os astecas, compartilhavam a crença de que inúmeros mundos haviam sido criados antes do atual – e que a terra seria destruída por um flagelo apocalíptico. Segundo os Maias a criação na criação do mundo duas divindades, Tepeu e Gugumatz, juntaram-se na escuridão, na noite. Falaram sobre a vida e a luz, sobre o que deveriam fazer para que houvesse luz e alvorada e sobre quem forneceria comida e sustento. Depois planejaram a criação e o crescimento das arvores e dos bosques. Como os egípcios, os Maias eram eméritos arquitetos(também construíram pirâmides e sepulcros imponentes) e muito interessados em ciências como astronomia e matemática – nesse quesito deixaram um importante legado, já que a eles se atribui o conceito da abstração matemática. De fato, os calendários da civilização atual são baseados em protótipos criados por aquele povo. Também estudavam a movimentação dos corpos celestes(como o sol e a lua)e estabeleceram um ano solar de 365 dias, inclusive com um ano bi-sexto a cada quatro anos.



COMO A NOITE A APARECEU “UMA LENDA TUPI” O ECO DEGRADADO DO GENESIS E A SEMELHANÇA COM O PENSAMENTO ASIÁTICO 






No principio não havia noite- dia somente havia em todo o tempo. A noite estava adormecida no fundo das águas. Todas as coisas falavam.
A filha da cobra grande – contam – casara-se com um moço.
Esse moço tinha três fâmulos fiéis. Um dia, ele chamou os três fâmulos e disse-lhes: - ide passear, porque minha mulher não quer dormir comigo.
Os fâmulos foram-se, e então ele chamou sua mulher para dormir com ele.
A filha da cobra grande respondeu-lhe:
- Ainda não é noite.
- O moço disse-lhe:
- Não há noite somente a dia.
- A moça falou:
- Meu pai tem noite. Se queres dormir comigo,manda busca-la lá, pelo grande rio.
- O moço chamou os três fâmulos; a moça mandou-os a casa de seu pai para trazerem um caroço de tucumã.
- Os fâmulos foram, chegaram a casa da cobra grande, esta lhes entregou um caroço de tucumã muito bem fechado e disse-lhes:
- Aqui esta; levai-º Eia! Não o abrais, senão todas as coisas se perderão.
- Os fâmulos foram-se, e estavam ouvindo um barulho dentro do coco de tucumã, assim: tem, tem, ...xi...Era o barulho dos grilos e dos sapinhos que cantam de noite.
- Quando já estavam longe,um dos fâmulos disse a seus companheiros – Vamos ver que barulho será este?
- O piloto disse:- Não do contrario nos perderemos. Vamos embora, eia, remai!
- Eles foram e continuaram a ouvir aquele barulho dentro do coco de tucumã, e não sabiam que barulho era.
- Quando já estavam muito longe, ajuntaram-se no meio da canoa, acenderam fogo, derreteram o breu que fechava o coco e abriram-no. De repente tudo escureceu.
- O piloto então disse: Nós estamos perdidos; e a moça, em sua casa, já sabe que nós abrimos o coco de tucumã!
- Eles seguiram viagem.
- A moça, em sua casa, disse ao seu marido:
- Eles soltaram a noite; vamos esperar a manhã.
- Então todas as coisas que estavam espalhadas pelo bosque se transformaram em animais e pássaros.
- As coisas que estavam espalhadas pelo rio se transformaram em patos e em peixes. Do paneiro gerou-se a onça; o pescador e sua canoa se transformaram em pato; de sua cabeça nasceram a cabeça e o bico do pato; da canoa, o corpo do pato; dos remos as pernas do pato.
- A filha da cobra grande, quando viu a estrela-d’alva, disse a seu marido:
- A madrugada vem rompendo. Vou dividir o dia da noite.
- Então ela enrolou um fio, e disse-lhe: Tu serás cujubim. Assim ela fez o cujubim; pintou a cabeça de do cujubim de branco, com tabatinga; pintou-lhe as pernas de vermelho com urucu, e, então, disse-lhe: - Cantaras para todo e sempre quando a manhã vier raiando.
- Ela enrolou o fio, sacudiu cinza em riba dele, e disse: tu serás inhambu, para cantar nos diversos tempos da noite de madrugada.
- De então todos os pássaros cantaram em seus tempos, e de madrugada,para alegrar o principio do dia.
- Quando três fâmulos chegaram, o moço disse-lhes: - Não fostes fiéis abristes o caroço de tucumã, soltastes a noite e todas as coisas se perderam, e vós também que vos metamorfoseastes em macacos, andareis para todo e sempre pelos galhos dos paus.
- (A boca preta e risca amarela que eles têm no braço dizem que são ainda o sinal do breu que fechava o caroço de tucumã e que escorreu sobre eles quando o derreteram)
- Nota – Esta lenda é provavelmente um fragmento do Gênesis dos antigos selvagens sul- americanos. É talvez o eco degradado e corrompido das crenças que eles tinham de como se formou esta ordem de coisas no meio da qual vivemos e, depois das formas grosseiras com que provavelmente a vestiram as avós e as amas de leite, ela mostra que por toda a parte o homem se propôs a resolver este problema - de onde nós viemos? Aqui, como nos Vedas, como no Gênesis, a questão é no fundo resolvida pela mesma forma, isto é: no principio todos eram felizes; uma desobediência, num episodio de amor, uma fruta proibida, trouxe a degradação. A lenda é, em resumo, a seguinte: no principio, não havia distinção entre animais, o homem e as plantas: tudo falava. Também não havia trevas. Tendo a filha da cobra grande se casado não queria coabitar com o seu marido enquanto não houvesse noite sobre o mundo, assim como havia no fundo das águas. O marido mandou buscar a noite, que lhe foi remetida encerrada dentro de um caroço de tucumã, bem fechado, co proibição expressa aos condutores de o abrirem, penas de perderem a si e a seus descendentes todas as coisas. A principio, resistem a tentação; mas depois a curiosidade de saber o que havia dentro da fruta os fez violar a proibição, e assim se perderam . Substituindo a fruta de tucumã pela arvore proibida, a curiosidade de saber pela tentação do espírito maligno, parece haver no fundo do episodio tanta semelhança com o pensamento asiático, que vacilo eu pergunto se não será um eco degradado e transformado desse pensamento.
-

L

ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL
Paulo Setúbal

Dos “Ensaios Históricos”



ONFROY DE THORON

Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente? De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por aqui esses gentios emplumados, de batoque no beiço, que atroavam os matos brutos com o ribombo dos trocanos e o estrépito das inúbias bárbaras? Uma curiosidade ferretoante, desde a primeira página, chuça o nosso fundo racional. A gente anseia logo por desvendar a origem daqueles dois selvagens, "pardos, maneira de avermelhados, de bons olhos e bons narizes" que Cabral recolheu a bordo, que agasalhou mimosamente, que fez dormir na capitânea sobre coxins da Pérsia, entre muitas fofezas, num aturdimento. Mas a curiosidade aguça-se apenas: não há resposta cabal. Teses, muitas. Autores, muitos. Mas tudo cipoal desnorteante.



CARLOS E CHINESES

Assim, para o nosso preclaríssimo Varnhagen, os silvícolas provêm certamente de povos da mais alta antiguidade. E destes povos, pelas suas semelhanças foram com certeza de "Carlos" os ancestrais do bugre. E lá arrazoa, muito grave:

"O facto dos selvagens do sul se chamarem "Carys", de se denominarem "Caryjós" ("Cariões, escreve o cronista Herrera) e de designarem, como honra, por esse nome, aos europeus que aqui aportavam como amigos (de onde proveio "caryoca") nos deu a suspeita de que os antigos emigrantes teriam este nome. E hoje temos quasi a convicção de que houve effectivamente para o Brasil uma grande emigração dos próprios Carlos… etc." Mas o nosso Varnhagen já vai longe. Quanta coisa afirmou o categórico historiador, lá dos píncaros do seu dogmatismo, que se esbarrondou por terra, em cacos! E nessa questão de etnografia, então, nem vale falar. Já se ventilou tanta hipótese nova! Vários etnógrafos, como de Guignes à frente, bradam, com pesados argumentos, que os bugres descendem em linha reta dos chineses. Vieram os nossos pré-avós pelo estreito de Bhering. Baseiam-se os cientistas, para tal, nem só nas usanças do índio, na cor, nos olhos amendoados, na língua aglutinante, como também, e acima de tudo, num famoso pergaminho, arquivelho, desenterrado por acaso de um palácio de Pequim. E a relação detalhada, com nomes e datas, escrita por um bonzo budista, Hoei-Chin, que partiu com outros missionários chineses, em tempos imemoriais, para a terra de Fong-Sang (América). . .

Mas para outros (e quantos!) nem cários, nem chineses. Os índios são apenas os frutos de nautas que aqui viveram, nautas de países vários, que as procelas e os naufrágios arremessaram nas nossas praias. O homem pré-colombiano tem um pouco de todas as antigas nações navegantes: impossível fixar-lhe um tronco só.



O HOMEM DOS SAMBAQUIS

Mas a etnografia andou. E andou rasgadamente. Descobriram-se ossadas, veio à baila o estudo dos crânios, desencavou-se muito estranho artefato de cerâmica, fizeram-se aprofundamentos terríveis na língua quichua. Só o Sr. Fidei Lopes, insigne glotólogo argentino, descobriu, não há muito, duas mil raízes sânscritas no quíchua! Foi nessas pesquisas, no cavar cemitérios de índios e no coligir ossos fossilizados em "sambaquis" Selvagens, que nasceu a corrente do "Homem dos Sambaquis".

O etnógrafo J. B. Lacerda, e, mais tarde, o Dr, Rodrigues Peixoto ("Nos estudos craniológicos sobre os botucudos") trouxeram da investigação dessas ossadas antiquíssimas uma curiosa convicção. Ei-la: "antes dos índios que os descobridores aqui encontraram, houve na América, seguramente uma raça muito rude, muito primitiva. Trata-se de uma "raça invasora" que desceu lentamente ao longo da costa, desaparecendo depois sem deixar outros vestígios senão as ossadas dos sambaquis". Essa raça inferior não era mais do que uma etapa avançada do homem originário, autóctone, que existia no Brasil. E esse homem autóctone estava descoberto: era o fóssil da Lagoa Santa. Que fóssil é esse?. Antes de falarmos da famosa ossada, que os sábios dizem ser o "homem primitivo", rememoremos o. precursor dessa audaciosa tese.

BRASSEUR DE BOURBOURG

Há um cientista notabilíssimo, grande entre os grandes, o padre Brasseur de Bourbourg, que estudou vastamente as antiguidades americanas. São copiosos os seus livros. Um deles é deliciosamente pitoresco: a tradução, com um prefácio muitíssimo erudito, do "Popol Vuh", o Livro Sagrado dos quichés. Outro é a obra imensa, o louro fulgurante do padre sábio: "História das Nações civilizadas do México e da América Central". Pois foi esse cientista, com a sua autoridade cultista, com a sua autoridade culminante, quem lançou esta novidade atrevida, rudemente chocante: o homem americano não provém de ninguém! Os outros povos, sim, é que provém do bugre: a América é o berço da humanidade! Houve muita gente que zombou de Brasseur de Bourbourg. . . Grande zombaria entre os etnógrafos coevos… Mas a tese do padre, dia a dia, ganha vitórias sérias. Já ninguém mais ousa rir-se da ousadia inovadora. Ainda agora, estudando o Brasil, o Dr. Lund, dinamarquês eminente, outro sábio de nota, o "criador da paleontologia brasileira", chegou a conclusões verdadeiramente de pasmar. Conclusões que cimentam fortemente a hipótese de Bourbourg. Assim, para o Dr. Lund, o tipo ancestral do selvagem é o "homem da Lagoa Santa".



O FÓSSIL DA LAGOA SANTA



Recolheu o sábio ossadas que descobriu em mais de duzentas cavernas. E estudou, especialmente* o homem fóssil encontrado na Lagoa Santa. É um fóssil típico, nunca visto. Tem, segundo afirma, todos os caracteres físicos de ossos fósseis. E assinala, muito particularmente, o fato de "serem tais ossos em parte "petrificados", parte penetradas de partículas férreas". Ora, a "imensa idade dos fósseis" ressalta materialmente provada. É tamanha essa antiguidade que vai além do descobrimento do Brasil. Mais do que isso: vai além de "todos os documentos que existem sobre o homem". E isto porque, até hoje, ainda ninguém achou, em parte alguma, ossos humanos em estado de petrificação. Demais, pelo estudo dos crânios, afirma o Dr. Lund que eram estes do "tipo geral da raça americana", mas que "diferiam de todas as raças humanas existentes!"

Ao mesmo tempo que concluía serem assim as ossadas descobertas as mais velhas do mundo, estudava 0 dinamarquês as condições geológicas do Brasil. O Dr. Lund é mestre nesta especialidade.

E pela disposição das rochas primitivas, pelos estratos que as circundam, pela formação dos depósitos marítimos secundários, o ilustre professor firmou-se nesta convicção, que aturdiu os geólogos de todo o mundo: "o Brasil já existia, quando as mais partes do mundo estavam submersas no seio do oceano universal. E assim pelo que ficou exposto, toca ao Brasil o título de SER O MAIS ANTIGO CONTINENTE DO PLANETA".

As premissas do sábio, como se vê, são claras:

O Brasil é o país mais velho do mundo; o homem da Lagoa Santa, que a habitava, é também o homem mais velho do mundo.



Donde, esta conclusão natural: não são os bugres Que provieram de. outros povos, mas sim os outros povos, que provieram do bugre. A América foi o berço da humanidade.

Eis a ciência, a mais moderna, alicerçando as ousadias do padre Brasseur de Bourbourg.

A TESE DE ONFROY

Mas de todas as teses explicativas da origem do homem americano, não há nenhuma tão fascinante como a de Onfroy de Thoron. O grave cientista viveu doze anos na América. Estudou, pesquisou, meteu-se no mato, atirou-se às cavernas, decifrou monumentos, tudo! Exímio conhecedor das línguas selvagens, tendo penetrado com profundeza a quíchua, o sânscrito, o grego antigo, o hebraico, erudito tremendo, Onfroy de Thoron lançou uma corrente etnográfica que é pura maravilha de argumentação. Uma corrente que, pelo bizarro, toca às raias da mais sedutora fantasia que a ciência possa engendrar.

Onfroy de Thoron demonstrou, com rigorosa lógica, que os índios do Brasil provêm de um só povo: são descendentes dos marinheiros bíblicos de Salomão, o grande rei! Não conheço tese defendida com mais calor, com mais eloquência, com mais convicção. É ele quem exclama, a uma assembleia de sábios, categoricamente: "A descoberta que fizemos — do caminho que seguiam os navios de Salomão e do Rei de Tiro há 2.880 anos, para chegar à América será nesta memória demonstrada de maneira irrefutável". — Sigamos o etnógrafo sedutor.

Andam pelos livros sagrados referências constantes às pedras raras do "país de Ofir", ao ouro de "Parvaim", as maravilhas de "Tarschisch". No Paralipómenos, Livro II, há isto: "Salomão adornou o seu palácio de belas pedras preciosas e do "ouro de Parvaim".

Pois bem: Onfroy de Thoron, com larga erudição, com lógica absolutamente cerrada, chega a localizar tudo isso — Parvaim, Ofir, Tarschisch — no Brasil! Parece incrível mas é a verdade. Mas como pôde Onfroy chegar assim a tão estranha conclusão? Leiamo-lo, Está tudo no "Voyage de Vaisseaux de Salomon au fleuve des Amazones" publicado pela Câmara de Manaus, 1876.

PARVAIM

Eis o engenho admirável com que o etnógrafo localiza Parvaim na bacia amazônica:

"Comecemos, por fazer conhecer "Parvaim". O exame dessa palavra é importante; ela por si só é uma revelação. Salomão conseguia o ouro de outra parte que não fosse de Ofir e Tarschisch. Conseguia-o de Parvaim. Parvaim é pronúncia alterada de "Paruim", por isso que o antigo alfabeto latino confundia o "v" e o "u"; que o "iod" que é a vogal "i", muitas vezes se lê com a pronúncia de "ai" em hebraico. Porém, no texto hebraico, o ouro de "Parvaim" está escrito "Zab-Paruim"; no grego dos Setenta, acha-se igualmente "Paruim". A terminação "im" indica o plural hebraico. E vem acrescentado a "Paru", porque, efetivamente, existem na bacia superior do Amazonas, no território oriental do Peru, "dois rios auríferos", um com o nome de "Paru", outro, com o de "Apu-Paru", o "rico Paru". Ora, os dois rios de nome "Paru" fazem justamente, no plural, o "Paruim" dos hebreus. Eis, pois, um dos lugares bíblicos perfeitamente indicado e por nós descoberto!"

De onde se vê que o pobre, o selvagem rio Paru, no vale do Amazonas, é o tal falado "Parvaim" dos hebraicos… Mas não é só Parvaim. A famosa "Ofir" também fica no Brasil. Escutemos o sábio:

OFIR

"Para se ter uma ideia do que era Ofir, é mister procurar a significação deste nome; porém, antes de tudo, é necessário certificar-se do modo por que se escreve em caracteres hebraicos. No cap. 10 do Livro I dos Reis, v. II, acha-se escrito em língua hebraica de dois modos: "Apir" e "Aypir", e no cap. 9, v. 28, assim se lê — "Aypirá". Mas "Aypirá" não é senão o nome mal pronunciado de Yapurá, grande afluente do Amazonas, ou do rio Soliman. Assim, como se vê, nada se opõe a que o "Aypirá" da Bíblia tenha vindo do nome do rio Yapurá.

Esta última palavra é composta de "Y" que significa "água", e de "apura", que é o nome de "Apira" ou Apir, "água ou rio de Apir ou Ofir". Este lugar célebre está, pois, achado e claramente designado; e, apesar de uma distância de 2.880 anos, seu nome só tem sofrido a alteração de uma vogal: Yapurá, em lugar de Yapira. E isto no meio de povos selvagens que não falam hoje o quíchua dos Antis."

Não pode haver nada mais concatenado, nem mais bizarro! Um Ofir no Brasil… O rio Yapurá é a decantada Ofir! E isto sustentado ferozmente por um sábio, e não por um poeta. Vamos agora a Tarschisch.

TARSCHISCH

"Foi evidentemente esta região (alta Amazónia) que no tempo de Salomão recebeu o nome de Tarschisch, pois a etimologia, desta palavra é da língua quichua, que é a dos Antis.

Tarschisch origina-se de "Tari" "descobrir", "chichy" "colher ouro miúdo". Tarschisch é, pois, o lugar onde se descobre e colhe o ouro miúdo. O abandono de Ofir, a vizinhança de Parvaim, que foi preciso também abandonar, pois que era necessário internar-se consideravelmente, as facilidades oferecidas pelas novas descobertas e a etimologia de Tarschisch, são um concurso de circunstâncias que determinam a região onde se achava Tarschisch".

Assim, identificados os três lugares bíblicos, ainda há, frisante, a prova provada da influência de Salomão no Brasil. É o rio Solimões. Eis:

SOLIMÕES - SALOMÃO

"O rio das Amazonas, desce da embocadura do Ucaial, até a foz do rio Negro, tem ainda o nome de "Solimões". Pois bem: este não é nem mais nem menos que o nome alterado de "Salomão", nome que ao grande rio tinham dado as expedições do rei-poeta. Em hebraico é "Solima", em árabe "Soliman". Ora, os cronistas referem que a oeste do Pará existia uma grande tribo conhecida pelo mesmo nome de "Solimões" ou "Soliman".

* * *

O que mais enleva em Onfroy não é tanto o arrojo da tese: é o entusiasmo, a quentura, a forte sinceridade com que ele eruditamente a defende. O sábio, eloquente e lógico, quase convence. E a gente, ao fim do livro, por menos sonhador que seja, fecha os olhos fascinado: e vê desfilar, mastreada e garbosa, a frota do rei magnífico. As grossas galeras, com dragões talhados à popa, rasgam pesadas as águas do Amazonas. Homens, esguios como tamarindeiros, toscamente cobertos de pele de dromedários, batem os remos na correnteza virgem, ilhada de vitórias-régias. São todos eles do país moreno dos sicômoros e das cisternas. Têm olhos febrentos como as areias lampejantes dos seus desertos. E vêm todos, num deslumbramento, a romper a bruteza pré-histórica dos nossos matos, buscar ouro e monos para as trezentas mulheres do poeta da Sulamita…

Trecho do Livro O SELVAGEM e curso de língua geral segundo Ollendorf, compreendendo o texto original de lendas Tupis, origens, costumes, região selvagem, método a empregar para amansa-los por intermédio das colônias militares e do interprete militar, impresso por ordem do governo, Rio de Janeiro, typografia da reforma,  rua sete de setembro 181 ano de 1876  

FONTES:FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969

LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa
Este texto foi retirado do livro do general Couto de Magalhães “O Selvagem” da Editora Universidade de São Paulo, edição revista pelo sobrinho do autor Dr. Couto de Magalhães

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