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COMETA DESGOVERNOU CLIMA NA TERRA HÁ 13 MIL ANOS




Placa de 700 a.C. traz relato de  trajetória de um meteorito e sua posterior explosão em 3123 a.C. 
Os cientistas britânicos Alan Bond, diretor da empresa de propulsão espacial Reaction Engines, e Mark Hempsell, especialista em astronáutica da Universidade de Bristol, decifraram as inscrições cuneiformes de um bloco de argila datado de 700 a.C.
As informações circularam largamente por órgãos de imprensa como a BBC Brasil ou diários como o Times de Londres, La Stampa de Turim, ou The Australian. Elas são objeto de crítica e análise . Os especialistas reuniram dados e conclusões no livro “A Sumerian Observation of the Kofels Impact”, publicado em Londres.
A tabuleta foi descoberta nas ruínas de Nínive por Sir Henry Layard em meados do século XIX. Estava exposta no British Museum. Ela é conhecido como “Planisfério” e há 150 anos os cientistas vêm disputando sobre seu verdadeiro significado.
No objeto há anotações de um astrônomo milhares de anos atrás. O “Planisfério” é uma cópia feita por volta do ano 700 a.C. de uma tabuleta suméria muito anterior.
Bond e Hempsell apelaram a tecnologias computadorizadas para simular a trajetória de objetos celestes. Assim reconstruíram o céu observado por esse astrônomo há milhares de anos. Os cálculos apontaram que o evento descrito aconteceu na noite do dia 29 de junho de 3123 a.C., de acordo com o calendário juliano.
Os pesquisadores interpretam que a metade do "Planisfério" informa a posição dos planetas e das nuvens. A outra metade descreve a trajetória de um objeto de mais de um quilômetro de diâmetro.
O objeto teria voado próximo ao chão, e as ondas supersônicas que produziu impactaram a Terra com força cataclísmica.

Eu tenho o dever de informar aos leitores da minha Revista que o local verdadeiro da queda do Meteoro na Russia não foi mostrado pela TV  e o local mostrado pela Tv Russa é falso, o local verdadeiro da queda deve ter causado muitos estragos e possivelmente uma catátrofe que foi abafada pelos meios de comunicação russos e pelo seu governo.

Milhares de pequenos diamantes espalhados pelo hemisfério norte do planeta contam uma história de terror ocorrida há mais de 13 mil anos. E quem ouviu essa história foi um grupo misto de geofísicos estadounidenses que a apresentaram em forma de teoria no Congresso Americano de Geofísica realizado em Acapulco, no México, em maio de 2010. Segundo eles a camada de microdiamantes, encontrada em 26 pontos diferentes espalhados nos E.U.A, Canadá e Europa é datada de 13 mil anos, evidencia o impacto de um gigantesco meteoro que teria atingido o hemisfério norte da Terra. Aparentemente, a rocha de 3 quilômetros de diâmetro quebrou-se em vários pedaços que teriam causado explosões tão fortes e destruidoras quanto as bombas nucleares.

Apenas o impacto de meteoritos já teria matado milhares de pessoas e animais de causado um numero gigantesco de incêndios e outros desastres naturais. O problema maior, no entanto, não teria sido o bombardeio que,mesmo destruidor, seria localizado, mas sim a abrupta mudança climática ocorrida após o impacto. Segundo a explicação estadounidense, o clima teria sofrido o radical resfriamento que durou cerca de mil anos e afetou drasticamente a fauna e a flora.

E a teoria propõe a explicar mais do que um abalo no ecossistema. Pelo raciocínio, o supermeteoro teria extinguido de vez a mega-fauna já cambaleante que vagava pelas regiões temperadas do planeta. Com ela, teriam sucumbido também muitas culturas primitivas das Américas, habilidosos caçadores do neolíticos e até mesmo civilizações desenvolvidas cujo desaparecimento no período do suposto impacto intergaláctico ninguém conseguiu explicar até hoje.
Fonte: Trecho da Revista Leituras da História, EMAIL leiturasdahistoria@escala,com.br
WWW.revistacienciaevida.com.br


A TERRA ESTA SE RECUPERANDO DE UMA COLISÃO?


Os escritos afirmam que o planeta X , um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X") foi desviado de um sistema binário e capturado pela gravidade de nosso Sol. Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta, muito maior, Tiamat coberto quase que só de água. o planeta X atingiu Tiamat nas suas primeira e segunda órbitas e o dividiu em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando um cinturão de asteróides) e empurrando a outra metade achatada para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. Isso explica porque o Oceano Pacífico é tão vasto e profundo e porque os continentes estão se movendo tão rapidamente se comparados aos outros planetas. A Terra está se recuperando de um colisão interplanetária! Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em Fevereiro de 2000, chegava ao fim a "Missão Near" (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).
    
O RELATO MAIS ASSUSTADOR DE UM ABDUZIDO AQUI NO BRASIL

Durante cinco anos, desde novembro de 1952, Aladino Félix teria conservado em segredo o contato que alegava ter mantido com os tripulantes de um disco voador na Estrada de Angatuba, interior de São Paul, bem como a visita que recebera do comandante deste. Os visitantes que dizia ter encontrado eram altos, tinham suas cabeças raspadas e usavam macacões colantes. Pelo que lhe fora explicado pelo comandante da nave – disse proceder de dois satélites de Júpiter, Io e Ganímedes – as naves deviam sua alta velocidade ao vácuo que formavam com o bombardeio de raios catódicos em toda a parte externa, formando um túnel. Tendo o vácuo sempre a sua frente, o disco podia movimentar-se sem qualquer atrito, em qualquer velocidade e em todas as direções.


O comandante ainda teria postulado que o Sol e os planetas se sustentam no espaço de forma contrária a que a ciência terrena afirma. O Sol não atrairia os planetas, mas provocaria uma repulsão. “ Se até então a ciência não encontrara a solução para o problema dos três corpos, brevemente haveria maior dificuldade com a inclusão de um outro sol em nosso sistema”, dizia Félix, aliás, segundo ele, essa seria uma das razões que atrairia naves extraterrestres aqui, além de nos prevenir contra os perigos a que estávamos expostos com o advento da era atômica.


Os visitantes espaciais se identificaram como habitantes de dois satélites jupterianos, chamados Io e Ganimedes. Quanto à aparência física, Dino descreve o comandante como um homem alto, corpo esguio de simetria perfeita e com olhos grandes e azuis.
Em seu livro, Dino afirma, entre outras coisas, que há um planeta em nosso sistema solar, conhecido como SS433, que, segundo os extraterrestres, está vindo de encontro à Terra. “Quando chegar à altura do Sol, irá se incandescer”, garantiu. Como os corpos se repelem pela luz, todos os planetas serão afastados de suas órbitas.

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