quinta-feira, 19 de março de 2009

O MAPA DO ALMIRANTE TURCO PIRI REIS (Piri Ibn Haji Mehmed)








O mapa de Piri Reis data de 1513 e é o primeiro mapa antigo a mostrar as Americas. O mapa de Piri Reis mostra a costa ocidental da África, a costa oriental da América do Sul e a costa norte da Antártica. O litoral norte da Antártica é perfeitamente detalhado. O mais enigmático não é o fato de como Piri Reis conseguiu desenhar o mapa da região da Antártica tão preciso a 300 anos antes de ter sido descoberta mas o fato de que o mapa mostra hoje o litoral coberto por gelo.
O mapa de Piri Reis foi feito pelo almirante Turco Piri Ibn Haji Mehmed. Reis quer dizer almirante e sua paixão era a cartografia. Devido ao seu alto escalão dentro da marinha turca isto lhe permitiu ter um acesso privilegiado na Biblioteca Imperial de Constantinopla.
O mapa ficou perdido por muito tempo e só foi redescoberto em 1929 por um grupo de historiadores que trabalhavam no harém do Palácio de Topkapi em Istambul. Ha muitas dúvidas a respeito deste mapa por causa dos seus impressionantes detalhes. Algumas pessoas acreditam que o mapa é tão perfeito que só poderia ter sido feito com a ajuda de fotografias tiradas de altitudes muito altas.O mapa de Piri Reis não foi feito como mapas modernos com linhas horizontais e verticais tendo como propósito a localização, mas foi feito com uma série de círculos e linhas que se iradiam. O propósito era guiar os navegantes de porto a porto e não com o objetivo de localização. Isto faz com que seja mais difícil comparar as características do mapa de Piri Reis com mapas modernos. Alguns achados raros sobre o mapa:
O mapa mostra que o seu autor sabia a circunferência precisa da Terra.
O litoral e a ilha que são mostradas na parte onde se localiza a Antártica deve ter sido navegadas em algum período antes de 4.000 A.C. quando estas áreas ainda não estavam cobertas com gelo.
O mapa de Piri reis é um dos "mapas mundiais" mas antigos a mostrar as Americas. Estudos sugerem que o mapa mostra latitudes precisas do litoral da america do sul e da costa africana - 21 anos depois das viagens de Colombo! Piri Reis descreveu com seu próprio punho como ele fez o mapa baseado em uma coleção de mapas antigos e complementada por mapas que foram feitos por Colombo. Isto sugere que estes mapas antigos estariam disponíveis a Colombo e poderiam ter sido a base de sua expedição.
O "centro" do mapa de Piri Reis é a cidade de Alexandria - centro cultural e onde ficava localizada a maior e a mais antiga biblioteca do mundo até sua destruição por invasores Cristãos.
Descrições de Piri Reis no mapa indicam que alguns dos seus mapas fontes datam do tempo de Alexandre o Grande (332 A.C.). O mapa de Piri Reis possui também várias notas. Estas notas vão desde a descoberta de Colombo até monstros maritimos. Algumas notas interessantes:
"Este país é inahabitado. A população inteira anda nua."
"Esta região é conhecida como a vila de Antilia. Está localizada onde sol se põe. Eles dizem que há quatro tipos de papagaios: branco, vermelho, verde e preto. As pessoas comem a carne dos papagaios e enfeitam suas cabeças com suas penas. Há uma pedra aqui. A pedra é preta. As pessoas a usam como um machado."
"Este mar é chamado de Mar Ocidental, mas os marinheiros o chamam de Mare d'Espagna. Que significa Mar da Espanha. Até agora este mar era conhecido por este nome, mas Colombo que navegou por este mar e fez várias ilhas conhecidas juntamente com os portuguêses que navegaram pela região de Hind concordaram em dar a este mar um novo nome. Eles deram o nome de "Ovo Sano" [Oceano] quer dizer ovo são. Até então se pensava que o mar não tinha fim ou limite e que o seu fim estava localizado na escuridão. Agora eles descobriram que este mar tem uma costa, porque ele é como um lago e portanto eles o chamaram de Ovo Sano."
"Neste ponto há bois com um chifre e também monstros nesta forma."
O mapa de Piri Reis está no Palácio de Topkapi mas não fica em constante exposição. Este mapa tem grande valor para a Turquia e para o mundo.

CAPÍTULO 1
Um Mapa de Lugares Ocultos


8° ESQUADRÃO DE RECONHECIMENTO TÉCNICO (ERC)
FORÇA AÉREA DOS ESTADOS UNIDOS
Base de Westover da Força Aérea
Massachusetts

6 de julho de 1960


ASSUNTO: Mapa-múndi do almirante Piri Reis
Para: Professor Chartes H. Hapgood. 
Keene College 
Keene, New Hampshire

Prezado professor Hapgood,

Sua solicitação, no sentido de que fossem avaliados por esta unidade certos aspectos inusitados do mapa-múndi Piri Reis, datado de 1513, foi objeto de reexame.
A alegação de que a parte inferior do mapa mostra a costa Princesa Martha, da Terra da Rainha Maud, na Antártida, e a península Palmer, é razoável. Julgamos ser essa a interpretação mais lógica e, com toda probabilidade, correta do mapa.
Os detalhes geográficos mostrados na parte inferior do mapa concordam, de forma notável, com os resultados do perfil sísmico, levantado de um lado a outro da calota polar, pela Expedição Sueco-Britânica à Antártida, realizada em 1949.
Os resultados indicam que a linha costeira foi mapeada antes de ser coberta pela calota polar.
A calota polar nessa região tem atualmente uma espessura de cerca de 1.600m.
Não temos idéia de como os dados constantes do mapa podem ser conciliados com o suposto estado dos conhecimentos geográficos em 1513.

HAROLD Z. OHLMEYER 
Ten.-Cel., Força Aérea dos EUA 
Comandante

A despeito da linguagem destituída de emoção, a carta de Ohlmeyer é uma bomba. Se a Terra da Rainha Maud foi mapeada antes de ser coberta pelo gelo, o trabalho original de cartografia deve ter sido feito em um tempo extraordinariamente remoto.
Há quanto tempo, exatamente?
De acordo com o saber convencional, a calota polar da Antártida, em sua atual forma e extensão, tem milhões de anos. Um exame mais atento, porém, revela que essa idéia apresenta graves falhas - tão graves que não precisamos supor que o mapa desenhado pelo almirante Piri Reis mostre a Terra da Rainha Maud como era há milhões de anos. A melhor prova recente sugere que a Terra da Rainha Maud e as regiões vizinhas mostradas no mapa passaram por um longo período livres de gelo, período que talvez não tenha terminado inteiramente até cerca de seis mil anos atrás. Essa prova, que voltaremos a examinar no capítulo seguinte, evita-nos a tarefa ingrata de explicar quem (ou o quê) dispunha da tecnologia necessária para efetuar um levantamento geográfico preciso da Antártida há, digamos, dois milhões de anos a.C., muito antes de nossa espécie surgir na Terra. Pela mesma razão, uma vez que a confecção de mapas é uma atividade complexa e civilizada, obriga-nos a explicar como uma tarefa dessa natureza poderia ter sido realizada há seis mil anos, muito antes do aparecimento das primeiras civilizações autênticas reconhecidas por historiadores.

Fontes Antigas

Ao tentar essa explicação, é importante lembrar os fatos históricos e geográficos básicos:

1. O mapa de Piri Reis, que é um documento autêntico e não uma contrafação de qualquer tipo, foi desenhado em Constantinopla no ano 1513 d.C.

2. O mapa mostra a costa ocidental da África, a costa oriental da América do Sul e a costa norte da Antártida.

3. Piri Reis não poderia ter obtido, com exploradores da época, informações sobre esta última região, uma vez que a Antártida permaneceu desconhecida até 1818, mais de 300 anos depois de ele ter desenhado o mapa.

4. A costa livre de gelo da Terra da Rainha Maud mostrada no mapa constitui um quebra-cabeça colossal, uma vez que a prova geológica confirma que a data mais recente em que poderia ter sido inspecionada e mapeada, em um estado de ausência de gelo, foi no ano 4000 a.C. 

5. Não é possível fixar exatamente a data mais antiga em que esse trabalho poderia ter sido feito, embora pareça que o litoral da Terra da Rainha Maud pode ter permanecido em condições estáveis, sem glaciação, pelo menos durante 9.000 anos antes que a calota polar em expansão a engolisse inteiramente.

6. A história não conhece civilização que tivesse capacidade ou necessidade de efetuar o levantamento topográfico da linha costeira no período relevante, entre os anos 13000 a.C. e 4000 a.C.

Em outras palavras, o verdadeiro enigma desse mapa de 1513 não está tanto no fato de ter incluído um continente que só foi descoberto em 1818, mas em mostrar parte da linha costeira desse mesmo continente em condições de ausência de gelo, que terminaram há 6.000 anos e que desde então não se repetiram.
De que maneira podem ser explicados esses fatos? Piri Reis, cortesmente, fornece--nos a resposta em uma série de notas escritas do próprio punho, no próprio mapa. Confessa ele que não foi o responsável pelo trabalho inicial de levantamento topográfico e pela cartografia. Muito ao contrário, admite que seu papel foi simplesmente o de compilador e copista e que o mapa baseia-se em grande número de mapas básicos. Alguns deles foram desenhados por exploradores contemporâneos ou quase contemporâneos (incluindo Cristóvão Colombo) que, por essa época, haviam chegado à América do Sul e ao Caribe, embora outros fossem documentos cujas datas retroagiam ao século IV a.C. ou mesmo antes.
Piei Reis não deixou qualquer sugestão sobre a identidade dos cartógrafos que haviam produzido os mapas mais antigos. Em 1963, contudo, o professor Hapgood propôs uma solução nova e instigante para o problema. Argumentou ele que alguns mapas básicos que o almirante usara, em especial os que se supunha terem sido produzidos no século IV a.C., haviam se baseado em fontes ainda mais antigas, que, por seu lado, teriam se baseado em fontes básicas de uma época ainda mais recuada na antiguidade. Havia, afirmou ele, prova irrefutável de que a terra fora extensamente mapeada, antes do ano 4000 a.C., por uma civilização até então desconhecida e ainda não descoberta, dotada de alto grau de progresso tecnológico.




Parece [concluía ele] que informações exatas foram transmitidas de um povo a outro. Ao que tudo indica, as cartas tiveram forçosamente origem em um povo desconhecido, tendo sido passadas adiante, talvez pelos minoanos e os fenícios, famosos, durante mil anos ou mais, como os maiores navegadores do mundo antigo. Temos prova de que, reunidos e estudados na grande biblioteca de Alexandria [Egito], compilações dos mesmos foram feitas por geógrafos que lá estudaram.

Com início em Alexandria, de acordo com a reconstrução de Hapgood, c6pias dessas compilações e alguns mapas básicos originais foram levados para outros centros de saber - notadamente Constantinopla. Finalmente, quando Constantinopla foi ocupada pelos venezianos durante a IV Cruzada, em 1204, os mapas começaram a chegar às mãos de marinheiros e aventureiros europeus:

A maioria desses mapas era do Mediterrâneo e do mar Negro. Sobreviveram, porém, mapas de outras áreas. Incluíam eles mapas das Américas e dos oceanos Ártico e Antártico. Torna-se claro que os antigos exploradores viajavam de um pólo a outro. Inacreditável como possa parecer, a prova, ainda assim, indica que alguns povos antigos exploraram a Antártida quando suas costas estavam livres de gelo. É claro, também, que dispunham de um instrumento de navegação para determinar acuradamente as longitudes que era imensamente superior a qualquer coisa possuída pelos povos dos tempos antigos, medieval ou moderno até a segunda metade do século XVIII.
Essa prova, de que houve uma tecnologia desaparecida, sustenta e dá credibilidade a numerosas outras hipóteses sobre uma civilização perdida, em tempos remotos. Estudiosos conseguiram refutar a maioria das alegadas provas, mostrando que eram apenas mitos, mas aqui temos prova que não pode ser refutada. A prova requer que todas as demais provas apresentadas no passado sejam reexaminadas com mente aberta.
A despeito do respeitado endosso de Albert Einstein (ver a seguir) e não obstante o reconhecimento posterior de John Wright, presidente da Sociedade Geográfica Americana, de que Hapgood "formulou hipóteses que exigem mais exames", nenhuma pesquisa científica ulterior foi realizada sobre esses antigos e estranhos mapas. Além do mais, longe de ser aplaudido por dar uma nova e séria contribuição ao debate sobre a antiguidade da civilização humana, Hapgood, até sua morte, foi esnobado pela maioria de seus colegas, que vazaram a discussão a que lhe submeteram a obra no que alguém descreveu, acuradamente, como "sarcasmo flagrante e injustificado, escolhendo aspectos banais e fatores não suscetíveis de verificação como bases para condenação, procurando, dessa maneira, evitar as questões básicas".

Um Homem à frente de seu Tempo

O falecido Charles Hapgood ensinou história da ciência no Keene College, New Hampshire, Estados Unidos. Ele não era geólogo nem historiador da antiguidade. É possível, no entanto, que gerações futuras lembrem-se dele como o homem que abalou os alicerces da história mundial - e também de um grande pedaço da geologia.
Albert Einstein foi um dos primeiros a compreender esse fato, quando deu o passo sem precedentes de contribuir com o prefácio para um livro de Hapgood escrito em 1953, alguns anos antes de ele iniciar a investigação do mapa de Piri Reis:

Freqüentemente, recebo comunicações de pessoas que querem me consultar sobre idéias suas ainda inéditas [escreveu Einstein]. Dispensa dizer que só raramente tais idéias têm validade científica. A primeira comunicação que recebi do Sr. Hapgood, porém, deixou-me eletrizado. Sua idéia é original, de grande simplicidade e - se continuar a ser provado que tem validade - de grande importância para tudo aquilo que se relaciona com a história da superfície da terra.
A "idéia" expressada no livro de 1953 de Hapgood é uma teoria geológica global, que explica elegantemente como e por que grandes regiões da Antártida permaneceram livres de gelo até o ano 4000 a.C., juntamente com numerosas outras anomalias encontradas na ciência da Terra. O argumento, em suma, é o seguinte:

1. A Antártida nem sempre foi coberta de gelo e houve época em que era muito mais quente do que hoje.

2. E era quente porque, naquele período, não se localizava fisicamente no pólo Sul. Em vez disso, situava-se a aproximadamente 3.600 quilômetros mais ao norte. Essa situação a teria colocado fora do Círculo Antártico, em um clima temperado ou frio temperado.

3. O continente passou para sua atual posição, dentro do Círculo Antártico, devido a um mecanismo conhecido como "deslocamento da crosta terrestre". Esse mecanismo, que não deve, de forma alguma, ser confundido com deslocamento de placas tectônicas, ou migração de continentes, é aquele através do qual a litosfera, isto é, toda a crosta terrestre, "pode deslocar-se ocasionalmente, movendo-se por cima do núcleo interno mole, mais ou menos como uma pele de laranja, se estivesse solta, poderia deslocar-se em uma única peça por cima da parte interna da fruta".

4. Durante esse suposto movimento da Antártida na direção sul, ocasionado pelo deslocamento da crosta terrestre, o continente tornou-se gradualmente mais frio, formando-se uma calota polar que se expandiu irresistivelmente durante milhares de anos, até chegar às atuais dimensões.

Detalhes adicionais da prova que sustenta essas idéias radicais constam da Parte VIII deste livro. Geólogos ortodoxos, no entanto, permanecem relutantes em aceitar a teoria de Hapgood (embora ninguém tenha provado que ela estava errada). E a teoria provoca numerosas perguntas.
Entre elas, a mais importante é a seguinte: que mecanismo concebível poderia exercer uma força suficiente sobre a litosfera para precipitar um fenômeno de tal magnitude, como o deslocamento da crosta?
Ninguém melhor como guia do que Einstein para sumariar as descobertas de Hapgood:

Nas regiões polares, há uma acumulação constante de gelo, mas não distribuída simetricamente em torno do pólo. A rotação da terra atua sobre essas massas assimetricamente depositadas e produz momento centrífugo, que é transmitido à crosta rígida da terra. O momento centrífugo, em aumento constante, produzido dessa maneira, dará origem, quando atingir um certo ponto, a movimento da crosta da terra por cima do resto do corpo da terra...

O mapa de Piei Reis parece conter prova adicional surpreendente em apoio da tese de uma glaciação geologicamente recente de partes da Antártida, em seguida a um súbito deslocamento, na direcão sul, da crosta terrestre. Além do mais, uma vez que esse mapa só poderia ter sido desenhado antes do ano 4000 a.C., são notáveis suas implicações para a história da civilização humana. Supostamente, antes do ano 4000 a.C. não havia qualquer civilização.
Correndo algum risco de uma simplificação excessiva, o consenso acadêmico é, em termos gerais, o seguinte:

. A civilização desenvolveu-se inicialmente no Crescente Fértil do Oriente Médio. 
. Esse desenvolvimento começou após o ano 4000 a.C. e culminou no aparecimento das mais antigas civilizações autênticas (Suméria e Egito), por volta do ano 3000 a.C., seguido logo depois por outras civilizações no vale do Indo e na China.
. Cerca de 1.500 anos depois, a civilização decolou espontânea e independentemente nas Américas.
. Desde o ano 3000 a.C. no Velho Mundo (e mais ou menos no ano 1500 no Novo Mundo), a civilização "evoluiu" ininterruptamente na direção de formas cada vez mais refinadas, complexas e produtivas.
. Em conseqüência, e especialmente em comparação com a nossa, todas as civilizações antigas (e todas as suas obras) devem ser compreendidas como essencialmente primitivas (os astrônomos sumerianos sentiam pelos céus um respeito anticiendfico e até as pirâmides do Egito teriam sido construídas por "primitivos com conhecimentos tecnológicos").

A prova, sob a forma do mapa de Piri Reis, parece desmentir tudo isso.

Piri Reis e suas Fontes

Nos seus dias, Piri Reis foi figura bem conhecida. Não há a menor dúvida sobre sua identidade histórica. Almirante na marinha de guerra dos turcos otomanos, participou, em meados do século XVI, não raro no lado vencedor, de numerosas batalhas navais. Era, além disso, considerado especialista nas terras do Mediterrâneo, e escreveu um livro de navegação famoso, o Kitabi Bahriye, onde constava uma descrição completa das costas, ancoradouros, correntes, baixios, pontos de desembarque, baías e estreitos dos mares Egeu e Mediterrâneo. A despeito de uma carreira ilustre, caiu no desagrado de seus senhores e foi decapitado no ano 1554 ou 1555 d.C. 
Os mapas básicos usados por ele para desenhar o mapa de 1513 estiveram, com toda probabilidade, arquivados inicialmente na Biblioteca Imperial, em Constantinopla, à qual se sabe que o almirante tinha acesso privilegiado. Essas fontes (que podem ter sido trazidas ou copiadas de centros de saber ainda mais antigos) não existem mais ou, pelo menos, não foram encontradas. Não obstante, foi na biblioteca do velho Palácio Imperial que, em data tão recente quanto 1929, alguém redescobriu o mapa de Piri Reis, pintado em pele de gazela e enrolado, em uma empoeirada prateleira.

Legado de uma Civilização Perdida?

Como o confuso Ohlmeyer reconheceu na carta escrita a Hapgood em 1960, o mapa de Piri Reis mostrava a topografia subglacial, o verdadeiro perfil da Terra da Rainha Maud, na Antártida, por baixo do gelo. Esse perfil permaneceu inteiramente oculto desde o ano 4000 a.C. (quando foi coberto pelo lençol de gelo em expansão) até ser revelado, mais uma vez, como resultado de extenso levantamento sísmico da região, efetuado em 1949 por uma equipe científica de reconhecimento britânico-sueca.
Se Piri Reis tivesse sido o único cartógrafo com acesso a essas informações anômalas, seria errôneo dar qualquer grande importância ao mapa. No máximo, poderíamos dizer: "Talvez ele seja importante, mas, também, talvez seja apenas uma coincidência”. O almirante turco, porém, não foi o único a ter acesso a esse conhecimento geográfico aparentemente impossível e inexplicável. Seria inútil especular ainda mais do que Hapgood já fez, isto é, se a "corrente subterrânea" poderia ter conduzido e preservado esse conhecimento através das idades, transmitindo fragmentos dele de uma cultura a outra, de uma época a outra. Qualquer que tenha sido o mecanismo, o fato é que um bom número de outros cartógrafos aparentemente tomou conhecimento dos mesmos curiosos segredos.
Seria possível que todos esses cartógrafos tivessem compartilhado, talvez sem saber, do abundante legado científico de uma civilização desaparecida?


terça-feira, 17 de março de 2009

A Terra da Rainha Maud (Dronning Maud Land em norueguês)


A impressionante foto obtida pelo satélite ESSA-7 mostrando a misteriosa abertura no Pólo Norte.
A RAINHA MAUD















A Terra Oca, ridicularizada como sempre pelos pretensos sábios, teve uma espantosa reviravolta quando em 1970 o satélite ESSA-7 – lançado pela Administração de Serviço de Ciência do Meio Ambiente do Departamento de Comércio dos EUA -obteve uma espantosa fotografia, numa raríssima ocasião em que o Pólo Norte estava sem a sua densa e impenetrável cobertura de nuvens: nela se vê, nitidamente, uma enorme abertura exatamente na região central-superior da esfera em que habitamos há tanto tempo e, no entanto, ainda nos é totalmente estranha e desconhecida! Podemos, de fato, pensar (e não duvidemos disso!) que até mesmo as calotas polares sejam um excelente disfarce para tais entradas onde os OVNI teriam as suas bases secretas. Possivelmente, em tempos muito recuados, alguma raça desconhecida teria feito um excelente trabalho de engenharia, colocando, por exemplo, por sob a espessa camada de gelo dos Pólos uma fantástica espécie de entradas móveis, as quais periodicamente se abririam quando delas necessitassem. E, em complemento, reunindo assim o útil ao agradável, que melhor tipo de camuflagem natural do que as eternas nuvens que os cobrem? A impressionante foto obtida pelo satélite ESSA-7 mostrando a misteriosa abertura no Pólo Norte. -Nesse particular, seria importante lembrar que em fevereiro de 1947 uma missão militar norte-americana denominada High Jump, sofreu pesadas baixas em
aviões e soldados, devido a uma “força misteriosa” que literalmente os impediu de se estabelecerem, ou talvez bisbilhotarem, por aquelas bandas, dessa feita no Pólo Sul.

O próprio almirante Byrd, naquele mesmo ano, declarou a um jornal de Chicago que “resulta em uma verdade muito amarga admitir, mas em caso de um novo conflito bélico, podemos ser agredidos por aeronaves que têm a capacidade de voar vertiginosamente de um Pólo ao outro. Precisamos tomar medidas urgentes e adequadas para interceptar tais aeronaves inimigas, provenientes das regiões polares. Especialmente interessa e necessitamos cercar a Antártida com uma zona de defesa e segurança”. A coisa se torna mais reveladora quando se sabe que, bem antes disso, precisamente em 1938, os nazistas descobriram na Antártida, em uma local para além da posição geográfica conhecida como Terras da Rainha Maud, uma região sem céu, com lagos e dotada de um acesso cujo diâmetro era de 30 milhas (cerca de 48,5 quilômetros!). Várias equipes militares e científicas do Terceiro Reich foram para lá enviadas, destinadas a se estabelecerem, ou manterem contato com aquelas entidades, obviamente alienígenas, que lá estivessem estabelecidas – bem naquelas “promissoras” terras as quais denominaram de NEU-SCHWABENLAND.

O certo é que os nazistas estiveram sofregamente à busca do auxílio alienígena no Brasil, Tibet e finalmente no Pólo, onde parecem ter obtido algum êxito. Talvez bastante êxito! Sabe-se que estavam, inclusive, desenvolvendo um “pires voador”(baseado na tecnologia dos OVNI), como também a bomba nuclear, os caças supersônicos, os mísseis (que chegaram a utilizar nas bombas V-1 e V-2), foguetes para viagens espaciais e outras demonstrações de uma ciência tecnológica que não era da sua época e do seu tempo e que, sem dúvida alguma, foi fornecida pelos tais “superiores desconhecidos”, obviamente os pervertidos e não os verdadeiros, que tanto reverenciavam.

Suspeitas muito fortes dão conta de que talvez ainda hoje os remanescentes do Terceiro Reich, controlados por um grupo de elite da SS mantidos ainda vivos através de avançadas técnicas científicas alienígenas e cuja denominação seria ULTRA, estariam em atividade precisamente no Pólo Sul, conjuntamente com os alienígenas do tipo grays, ou cinzas, e, diz-se, com a conivência do aparato de encobrimento norte-americano, todos associados a um certo tratado de cooperação Terra-Aliens, que somente atenderia aos seus escusos interesses e que decididamente não é nada benéfico para os habitantes deste pequeno planeta.

Um verdadeiro, e além de tudo espúrio, domínio temporal do nosso mundo!



A capital da Hiperbórea, segundo as tradições, era Thule. Que, entre os antigos, representava o extremo limite setentrional do mundo conhecido, de onde veio o seu nome de Ultima Thule.

A capital dos Hiperbóreos ocupava por conseguinte uma situação chave que sugeriu uma interessante tese a Guy Tarade, presidente do CEREYC de Nice.

Segundo Guy Tarade os pólos eram as “Portas do Cosmos” isto é, as duas chaminés de evasão do nosso globo onde inflectem as cinturas de Van Allen, cujas camadas radioativas são temidas pelos cosmonautas.

De resto, o mesmo dizia o patriarca Enoch, que antes do dilúvio, visitava o país dos primeiros pais iniciadores vindos do céu, portanto cosmonautas.

Essas chaminés na cintura de Van Allen seriam, segundo Guy Tarad, o caminho de chegada e de partida dos iniciadores antigos. Que se essas cinturas de partículas já não nos protegessem, a Terra seria submetida a um bombardeamento cósmico gerador de transmutações perigosas.
Felizmente elas estão lá, bem colocadas no seu lugar pelo campo magnético terrestre.
Ora, um grito de alarme foi lançado no Congresso Oceânico de Moscou, em Maio de 1966, pelos físicos americanos Heezen e Bruce. Estes sábios tinham verificado pelo estudo das “bússolas fósseis” do fundo dos mares que outrora se produzia uma inversão total dos pólos e que o magnetismo atual estava em vias de degradação. Segundo os seus cálculos, dentro de dois mil anos ele não existiria mais, e longas séries de cataclismos poriam em perigo a evolução normal das espécies do nosso globo.

 Pode-se imaginar que foi por uma razão análoga que uma humanidade extraterrestre foi outrora forçada a emigrar e que, temendo uma repetição do fenômeno, tenha escolhido o pólo norte da Terra para aí se instalar.

Acresce que, se esses viajantes do espaço – que chamamos Hiperbóreos – eram detentores de uma ciência superior á nossa, o que é provável, eles recebiam dessa posição chave a possibilidade de (captar) no sistema nervoso do globo – as correntes telúricas  - uma energia capaz, em certa medida, de condicionar o comportamento humano.

É exatamente o que, nos nossos dias, se passa com a televisão, que modela, conforme o arquétipo de cada nação, o comportamento psicológico dos telespectadores.

A situação geográfica dos Hiperbóreos permitia-lhes, nesse aspecto, serem verdadeiramente os Senhores do Mundo.

Pensa-se que uma guerra atômica, relatada pelos Maias e os Hindus, os fez enfrentar os civilizadores orientais da Terra de Mu, residindo a origem do conflito, sem dúvida, no pólo norte.
É perturbador verificar-se que ainda nos nossos dias, duas grandes potências atômicas, uma situada parcialmente sobre a antiga Atlântida, e a outra englobando territórios da antiga Terra de Mu, disputam a posse do Pólo Norte, cuja capital, no nosso século XX, ostenta milagrosamente o nome de Thule!

Também a Terra possui os seus cromossomas – memórias, e o que foi é idêntico ao que há - de ser.

FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969
LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa

domingo, 15 de março de 2009

A VIDA É UM SONHO DE DEUS





A VIDA É UM SONHO DE DEUS

O Logos, ou o Divino Verbo, estará sempre em processo de sublime criação. Sua Magna Obra veio a ser concebida no silêncio de uma “noite”, quando novamente acordou para mais um “dia”, dando assim origem à Luminosidade. Tanto o espírito quanto a matéria, que no Seio do Eterno sempre coexistirão de forma maravilhosa, não são absolutamente permanentes – somente passando a existir durante um determinado período de manifestação. Esse Verbo, a Causa Primeira de Todas as Coisas, que tudo contém sem no entanto por nada ser contido, torna-se assim imanente em todas as coisas, uma vez que o Universo visível nada mais é do que a imagem concreta de uma abstração ideal, plasmada segundo o modelo de uma Primeira Ideação Divina, pré-existente desde toda a insondável eternidade! Os verdadeiros Evangelhos, isto é, os considerados “apócrifos” e por isso mesmo ocultados às massas, são bem claros ao afirmar que “se Deus dormisse ou parasse de sonhar o Universo desapareceria instantaneamente” Os antigos místicos ensinavam que toda a criação não passa de uma visualização de Deus e que no princípio era apenas a Mente, que através de um mistério profundo residia em Si Mesma. E nos seus sonhos indescritíveis e sublimes visualizava miríades de mundos – habitados pelas mais exóticas e fascinantes criaturas! Então, em um dado momento, estabeleceu a primeira e a mais elevada das suas Leis: Todo o Amor Sozinho Jamais Passará de Uma simples Metade! E o Amor, naquela que foi a sua expressão mais pura, necessitando portanto da sua contraparte, apoderou-se daqueles sonhos sublimes, saturando-os de uma intensa Luz! Aí estava o Ponto-Zero do nosso fantástico Universo, pois aquela Força Mental Sublime tornando-se maravilhosamente o Pai e também a Mãe, saturada daquele imenso e luminoso Amor, sentiu necessidade imperiosa de CRIAR. Então, Ela se fragmentou, expandindo-se, através de um movimento contínuo e progressivo que perdura até os dias atuais, dando forma sensível a todos os Universos que com o nosso coexistem e, também, a todas as criaturas originárias dos seus sonhos, as quais promovem as suas existências em múltiplas e variadas dimensões. Todo o Universo é Mental e a matemática dos homens jamais será idêntica à do Absoluto. Leis maravilhosas e inflexíveis ordenam toda a Criação, do contrário seria o caos! Nada, por mais poderoso que seja, ou venha a se tornar, poderá contrariar uma Ordem e uma Legislação Justa e Perfeitamente estabelecidas.
O Universo, na medida em que o tentamos conhecer, passa por um ciclo de expansão – a partir da Célula-Original quando finalmente retornará à contração, de volta ao seu Ponto de Partida, ocasião em que o Absoluto meditará a respeito das experiências da sua Criação e de forma maravilhosa iniciará um outro processo – dando forma sensível a novos e muito promissores Universos. Glorioso então, é o papel de cada um de nós no Esquema Cósmico. Grande a missão do homem e também de todas as criaturas, ao fazerem parte integrante dos Sublimes Propósitos de Deus. Através de extensos ciclos, as almas, todas elas partículas desse mente Sublime e Inefável, deverão pois aprender através da própria experiência: Desde as formas mais brutas, até as mais refinadas e sutis, cumpre-se aí uma outra maravilhosa Lei: da centelha ao mineral; do mineral ao vegetal; do vegetal ao animal; do animal ao homem; do homem ao Anjo; do Anjo ao Arcanjo e finalmente do Arcanjo a Deus – retornando assim ao glorioso Ponto de Partida. Quê é então o “bem” e quê é verdadeiramente o “mal”, dentro de todo esse imenso contexto? Caberá somente ao livre arbítrio das criaturas mais adiantadas do processo evolutivo, estabelecer os parâmetros mediante os seus próprios critérios de entendimento. De mundos para mundos, das esferas brutas para as esferas mais refinadas e sutis, todas as almas verdadeiramente viajam nesse extenso ciclo, subordinadas à sempre inflexível Lei do Carma, refinando-se ou estacionando – de acordo com os seus próprios atos e merecimentos. Assim, podemos entender através de uma maneira muito mais lógica e racional, a existência de outras criaturas espalhadas pela vastidão incomensurável e radiante dessa Mente Maravilhosa dentro da qual vivemos e promovemos as nossas existências – muito embora ainda não tenhamos inteiramente compreendido e alcançado toda a Sua Magnitude e Extensão.

Miríades de mundos, não menos habitados do que o nosso, espalham-se certamente por este e quem sabe por muitos outros Universos, situados em inúmeras outras dimensões que não as física e material a que estamos habituados e condicionados a conhecer, interpenetrando-se de maneira fantástica –assim como hoje a própria ciência verdadeiramente de vanguarda tende a reconhecer!

E essa ciência, diante daquilo que classifica como “um imenso número de coincidências físicas altamente improváveis”, vem a cada dia que passa se curvando diante da enorme sabedoria do passado, ao constatar que existe de fato uma Suprema Inteligência, a qual, na falta de uma denominação talvez melhor e mais apropriada, chamamos DEUS. Cientistas sérios e renomados estão plenamente cientes de que o Universo não aconteceu por mero acaso e é até mesmo dirigido por aquilo que chamam de uma “observação participante”! Essa diretriz inteligente é regida por uma constante numérica, ou seja, números com a magnitude de 1 seguido por 40 zeros (equivalente a 10 elevado à trigésima nona potência!) e que está presente desde a minúscula partícula do átomo até a mais grandiosa galáxia. Isso que também classificam de Isotropia Inteligente, por outro lado, é prioritariamente dirigido no sentido específico de criar a VIDA, o que em outras palavras significa que essa mesma vida é uma constante em todos os rincões do espaço sideral! As diversas equações matemáticas igualmente provam a espantosa existência de uma Força Planejadora que movimenta e mantém todas as coisas, uma espécie de MENTE que permeia tudo! Foi, assim, constatado que uma movimentação de átomos gera uma radiação de 3 graus Kelvin, um tipo de corrente uniformemente ionizada que banha todo o Cosmo com restos arrefecidos de uma expansão (ou explosão inicial) extremamente quente, ocorrida há muitos bilhões de anos. Essa radiação, um tipo de energia extremamente rara, é responsável pela geração da vida quimicamente organizada onde quer que existam as condições favoráveis para seu desenvolvimento. E isso não é tudo: essa Diretriz Inteligente que permeia tudo, bifurcou o Universo criando também uma infinidade de MUNDOS PARALELOS e descontínuos, dotados igualmente da mais alta probabilidade de sustentação de vida! De espanto em espanto, os mais notáveis cientistas concordam com os Mestres do passado, que afirmavam ser Deus Essencialmente Matemático e portanto Absolutamente Justo. De fato, a mais pura de todas as matemáticas se manifesta em toda a Criação. Os estudos permitiram concluir que uma fantástica mecânica quântica, que decididamente não pode ter sido mero fruto do acaso, estabelece leis e diretrizes que atestam uma profunda conexão entre a Cosmologia e a Teoria atômica e todos esses números não se tratam de meras unidades arbitrárias, obras inegáveis, portanto, de uma Inteligência Fantástica e Absoluta, muito além da compreensão do homem! Sabe-se ainda que o Universo, atualmente em período de expansão progressiva, um dia qualquer chegará ao seu término, recolhendo-se – ou se retraindo -a um ponto único que é teoricamente denominado de Ômega. A partir daí será iniciado um novo ciclo de expansão.

Voltaire afirmou que não se pode conceber que o relógio exista e não exista o relojoeiro. Balzac, por sua vez já escrevera que Deus é um Número Dotado de Movimento que é sentido porém nunca demonstrado. E, bem antes de todos eles, os antigos jádiziam que a Divindade é o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim! Fred Hoile, o renomado astrônomo, chegou à espantosa conclusão que as galáxias seriam verdadeiras “zonas de consciência”, em outras palavras, seres pensantes e conscientes muito além da nossa limitada percepção.

Werner Von Braun, ex-cientista da Alemanha nazista e posteriormente especialistas em foguetes da NASA, declarou que “as leis naturais do Universo são tão precisas que não temos nenhuma dificuldade em construir naves espaciais para voar até a lua, e podemos cronometrar o vôo com a precisão duma fração de segundos. Estas leis devem ter sido estabelecidas por alguém” No que modernamente concorda o expoente da Física, Stephen Hawking, ao afirmar: “Quanto mais examinamos o Universo, tanto mais verificamos que não é de jeito nenhuma arbitrário, mas obedece a certas leis bem definidas que regulam diferentes áreas. Parece muito razoável supor que existam alguns princípios unificadores, de modo que todas as leis sejam parte de alguma lei maior.”

A própria natureza, aliás, nos demonstra a existência inegável de uma Força sublime que está por trás de tudo. Acredita-se que vida aqui na Terra tenha sido fecundada a partir de partículas cósmicas provenientes do espaço exterior que a teriam banhado nos seus primórdios, quando ainda era extremamente jovem. Os sábios acreditam que essas partículas ionizadas verdadeiramente viajam pelo espaço, fecundando com as sementes da vida aqueles corpos celestes mais propícios. Uma espécie de “benção ionizada” que foi originada desde a colossal explosão, ou expansão, inicial, a qual denominam Big-Bang!
A questão inicial, dúvida que sempre afligiu a criatura pensante desde os primórdios do tempo, finalmente já tem a sua resposta: Deus existe? As evidências demonstram, (e até mesmo a ciência outrora cética e materialista assim acredita) que seria negar a própria Vida, renegar a própria Luz que nos envolve e até mesmo abjurar os astros que cintilam no céu, aquele que através um clamoroso contra-senso pretender afirmar que não! Enfim, Deus, A Causa Primeira e Infinita de Todas as Coisas, porquanto Inefável, jamais poderá ser definido pelo homem, cuja mente é finita. Mas nada impede que uma ciência muito evoluída especule sobre a sua Sublime Natureza. E, assim sendo, talvez a maior, melhor e mais precisa especulação sobre isso tenha partido de um ser extraterrestre, benévolo e altamente espiritualizado, que manteve contato direto, físico, com o brasileiro Dino Kraspedon: “ Deus é uma Linha Isotrópica, Paralela a Si Mesma e Vibrando por Si Própria em ângulos retos. Ele é como um sistema axial, no qual o ponto de interseção das linhas está em todos os lugares ao mesmo tempo. Então Ele é muitos, porque as dimensões estão contidas Nele. E quando elas se permutam “n” equivale ao Infinito” E essa Energia Maravilhosa, essa Força Axial e Imensa, que a tudo isotropicamente permeia, isto é, está em todas as partes ao mesmo tempo, sendo especificamente destinada à criação da VIDA, a existência de criaturas pensantes nos mais diversos rincões do Universo parece não mais se tratar de mera suposição, porém, SIM, de uma certeza absoluta; uma verdade inquestionável. Até porque, bem perto de nós existem, de fato, certas coisas intensamente reveladoras que assim o atestam........


B I B L I O G R A F I A :
NAS FRONTEIRAS DO DESCONHECIDO – Sérgio O.
Russo – Ed. Tecnoprint Ediouro
www.castleofspirits.com
http://theshadowlands.net
www.gcom1.net/sosem.htm
Sorusso@starmedia.com
Sorusso66@hotmail.com


sábado, 14 de março de 2009

A VERDADE SOBRE ESTE PLANETA



Procurai imaginar por um instante que sois um extraterrestre. Acabais de percorrer anos-luz com vossa nave espacial e vos dirigis ao planeta Terra. Tendes a missão de explorar esse planeta, de tomar contato com seus habitantes para trocar saber e ter informações de todos os níveis. Se tudo der certo, se chegardes à conclusão de que seus habitantes são honestos e estão dispostos a tudo pela paz, a Terra poderia então ser admitida na Federação Intergaláctica. E com um espírito aberto, contatos poderiam então acontecer com os habitantes de outros planetas. A consciência terrestre progridiria claramente; esse avanço chegaria também aos domínios da tecnologia e da saúde.
Ei-vos propulsados na órbita terrestre, ligai pois vosso monitor e largai-vos ao acaso das ondas. Captais então, uma estação emissora de informações que transmite o que se passa na Terra.
Compreendereis, pois, que estais num planeta guerreiro, onde os habitantes lutam não contra um planeta inimigo, mas sim entre si, há milênios, o que estáveis muito longe de imaginar.
Primeira verificação: nenhum conceito pode justificar essas guerras, pois uns lutam em nome da sua fé, outros pela cor de sua pele. Alguns não estão satisfeitos com o tamanho de seu país, outros combatem para sobreviver, pois nada têm para comer. Outros, ainda, não cessam de pensar em dinheiro, mas a maioria cada qual só pensa em si mesmo. Chegais à conclusão de que este planeta não está maduro para receber as informações e a tecnologia que tendes para oferecer. Seja qual fosse o país onde aterrissásseis, é certo e seguro de que vossos presentes não serviriam para o bem de todos os habitantes da Terra, mas somente aos interesses egoístas dos dirigentes de cada país.
É possível, então, que pensásseis em vosso planeta natal no tempo em que ele também estava em guerra. Certamente isso foi a milênios, e não desejaríeis reviver esse cenário de maneira alguma, pois verificastes, além do mais, que foram lançados “mísseis” em vossa nave espacial. Vossa decisão é então tomada: preferis visitar outro planeta.
Vós, leitores, também fizestes a pergunta: Por que os homens estão sempre em guerra?
O sábio suiço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes. Isso representa a metade da população mundial de hoje. Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra. Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram manifestamente muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos.
Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?
O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos. Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território. Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética. Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes.
Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça. É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol: dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência.
Do que nos afastam pois a mídia?
É preciso perguntarmo-nos a nós mesmos do que teríamos consciência se não estivéssemos constantemente distraidos de nós mesmos.
Não é novidade que um terceiro tire vantagem da guerra entre dois países. É bem sabido que “quando duas pessoas disputam entre si, uma terceira se alegra”. Coloquemos esse ditado para um país ou para um planeta inteiro e veremos o conformismo.
Por exemplo, os sistemas bancários que fazem um empréstimo a um país beligerante têm interesse em que a guerra não termine tão cedo.
É por meio de guerras e perturbações que se pode impulsionar um povo a aceitar e até mesmo a desejar que surjam instituições que ele jamais teria consentido espontaneamente (por exemplo, a OTAN, a ONU).
Entretanto, para aqueles que não se interessam especialmente por isso - excluamos os mortos - não existe, a bem dizer, uma relação entre as guerras dos últimos séculos.
Será possível que somente a indústria de armamentos tire proveito disso? O que leva os seres humanos a odiar-se indefinidamente até o ponto de matar seus próprios congêneres? O que é tão importante para levar-nos a exterminar uma vida? Nada aprendemos, pois, das centenas de milhões de seres humanos mortos na guerra e do sofrimento que disso resultou?

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Tomemos, como exemplo, a ex-Iugoslávia, onde , há décadas muitos povos viviam em paz e onde estes acabam de massacrar-se. O que leva esses seres humanos a considerar de repente como seus piores inimigos os seus irmãos que viviam na mesma cidade, falavam a mesma língua, usavam as mesmas vestimentas, compartilhavam o mesmo amor, as mesmas alegrias, os choros e os risos? O que faz com que matem suas crianças, violentem suas mulheres e suas mães, enviem seus maridos para campos de concentração?
Isso nada lembra para nós?
Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso?
Quem poderia assumir a parte do terceiro? De onde provém, pois, a idéia pré-concebida do adversário, inculcada no ser humano pelas religiões pelos livros escolares e pela mídia?
Qual é a meta dessas pessoas que estão na base dessa idéia e no-la sugerem constantemente?
Quem tiraria proveito do ódio crescente e da degenerescência da humanidade?
Talvez Satã, Lúcifer, Ariman, Baphomet ou outras entidades “intocáveis”, a quem imputaríamos com prazer a culpa?
Neste livro contaremos a história de algumas personagens bem tangíveis que, em 1773, estabeleceram um projeto em Frankfurt numa casa da Judenstrasse (Rua dos Judeus). Elas queriam preparar o caminho para seu governo mundial único até o ano 2000 por meio de três guerras mundiais. Um projeto perfeitamente elaborado, baseado nas fraquezas e nos medos dos seres humanos, e que acabaria por voltar-se contra eles.
A finalidade de um governo mundial nada tem de novo em si, pois o Vaticano sempre procura fazer do nosso mundo um mundo católico. Por essa razão, ele torturou e massacrou milhões de seres humanos, como a história comprova.
O islamismo teve a mesma finalidade: sendo a maior e a mais fanática das religiões, tem todas as oportunidades.
Não nos esqueçamos de que a ideologia russa “pan-eslava”, instaurada originalmente por Guilherme, o Grande, exigia a eliminação da Alemanha e da Áustria, para anexar a Índia e a Pérsia, após ter subjugado a Europa.
Notemos também a ideologia da “Ásia para os asiáticos”, que reclama que a confederação dos estados asiáticos esteja sob o controle do Japão.
Notemos também a ideologia “pan-germânica”, que prevê um controle da Europa pela Alemanha, para estender-se mais tarde pelo resto do mundo.
Entretanto, as pessoas que este livro menciona nada têm absolutamente a ver com qualquer dogma e não pertencem a nenhuma nação. Elas não são nem da esquerda, nem da direita, nem liberais, mas utilizam todas as instituições para conseguir suas finalidades. Naturalmente elas fazem parte de uma organização qualquer, mas somente para tornar difíceis eventuais buscas, para criar confusão entre os “curiosos” e levá-los assim a uma pista falsa. Essas pessoas servem-se tanto dos cristãos como dos judeus, dos fascistas, dos comunistas, dos sionistas, dos mórmons, dos ateus, dos satanistas, dos pobres, dos ricos, de todos! Mas elas servem-se principalmente dos ignorantes, dos preguiçosos, daqueles que se desinteressam pela vida e daqueles que não possuem um espírito crítico.
Entre os iniciados, as pessoas citadas acima se denominam os Illumunati, Big Brother, o governo invisível, os homens cinzentos, o governo oculto, o governo secreto, o Establishment.
Segundo minhas fontes, os procedimentos dos Illuminati (Iluminados, aqueles que sabem) sobre a Terra remontam a mais ou menos 3.000 séculos antes de Cristo, quando eles infiltraram-se na “Fraternidade da Serpente”, na Mesopotâmia, da qual se serviam para fins negativos.
É mais do que possível e é praticamente certo que esse drama começou muito tempo antes do período mencionado acima, se não for na época em que “o ego” se desenvolveu. Podemos remontar esse acontecimento para um período preciso da história simplesmente graças à ação da “Fraternidade da Serpente”. Somente após 3.000 gerações é que lhe sucederam outros agrupamentos, tais como os judeus, os cristãos, os franco-maçons ou outras comunidades religiosas que conhecemos. Como se pode verificar facilmente com a leitura deste livro, alguns membros da comunidade sionista trouxeram, entre outras coisas, até os nossos dias, esse jogo do qual eles não são nem os criadores nem o alvo. O que começou antigamente funciona ainda hoje segundo as mesmas modalidades. Para nós é suficiente olhar a situação presente para ver onde se encontra o problema. Certamente, podemos ligar o sistema de pensamento ou de fé dos Illuminati ao de “Maquiavel”, o maquiavelismo ou a justificação de uma política de poder desprovida de normas éticas e, como consequência, de qualquer escrúpulo político.
Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido. Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.


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Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.
O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão.
O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.
Tomemos outro exemplo: o dinheiro. Durante a Guerra de Secessão (1861-1865), os estados do Norte - que eram contra a escravidão - combatiam aqueles do Sul - favoráveis a manter a escravidão.
Antes da guerra, a família Rothschild enviou seus agentes para reforçar uma tomada de posição “a favor da União” com os estados do Norte e, ao mesmo tempo, outros agentes suscitavam uma atitude “contra a União” com os estados do Sul.
Quando a guerra estourou, o banco Rothschild de Londres financiou os estados do Norte, e o de Paris, aqueles do Sul. Os únicos que ganharam essa guerra foram os Rothschild.
Resumamos brevemente esse sistema:

1. provoca-se o conflito, fazendo os homens lutar entre si e não contra aqueles que são a
origem da dissensão;
2. não mostrar-se como o verdadeiro instigador;
3. sustentar todos os partidos em conflito;
4. passar-se assim por uma “instância benevolente” que poderia dar fim ao conflito.

Eis aí o caminho seguido pelos Illuminati, que querem dominar o mundo; provocar tanto quanto possível a discórdia entre os seres humanos e as nações da Terra, que perdidos numa nuvem de informações contrárias, não poderão chegar até os verdadeiros investigadores. As sociedades secretas internacionais servem-lhes de instrumento poderoso para semear a discórdia entre os seres humanos; nós as estudaremos mais de perto. Os seres humanos empenhados durante muito tempo em guerras acabarão cansando-se de combater e virão “implorar” um governo mundial.
É então que o plano torna-se evidente. Exigir-se-á da “instância benevolente” que dê um fim ao conflito. E quem é que representa esse papel em nosso planeta? A ONU! Veremos quem se encontra na realidade por detrás da ONU.
Os Illuminati de quem falamos, não importa quem eles sejam, são os homens mais ricos do mundo.
Eles não aparecem na televisão nem em outros sistemas indiretos, pois possuem e controlam não somente essa mídia, mas também todos os serviços de informações. Se acontece que falem deles, é sempre em termos neutros ou positivos.
A maior parte do povo não conhece seus nomes. Mesmo os autores que desmascararam suas maquinações não se tornaram célebres, se bem que teriam merecido um prêmio Nobel.
Reagir seria louvável, mas como seis bilhões de seres humanos podem defender-se contra alguma coisa da qual nem conhecem a existência?
Não devemos esquecer que quase todos os humanos estiveram - e estão - de tal forma preocupados com seus próprios pequenos problemas pessoais que jamais têm a visão global dos acontecimentos deste mundo nem ao seu redor. Onde eles perderam essa visão? A maior parte da civilização atual sofre de “indiferença política” e retirou-se desses acontecimentos. Esse descaso é devido à penúria dos tempos, à falta de interesse, de crítica e de conhecimentos específicos. Retirando-se, não se mudará seguramente nada. Ao contrário, isso é desejado pelos nossos “dirigentes”. Todo aquele que deserta facilita a tarefa dos Illuminati. A verdade que se impõe em primeiro lugar é, pois, saber-se mais sobre seus feitos e gestos.
Assim como um grande instrutor do mundo o afirmou: “Procurai a verdade, e a verdade vos libertará”.

Poderiamos, em conseqüência, dividir os seres humanos em três tipos:

1. aqueles que agem;
2. aqueles que são espectadores dos acontecimentos;
3. aqueles que se espantam que tenha acontecido alguma coisa.

Este livro é minha participação para esclarecer uma parte dos acontecimentos. É uma tentativa que visa a dar conhecimento do comportamento mantido secreto neste planeta precisamente por aqueles que comandam. O leitor que reconhecer-se na terceira categoria terá mais facilidade para passar para a segunda e mesmo para a primeira!
Como autor deste livro, não represento nenhuma comunidade de interesse ou de fé e nenhuma nação.


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Sou um homem sobre este planeta Terra que reinvidica seu direito de liberdade e de livre desenvolvimento para cumprir aqui o seu dever. A paz entre as nações como entre relações humanas me são caras ao coração - espero que seja também para a maioria da humanidade - e considero como minha responsabilidade pessoal dar ao menos essas informações aos meus concidadãos para permitir-lhes tomar uma posição.
O leitor não deve acreditar piamente no que se segue, como se faz quando se trata de estórias que são servidas diariamente pela mídia. Aconselho a todos os espíritos superficiais e àqueles que estão satisfeitos com a vida que fechem o livro já nesta página. Quanto aos outros, se tiverem a capacidade de encarar a questão, poderá acontecer que este livro os impulsione a mudar profundamente de atitude.
E se desejamos encontrar a verdade, sem entretanto passar nossa vida procurando-a, devemos dar-nos a possibilidade de examinar e de admitir sem descanso toda a informação nova. Isso pode significar também que, se o nosso espírito já estiver preenchido por opiniões estabelecidas, por ponto de vista, por dogmas ou por uma concepção do mundo bem firmadas, então não haverá mais lugar para outra verdade. Além disso, a verdade poderá ser completamente diferente daquela que imaginávamos.
Por essa razão, desde já peço ao leitor para manter o espírito aberto. Esqueçamos durante a leitura deste livro nossas opiniões pessoais em matéria de religião, de política e de etnia, sejamos simplesmente como uma criança, abertos e capazes de aprender
Procuremos também não comparar o que é dito como uma opinião ou um ponto de vista já existente. Sigamos nossa intuição, nosso sentimento e verificaremos, nós mesmos, se essas informações soam justas, mesmo que elas nos acabem desestabilizando.
Desprezemos nosso pensamento rotineiro, que poderia soprar-nos ao ouvido: “Meu Deus, se tudo isso for verdade, que sentido tem, pois, minha vida e qual é o meu papel nesse cenário?”

fonte: Trecho do Livro "AS SOCIEDADES SECRETAS E SEU PODER NO SÉCULO XX" Jan Van Helsig

segunda-feira, 9 de março de 2009

O CENTELHADOR DE 500 MIL ANOS



O CENTELHADOR DE 500 MIL ANOS

A reprodução acima nos mostra um estranho artefato, encontrado em um antiqüíssimo sítio arqueológico nos Alpes, cuja idade pode remontar há milhares, ou talvez milhões de anos e para o qual os arqueólogos ainda não encontraram uma resposta satisfatória! É confeccionado em um metal semelhante ao bronze e foi batizado com "O Dodecaedro Pentagonal". No meio de cada face há um orifício de tamanho diferente e seu interior é oco. Várias interpretações foram dadas, tais como um provável "brinquedo", "um objeto para medir corpos cilíndricos" e até "um castiçal". Porém, trata-se de uma coisa absolutamente fora da sua época e que, à semelhança do famoso "Objeto de Coso", deve ter feito parte de uma máquina qualquer! Não se sabe seu atual paradeiro.....
E como o assunto é oportuno, apresentamos mais uma vez neste Site o "Objeto de Coso" - dessa feita, porém, com todos os seus detalhes conhecidos. Essa estonteante peça arqueológica foi encontrada em fevereiro de 1961 por comerciantes que colhiam amostras de minerais na Califórnia, EUA - precisamente no pico de uma montanha que se eleva a cerca de 1300 metros por sobre o Lago Owens. Inexplicavelmente, um geodo cuja idade foi avaliada em cerca de 500 mil anos somente pôde ser cortado mediante o emprego de uma potente serra de diamante. No seu interior, a surpresa: um estranho dispositivo metálico, bastante diferente de tudo aquilo que se conheceu na chamada pré-história........,
Nada mais, nada menos que um artefato hexagonal, elaborado em um metal duríssimo e sobretudo desconhecido, revestido por uma espécie de material isolante semelhante à porcelana e contendo uma haste central! As radiografias desse insólito objeto (fotos) revelaram surpresas ainda maiores: os técnicos que o examinaram atestaram que se tratava de um CENTELHADOR, com propriedades idênticas às das velas de ignição que usamos nos nossos automóveis para conduzir a corrente de alta tensão aos cilindros dos motores, de modo a fazer explodir a mistura ar-combustível! E os peritos que examinaram o geodo igualmente atestaram que não houve qualquer fraude...... O objeto é de fato contemporâneo do geodo que o abrigava! E mais: concluiram que ele deve ter feito parte de algum motor muito potente (e também desconhecido) e que provavelmente fora descartado, por defeituoso - ou abandonado assim como fazemos com as nossas velas de ignição após o respectivo tempo de vida útil esgotado. Mas QUEM exatamente empregava centelhadores há 500 mil anos atrás? QUE espécie de máquinas existiam naqueles tempos tão remotos?

terça-feira, 3 de março de 2009

O Fundo Monetário Internacional (FMI)

O Fundo Monetário Internacional (FMI)



As novas instâncias internacionais, tais como o FMI, o Banco Mundial e o Banco de Colonização Internacional (Bank of International Settlement), foram criados para estender a supremacia da economia do planeta inteiro.




As contribuições que cada nação deve pagar anualmente são da ordem de bilhões. Se uma nação tiver problemas para pagar sua contribuição, são os operários os mais atingidos e que se ressentem do problema. Atualmente o FMI procura, sob a ordem dos banqueiros internacionais, os meios para controlar toda a economia mundial.
O membro do “Comitê dos 300” Harold Lever fez uma proposta conhecida pelo nome de “Plano Ditchley”. Segundo o plano Ditchley, a política financeira e monetária dos Estados Unidos passaria, ao largo da lei, para o controle do FMI. Esse plano permitiria ao FMI reunir no Banco Mundial todos os bancos centrais das diferentes nações.
Em 1982, os mais eminentes bancos de Wall Street e o governo dos Estados Unidos decidiram de comum acordo impor a cada país devedor as pesadas condições de reembolso que foram colocadas pela Kissinger Associates Inc. (o conselho de direção é composto de Robert O. Anderson, magnata do petróleo e presidente do instituto Aspen, do ex-secretário de estado das relações exteriores de Thatcher, Lorde Carrigton e de Lorde Roll of Ipsden, diretor do Bank of England e do Banco S. G. Warburg).
O FMI, o Federal Reserve Bank e o Bank of England devem assegurar o papel de “polícia mundial” para recuperar as dívidas. A América teve a idéia de colocar o FMI, conhecido pela sua intransigência, no centro de todas as negociações de dívidas.
As condições do FMI foram elaboradas pelos representantes do FMI Irving Friedman - o que lhe valeu uma posição elevada no Citibank.


Comentário sobre a situação atual:

Rexrodt, ex ministro da economia da Alemanha, foi também, durante algum tempo, chefe do Citibank nesse país.

Os capitais do Fundo Monetário Internacional (FMI), representaram para os países uma espécie de isca. Quando as dificuldades de um país são detectadas, os especialistas do FMI mostram-lhe o que é preciso que seja absolutamente mudado. Eles declaram em seguida ao país endividado que se ele quiser mesmo obter qualquer crédito que seja de um banco estrangeiro, ele deve reduzir suas importações ao mínimo necessário. Ele deve também fazer baixar de forma drástica as despesas de Estado e principalmente frear todas as subvenções para a alimentação básica e outras concessões para as pessoas carentes. A condição sine qua non é sempre desvalorizar a moeda. Isto aparentemente para que as exportações fiquem mais baratas e se tornem, assim, mais competitivas no mercado mundial.
Mas, na verdade, o preço das importações elevavam-se e as dívidas aumentavam. Este é o primeiro passo. O segundo consiste em obter do país que ele consinta em um vasto programa de conversão de dívidas. Era então que os bancos credores asseguravam-se da futura penhora sobre o país endividado. Eles contavam, além disso, com os pagamentos dos lucros e das amortizações. O FMI tornou-se a polícia econômica internacional dos grandes bancos privados. Um após outro, os países devem negociar as condições de reembolso com o FMI e os bancos do grupo Ditchley.
Segundo informações do Banco Mundial, os bancos credores privados receberam de 1980 a 1986 o equivalente a US$ 326 bilhões como pagamento de juros de 109 países devedores. No mesmo período, US$ 332 bilhões foram reembolsados. Foi assim que as dívidas de US$ 658 bilhões foram pagas, sendo que o montante original das dívidas era de US$ 430 bilhões.
Malgrado isso, os 109 países deviam ainda US$ 882 bilhões aos bancos credores. Essa ação conjunta de lucros demasiado elevados e de valor de câmbio oscilante mergulha os países num emeranhado de dívidas magnificamente inestimáveis, que é lucrativa para os bancos.

How Long Could You Survive Without Artificial Intelligence?**

  # **How Long Could You Survive Without Artificial Intelligence?** ### *The Illusion of Omniscience and Artificial Cognition in the Data Ag...