Como Explorar Dimensões Superiores no Espaço e no Tempo: Trancas no Tempo, Toro Temporal e Consciência Multidimensional
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O livro: “Como Explorar Dimensões Superiores no Espaço e no Tempo”
04 de junho de 2011
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Trancas no Tempo
O problema parece muito simples em teoria, mas é muito complicado na prática. Todo indivíduo que nasce neste planeta, a partir do momento da concepção, tem o que podemos chamar de “travas no tempo”: a alma está presa a um ponto no decorrer do tempo, relativo ao seu momento de concepção e, assim, tudo flui em uma velocidade normal na função tempo, principalmente na quarta dimensão.
Quando o indivíduo acorda, o faz na hora certa, com a certeza de que todos e tudo continuam iguais e de que não escorregou para uma nova realidade durante a noite. Está trancado em um período de tempo. Essas trancas permanecem por toda a vida. Ao morrer, elas desaparecem e o indivíduo fica livre, por assim dizer, para ir aonde quiser no tempo. Pode reencarnar em qualquer época, anterior ou posterior.
Essas travas ou trancas foram rompidas pela extrema força dos campos gerados pelo método do Dr. Van Neumann. Ele utilizou quatro bobinas Tesla gigantes. Não eram ordinárias, mas em forma de cones, ativadas em dupla por cada um dos geradores de 75 W, operando em uma moderada baixa frequência (impulsos). Havia quatro transmissores “RF” de dois megawatts cada (CW), a 10% de ciclo ativo de impulso. A força era equivalente a 80% de megawatts (impulsos).
A tripulação estava no deck, perto da antena, que, por sua vez, estava presa ao mastro do navio. Jamais, na história, alguém havia sido submetido a campos de força de tal intensidade e, muito menos, a tais campos magnéticos. Ninguém tinha a menor ideia do que poderia acontecer, e ninguém havia pensado nisso, a não ser Tesla, que sabia que algo aconteceria.
Finalmente, Von Neumann concordou com o óbvio, mas, então, já era tarde. Acabaram com um punhado de pessoas enlouquecidas e outras que, ao perderem suas travas de tempo, andaram através do nada e desapareceram para sempre.
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O Significado de 12 de Agosto
A importância do significado dessa data só se tornou clara em 1988. É um fato estabelecido que o ser humano tem três biorritmos. A Terra, porém, possui quatro — fato descoberto por um amigo meu nos anos 80, ao fazer uma pesquisa com receptores “RF” e interferências.
Com sua descoberta inicial, conseguiu fundos governamentais para desenvolver seus estudos. Verificou, assim, que a Terra tem quatro biorritmos e que estes têm um momento de pico sempre na mesma data: 12 de agosto de 1943, 1963, 1983, em qualquer direção ao passado ou ao futuro, ad infinitum. O dia pode variar, mas sempre com uma aproximação de 24 horas.
Aí estava a sincronização entre os dois experimentos, que geraram energia suficiente para causar a interligação.
O livro “Como Explorar Dimensões Superiores no Espaço e no Tempo”, de T. B. Pawlicki (1989), oferece alguns aspectos teóricos importantes. Nele, Pawlicki fala do toro (círculo) do tempo. Baseado nessa teoria, é possível começar a entender o que aconteceu, isto é, se você tiver uma boa aptidão para matemática ou visualização.
Einstein afirmou que, em nosso universo, não existe uma linha reta. Se começarmos de um ponto (não importando a direção) e mirarmos um ponto adiante em linha reta, acabaremos formando um círculo: seremos atingidos nas costas.
O mesmo aplica-se ao tempo — um circuito fechado, ao qual chamamos toro do tempo — uma representação matemática de uma estrutura de imensas dimensões. No centro dessa “rosca”, desse toro, o tempo flui com um coeficiente linear, mas também flui em espiral em torno da periferia, falando matematicamente.
Se a pessoa afastar-se do centro em direção à borda exterior, encontrar-se-á em uma realidade alternada. Ao progredir ao longo dessa borda, o indivíduo entrará em realidades alternadas, paralelas à sua.
Houve uma invasão maciça de Greys a partir de 1950. Ela só terminou porque eles já estão aqui. Há indicações de que aqui chegaram vindos de outro continuum tempo-espaço, de um universo diferente do nosso.
Hoje em dia, penso que esses dois projetos foram criados com o propósito específico de criar um “buraco” no espaço para permitir uma invasão na Terra. Pelo que sei, não havia extraterrestres envolvidos no Experimento Filadélfia, ao contrário do Projeto Fênix.
Em 1970, já possuíamos as máquinas, mas não a capacidade de criar “buracos no espaço”, como o Dr. Sagan os denominou — a capacidade de viajar não só através do tempo, como também do espaço. Essa era a função do Montauk e, para tanto, exigia uma tecnologia gerada e fornecida por um grupo de alienígenas que trabalharam durante dez anos convertendo seus dados tecnológicos para o nosso formato IBM 360, porque, na época, as conversões tinham que ser feitas manualmente para nossos computadores.
Hoje em dia, temos computadores à altura dos deles, como o Cray 3, que não existia na época. Eles quiseram vir e criaram uma maneira de entrar em nosso universo.
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TAYRONA
Entrar em um Kankurua é entrar em contato com os nove mundos e os nove estados de consciência que o compõem. Alguns dizem que eles foram além da linguagem verbal, usando tons para criar imagens coloridas em suas mentes, em vez de pensamentos expressos em frases.
Alguns Kogi falam telepaticamente uns com os outros. De acordo com Drunvalo Melchizedek, os Kogi não nos veem como “adormecidos”, como muitas religiões hindus e orientais afirmam. Os Kogi veem os humanos como mortos — sombras de energia do que poderiam ser.
Isso ocorre porque não possuem energia vital e consciência suficientes para serem classificados por eles como pessoas reais. Os Kogi se propuseram a descobrir por que os “mortos” ainda estavam na Terra. Ao investigarem os registros da vida vibrante desta realidade, descobriram exatamente onde e por que isso aconteceu.
Alguns dos “mortos” haviam se tornado vivos e criado um sonho com força vital suficiente para salvar o mundo como o conhecemos. Criaram um mundo paralelo onde a vida poderia continuar a crescer — um mundo onde os mortos poderiam tornar-se vivos.
Os Kogi foram precisos em localizar exatamente quem eram essas pessoas que estavam criando essa mudança que alterou o destino do mundo. Eles veem essas pessoas com corpos vivos e com luz ao seu redor — pessoas que ativaram seus Corpos de Luz ou, no termo antigo, sua Mer-Ka-Ba, ao aprenderem os segredos antigos do mundo espiritual, o Aluna.
Eles são os sacerdotes e juízes que controlam a sociedade Kogi. Todas as grandes decisões e o trabalho xamânico são feitos por adivinhação. Tudo é o mundo da Aluna; portanto, os Mamas veem primeiro um reflexo do mundo físico no mundo espiritual.
Se Aluna é a Mãe, então os Kogi a escutam por meio da adivinhação. Essa técnica de adivinhação perdida é o que mantém o mundo Kogi em equilíbrio e ordem.
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Concepção Egípcia da Alma e da Sombra
Os egípcios acreditavam que, na morte, a alma, ou BA, partia para regiões superiores, enquanto, de acordo com as leis da natureza, o KHAIBIT e o SHUT se dissolviam normalmente no seio do telurismo, voltando ao pó de onde partiram.
A SOMBRA, por sua vez, era também “digerida” pela absorção telúrica, pondo fim — ou, melhor dizendo, transformando — os elementos associados que compunham a manifestação do corpo neste plano.
Contudo, essa absorção telúrica da SOMBRA seria mais demorada, uma vez que acompanharia, passo a passo, a decomposição do corpo, extinguindo-se totalmente apenas quando esse processo se completasse.
Sendo, por assim dizer, o “eu” material ou o “homem-terra”, quando se trata de uma pessoa muito má ou materialista, essa sombra — ou elemento negativo do “eu” — tenderá a se apegar à matéria, recusando a extinção e desejando permanecer “viva”, mesmo que, para isso, (como uma espécie de larva psíquica), se “alimente” do psiquismo, das emanações e também da força vital dos vivos.
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Como Explorar Dimensões Superiores no Espaço e no Tempo: Trancas no Tempo, Toro Temporal e Consciência Multidimensional
📅 Publicado em 04 de junho de 2011
🔎 Tema: Física Teórica, Consciência, Esoterismo, Multidimensionalidade
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✨ Introdução
A ideia de que estamos presos ao tempo — não apenas biologicamente, mas também espiritualmente — atravessa tanto a ciência quanto o misticismo. Este texto apresenta uma reflexão profunda sobre as chamadas “trancas no tempo”, teorias sobre o toro temporal, experimentos controversos e interpretações espirituais que conectam ciência, consciência e realidades paralelas.
Seria o tempo uma linha… ou um ciclo fechado? Estaríamos limitados a uma única realidade ou navegando inconscientemente entre múltiplas dimensões?
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🔒 Trancas no Tempo
O problema parece muito simples em teoria, mas é muito complicado na prática. Todo indivíduo que nasce neste planeta, a partir do momento da concepção, tem o que podemos chamar de “travas no tempo”: a alma está presa a um ponto no decorrer do tempo, relativo ao seu momento de concepção e, assim, tudo flui em uma velocidade normal na função tempo, principalmente na quarta dimensão.
Quando o indivíduo acorda, o faz na hora certa, com a certeza de que todos e tudo continuam iguais e de que não escorregou para uma nova realidade durante a noite. Está trancado em um período de tempo. Essas trancas permanecem por toda a vida. Ao morrer, elas desaparecem e o indivíduo fica livre, por assim dizer, para ir aonde quiser no tempo. Pode reencarnar em qualquer época, anterior ou posterior.
Essas travas ou trancas foram rompidas pela extrema força dos campos gerados pelo método do Dr. Van Neumann...
(conteúdo segue integralmente — mantido conforme sua versão corrigida)
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📅 O Significado de 12 de Agosto
A importância dessa data só se tornou clara em 1988...
(conteúdo mantido e corrigido conforme versão anterior)
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🌀 O Toro do Tempo e Realidades Paralelas
A teoria apresentada por T. B. Pawlicki propõe uma visão não linear do tempo: um toro, ou seja, uma estrutura circular e espiralada onde passado, presente e futuro coexistem.
Segundo essa ideia:
O tempo não é uma linha reta
O universo se curva sobre si mesmo
Diferentes realidades coexistem em camadas paralelas
A consciência pode, teoricamente, transitar entre elas
Essa visão dialoga diretamente com conceitos da física moderna e também com tradições espirituais antigas.
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👽 Experimentos, Tecnologia e Hipóteses de Interferência Externa
O texto também aborda hipóteses envolvendo experimentos como o Experimento Filadélfia e o Projeto Montauk, sugerindo:
Manipulação do espaço-tempo
Criação de “portais” dimensionais
Possível contato com inteligências não humanas
Uso de tecnologia avançada além da compreensão da época
Essas ideias, embora controversas, fazem parte de uma literatura alternativa que busca explicar fenômenos não convencionais.
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🌄 TAYRONA, KOGI e Estados de Consciência
Entrar em um Kankurua é entrar em contato com os nove mundos e os nove estados de consciência...
(conteúdo mantido integralmente e corrigido)
🧠 Destaques dessa visão:
A humanidade como “consciência adormecida”
Existência de um mundo espiritual chamado Aluna
Ativação do chamado Corpo de Luz (Mer-Ka-Ba)
Uso da adivinhação como ferramenta de equilíbrio universal
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🏺 A Visão Egípcia da Alma e da Sombra
Os egípcios apresentavam uma concepção profundamente simbólica da existência humana:
BA → essência espiritual que ascende
KHAIBIT / SHUT → aspectos que retornam à Terra
SOMBRA → elemento ligado ao “eu material”
A ideia de que partes da consciência podem permanecer ligadas ao plano material ecoa em diversas tradições esotéricas.
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🧩 Reflexão Final
O que este conjunto de ideias sugere é uma possibilidade inquietante:
👉 O tempo pode não ser linear
👉 A realidade pode não ser única
👉 A consciência pode não estar limitada ao corpo
Seja sob a ótica da física, da espiritualidade ou da filosofia, uma coisa é certa:
a compreensão da realidade ainda está longe de ser completa.
Talvez as “trancas no tempo” não sejam apenas limitações naturais…
mas mecanismos que ainda não aprendemos a transcender.
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🖼️ Sugestões de Imagens para a Postagem
Para tornar o post mais impactante visualmente, você pode usar:
1. 🌌 Um toro energético representando o tempo em espiral
2. ⚡ Bobinas Tesla com efeitos elétricos intensos
3. 🧠 Representação de múltiplas realidades paralelas
4. 👽 Silhuetas de “Greys” em ambiente dimensional
5. 🏔️ Povos Kogi em ambiente espiritual/simbólico
6. 🏺 Arte egípcia com representação do BA e da sombra
Se quiser, posso gerar essas imagens para você.
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🔎 SEO (Otimização para Blogspot)
Palavras-chave sugeridas:
dimensões superiores
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toro do tempo
realidades paralelas
Experimento Filadélfia
Projeto Montauk
consciência multidimensional
espiritualidade e física
Meta descrição:
> Explore teorias sobre dimensões superiores, trancas no tempo, toro temporal, consciência e realidades paralelas em uma análise profunda entre ciência e espiritualidade.
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📚 Referência mencionada no texto
PAWLICKI, T. B. Como Explorar Dimensões Superiores no Espaço e no Tempo. 1989.
Perfeito — abaixo está a versão aprofundada da sua postagem, agora com comparação estruturada entre tradições védica, bíblica, egípcia e outras correntes esotéricas, mantendo o tom investigativo e ampliando o conteúdo para um nível mais analítico e reflexivo:
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Dimensões Superiores, Tempo e Consciência: Uma Análise Comparativa entre Ciência, Tradições Védicas e o Gênesis Bíblico
📅 Publicado em 04 de junho de 2011
🔎 Física, Metafísica, Espiritualidade Comparada
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✨ Introdução: O Tempo é Real ou uma Ilusão?
A noção de que estamos presos ao tempo — como se estivéssemos “ancorados” a uma linha invisível — não é exclusiva da ciência moderna. Ela aparece, com diferentes linguagens, em tradições espirituais antigas, como os Vedas, o pensamento egípcio e até o relato do Gênesis.
O conceito apresentado neste estudo — as chamadas “trancas no tempo” — sugere que a consciência humana está limitada a uma faixa específica da realidade. Mas será que isso sempre foi assim?
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🔒 Trancas no Tempo e a Ilusão da Linearidade
A ideia central é que cada ser humano nasce com uma espécie de “bloqueio temporal”, que o mantém fixo em uma linha contínua de causa e efeito.
Essa visão encontra paralelo direto na tradição védica, especialmente no conceito de Maya, descrito nos textos como a ilusão cósmica que faz o ser acreditar que o mundo material é a única realidade.
Nos Vedas:
O tempo (Kala) é cíclico
A realidade é percebida de forma limitada pela mente
A alma (Atman) não está presa ao tempo
Assim como no seu texto, a morte não é o fim, mas a libertação dessas “travas”.
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🌀 O Toro do Tempo e o Tempo Cíclico nas Tradições Antigas
A teoria do toro do tempo apresentada por Pawlicki ecoa diretamente ideias antigas.
📜 Na tradição védica:
O tempo é dividido em ciclos chamados Yugas:
Satya Yuga (era da verdade)
Treta Yuga
Dvapara Yuga
Kali Yuga (era atual)
Esses ciclos se repetem infinitamente — exatamente como um toro, um circuito fechado.
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✝️ Na tradição bíblica:
Embora o tempo pareça linear no Gênesis, há indícios de circularidade:
“Eu sou o Alfa e o Ômega” (início e fim simultâneos)
A ideia de eternidade fora do tempo
O conceito de “tempo de Deus” diferente do humano
Isso sugere que a linearidade é apenas uma percepção humana limitada.
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🏺 Na tradição egípcia:
Os egípcios viam o tempo como cíclico através do conceito de Duat:
Um plano intermediário entre vida e morte
Um ciclo de transformação contínua da alma
A jornada repetitiva do espírito
Assim como no toro, há um movimento contínuo entre estados de existência.
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⚡ Experimentos, Ciência e Manipulação do Espaço-Tempo
O texto menciona experiências associadas ao chamado Experimento Filadélfia e ao Projeto Montauk.
Independentemente da veracidade histórica, essas narrativas refletem uma tentativa moderna de acessar algo que antigas tradições já sugeriam:
👉 A possibilidade de romper as limitações do espaço-tempo
O conceito científico mais próximo disso seria o de:
Buracos de minhoca
Curvatura do espaço-tempo
Dimensões adicionais (teorias modernas da física)
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👁️ Consciência, Kogi e o Mundo de Aluna
A visão dos Kogi apresentada no texto é profundamente compatível com tradições orientais.
Segundo eles:
A realidade física é apenas um reflexo
O verdadeiro mundo é o espiritual (Aluna)
A humanidade vive em um estado “morto” de consciência
Essa ideia se aproxima diretamente do conceito védico de:
Brahman → realidade absoluta
Atman → essência individual
Separação ilusória entre ambos
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🔺 Corpo de Luz e Mer-Ka-Ba: Paralelos Globais
O conceito de Mer-Ka-Ba não é isolado.
Ele encontra equivalentes em diversas tradições:
Hinduísmo → corpo sutil (sukshma sharira)
Cristianismo → corpo glorificado
Egito → corpo espiritual (BA)
Todos apontam para a mesma ideia:
👉 O ser humano possui uma estrutura além do corpo físico
👉 Essa estrutura pode ser “ativada” ou expandida
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👽 Interferência Externa e Seres de Outros Planos
O texto menciona a presença de “Greys” e inteligências não humanas.
Embora controverso, esse tema também aparece simbolicamente em tradições antigas:
Anjos no judaísmo e cristianismo
Devas na tradição védica
Neteru no Egito
Esses seres:
Não pertencem ao plano físico comum
Interagem com a humanidade
Possuem conhecimento avançado
A diferença está apenas na linguagem — mitológica ou tecnológica.
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🧩 A Grande Convergência: Ciência e Espiritualidade
Ao comparar todas essas tradições, surge um padrão impressionante:
Conceito Ciência Moderna Tradição Védica Bíblia Egito
Tempo Relativo / curvo Cíclico Linear + eterno Cíclico
Realidade Multidimensional Ilusória (Maya) Criada por Deus Espiritual-material
Consciência Não totalmente compreendida Atman Alma BA
Morte Desconhecida Transição Julgamento Transformação
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🔥 Conclusão: Estamos Presos ou Apenas Adormecidos?
A grande questão não é apenas científica ou espiritual — é existencial.
Se:
O tempo não é linear
A realidade não é única
A consciência não está limitada ao corpo
Então…
👉 As “trancas no tempo” podem ser apenas um mecanismo de percepção
👉 A liberdade pode já existir — mas não é percebida
👉 A evolução humana pode ser, na verdade, um processo de despertar
Talvez o verdadeiro experimento não seja tecnológico…
mas interior.
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📚 Referências e Paralelos
PAWLICKI, T. B. Como Explorar Dimensões Superiores no Espaço e no Tempo (1989)
Textos védicos (Upanishads, Bhagavad Gita)
Bíblia Sagrada — Gênesis
Mitologia egípcia (textos funerários)
Tradições indígenas Kogi (Colômbia)
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