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AS VERDADEIRAS ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL (A MITOLOGIA E DE QUAL REGIÃO DO PLANETA ELES VIERAM)



ORIGENS DOS INDÍGENAS DO BRASIL

ONFROY DE THORON

Não há, no pórtico da nossa História, pergunta mais natural do que esta: de onde vêm esses bugres que os mareantes toparam no Brasil alvorecente? De que estranhas terras, e como, e de que jeito, e quando, surgiram por aqui esses gentios emplumados, de batoque no beiço, que atroavam os matos brutos com o ribombo dos trocanos e o estrépito das inúbias bárbaras? Uma curiosidade ferretoante, desde a primeira página, chuça o nosso fundo racional. A gente anseia logo por desvendar a origem daqueles dois selvagens, "pardos, maneira de avermelhados, de bons olhos e bons narizes" que Cabral recolheu a bordo, que agasalhou mimosamente, que fez dormir na capitânea sobre coxins da Pérsia, entre muitas fofezas, num aturdimento. Mas a curiosidade aguça-se apenas: não há resposta cabal. Teses, muitas. Autores, muitos. Mas tudo cipoal desnorteante.



CARLOS E CHINESES

Assim, para o nosso preclaríssimo Varnhagen, os silvícolas provêm certamente de povos da mais alta antiguidade. E destes povos, pelas suas semelhanças foram com certeza de "Carlos" os ancestrais do bugre. E lá arrazoa, muito grave:

"O facto dos selvagens do sul se chamarem "Carys", de se denominarem "Caryjós" ("Cariões, escreve o cronista Herrera) e de designarem, como honra, por esse nome, aos europeus que aqui aportavam como amigos (de onde proveio "caryoca") nos deu a suspeita de que os antigos emigrantes teriam este nome. E hoje temos quasi a convicção de que houve effectivamente para o Brasil uma grande emigração dos próprios Carlos… etc." Mas o nosso Varnhagen já vai longe. Quanta coisa afirmou o categórico historiador, lá dos píncaros do seu dogmatismo, que se esbarrondou por terra, em cacos! E nessa questão de etnografia, então, nem vale falar. Já se ventilou tanta hipótese nova! Vários etnógrafos, como de Guignes à frente, bradam, com pesados argumentos, que os bugres descendem em linha reta dos chineses. Vieram os nossos pré-avós pelo estreito de Bhering. Baseiam-se os cientistas, para tal, nem só nas usanças do índio, na cor, nos olhos amendoados, na língua aglutinante, como também, e acima de tudo, num famoso pergaminho, arquivelho, desenterrado por acaso de um palácio de Pequim. E a relação detalhada, com nomes e datas, escrita por um bonzo budista, Hoei-Chin, que partiu com outros missionários chineses, em tempos imemoriais, para a terra de Fong-Sang (América). . .

Mas para outros (e quantos!) nem cários, nem chineses. Os índios são apenas os frutos de nautas que aqui viveram, nautas de países vários, que as procelas e os naufrágios arremessaram nas nossas praias. O homem pré-colombiano tem um pouco de todas as antigas nações navegantes: impossível fixar-lhe um tronco só.



O HOMEM DOS SAMBAQUIS

Mas a etnografia andou. E andou rasgadamente. Descobriram-se ossadas, veio à baila o estudo dos crânios, desencavou-se muito estranho artefato de cerâmica, fizeram-se aprofundamentos terríveis na língua quichua. Só o Sr. Fidei Lopes, insigne glotólogo argentino, descobriu, não há muito, duas mil raízes sânscritas no quíchua! Foi nessas pesquisas, no cavar cemitérios de índios e no coligir ossos fossilizados em "sambaquis" Selvagens, que nasceu a corrente do "Homem dos Sambaquis".

O etnógrafo J. B. Lacerda, e, mais tarde, o Dr, Rodrigues Peixoto ("Nos estudos craniológicos sobre os botucudos") trouxeram da investigação dessas ossadas antiquíssimas uma curiosa convicção. Ei-la: "antes dos índios que os descobridores aqui encontraram, houve na América, seguramente uma raça muito rude, muito primitiva. Trata-se de uma "raça invasora" que desceu lentamente ao longo da costa, desaparecendo depois sem deixar outros vestígios senão as ossadas dos sambaquis". Essa raça inferior não era mais do que uma etapa avançada do homem originário, autóctone, que existia no Brasil. E esse homem autóctone estava descoberto: era o fóssil da Lagoa Santa. Que fóssil é esse?. Antes de falarmos da famosa ossada, que os sábios dizem ser o "homem primitivo", rememoremos o. precursor dessa audaciosa tese.

BRASSEUR DE BOURBOURG

Há um cientista notabilíssimo, grande entre os grandes, o padre Brasseur de Bourbourg, que estudou vastamente as antiguidades americanas. São copiosos os seus livros. Um deles é deliciosamente pitoresco: a tradução, com um prefácio muitíssimo erudito, do "Popol Vuh", o Livro Sagrado dos quichés. Outro é a obra imensa, o louro fulgurante do padre sábio: "História das Nações civilizadas do México e da América Central". Pois foi esse cientista, com a sua autoridade cultista, com a sua autoridade culminante, quem lançou esta novidade atrevida, rudemente chocante: o homem americano não provém de ninguém! Os outros povos, sim, é que provém do bugre: a América é o berço da humanidade! Houve muita gente que zombou de Brasseur de Bourbourg. . . Grande zombaria entre os etnógrafos coevos… Mas a tese do padre, dia a dia, ganha vitórias sérias. Já ninguém mais ousa rir-se da ousadia inovadora. Ainda agora, estudando o Brasil, o Dr. Lund, dinamarquês eminente, outro sábio de nota, o "criador da paleontologia brasileira", chegou a conclusões verdadeiramente de pasmar. Conclusões que cimentam fortemente a hipótese de Bourbourg. Assim, para o Dr. Lund, o tipo ancestral do selvagem é o "homem da Lagoa Santa".



O FÓSSIL DA LAGOA SANTA



Recolheu o sábio ossadas que descobriu em mais de duzentas cavernas. E estudou, especialmente* o homem fóssil encontrado na Lagoa Santa. É um fóssil típico, nunca visto. Tem, segundo afirma, todos os caracteres físicos de ossos fósseis. E assinala, muito particularmente, o fato de "serem tais ossos em parte "petrificados", parte penetradas de partículas férreas". Ora, a "imensa idade dos fósseis" ressalta materialmente provada. É tamanha essa antiguidade que vai além do descobrimento do Brasil. Mais do que isso: vai além de "todos os documentos que existem sobre o homem". E isto porque, até hoje, ainda ninguém achou, em parte alguma, ossos humanos em estado de petrificação. Demais, pelo estudo dos crânios, afirma o Dr. Lund que eram estes do "tipo geral da raça americana", mas que "diferiam de todas as raças humanas existentes!"

Ao mesmo tempo que concluía serem assim as ossadas descobertas as mais velhas do mundo, estudava 0 dinamarquês as condições geológicas do Brasil. O Dr. Lund é mestre nesta especialidade.

E pela disposição das rochas primitivas, pelos estratos que as circundam, pela formação dos depósitos marítimos secundários, o ilustre professor firmou-se nesta convicção, que aturdiu os geólogos de todo o mundo: "o Brasil já existia, quando as mais partes do mundo estavam submersas no seio do oceano universal. E assim pelo que ficou exposto, toca ao Brasil o título de SER O MAIS ANTIGO CONTINENTE DO PLANETA".

As premissas do sábio, como se vê, são claras:

O Brasil é o país mais velho do mundo; o homem da Lagoa Santa, que a habitava, é também o homem mais velho do mundo.



Donde, esta conclusão natural: não são os bugres Que provieram de. outros povos, mas sim os outros povos, que provieram do bugre. A América foi o berço da humanidade.

Eis a ciência, a mais moderna, alicerçando as ousadias do padre Brasseur de Bourbourg.

A TESE DE ONFROY

Mas de todas as teses explicativas da origem do homem americano, não há nenhuma tão fascinante como a de Onfroy de Thoron. O grave cientista viveu doze anos na América. Estudou, pesquisou, meteu-se no mato, atirou-se às cavernas, decifrou monumentos, tudo! Exímio conhecedor das línguas selvagens, tendo penetrado com profundeza a quíchua, o sânscrito, o grego antigo, o hebraico, erudito tremendo, Onfroy de Thoron lançou uma corrente etnográfica que é pura maravilha de argumentação. Uma corrente que, pelo bizarro, toca às raias da mais sedutora fantasia que a ciência possa engendrar.

Onfroy de Thoron demonstrou, com rigorosa lógica, que os índios do Brasil provêm de um só povo: são descendentes dos marinheiros bíblicos de Salomão, o grande rei! Não conheço tese defendida com mais calor, com mais eloquência, com mais convicção. É ele quem exclama, a uma assembleia de sábios, categoricamente: "A descoberta que fizemos — do caminho que seguiam os navios de Salomão e do Rei de Tiro há 2.880 anos, para chegar à América será nesta memória demonstrada de maneira irrefutável". — Sigamos o etnógrafo sedutor.

Andam pelos livros sagrados referências constantes às pedras raras do "país de Ofir", ao ouro de "Parvaim", as maravilhas de "Tarschisch". No Paralipómenos, Livro II, há isto: "Salomão adornou o seu palácio de belas pedras preciosas e do "ouro de Parvaim".

Pois bem: Onfroy de Thoron, com larga erudição, com lógica absolutamente cerrada, chega a localizar tudo isso — Parvaim, Ofir, Tarschisch — no Brasil! Parece incrível mas é a verdade. Mas como pôde Onfroy chegar assim a tão estranha conclusão? Leiamo-lo, Está tudo no "Voyage de Vaisseaux de Salomon au fleuve des Amazones" publicado pela Câmara de Manaus, 1876.

PARVAIM

Eis o engenho admirável com que o etnógrafo localiza Parvaim na bacia amazônica:

"Comecemos, por fazer conhecer "Parvaim". O exame dessa palavra é importante; ela por si só é uma revelação. Salomão conseguia o ouro de outra parte que não fosse de Ofir e Tarschisch. Conseguia-o de Parvaim. Parvaim é pronúncia alterada de "Paruim", por isso que o antigo alfabeto latino confundia o "v" e o "u"; que o "iod" que é a vogal "i", muitas vezes se lê com a pronúncia de "ai" em hebraico. Porém, no texto hebraico, o ouro de "Parvaim" está escrito "Zab-Paruim"; no grego dos Setenta, acha-se igualmente "Paruim". A terminação "im" indica o plural hebraico. E vem acrescentado a "Paru", porque, efetivamente, existem na bacia superior do Amazonas, no território oriental do Peru, "dois rios auríferos", um com o nome de "Paru", outro, com o de "Apu-Paru", o "rico Paru". Ora, os dois rios de nome "Paru" fazem justamente, no plural, o "Paruim" dos hebreus. Eis, pois, um dos lugares bíblicos perfeitamente indicado e por nós descoberto!"

De onde se vê que o pobre, o selvagem rio Paru, no vale do Amazonas, é o tal falado "Parvaim" dos hebraicos… Mas não é só Parvaim. A famosa "Ofir" também fica no Brasil. Escutemos o sábio:

OFIR

"Para se ter uma ideia do que era Ofir, é mister procurar a significação deste nome; porém, antes de tudo, é necessário certificar-se do modo por que se escreve em caracteres hebraicos. No cap. 10 do Livro I dos Reis, v. II, acha-se escrito em língua hebraica de dois modos: "Apir" e "Aypir", e no cap. 9, v. 28, assim se lê — "Aypirá". Mas "Aypirá" não é senão o nome mal pronunciado de Yapurá, grande afluente do Amazonas, ou do rio Soliman. Assim, como se vê, nada se opõe a que o "Aypirá" da Bíblia tenha vindo do nome do rio Yapurá.

Esta última palavra é composta de "Y" que significa "água", e de "apura", que é o nome de "Apira" ou Apir, "água ou rio de Apir ou Ofir". Este lugar célebre está, pois, achado e claramente designado; e, apesar de uma distância de 2.880 anos, seu nome só tem sofrido a alteração de uma vogal: Yapurá, em lugar de Yapira. E isto no meio de povos selvagens que não falam hoje o quíchua dos Antis."

Não pode haver nada mais concatenado, nem mais bizarro! Um Ofir no Brasil… O rio Yapurá é a decantada Ofir! E isto sustentado ferozmente por um sábio, e não por um poeta. Vamos agora a Tarschisch.

TARSCHISCH

"Foi evidentemente esta região (alta Amazónia) que no tempo de Salomão recebeu o nome de Tarschisch, pois a etimologia, desta palavra é da língua quichua, que é a dos Antis.

Tarschisch origina-se de "Tari" "descobrir", "chichy" "colher ouro miúdo". Tarschisch é, pois, o lugar onde se descobre e colhe o ouro miúdo. O abandono de Ofir, a vizinhança de Parvaim, que foi preciso também abandonar, pois que era necessário internar-se consideravelmente, as facilidades oferecidas pelas novas descobertas e a etimologia de Tarschisch, são um concurso de circunstâncias que determinam a região onde se achava Tarschisch".

Assim, identificados os três lugares bíblicos, ainda há, frisante, a prova provada da influência de Salomão no Brasil. É o rio Solimões. Eis:

SOLIMÕES - SALOMÃO

"O rio das Amazonas, desce da embocadura do Ucaial, até a foz do rio Negro, tem ainda o nome de "Solimões". Pois bem: este não é nem mais nem menos que o nome alterado de "Salomão", nome que ao grande rio tinham dado as expedições do rei-poeta. Em hebraico é "Solima", em árabe "Soliman". Ora, os cronistas referem que a oeste do Pará existia uma grande tribo conhecida pelo mesmo nome de "Solimões" ou "Soliman".

* * *

O que mais enleva em Onfroy não é tanto o arrojo da tese: é o entusiasmo, a quentura, a forte sinceridade com que ele eruditamente a defende. O sábio, eloquente e lógico, quase convence. E a gente, ao fim do livro, por menos sonhador que seja, fecha os olhos fascinado: e vê desfilar, mastreada e garbosa, a frota do rei magnífico. As grossas galeras, com dragões talhados à popa, rasgam pesadas as águas do Amazonas. Homens, esguios como tamarindeiros, toscamente cobertos de pele de dromedários, batem os remos na correnteza virgem, ilhada de vitórias-régias. São todos eles do país moreno dos sicômoros e das cisternas. Têm olhos febrentos como as areias lampejantes dos seus desertos. E vêm todos, num deslumbramento, a romper a bruteza pré-histórica dos nossos matos, buscar ouro e monos para as trezentas mulheres do poeta da Sulamita…

Paulo Setúbal

Dos “Ensaios Históricos”
Trecho do Livro O SELVAGEM e curso de língua geral segundo Ollendorf, compreendendo o texto original de lendas Tupis, origens, costumes, região selvagem, método a empregar para amansa-los por intermédio das colônias militares e do interprete militar, impresso por ordem do governo, Rio de Janeiro, typografia da reforma,  rua sete de setembro 181 ano de 1876  




Trecho do Livro O SELVAGEM e curso de língua geral segundo Ollendorf, compreendendo o texto original de lendas Tupis, origens, costumes, região selvagem, método a empregar para amansa-los por intermédio das colônias militares e do interprete militar, impresso por ordem do governo, Rio de Janeiro, typografia da reforma,  rua sete de setembro 181 ano de 1876  

Na área inteira da América do Sul, nós achamos lendas relativas para “deuses brancos” para esses que já se referiram no primeiro capítulo, lendas que têm uma real fundação e baseado em fatos históricos positivos. E é que a presença de homens de raça branca na América previamente para a chegada dos espanhóis é documentado nas mesmas crônicas dos conquistadores espanhóis em que eram sua “descoberta” com os indivíduos e cidades inteiras de raça branca, e ainda é observável em regiões diversas “indígenas”, eu como por exemplo, na região peruana andino de Chachapoyas. Nesta região montanhosa localizada nas fontes do Amazonas, na floresta americana enorme, para mais de 2.000 metros de altitude no nível do mar, já libere dos calores terríveis e mosquitos tropicais, em uma atmosfera fresca e verde, na atualidade que ainda sabem um ao outro exista como “gringoitos”, as pessoas de características européias, cabelo loiro que não vem de colonos europeus, mas bastante sua presença na região previamente é documentada como para a conquista espanhola. Os conquistadores espanhóis já fizeram menção nas crônicas deles para estes objetivos de Chachapoyas, e especialmente para a beleza das esposas deles. Em uma de crônica um compromisso faz o nascimento de um menino para o qual o chachapoyas consideraram como filho dos deuses, ser tão loiro e tão branco que era até mesmo difícil dos achar deste modo na mesma Europa. Os espanhóis que conquistam a América definem ao branco, chachapoyas loiro e de estatura alta, em geral, um palmo mais que os mesmos espanhóis. O chachapoyas branco se lembraram da memória que os antepassados deles vieram do leste. A região selvagem do Amazonas é ao leste de Chachapoyas e mais adiante o Atlântico. Entre as representações que foram escritas em edifícios diversos, nós podemos ver desenhos e podemos figurar representações de navios de proporções grandes, o que nos insinua que o primeiro chachapoyas, bem eles poderiam ter chegado da Europa para a América pelo mar. Seguindo as correntes oceânicas, do oeste de África teria chegado até os custos de América do Sul, para, superando o curso do rio Amazonas em navio, finalmente se instalar as regiões andinas mais frescas, evitando o calor tropical. O chachapoyas foram temidos guerreiros. Eles usaram igual arma fundas idênticas para esses dos habitantes velhos das ilhas de Balearic. Eles eram os professores na arte da trepidação do crânio, aliviar a pressão craniana, igual ao Céltico. Eles também coincidem com o Céltico naquele colecionou o cabeças de corte dos inimigos deles. Eles construíram redondas casas de pedra, com um diâmetro de entre 7 e 9 metros, casas idênticas as Céltas. Hoje eles ainda podem vira as ruínas das paredes do império deles, paredes enormes em elevações montanhosas que se lembram de forças européias. Algumas esculturas de características indo-européias que impassível eles observam o horizonte, entre desfiladeiros nas montanhas, é bem parecido para esse aquele achado mais para o oeste, no Oceano Pacífico, na ilha de Páscoa. Quando o conquistador espanhol Orellana, superando o rio Amazonas, chegou para as imediações do atual você Fluxo você, os índios da região falaram com ele de alguns homens brancos, altos e loiros que moraram em cidades além da floresta e que eles mantiveram imensos tesouros. Mais tarde, os conquistadores espanhóis, se encontrados com uma delegação de 4 homens brancos loiros e altos, mesmos vestidos e de modos educados que perguntaram aos espanhóis quis eram as intenções deles. Os espanhóis lhes falaram que eles procuraram para converter a região ao Cristianismo e para sujeito à coroa de Castilha. Eles disseram adeus e nunca mais eles os acharam novamente. Algum chachapoyas de correspondentes poderiam ter sido, ou talvez de algum outro centro povoado para branco?. O qual é a origem do primeiro chachapoyas branco que chegaram muito antes nas Américas que os espanhóis?. O que fizeram eles naquela região?. Se nós nos centrarmos nos descendentes atuais do chachapoyas brancos, nós vemos como entre eles predominam ainda características raciais nórdicas, cabelo loiro, que olhos claros, pele branca rósea ou sardenta, apesar de que a miscigenação de ameríndio são muito introduzidos. Embora, agüentando à história oficial, pode se parecer um ao outro um mistério, isto nos demonstra que a América era conhecida e habitada de muito velho para cidades arianas que, talvez, eles eram os descendentes desses “deuses brancos” os criadores dos antigos impérios. 


A insondável floresta Amazônica, situada ao norte do território brasileiro, e também conhecida como "O Inferno Verde", onde em alguns pontos nem mesmo os índios se atrevem a ir e a luz do Sol não consegue sequer atingir o solo quase sempre hostil. E onde certamente se escondem alguns dos maiores mistérios de toda a Terra! Ainda inexplorada e virgem, conservando-se intacta desde as remotíssimas eras pré-históricas.
Certas coisas que vão muito mais além do que possa alcançar a nossa imaginação! Nossa estranha estória começa no distante ano de 1971 quando a tripulação de uma avião comercial da Swissair, sob o comando do veterano aviador alemão Ferdinand Schmidt, aterrissou em Manaus - capital do Estado do Amazonas. Aproveitando uma folga e passeando nas ruas daquela cidade, os tripulantes foram abordados por um mendigo trajando vestes esfarrapadas que lhes solicitou o pagamento de um almoço..... EM IDIOMA ALEMÃO FLUENTE! Perplexos, os visitantes não somente pagaram o tal almoço solicitado como também, bastante interessados, entabularam conversação com o tal mendigo poliglota. Após beber algumas coisas, o surrealista mendigo literalmente "soltou a língua" e revelou ser um membro de uma tribo desconhecida chamada UGHA MOGULALA e que era mestiço..... Filho de SOLDADO ALEMÃO e mãe indígena!
E não era só isso! O tal "mendigo" revelou à perplexa tripulação da Swissair que entre os anos de 1939 e 1941 (e portanto durante a época da Segunda Guerra Mundial), seu povo recebera a visita de cerca de 2 MIL SOLDADOS NAZISTAS que traziam consigo pesados armamentos e também sofisticados equipamentos - alguns deles desconhecidos - tendo nas densas selvas se instalado! Retornando à Alemanha, o comandante Schmidt procurou o famoso jornalista Karl Brugger (foto), da rede alemã RDA, revelando a ele todos os detalhes daquela misteriosa ocorrência. Brugger, sem saber que com isso iria assinar a sua própria sentença de morte, se interessou vivamente pelo relato do comandante e resolveu vasculhar o fato mais a fundo.
De fato, pesquisando antigos arquivos da Alemanha nazista, Brugger descobriu documentos secretos e também um certo filme muito especial, no qual era revelado que em 1945 Hitler despachara um submarino equipado com aviões anfíbios e levando soldados de elite da SS, precisamente na direção do território brasileiro! E também mais tarde foi apurado que várias equipes nazistas remanescentes (não se sabe vindas de onde) lá chegaram após o final da guerra e até mesmo vários anos depois, em 1965! Na foto, vemos um "frame" daquele filme, mostrando o hasteamento de uma bandeira nazista em pleno coração da Floresta Amazônica! Aliás, aquele filme inclusive mostrava todas as fases da montagem de uma base nazista supersecreta naquela região! 
Brugger, de fato e levado pelo tal "mendigo" do qual conquistara a confiança, veio a se encontrar posteriormente com o chefe da tal tribo UGHA MOGULALA (foto) cujo nome era TUTANKANARA. Note-se que seu biótipo diferia totalmente dos padrões indígenas brasileiros. Era quase branco, feições européias - muito possivelmente também um descendente dos alemães! E além de tudo sabia demais sobre as três cidades perdidas! Segundo relatou a Brugger, os antigos deuses partiram delas há muito tempo nos seus "discos que voavam", deixando porém quatro dos seus "adormecidos" nos secretos interiores dos seus templos. Brugger, por sinal, acreditava que seriam os corpos em estado de animação suspensa de quatro entidades alienígenas! E as antigas tradições deixadas por aqueles "deuses" diziam que "se algum dia os "bárbaros" descobrissem Akakor, eles se encontrariam diante da sua própria imagem"! Bastante sutil, uma vez que os Uga Mogulala disseram que os corpos 
dessas criaturas "adormecidas" seriam quase idênticos aos nossos, exceto pelo fato de terem seis dedos em cada mão!
E que nome curioso tinha mesmo esse chefe Ugha Mogulala, Tutankanara..... E de raiz tipicamente EGÍPCIA!!! Se Brugger e os demais pesquisadores não atentaram para este sutil detalhe, nós o fazemos agora: lembremos do faraó TUTANKHAMON, nome que em egípcio arcaico significa TUT=IMAGEM, ANKH=VIVA, EN AMEN= DE AMON (deus egípcio). Por sua vez, o nome do tal chefe daquela desconhecida tribo tinha, conseqüentemente, um nome espantosamente dotado de raiz egípcia: TUTANKANARA, ou seja, TUT=IMAGEM, ANKH=VIVA, EN= DE, RA= O deus SOL!!! 
Simplesmente chocante! Até mesmo porque os próprios nomes Akhaim, Akhanis e Akakor são igualmente de origem egípcia - ou quem sabe originários da antiga e muito evoluída civilização (Atlântida?) que a precedeu e veio a se perder no tempo. Muito espantoso mesmo! Haveria uma origem antiqüíssima e no entanto comum entre o Antigo Egito e as selvas brasileiras? Tudo parece indicar que SIM!
Existem duas variantes para AKAKOR, a primeira significando"O deus da luz" e a inferior - "As flores do céu", isto é, AS ESTRELAS" . Muito mais sutil mesmo! Lembremos que, segundo a Tradição, os hieróglifos egípcios foram igualmente um presente dos "deuses celestes" àquela civilização! E como estes nomes foram parar no coração da Floresta Amazônica Brasileira?
E também entre os nossos indígenas existe uma milenar adoração ao deus sol, por alguma tribos conhecido como RA - da mesma forma que no Antigo Egito! 
Tudo isso jamais poderia ser mera coincidência! NUT, a Mãe Celeste, também relacionada à abóbada celeste e às estrelas, aquela que "deu nascimento aos deuses" na religião do Antigo Egito, por incrível que possa parecer também faz parte das crenças religiosas dos índios da Amazônia Brasileira! É, de fato, extremamente perturbador como os silvícolas adoram uma deusa celeste COM O MESMO NOME usado por uma extinta e milenar civilização, a qual se situou em um outro distante continente, além de tudo separado por um oceano inteiro! E ainda por cima, nas suas lendas e tradições conhecem o nome de MU (Lemúria?). Porém, ainda existem muitas coisa mais! Continuemos, portanto, nesta nossa pequena viagem por tão intrigante e espantoso assunto......

ANTIGOS CRUZAMENTOS
Tudo nos induz a crer que, ao tempo do descobrimento, havia aqui na América duas raças, uma –que é tronco – vermelha, cuja existência remonta como disse, a muitos mil anos; outra cruzada com raças brancas.
Um dos cruzamentos com o tronco branco deixou em si documento mais autêntico do que se assenta a história, e esse documento são milhares de raízes sânscritas que se encontram no Quíchua, segundo a comparação feita pelo Sr. Fidel Lopez, de Buenos Aires, em sua recente obra- RAÇAS ARIANAS NO PERU; idênticos vestígios se encontram em outras línguas, como o demonstra o Padre Brasseur de Bourbong em sua Gramática da Língua Quiché e seus dialetos.
“Lyell’s Prino. Of Geologi t.II PAG 479 Londres 1872” porem o estabelecimento da humanidade na America, apesar de ser um fato comparativamente recente, pode remontar até o período paleolítico da Europa Oriental
LINGUAS ARIANAS DA AMERICA mais de 10.000 a.c
Parece hoje fora de dúvida que o sânscrito forneceu cerca de duas mil raízes ao quíchua.
Relações entre as línguas americanas e esta grande língua asiática, de onde se originaram as sete línguas atuais da Europa, haviam pressentido de muitas. Os estudos sérios de biologia comparada datam da publicação da gramática de Bop.
Auxiliado pelo General Urquiza, que coligiu documentos quíchuas, a peso de ouro, o Sr. Fidel Lopez começou seus estudos comparativos entre a língua dos incas e a em que estão escritos os Vedas, talvez o mais antigo monumento da sabedoria humana. Auxiliado depois por um egiptólogo, que propositalmente foi a Buenos Aires e publicou em francês a sua obra: Raças Arianas do Peru, em que apresenta centenas de raízes quíchuas idênticas a raízes sânscritas. O doutor em leis José Fernandez Nodal , publicava em Cuzco (1872) Os Elementos de gramática quíchua ou idioma de los Yncas, um volume com 444 paginas, facilitando assim a comparação dessa curiosa língua americana com o sânscrito, depois de ter lido os trabalhos de Srs Fidel Lopez, Brasseur de Bourbourg e Nodal, convenci-me de que as línguas de que tratam sofreram profundas modificações em seus vocabulários por vocábulos sânscritos. Uma raça ariana, portanto esteve largamente em cruzamento com os índios americanos e os incas e seus progenitores eram filhos dos plateaux ou araxás da Ásia Central. Ignoro se existe no Brasil alguma língua que com justa razão com tendo afinidade com o sânscrito; se há o guaicuru deve ser uma delas.



COMO A NOITE A APARECEU “LENDA TUPI”









No principio não havia noite- dia somente havia em todo o tempo. A noite estava adormecida no fundo das águas. Todas as coisas falavam.
A filha da cobra grande – contam – casara-se com um moço.
Esse moço tinha três fâmulos fiéis. Um dia, ele chamou os três fâmulos e disse-lhes: - ide passear, porque minha mulher não quer dormir comigo.
Os fâmulos foram-se, e então ele chamou sua mulher para dormir com ele.
A filha da cobra grande respondeu-lhe:
- Ainda não é noite.
- O moço disse-lhe:
- Não há noite somente a dia.
- A moça falou:
- Meu pai tem noite. Se queres dormir comigo,manda busca-la lá, pelo grande rio.
- O moço chamou os três fâmulos; a moça mandou-os a casa de seu pai para trazerem um caroço de tucumã.
- Os fâmulos foram, chegaram a casa da cobra grande, esta lhes entregou um caroço de tucumã muito bem fechado e disse-lhes:
- Aqui esta; levai-º Eia! Não o abrais, senão todas as coisas se perderão.
- Os fâmulos foram-se, e estavam ouvindo um barulho dentro do coco de tucumã, assim: tem, tem, ...xi...Era o barulho dos grilos e dos sapinhos que cantam de noite.
- Quando já estavam longe,um dos fâmulos disse a seus companheiros – Vamos ver que barulho será este?
- O piloto disse:- Não do contrario nos perderemos. Vamos embora, eia, remai!
- Eles foram e continuaram a ouvir aquele barulho dentro do coco de tucumã, e não sabiam que barulho era.
- Quando já estavam muito longe, ajuntaram-se no meio da canoa, acenderam fogo, derreteram o breu que fechava o coco e abriram-no. De repente tudo escureceu.
- O piloto então disse: Nós estamos perdidos; e a moça, em sua casa, já sabe que nós abrimos o coco de tucumã!
- Eles seguiram viagem.
- A moça, em sua casa, disse ao seu marido:
- Eles soltaram a noite; vamos esperar a manhã.
- Então todas as coisas que estavam espalhadas pelo bosque se transformaram em animais e pássaros.
- As coisas que estavam espalhadas pelo rio se transformaram em patos e em peixes. Do paneiro gerou-se a onça; o pescador e sua canoa se transformaram em pato; de sua cabeça nasceram a cabeça e o bico do pato; da canoa, o corpo do pato; dos remos as pernas do pato.
- A filha da cobra grande, quando viu a estrela-d’alva, disse a seu marido:
- A madrugada vem rompendo. Vou dividir o dia da noite.
- Então ela enrolou um fio, e disse-lhe: Tu serás cujubim. Assim ela fez o cujubim; pintou a cabeça de do cujubim de branco, com tabatinga; pintou-lhe as pernas de vermelho com urucu, e, então, disse-lhe: - Cantaras para todo e sempre quando a manhã vier raiando.
- Ela enrolou o fio, sacudiu cinza em riba dele, e disse: tu serás inhambu, para cantar nos diversos tempos da noite de madrugada.
- De então todos os pássaros cantaram em seus tempos, e de madrugada,para alegrar o principio do dia.
- Quando três fâmulos chegaram, o moço disse-lhes: - Não fostes fiéis abristes o caroço de tucumã, soltastes a noite e todas as coisas se perderam, e vós também que vos metamorfoseastes em macacos, andareis para todo e sempre pelos galhos dos paus.
- (A boca preta e risca amarela que eles têm no braço dizem que são ainda o sinal do breu que fechava o caroço de tucumã e que escorreu sobre eles quando o derreteram)
- Nota – Esta lenda é provavelmente um fragmento do Gênesis dos antigos selvagens sul- americanos. É talvez o eco degradado e corrompido das crenças que eles tinham de como se formou esta ordem de coisas no meio da qual vivemos e, depois das formas grosseiras com que provavelmente a vestiram as avós e as amas de leite, ela mostra que por toda a parte o homem se propôs a resolver este problema - de onde nós viemos? Aqui, como nos Vedas, como no Gênesis, a questão é no fundo resolvida pela mesma forma, isto é: no principio todos eram felizes; uma desobediência, num episodio de amor, uma fruta proibida, trouxe a degradação. A lenda é, em resumo, a seguinte: no principio, não havia distinção entre animais, o homem e as plantas: tudo falava. Também não havia trevas. Tendo a filha da cobra grande se casado não queria coabitar com o seu marido enquanto não houvesse noite sobre o mundo, assim como havia no fundo das águas. O marido mandou buscar a noite, que lhe foi remetida encerrada dentro de um caroço de tucumã, bem fechado, co proibição expressa aos condutores de o abrirem, penas de perderem a si e a seus descendentes todas as coisas. A principio, resistem a tentação; mas depois a curiosidade de saber o que havia dentro da fruta os fez violar a proibição, e assim se perderam . Substituindo a fruta de tucumã pela arvore proibida, a curiosidade de saber pela tentação do espírito maligno, parece haver no fundo do episodio tanta semelhança com o pensamento asiático, que vacilo eu pergunto se não será um eco degradado e transformado desse pensamento.
-

FONTE: Trecho do livro (O Selvagem) do Gen Couto de Magalhães.  

FONTES:FONTE: Titulo original: LE LIVRE MYSTEIREUX INCONNU, Robert Lafount, 1969
LIVRARIA BERTRAND, S.A.R.L.- Lisboa
Este texto foi retirado do livro do general Couto de Magalhães “O Selvagem” da Editora Universidade de São Paulo, edição revista pelo sobrinho do autor Dr. Couto de Magalhães

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