sábado, 17 de janeiro de 2009

LILITH -A PRIMEIRA EVA

LILITH EM PARIS
ADÃO  E EVA, E LILITH ACIMA COM A  SERPENTE ENROLADA EM SEU CORPO




SUPOSTO AMULETO CONTRA LILITH





LILITH - A Lua Negra
26 de dezembro
Celebração de Lilith, a deusa suméria da sexualidade.

"Mencionada nos antigos mitos hebreus como a primeira mulher de Adão, Lilith foi criada ao mesmo tempo que ele, tendo desfrutado dos mesmos direitos. Adão, no entanto, queria que ela fosse mais submissa, ficando sempre por baixo dele durante o ato sexual. Lilith rebelou-se e fugiu, escondendo-se Às margens do Mar Vermelho."

"Em lugar de Lilith, Deus criou então Eva da costela de Adão. Eva, por não lhe ser igual, precisava acatar sua supremacia, obedecendo as suas regras patriarcais. As escrituras judaicas transformaram então Lilith numa figura demoníaca, Lilithu, a Mãe dos Demônios, que deu origem, na Idade Média, aos íncubos e súcubos, vampiros sexuais masculinos e femininos. Originariamente, Lilith era a padroeira das gestantes, das mães e dos recém-nascidos, mas as deturpações judaicas denegriram-na, tornando-a a Rainha das Bruxas, o demônio que roubava o leite das mães, as almas das crianças e a virilidade dos homens. Recomendava-se usar amuletos cabalísticos contra os poderes nefastos de Lilith e praticar a abstinência sexual. Lilith, atualmente, é o nome usado na astrologia para designar tanto a Lua Negra quanto um asteróide que influencia a sexualidade humana." [Mirella Faur – O Anuário da Grande Mãe – Guia prático para celebrar a Deusa]
Isso, pra mim, derruba geral a abordagem ou acrescenta um dado picante e muito mais interessante à historinha do Adão e Eva.

Pelo que li, Adão e Lilith foram criados juntos e os dois tinham a sua sexualidade equilibrada, sendo andrógenos eles poderiam gerar filhos, daí a Eva ter nascido do Adão.

[não me perguntem como foi o parto e nem como é o órgão sexual dos andrógenos, ok?

Lilith, revoltada com a atitude insana do Adão, abandonou-o e foi se refugiar no lado obscuro da lua, lá gerou inúmeros filhos, que dizem “as más línguas”, filhos cheios de repressões e libidinagens que povoaram o nosso planeta.

A submissa Eva, que não se satisfazia sexualmente com Adão, foi em busca do conhecimento, a maça, para compensar o seu desequilíbrio. Tal qual podemos observar em muitas mulheres que ainda agem assim na atualidade.

O que aprendemos é que a Eva levou o Adão para o pecado. Conhecimento = ao pecado!!!! E assim caímos como patos e acreditamos na submissão da mulher, na manipulação de Eva, no duplamente banana do Adão, que foram expulsos do paraíso e ainda temos que engolir o pecado original.

Afffeeee Maria, mãe de deus, o q fizeram de ti?
Com certeza, muitas deusas foram taxadas de demônios ou simplesmente atribuíram os seus feitos e poderes a homens, com no caso da Hebe.


“Celebração de Hebe, a jovem deusa da primavera que servia ambrosia e néctar às divindades do Olimpo, garantindo, assim, sua eterna juventude. Hebe representava o aspecto jovem, de donzela, da deusa Hera. Com o advento dos mitos patriarcais, Hebe foi diminuída a uma simples mortal, sendo substituída no Olimpo pelo jovem Ganymede, o favorito de Zeus.” [celebrada no dia 29 de janeiro, segundo O Anuário da Grande Mãe – Mirella Faur]


Meninas, não é muito bom saber que a Eva não foi a primeira?
Eu me senti mais mulher depois que conheci a Lilith.


A versão foi apresentada pelo patriarcado, como sempre, denigre a mulher, imaginem se os machos da época não transformariam uma mulher livre em um demônio. Até hoje fazem isso!


Pelo que entendi, pelo lado feminino, a Lilith não foi contra os desígnios de Deus, ela só queria variar as posições na relação sexual e o Adão não. Os dois tinham sua sexualidade equilibrada, o seu lado masculino e feminino, por isso a idéia da androgenia. Esse papo dela ir se juntar aos demônios não casa muito bem, afinal eles não foram os primeiros? Só a idéia da androgenia é que explica como apareceram outros seres, filhos de Adão e Lilith (cada um pariu os seus), Lilith ficou irada e deu a luz aos demônios pq Adão não suportou o tesão e embarcou nos íncubos/súcubos, sentiu que a Lilith por cima se transformava num diabo roubando sua vitalidade. Lilith não se subjugou e não aceitou essa imposição idiota. Rejeitada e mal amada qq mulher pode virar um demônio!
Do livro “Tarô ou a máquina de imaginar”
de Albert Cousté, temos o Arcano III – a Imperatriz: feminilidade – sabedoria.

...


"Relacionada em todas as cosmogonias com o simbolismo lunar e com a fase oculta do conhecimento (Sacerdotisa), a mulher admite também um período solar (Imperatriz), do qual há talvez correspondências nas organizações culturais perdidas e mais remotas da humanidade. Do ponto de vista matriarcal, a Imperatriz não é ainda a Eva protagonista do pecado e da queda, mas a que aparece em certas tradições talmúdicas: a fundadora, que reencontra Adão depois de trezentos anos de separação; e que aniquila Lilith – a rival estéril e luxuriosa – para organizar junto ao primeiro pai a família dos homens. Comentaristas não canônicos do Islã querem ver nessa Eva triunfante do adultério a representação da passagem anárquica das sociedades ao princípio de ordem dos tempos históricos. Seu túmulo mítico se localizava em Djeda ou Djidda, nas margens do Mar Vermelho, próximo da sagrada montanha sagrada de Arafat, onde o reencontro teria ocorrido.
Cabe acrescentar, finalmente, que para Maestri a Imperatriz é o símbolo da palavra e representa o envolvimento material do corpo, seus órgãos e suas funções. Ouspensky a imagina repousando sobre um trono de luz, bela e fecunda, no meio de interminável primavera."
Lilith
PODER


Eu danço a minha vida para mim mesma
sou inteira
sou completa
digo o que penso
e penso o que digo
Eu danço a escuridão e a luz
o consciente e o inconsciente
o sadio e o insano
e falo por mim mesma
autenticamente
com total convicção
sem me importar com as aparências
Todas as partes de mim
fluem para o todo
todos os aspectos divergentes tornam-se um
Eu ouço
O que é preciso ouvir
Nunca peço desculpas
Sinto os meus sentimentos
Eu nunca me escondo
Vivo a minha sexualidade
Para agradar a mim mesma
E agradar aos outros
Expresso-a como deve ser expressa
Do âmago do meu ser
Da totalidade da minha dança
Eu sou fêmea
Sou sexual
Sou o poder
E era muito temida


[ORÁCULO DA DEUSA – Amy Sophia Marashinsky, ilustrado por Hrana Janto]
MITOLOGIA
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Lilith foi originalmente a Rainha do Céu sumeriana, uma deusa mais antiga que Inanna. Os hebreus incorporaram essa Deusa e a transformaram na primeira esposa de Adão, que se recusou a deitar-se debaixo dele durante o ato sexual. Ela insistia que, por terem sido criados iguais, eles deveriam fazer sexo de igual para igual. Como Adão não concordou, ela o deixou. Depois disso, na mitologia judaica, ela era descrita como um demônio.


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SIGNIFICADO DA CARTA

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Lilith aparece para dizer que você precisa reassumir o seu poder. Em que pontos você o perdeu ou desperdiçou? Que crenças você mantém que o negam? Acaso lhe disseram que uma mulher poderosa nunca encontra companheiros? Ou que as mulheres não podem ter poder porque isso lhes anularia a feminilidade? Você foi escarnecida, afastada ou banida pelos outros quando esbarraram no seu poder? Está com medo de fazer mau uso dele, dominando ou manipulando os outros? Lilith diz que, agora, para você, o caminho da totalidade está em reconhecer que não está ligada ao seu poder e, então, em segundo lugar, submeter-se e aceitar esse poder.

[ORÁCULO DA DEUSA – Amy Sophia Marashinsky, ilustrado por Hrana Janto]

AGRADECIMENTOS "A LUCIA SÁ" DA COMUNIDADE (CIÊNCIA FORTINIANOS CÉTICOS) PELA EXCELENTE MATÉRIA

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

BISPO MANDOU DESTRUIR A BIBLIOTECA DOS INCAS

VEJAM O DOCUMENTO 












Muitas pessoas estranharam que se pudesse ter conservado um crônica completa dos reis do Peru por espaço de tão largo período, e por isso colocaram em duvida a exatidão d’estas datas. No entretanto é fato hoje verificado que os quíchuas, nome de nação sobre que reinavam os incas, podiam formar e efetivamente formaram verdadeiros livros, por um método de escrita chamado “Quipo” e inventado pelos Tahuantinuyanos, o qual consistia na combinação de fios de diversas cores, com os quais perpetuavam o pensamento. O fanatismo maometano destruiu a biblioteca de Alexandria. O fanatismo cristão veio também destruir a biblioteca dos Yncas- Aqui vai o texto notável documento que prova esse fato. Descoberto ano passado em Lima, e citado pelo Dr. J.F. Nodal em sua gramática da língua quíchua, Cuzco 1872, pg .95. “ E por quanto entre os índios, que ignoraram as nossas letras, os livros sejam substituídos por sinais a que os mesmos denominam QUIPOS , dos quais ressaltam os monumentos da superstição antiga, nos em que esta conservada a memória de seus ritos e cerimônias e leis. POR ISSO OS BISPOS DEVEM CUIDAR DE QUE TODOS ESSES INSTRUMENTOS PERNICIOSOS SEJAM EXTERMINADOS. E assim apagou-se para sempre uma das mais curiosas paginas da humanidade.

O SÂNSCRITO É A LÍNGUA MAIS ANTIGA DO BRASIL?

ANTIGOS CRUZAMENTOS

Tudo nos induz a crer que, ao tempo do descobrimento, havia aqui na América duas raças, uma –que é tronco – vermelha, cuja existência remonta como disse, a muitos mil anos; outra cruzada com raças brancas.
Um dos cruzamentos com o tronco branco deixou em si documento mais autêntico do que se assenta a história, e esse documento são milhares de raízes sânscritas que se encontram no Quíchua, segundo a comparação feita pelo Sr. Fidel Lopez, de Buenos Aires, em sua recente obra- RAÇAS ARIANAS NO PERU; idênticos vestígios se encontram em outras línguas, como o demonstra o Padre Brasseur de Bourbong em sua Gramática da Língua Quiché e seus dialetos.

“Lyell’s Prino. Of Geologi t.II PAG 479 Londres 1872” porem o estabelecimento da humanidade na America, apesar de ser um fato comparativamente recente, pode remontar até o período paleolítico da Europa Oriental



LINGUAS ARIANAS DA AMERICA mais de 10.000 a.c

Parece hoje fora de dúvida que o sânscrito forneceu cerca de duas mil raízes ao quíchua.
Relações entre as línguas americanas e esta grande língua asiática, de onde se originaram as sete línguas atuais da Europa, haviam pressentido de muitas. Os estudos sérios de biologia comparada datam da publicação da gramática de Bop.

Auxiliado pelo General Urquiza, que coligiu documentos quíchuas, a peso de ouro, o Sr. Fidel Lopez começou seus estudos comparativos entre a língua dos incas e a em que estão escritos os Vedas, talvez o mais antigo monumento da sabedoria humana. Auxiliado depois por um egiptólogo, que propositalmente foi a Buenos Aires e publicou em francês a sua obra: Raças Arianas do Peru, em que apresenta centenas de raízes quíchuas idênticas a raízes sânscritas. O doutor em leis José Fernandez Nodal , publicava em Cuzco (1872) Os Elementos de gramática quíchua ou idioma de los Yncas, um volume com 444 paginas, facilitando assim a comparação dessa curiosa língua americana com o sânscrito, depois de ter lido os trabalhos de Srs Fidel Lopez, Brasseur de Bourbourg e Nodal, convenci-me de que as línguas de que tratam sofreram profundas modificações em seus vocabulários por vocábulos sânscritos. Uma raça ariana, portanto esteve largamente em cruzamento com os índios americanos e os incas e seus progenitores eram filhos dos plateaux ou araxás da Ásia Central. Ignoro se existe no Brasil alguma língua que com justa razão com tendo afinidade com o sânscrito; se há o guaicuru deve ser uma delas.



AS TRIBOS INDO-ARIANAS NAS AMÉRICAS


Na área inteira da América do Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões diversas “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles. Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o chachapoyas consideraram como filho dos deuses, ser tão loiro e tão branco que era até mesmo difícil dos achar deste modo na mesma Europa. Os espanhóis que conquistam a América definem ao branco, chachapoyas loiro e de estatura alta, em geral, um palmo mais que os mesmos espanhóis. O chachapoyas branco se lembraram da memória que os antepassados deles vieram do leste. A região selvagem do Amazonas é ao leste de Chachapoyas e mais adiante o Atlântico. Entre as representações que foram escritas em edifícios diversos, nós podemos ver desenhos e podemos figurar representações de navios de proporções grandes, o que nos insinua que o primeiro chachapoyas, bem eles poderiam ter chegado da Europa para a América pelo mar. Seguindo as correntes oceânicas, do oeste de África teria chegado até os custos de América do Sul, para, superando o curso do rio Amazonas em navio, finalmente se instalar as regiões andinas mais frescas, evitando o calor tropical. O chachapoyas foram temidos guerreiros. Eles usaram igual arma fundas idênticas para esses dos habitantes velhos das ilhas de Balearic. Eles eram os professores na arte da trepidação do crânio, aliviar a pressão craniana, igual ao Céltico. Eles também coincidem com o Céltico naquele colecionou o cabeças de corte dos inimigos deles. Eles construíram redondas casas de pedra, com um diâmetro de entre 7 e 9 metros, casas idênticas as Céltas. Hoje eles ainda podem vira as ruínas das paredes do império deles, paredes enormes em elevações montanhosas que se lembram de forças européias. Algumas esculturas de características indo-européias que impassível eles observam o horizonte, entre desfiladeiros nas montanhas, é bem parecido para esse aquele achado mais para o oeste, no Oceano Pacífico, na ilha de Páscoa. Quando o conquistador espanhol Orellana, superando o rio Amazonas, chegou para as imediações do atual você Fluxo você, os índios da região falaram com ele de alguns homens brancos, altos e loiros que moraram em cidades além da floresta e que eles mantiveram imensos tesouros. Mais tarde, os conquistadores espanhóis, se encontrados com uma delegação de 4 homens brancos loiros e altos, mesmos vestidos e de modos educados que perguntaram aos espanhóis quis eram as intenções deles. Os espanhóis lhes falaram que eles procuraram para converter a região ao Cristianismo e para sujeito à coroa de Castilha. Eles disseram adeus e nunca mais eles os acharam novamente. Alguns chachapoyas poderiam ter sido, ou talvez de algum outro centro povoado  branco?. O qual é a origem dos primeiros chachapoyas brancos que chegaram muito antes nas Américas que os espanhóis?. O que fizeram eles naquela região?. Se nós nos centrarmos nos descendentes atuais do chachapoyas brancos, nós vemos como entre eles predominam ainda características raciais nórdicas, cabelo loiro, que olhos claros, pele branca rósea ou sardenta, apesar de que a miscigenação de ameríndio são muito introduzidos. Embora, aguentando à história oficial, pode se parecer um ao outro um mistério, isto nos demonstra que a América era conhecida e habitada de muito tempo por cidades arianas que, talvez, eles eram os descendentes desses “deuses brancos” os criadores dos antigos impérios. 

A insondável floresta Amazônica, situada ao norte do território brasileiro, e também conhecida como "O Inferno Verde", onde em alguns pontos nem mesmo os índios se atrevem a ir e a luz do Sol não consegue sequer atingir o solo quase sempre hostil. E onde certamente se escondem alguns dos maiores mistérios de toda a Terra! Ainda inexplorada e virgem, conservando-se intacta desde as remotíssimas eras pré-históricas.

Os incas também explicavam as origens do mundo e do homem através de lendas. Para aquele povo, o Criador (também conhecido como Pachayachachi, “professor do mundo”, ou Tesci-viracocha”, Deus Incompreensível”) Os incas acreditavam que o criador tinha dois filhos: Yamayama Viracocha e Topaco Viracocha. Ele teria ordenado que o primogênito, Yamayama atravessasse montanhas e florestas e percorresse o planeta, nomeando arvores e frutos e ensinando as pessoas a transformarem esses elementos em poções medicinais. Ao outro filho, Topaco, coube a tarefa de nomear rios e instruir a natureza. Após cumprirem as atribuições que lhes competiam, os filhos de Viracocha puderam ascender aos céus. Qualquer semelhança desta lenda com a mitologia Suméria e a história de Enki e Enlil não é mera coincidência. Os incas também mencionam um dilúvio universal, elemento que aparece de forma decorrente em documentos religiosos de varias civilizações. Outra semelhança da mitologia da civilização inca esta relacionada ao livro de Enoch, que é um personagem misterioso de que a tradição religiosa judaica se apropriou, mas de fato é muito anterior a civilização hebraica. Alguns eruditos asseguram que antes da Bíblia, como antes mesmo dos ‘Vedas’, dos ‘Brahmanas’, das ‘Leis de Manu’, dos ‘Purunas’ dos ‘King’ dos chineses, haviam manuscritos que serviam de modelo aos livros sagrados que conhecemos a começar pelos (Gênesis’) Moises fala, por varias vezes, de manuscritos mais antigos que o Pentateuco e cita passagens deles. 


Moisés parece ter resumido estes livros antigos nos doze primeiros capítulos do “Gênesis Bíblico”.E aí até duas fontes diferentes para o Gênesis haviam: A eloísta e a jeovita. “A crer na tradição, Enoch seria originário da Alta Mesopotâmia ou da Armênia, porque é considerado iniciador ou par do lendário rei Kayou Marath, ou Kaiomers “Rei da Terra” e do Azerbaijão. Encontramos muitas semelhanças na mitologia Maia que foi um dos povos mais evoluídos que habitaram a Meso-America, o interesse dos Maias nos enigmas do Cosmo levou-os a confeccionar um poderoso sistema de calendário, assim como a matemática que antecipou o conceito do zero em muitos séculos(este foi redescoberto na Índia, muito tempo depois). Apesar de seu apego ao racionalismo, porém, os Maias desenvolveram uma mitologia riquíssima. Como os astecas, compartilhavam a crença de que inúmeros mundos haviam sido criados antes do atual – e que a terra seria destruída por um flagelo apocalíptico. Segundo os Maias a criação na criação do mundo duas divindades, Tepeu e Gugumatz, juntaram-se na escuridão, na noite. Falaram sobre a vida e a luz, sobre o que deveriam fazer para que houvesse luz e alvorada e sobre quem forneceria comida e sustento. Depois planejaram a criação e o crescimento das arvores e dos bosques. Como os egípcios, os Maias eram eméritos arquitetos(também construíram pirâmides e sepulcros imponentes) e muito interessados em ciências como astronomia e matemática – nesse quesito deixaram um importante legado, já que a eles se atribui o conceito da abstração matemática. De fato, os calendários da civilização atual são baseados em protótipos criados por aquele povo. Também estudavam a movimentação dos corpos celestes(como o sol e a lua)e estabeleceram um ano solar de 365 dias, inclusive com um ano bi-sexto a cada quatro anos.



COMO A NOITE A APARECEU “UMA LENDA TUPI” O ECO DEGRADADO DO GENESIS E A SEMELHANÇA COM O PENSAMENTO ASIÁTICO 






No principio não havia noite- dia somente havia em todo o tempo. A noite estava adormecida no fundo das águas. Todas as coisas falavam.
A filha da cobra grande – contam – casara-se com um moço.
Esse moço tinha três fâmulos fiéis. Um dia, ele chamou os três fâmulos e disse-lhes: - ide passear, porque minha mulher não quer dormir comigo.
Os fâmulos foram-se, e então ele chamou sua mulher para dormir com ele.
A filha da cobra grande respondeu-lhe:
- Ainda não é noite.
- O moço disse-lhe:
- Não há noite somente a dia.
- A moça falou:
- Meu pai tem noite. Se queres dormir comigo,manda busca-la lá, pelo grande rio.
- O moço chamou os três fâmulos; a moça mandou-os a casa de seu pai para trazerem um caroço de tucumã.
- Os fâmulos foram, chegaram a casa da cobra grande, esta lhes entregou um caroço de tucumã muito bem fechado e disse-lhes:
- Aqui esta; levai-º Eia! Não o abrais, senão todas as coisas se perderão.
- Os fâmulos foram-se, e estavam ouvindo um barulho dentro do coco de tucumã, assim: tem, tem, ...xi...Era o barulho dos grilos e dos sapinhos que cantam de noite.
- Quando já estavam longe,um dos fâmulos disse a seus companheiros – Vamos ver que barulho será este?
- O piloto disse:- Não do contrario nos perderemos. Vamos embora, eia, remai!
- Eles foram e continuaram a ouvir aquele barulho dentro do coco de tucumã, e não sabiam que barulho era.
- Quando já estavam muito longe, ajuntaram-se no meio da canoa, acenderam fogo, derreteram o breu que fechava o coco e abriram-no. De repente tudo escureceu.
- O piloto então disse: Nós estamos perdidos; e a moça, em sua casa, já sabe que nós abrimos o coco de tucumã!
- Eles seguiram viagem.
- A moça, em sua casa, disse ao seu marido:
- Eles soltaram a noite; vamos esperar a manhã.
- Então todas as coisas que estavam espalhadas pelo bosque se transformaram em animais e pássaros.
- As coisas que estavam espalhadas pelo rio se transformaram em patos e em peixes. Do paneiro gerou-se a onça; o pescador e sua canoa se transformaram em pato; de sua cabeça nasceram a cabeça e o bico do pato; da canoa, o corpo do pato; dos remos as pernas do pato.
- A filha da cobra grande, quando viu a estrela-d’alva, disse a seu marido:
- A madrugada vem rompendo. Vou dividir o dia da noite.
- Então ela enrolou um fio, e disse-lhe: Tu serás cujubim. Assim ela fez o cujubim; pintou a cabeça de do cujubim de branco, com tabatinga; pintou-lhe as pernas de vermelho com urucu, e, então, disse-lhe: - Cantaras para todo e sempre quando a manhã vier raiando.
- Ela enrolou o fio, sacudiu cinza em riba dele, e disse: tu serás inhambu, para cantar nos diversos tempos da noite de madrugada.
- De então todos os pássaros cantaram em seus tempos, e de madrugada,para alegrar o principio do dia.
- Quando três fâmulos chegaram, o moço disse-lhes: - Não fostes fiéis abristes o caroço de tucumã, soltastes a noite e todas as coisas se perderam, e vós também que vos metamorfoseastes em macacos, andareis para todo e sempre pelos galhos dos paus.
- (A boca preta e risca amarela que eles têm no braço dizem que são ainda o sinal do breu que fechava o caroço de tucumã e que escorreu sobre eles quando o derreteram)
- Nota – Esta lenda é provavelmente um fragmento do Gênesis dos antigos selvagens sul- americanos. É talvez o eco degradado e corrompido das crenças que eles tinham de como se formou esta ordem de coisas no meio da qual vivemos e, depois das formas grosseiras com que provavelmente a vestiram as avós e as amas de leite, ela mostra que por toda a parte o homem se propôs a resolver este problema - de onde nós viemos? Aqui, como nos Vedas, como no Gênesis, a questão é no fundo resolvida pela mesma forma, isto é: no principio todos eram felizes; uma desobediência, num episodio de amor, uma fruta proibida, trouxe a degradação. A lenda é, em resumo, a seguinte: no principio, não havia distinção entre animais, o homem e as plantas: tudo falava. Também não havia trevas. Tendo a filha da cobra grande se casado não queria coabitar com o seu marido enquanto não houvesse noite sobre o mundo, assim como havia no fundo das águas. O marido mandou buscar a noite, que lhe foi remetida encerrada dentro de um caroço de tucumã, bem fechado, co proibição expressa aos condutores de o abrirem, penas de perderem a si e a seus descendentes todas as coisas. A principio, resistem a tentação; mas depois a curiosidade de saber o que havia dentro da fruta os fez violar a proibição, e assim se perderam . Substituindo a fruta de tucumã pela arvore proibida, a curiosidade de saber pela tentação do espírito maligno, parece haver no fundo do episodio tanta semelhança com o pensamento asiático, que vacilo eu pergunto se não será um eco degradado e transformado desse pensamento.
-

L

ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL
Paulo Setúbal

Dos “Ensaios Históricos”



ONFROY DE THORON

Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente? De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por aqui esses gentios emplumados, de batoque no beiço, que atroavam os matos brutos com o ribombo dos trocanos e o estrépito das inúbias bárbaras? Uma curiosidade ferretoante, desde a primeira página, chuça o nosso fundo racional. A gente anseia logo por desvendar a origem daqueles dois selvagens, "pardos, maneira de avermelhados, de bons olhos e bons narizes" que Cabral recolheu a bordo, que agasalhou mimosamente, que fez dormir na capitânea sobre coxins da Pérsia, entre muitas fofezas, num aturdimento. Mas a curiosidade aguça-se apenas: não há resposta cabal. Teses, muitas. Autores, muitos. Mas tudo cipoal desnorteante.



CARLOS E CHINESES

Assim, para o nosso preclaríssimo Varnhagen, os silvícolas provêm certamente de povos da mais alta antiguidade. E destes povos, pelas suas semelhanças foram com certeza de "Carlos" os ancestrais do bugre. E lá arrazoa, muito grave:

"O facto dos selvagens do sul se chamarem "Carys", de se denominarem "Caryjós" ("Cariões, escreve o cronista Herrera) e de designarem, como honra, por esse nome, aos europeus que aqui aportavam como amigos (de onde proveio "caryoca") nos deu a suspeita de que os antigos emigrantes teriam este nome. E hoje temos quasi a convicção de que houve effectivamente para o Brasil uma grande emigração dos próprios Carlos… etc." Mas o nosso Varnhagen já vai longe. Quanta coisa afirmou o categórico historiador, lá dos píncaros do seu dogmatismo, que se esbarrondou por terra, em cacos! E nessa questão de etnografia, então, nem vale falar. Já se ventilou tanta hipótese nova! Vários etnógrafos, como de Guignes à frente, bradam, com pesados argumentos, que os bugres descendem em linha reta dos chineses. Vieram os nossos pré-avós pelo estreito de Bhering. Baseiam-se os cientistas, para tal, nem só nas usanças do índio, na cor, nos olhos amendoados, na língua aglutinante, como também, e acima de tudo, num famoso pergaminho, arquivelho, desenterrado por acaso de um palácio de Pequim. E a relação detalhada, com nomes e datas, escrita por um bonzo budista, Hoei-Chin, que partiu com outros missionários chineses, em tempos imemoriais, para a terra de Fong-Sang (América). . .

Mas para outros (e quantos!) nem cários, nem chineses. Os índios são apenas os frutos de nautas que aqui viveram, nautas de países vários, que as procelas e os naufrágios arremessaram nas nossas praias. O homem pré-colombiano tem um pouco de todas as antigas nações navegantes: impossível fixar-lhe um tronco só.



O HOMEM DOS SAMBAQUIS

Mas a etnografia andou. E andou rasgadamente. Descobriram-se ossadas, veio à baila o estudo dos crânios, desencavou-se muito estranho artefato de cerâmica, fizeram-se aprofundamentos terríveis na língua quichua. Só o Sr. Fidei Lopes, insigne glotólogo argentino, descobriu, não há muito, duas mil raízes sânscritas no quíchua! Foi nessas pesquisas, no cavar cemitérios de índios e no coligir ossos fossilizados em "sambaquis" Selvagens, que nasceu a corrente do "Homem dos Sambaquis".

O etnógrafo J. B. Lacerda, e, mais tarde, o Dr, Rodrigues Peixoto ("Nos estudos craniológicos sobre os botucudos") trouxeram da investigação dessas ossadas antiquíssimas uma curiosa convicção. Ei-la: "antes dos índios que os descobridores aqui encontraram, houve na América, seguramente uma raça muito rude, muito primitiva. Trata-se de uma "raça invasora" que desceu lentamente ao longo da costa, desaparecendo depois sem deixar outros vestígios senão as ossadas dos sambaquis". Essa raça inferior não era mais do que uma etapa avançada do homem originário, autóctone, que existia no Brasil. E esse homem autóctone estava descoberto: era o fóssil da Lagoa Santa. Que fóssil é esse?. Antes de falarmos da famosa ossada, que os sábios dizem ser o "homem primitivo", rememoremos o. precursor dessa audaciosa tese.

BRASSEUR DE BOURBOURG

Há um cientista notabilíssimo, grande entre os grandes, o padre Brasseur de Bourbourg, que estudou vastamente as antiguidades americanas. São copiosos os seus livros. Um deles é deliciosamente pitoresco: a tradução, com um prefácio muitíssimo erudito, do "Popol Vuh", o Livro Sagrado dos quichés. Outro é a obra imensa, o louro fulgurante do padre sábio: "História das Nações civilizadas do México e da América Central". Pois foi esse cientista, com a sua autoridade cultista, com a sua autoridade culminante, quem lançou esta novidade atrevida, rudemente chocante: o homem americano não provém de ninguém! Os outros povos, sim, é que provém do bugre: a América é o berço da humanidade! Houve muita gente que zombou de Brasseur de Bourbourg. . . Grande zombaria entre os etnógrafos coevos… Mas a tese do padre, dia a dia, ganha vitórias sérias. Já ninguém mais ousa rir-se da ousadia inovadora. Ainda agora, estudando o Brasil, o Dr. Lund, dinamarquês eminente, outro sábio de nota, o "criador da paleontologia brasileira", chegou a conclusões verdadeiramente de pasmar. Conclusões que cimentam fortemente a hipótese de Bourbourg. Assim, para o Dr. Lund, o tipo ancestral do selvagem é o "homem da Lagoa Santa".



O FÓSSIL DA LAGOA SANTA



Recolheu o sábio ossadas que descobriu em mais de duzentas cavernas. E estudou, especialmente* o homem fóssil encontrado na Lagoa Santa. É um fóssil típico, nunca visto. Tem, segundo afirma, todos os caracteres físicos de ossos fósseis. E assinala, muito particularmente, o fato de "serem tais ossos em parte "petrificados", parte penetradas de partículas férreas". Ora, a "imensa idade dos fósseis" ressalta materialmente provada. É tamanha essa antiguidade que vai além do descobrimento do Brasil. Mais do que isso: vai além de "todos os documentos que existem sobre o homem". E isto porque, até hoje, ainda ninguém achou, em parte alguma, ossos humanos em estado de petrificação. Demais, pelo estudo dos crânios, afirma o Dr. Lund que eram estes do "tipo geral da raça americana", mas que "diferiam de todas as raças humanas existentes!"

Ao mesmo tempo que concluía serem assim as ossadas descobertas as mais velhas do mundo, estudava 0 dinamarquês as condições geológicas do Brasil. O Dr. Lund é mestre nesta especialidade.

E pela disposição das rochas primitivas, pelos estratos que as circundam, pela formação dos depósitos marítimos secundários, o ilustre professor firmou-se nesta convicção, que aturdiu os geólogos de todo o mundo: "o Brasil já existia, quando as mais partes do mundo estavam submersas no seio do oceano universal. E assim pelo que ficou exposto, toca ao Brasil o título de SER O MAIS ANTIGO CONTINENTE DO PLANETA".

As premissas do sábio, como se vê, são claras:

O Brasil é o país mais velho do mundo; o homem da Lagoa Santa, que a habitava, é também o homem mais velho do mundo.



Donde, esta conclusão natural: não são os bugres Que provieram de. outros povos, mas sim os outros povos, que provieram do bugre. A América foi o berço da humanidade.

Eis a ciência, a mais moderna, alicerçando as ousadias do padre Brasseur de Bourbourg.

A TESE DE ONFROY

Mas de todas as teses explicativas da origem do homem americano, não há nenhuma tão fascinante como a de Onfroy de Thoron. O grave cientista viveu doze anos na América. Estudou, pesquisou, meteu-se no mato, atirou-se às cavernas, decifrou monumentos, tudo! Exímio conhecedor das línguas selvagens, tendo penetrado com profundeza a quíchua, o sânscrito, o grego antigo, o hebraico, erudito tremendo, Onfroy de Thoron lançou uma corrente etnográfica que é pura maravilha de argumentação. Uma corrente que, pelo bizarro, toca às raias da mais sedutora fantasia que a ciência possa engendrar.

Onfroy de Thoron demonstrou, com rigorosa lógica, que os índios do Brasil provêm de um só povo: são descendentes dos marinheiros bíblicos de Salomão, o grande rei! Não conheço tese defendida com mais calor, com mais eloquência, com mais convicção. É ele quem exclama, a uma assembleia de sábios, categoricamente: "A descoberta que fizemos — do caminho que seguiam os navios de Salomão e do Rei de Tiro há 2.880 anos, para chegar à América será nesta memória demonstrada de maneira irrefutável". — Sigamos o etnógrafo sedutor.

Andam pelos livros sagrados referências constantes às pedras raras do "país de Ofir", ao ouro de "Parvaim", as maravilhas de "Tarschisch". No Paralipómenos, Livro II, há isto: "Salomão adornou o seu palácio de belas pedras preciosas e do "ouro de Parvaim".

Pois bem: Onfroy de Thoron, com larga erudição, com lógica absolutamente cerrada, chega a localizar tudo isso — Parvaim, Ofir, Tarschisch — no Brasil! Parece incrível mas é a verdade. Mas como pôde Onfroy chegar assim a tão estranha conclusão? Leiamo-lo, Está tudo no "Voyage de Vaisseaux de Salomon au fleuve des Amazones" publicado pela Câmara de Manaus, 1876.

PARVAIM

Eis o engenho admirável com que o etnógrafo localiza Parvaim na bacia amazônica:

"Comecemos, por fazer conhecer "Parvaim". O exame dessa palavra é importante; ela por si só é uma revelação. Salomão conseguia o ouro de outra parte que não fosse de Ofir e Tarschisch. Conseguia-o de Parvaim. Parvaim é pronúncia alterada de "Paruim", por isso que o antigo alfabeto latino confundia o "v" e o "u"; que o "iod" que é a vogal "i", muitas vezes se lê com a pronúncia de "ai" em hebraico. Porém, no texto hebraico, o ouro de "Parvaim" está escrito "Zab-Paruim"; no grego dos Setenta, acha-se igualmente "Paruim". A terminação "im" indica o plural hebraico. E vem acrescentado a "Paru", porque, efetivamente, existem na bacia superior do Amazonas, no território oriental do Peru, "dois rios auríferos", um com o nome de "Paru", outro, com o de "Apu-Paru", o "rico Paru". Ora, os dois rios de nome "Paru" fazem justamente, no plural, o "Paruim" dos hebreus. Eis, pois, um dos lugares bíblicos perfeitamente indicado e por nós descoberto!"

De onde se vê que o pobre, o selvagem rio Paru, no vale do Amazonas, é o tal falado "Parvaim" dos hebraicos… Mas não é só Parvaim. A famosa "Ofir" também fica no Brasil. Escutemos o sábio:

OFIR

"Para se ter uma ideia do que era Ofir, é mister procurar a significação deste nome; porém, antes de tudo, é necessário certificar-se do modo por que se escreve em caracteres hebraicos. No cap. 10 do Livro I dos Reis, v. II, acha-se escrito em língua hebraica de dois modos: "Apir" e "Aypir", e no cap. 9, v. 28, assim se lê — "Aypirá". Mas "Aypirá" não é senão o nome mal pronunciado de Yapurá, grande afluente do Amazonas, ou do rio Soliman. Assim, como se vê, nada se opõe a que o "Aypirá" da Bíblia tenha vindo do nome do rio Yapurá.

Esta última palavra é composta de "Y" que significa "água", e de "apura", que é o nome de "Apira" ou Apir, "água ou rio de Apir ou Ofir". Este lugar célebre está, pois, achado e claramente designado; e, apesar de uma distância de 2.880 anos, seu nome só tem sofrido a alteração de uma vogal: Yapurá, em lugar de Yapira. E isto no meio de povos selvagens que não falam hoje o quíchua dos Antis."

Não pode haver nada mais concatenado, nem mais bizarro! Um Ofir no Brasil… O rio Yapurá é a decantada Ofir! E isto sustentado ferozmente por um sábio, e não por um poeta. Vamos agora a Tarschisch.

TARSCHISCH

"Foi evidentemente esta região (alta Amazónia) que no tempo de Salomão recebeu o nome de Tarschisch, pois a etimologia, desta palavra é da língua quichua, que é a dos Antis.

Tarschisch origina-se de "Tari" "descobrir", "chichy" "colher ouro miúdo". Tarschisch é, pois, o lugar onde se descobre e colhe o ouro miúdo. O abandono de Ofir, a vizinhança de Parvaim, que foi preciso também abandonar, pois que era necessário internar-se consideravelmente, as facilidades oferecidas pelas novas descobertas e a etimologia de Tarschisch, são um concurso de circunstâncias que determinam a região onde se achava Tarschisch".

Assim, identificados os três lugares bíblicos, ainda há, frisante, a prova provada da influência de Salomão no Brasil. É o rio Solimões. Eis:

SOLIMÕES - SALOMÃO

"O rio das Amazonas, desce da embocadura do Ucaial, até a foz do rio Negro, tem ainda o nome de "Solimões". Pois bem: este não é nem mais nem menos que o nome alterado de "Salomão", nome que ao grande rio tinham dado as expedições do rei-poeta. Em hebraico é "Solima", em árabe "Soliman". Ora, os cronistas referem que a oeste do Pará existia uma grande tribo conhecida pelo mesmo nome de "Solimões" ou "Soliman".

* * *

O que mais enleva em Onfroy não é tanto o arrojo da tese: é o entusiasmo, a quentura, a forte sinceridade com que ele eruditamente a defende. O sábio, eloquente e lógico, quase convence. E a gente, ao fim do livro, por menos sonhador que seja, fecha os olhos fascinado: e vê desfilar, mastreada e garbosa, a frota do rei magnífico. As grossas galeras, com dragões talhados à popa, rasgam pesadas as águas do Amazonas. Homens, esguios como tamarindeiros, toscamente cobertos de pele de dromedários, batem os remos na correnteza virgem, ilhada de vitórias-régias. São todos eles do país moreno dos sicômoros e das cisternas. Têm olhos febrentos como as areias lampejantes dos seus desertos. E vêm todos, num deslumbramento, a romper a bruteza pré-histórica dos nossos matos, buscar ouro e monos para as trezentas mulheres do poeta da Sulamita…

Trecho do Livro O SELVAGEM e curso de língua geral segundo Ollendorf, compreendendo o texto original de lendas Tupis, origens, costumes, região selvagem, método a empregar para amansa-los por intermédio das colônias militares e do interprete militar, impresso por ordem do governo, Rio de Janeiro, typografia da reforma,  rua sete de setembro 181 ano de 1876  

FONTES:FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969

LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa
Este texto foi retirado do livro do general Couto de Magalhães “O Selvagem” da Editora Universidade de São Paulo, edição revista pelo sobrinho do autor Dr. Couto de Magalhães

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

APOLÔNIO DE TIANA E A CIDADE DOS DEUSES









Podemos citar Apolônio de Tiana, dessa vez surgido na Grécia, precisamente no ano IV A.C., afirmando ter vindo de uma cidade habitada pelos “deuses”. Descrevia pedras estranhas que irradiavam luz e a utilização de autômatos, ou robôs, fazendo serviços domésticos! Mas nesse caso em especial, parece ter sido um verdadeiro viajante do tempo, uma vez que controlava de maneira bem definida as suas vindas a esses períodos da História, pois conforme ele mesmo escreveu: “recebera missões de modo a preparar a ocorrência de determinados eventos históricos”! O que parece ter sido verdadeiro, pois aparecia no Egito, no Tibet, na Índia e em Roma, onde dizia ter por principal missão destruir o império romano! Desafiando abertamente os governantes foi até condenado á morte pelo imperador Domiciano e, no exato momento da execução, desapareceu diante dos espantados olhos dos soldados, em meio a um “clarão extremamente fulgurante”! Além de ter demonstrado extraordinários conhecimentos de Medicina, pois segundo registros históricos, estancou totalmente uma grande epidemia que grassava na cidade de Éfeso! O mais curioso é que diz-se a sua “magia” ter sido a responsável pelo incêndio que destruiu Roma e do qual o famigerado imperador Nero levou a culpa. Como de fato, as crônicas da época relatam que os focos de incêndio surgiam misteriosamente em vários lugares ao mesmo tempo e era uma espécie de fogo que a água tornava-se impotente para apagar. Obviamente produtos químicos tais como o moderno napalm ou quem sabe bombas de ação retardada, totalmente inexistentes naqueles tempos!

(Observe que o Rito  [criado pelos JESUÍTAS] e o culto de gnose negra da serpente dos ILLUMINATI da Bavária -- e tem seus maiores quartéis generais em ROMA e na BAVÁRIA, estas duas regiões que fizeram os quartéis generais de duelo do Sagrado Império Romano. Foram estas mesmas forças que criaram o conflito maquiavélico entre as facções de ''direita'' e ''de esquerda'' na Primeira e na Segunda Guerra Mundial. Agora, aparentemente, estão planejando um terceiro conflito maquiavélico e global - de categoria nuclear - acima e abaixo da superfície do planeta, um conflito que tende abandonar suas fortalezas subterrâneas e emergir para controlar os mundos superiores e inferiores.


domingo, 4 de janeiro de 2009

CHE (Combustão Humana Espontânea)



CHE (Combustão Humana Espontânea)
A “combustão espontânea”, ou ainda como é conhecido nos meios parapsicológicos CHE (Combustão Humana Espontânea), quando pessoas são consumidas em questões de segundos por uma espécie
de fogo infernal que parece ter vindo do nada e mata!

Em 1958, precisamente em Chelmsford, Inglaterra, uma mulher literalmente ardeu em meio a brilhantes chamas azuis, dela restando somente um punhado de cinzas. Sabemos que é necessária uma temperatura de 2500 graus e cerca de três horas para que um corpo humano seja cremado. Mas essas espécie de fogo maldito faz muito mais do que isso em apenas poucos segundos e, como detalhe mais interessante, não queima as coisas ao seu redor! A Medicina-Legal já se deparou em diversas partes do mundo com tal
tipo inusitado de fenômeno, o qual não tem a menor explicação lógica. Aliás, os relatórios médicos dizem que os profissionais daquela especialidade nunca viram coisas semelhantes em todas as suas vidas. Principalmente pelo fato de o mistério apresentar certas peculiaridades bem mais assustadoras:

Na Flórida, EUA, uma mulher foi igualmente vítima do tal fogo que vem do nada e aniquila, isso dentro da sua própria casa. Seu crânio, ao contrário do que acontece com os corpos carbon izados quando incham e explodem, ficou reduzido ao tamanho de uma simples bola de tênis! Fora alguns pequenos pedaços de outros ossos, dela somente restaram algumas cinzas. Sem consumir a casa, o fenômeno limitou-se apenas a destruir a mulher. O doutor Wilton Krogman, da Escola de Medicina da Pensilvânia, declarou ter sido a coisa mais estupefaciente que jamais vira, pois não podia imaginar uma cremação tão completa
que não danificasse o restante da residência. E além disso nunca vira um crânio humano ser reduzido daquela forma através de um calor intenso!

Tal tipo de fenômeno parece varrer toda a face da Terra, pois em 27 de dezembro de1958, e no mesmo dia, ocorreram três casos idênticos em diferentes países do mundo. Um deles em pleno navio Ulrich que singrava a costa da Irlanda, quando o timoneiro virou um montículo de cinzas, sem que nada tenha sido queimado ao seu redor. Na Inglaterra um caminhão desgovernado caiu em uma ribanceira, justamente pelo fato de o seu motorista, George Turner, ter sido totalmente consumido, sem que houvesse quaisquer
espécies de vestígios de incêndio na cabine do pesado veículo. E no terceiro caso, dessa vez na Holanda, um motorista de um Volkswagen, Willaim Bruick, foi encontrado totalmente incinerado no interior do veículo, também sem quaisquer indícios de fogo ao redor do corpo!

E talvez a manifestação mais apavorante deste insólito fenômeno tenha sido aquilo que aconteceu em 1980, em Gwent, Inglaterra, quando Henry Thomas, 73 anos de idade, se tornou mais uma das suas vítimas. Logo após o incidente, autoridades policiais chamadas por vizinhos entraram na casa cujo interior tinha um
estranho calor que se irradiava por toda parte. O ambiente em si mostrava qualquer coisa de estranho e sobrenatural: era incrivelmente roxo, com uma coloração mais puxada para o alaranjado. A mobília estava em perfeito estado e somente um punhado de cinzas restara do corpo daquele homem. E o mais
horripilante de tudo: uma pegajosa e repugnante película de carne humana vaporizada cobria todo o recinto onde se encontravam as tais cinzas!

Parece que alguma coisa por vezes dá errado quando da manifestação desses vórtices de energia  desconhecida no nosso mundo. Seriam portas defeituosas, ou quem sabe instáveis, cuja violentíssima potência e intensidade magnética as fariam se fechar abruptamente, consumindo tudo aquilo que estivesse no seu caminho? Em fevereiro de 1948, unidades e resgate partiram em socorro aos estranhos pedidos de SOS que partiram do navio holandês SS Ourang Medan, quando atravessava o Golfo de Bengala. Ao se depararem com o imenso navio à deriva, trataram de abordá-lo. E as cenas que os marinheiros viram eram
simplesmente de arrepiar: cadáveres por todos os lados, no convés, na ponte de comando e até na sala de máquinas. Ninguém  sobrevivera! Todos os corpos estavam estranhamente deitados, voltados para cima, com os braços levantados e intactos, sem quaisquer ferimentos ou vestígios de lutas. Quando se preparavam
para rebocá-lo, porém, as equipes de resgate tiveram que abandonar o Ourang Medan às pressas, pois uma estranho e insuportável calor começava a se produzir. Já em segurança, todos viram estupefatos
uma misterioso tipo de fogo começar a consumir o navio. A imensa embarcação literalmente fundia-se em questão de poucos segundos, o que veio a ocasionar a explosão do combustível e a sua imediata
submersão nas águas do mar! A autocombustão de seres humanos ainda é um mistério secular. Existem inúmeras referências históricas a respeito de tais trágicos episódios. Até mesmo um livro foi publicado sobre o assunto, reconhecendo a existência de tão estranha doença. Em seu livro "Combustão Humana Espontánea: Estudo Definitivo Documentado com Fotos" de Jenny Randles e Peter Hough, os autores compilam uma lista de 111 casos registrados desde 1613 até os dias atuais. Um outro especialista, Larry E. Arnold, afirmou que os casos arquivados em seu computador já passam de 300.

O incidente clássico de combustão humana acontece da seguinte maneira: a vítima, sem nenhuma razão plausível, pega fogo e queima em uma surpreendente chama azul, que reduz o corpo e os ossos a cinzas, mas não incendeia objetos próximos. Quando isto acontece dentro de uma casa, como na maioria dos casos, o fogo sempre deixa uma repugnante névoa azul.

Em tempos mais sombrios, a combustão espontânea foi considerada o castigo pelos vícios, especialmente o da bebida. Mas em 1851, o Barão J. von Liebig derrubou esta teoria, mostrando que quando se injeta álcool em ratos e se ateia fogo, eles não pegam fogo de forma mais eficiente do que os ratos não-alcoolizados.

As pessoas que mais provavelmente sofrem deste problema são mulheres obesas, com 70 anos ou mais, que vivem sozinhas. Pelo menos esta é a imagem que se faz dos casos relatados por Randles e Hough, no livro citado. Mas lembre-se: esses números são muito inexpressivos para se tirar uma conclusão estatística significativa.
O mais famoso caso de combustão humana ocorreu com Mary Reeser, de 67 anos, habitante de São Petersburgo, em 1º de julho de 1951. Seu filho, Richard, disse que na última vez que viu sua gorducha mãe, ela estava sentada em sua cadeira favorita, fumando um cigarro. Na manhã seguinte, tudo o que sobrou foram cinzas, fragmentos de ossos e dentes e um pé dentro de um chinelo.

No século passado, o Diccionario de Medicina Popular e das Ciencias Acessorias do Dr. Pedro Luiz Napoleão Chernoviz, publicado em Paris, em 1878, já na 5ª edição, em livro muito utilizado pela classe médica da época, já registrava inúmeros episódios de combustão humana espontánea. Entretanto nas sucessivas edições do famoso dicionário, o verbete sobre esta estranha doença, foi retirado, talvez, para evitar o ridículo a que os médicos ficavam expostos, ao referir-se a tal doença.

Citamos abaixo o texto integral da página 647 do Dicionário Chernoviz: "Certo número de fatos bem observados provam de maneira inquestionável que algumas pessoas têm sido destruídas pelo efeito de um fogo, cuja natureza e origem não estão ainda bem determinadas. Estas pessoas viram declarar-se a combustão de seus próprios corpos pela vizinhança de uma substância acesa, ordinariamente pouco ativa, uma vela, um candeeiro, um cachimbo, etc. Ardia o corpo humano em uma chama azulada, que a água, em vez de apagar, aumentava mais. Depois da combustão ficaram alguns lugares em parte queimados e torrados, os outros foram inteiramente consumidos, reduzidos a cinzas, não deixando outro resíduo senão uma matéria gorda, fétida, e uma fuligem de cheiro penetrante. Enquanto o corpo ardia, os objetos que o cercavam eram apenas prejudicados, e até em alguns casos não se consumia a roupa. Estes fatos são tão extraordinários, que por muito tempo não se lhes deu crédito, e eram considerados como histórias inventadas. Hoje já não se duvida deles, porque existem casos observados por pessoas dignas de confiança. Eis aqui alguns exemplos extraídos dos autores:
Maria Bertholi, padre, tendo feito grande exercício no decurso do dia, deitou-se muito cansado; passou um lenço por entre os ombros e a camisa, e, quando todas as pessoas se retiraram, principiou a ler o seu breviário. Alguns minutos tinham apenas decorrido, quando se ouviu do seu quarto um estrondo extraordinário, acompanhado de gritos. As pessoas de casa que lhe acudiram acharam o padre estirado no chão e cercado de uma pequena chama, que se afastava pouco a pouco, e que enfim desapareceu. O braço direito e toda a parte direito do tronco ficaram profundamente desorganizados. O doente morreu no quarto dia. Disse, antes de expirar, que tinha sentido como uma pancada de bengala sobre o braço direito, e que ao mesmo tempo vira uma faísca sobre a camisa, que foi instantaneamente reduzida a cinzas, sem que o fogo atacasse os punhos. O lenço entre a camisa e a pele conservou-se em toda a sua integridade, e, sem o menor vestígio de queimadura. O barrete ficou inteiramente consumido, sem que entretanto um só cabelo fosse queimado. Não se sentia cheiro algum de chamusco no quarto, não se percebia fumaça; só o candieiro, antes cheio de azeite, estava vazio, e a torcida em estado de incineração.



Em 1765, a Condessa Cornelia Bandioli, de 62 anos de idade, que tinha por costume lavar-se com aguardente canforada, foi achada queimada fora de sua cama. Provou-se que não foi o fogo que ocasionou este acidente; a luz que estava no seu quarto ardeu até o fim, e as torcidas estavam ainda nos candieiros. O quarto desta senhora, no qual a combustão se havia operado espontaneamente, ficou cheio de fuligem úmida cor de cinza, que penetrou nos armários, e sujou a roupa.

A Sra. Boison, de 80 anos de idade, pouco mais ou menos, muito magra, e que bebia muita aguardente, havia alguns anos, estava sentada em sua cadeira ao pé do fogo. A sua criada ausentou-se por alguns momentos, e quando voltou viu-a toda inflamada; grita e acodem algumas pessoas. Um indivíduo quer apagar o fogo com a mão e a chama se lhe pega, como se a mão estivesse impregnada de aguardente ou de azeite inflamado. Deitaram água sobre a senhora, mas o fogo aumentou, e não se extinguiu senão quando todas as carnes ficaram consumidas. O esqueleto, muito negro, conservou-se na cadeira, a qual apenas ficou denegrida.



Mas a pergunta que inevitavelmente surge é: seriam essas
portas, ou portais, fenômenos estritamente naturais?

sábado, 3 de janeiro de 2009

OS VIAJANTES DAS PORTAS INDUZIDAS




Em um livro publicado em 1758, Boscovich afirma que o espaço, o tempo e o movimento são descontínuos, compostos por “corpúsculos” (átomos em movimentação!) que podem ser combinados de oito maneiras diferentes. E que “se o mesmo ponto material é unido ao mesmo ponto de espaço em diversos momentos do tempo separados por qualquer intervalo, produzir-se-á uma regressão ao mesmo lugar, sendo possível passar através de portas fechadas e voar através das paredes mais duras sem encontrar quaisquer obstáculos, desde que possa ser imprimida uma velocidade suficiente!!! O que, naquele distante ano, incrível e espantosamente corresponde a uma verdade absoluta, modernamente comprovada através da nossa Física de Vanguarda. É de fato um grande mistério mas o fenômeno é real. Certos sons, ou vibrações de ar, parecem acompanhar a abertura daquilo que os cientistas de vanguarda e pesquisadores já chamam de ”portas induzidas”. Aparentemente, certos lugares parecem ter a propriedade de desencadear tais fenômenos mais especialmente do que outros. Na verdade trata-se de um “efeito túnel” que parece afetar dobras dimensionais e alterar os próprios conceitos e padrões conhecidos do tempo. Os turbilhões e os nevoeiros que freqüentemente acompanham tal fenômeno, brancos ou por vezes esverdeados, parecem ser uma espécie de condensação temporária de energias, as quais teriam alguma relação com as propriedades atômicas da natureza, ou quem sabe do próprio desenrolar da sucessão de eventos nos meandros do tempo e do próprio espaço.

Esses lugares apresentam por características notáveis o fato de conter perturbações no magnetismo e na gravitação, bem como serem pontos propícios às visões, notadamente dos OVNI. Por outro lado, acreditamos que um dos mais intrigantes fenômenos do campo da Parapsicologia esteja intimamente relacionado a esses misteriosos vórtices temporais que surgem de quando em vez, e repentinamente, em lugares esparsos do nosso mundo representando pois uma faceta verdadeiramente sinistra e assustadora. Estamos falando daquilo que se conhece como “combustão espontânea”, ou ainda como é conhecido nos meios parapsicológicos CHE (Combustão Humana Espontânea), quando pessoas são consumidas em questões de segundos por uma espécie de fogo infernal que parece ter vindo do nada e mata! O termo “portas induzidas” é no entanto bem explícito. Alguns pesquisadores julgam se tratar daquilo que está contido no estrito senso da palavra, ou seja, alguém, ou alguma coisa, estaria propositadamente produzindo esses “portais” no nosso mundo, talvez para capturar pessoas! Isso no entanto requereria uma fantástica máquina capaz de alterar estruturas atômicas e inverter o tempo. Coisas somente disponíveis por aqueles que tripulam, ou manipulam, os OVNIS!

REFERÊNCIAS: Trecho do Livro INSÓLITO de Sergio Russo 

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