---O ENGENHEIRO ÉMILE DROUET E A TEORIA DO TORO ASTRONÁUTICO
Hipóteses sobre viagem no tempo, relatividade e especulações científicas avançadas
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Texto Revisado (corrigido e estruturado)
O engenheiro Émile Drouet
As inteligências que pilotam os UFOs encontraram a solução do problema, quer contraindo o tempo, quer contraindo o espaço.
Atualmente, nenhum dado científico permite imaginar semelhante hipótese, mas temos a premonição — a certeza mesmo — de que o tempo e o espaço de viagem serão um dia vencidos e de que os homens serão capazes de ir, em uma fração de segundo, até as longínquas fronteiras do cosmos. Talvez por desintegração e transmissão da personalidade à velocidade do pensamento, que é infinitamente maior do que a luz, quer dizer, a velocidade zero.
Na expectativa desse longínquo acontecimento, apenas uma experiência séria foi tentada por um francês, o engenheiro e astrônomo Émile Drouet. Durante anos — a contar de 1946 — participamos, juntamente com uma química, Lucile Berthelot (parenta de Marcelin Berthelot), e um tenente do Exército do Ar, dos trabalhos de Émile Drouet.
Um quadro sinóptico pregado na parede do nosso gabinete recordava-nos as bases de partida:
Velocidade zero = eternidade
300.000 + X = passado
Zero – X = futuro
Em breve, o problema de 300.000 + X se transformaria em aparente contrassenso.
Imaginemos um canhão apontado contra nosso peito. Introduz-se no canhão uma granada que será (sempre na hipótese) impelida a uma velocidade maior do que 300.000 km por segundo. O que irá acontecer? Seremos trespassados, volatilizados, desintegrados?
Não. Ultrapassando a velocidade da luz, a granada regressaria ao passado, quer dizer, retornaria às mãos do servente da peça de artilharia, ao arsenal, à oficina, à mina. Ela jamais abandonaria o local de partida (o cano), e nós ficaríamos sãos e salvos.
Mas de que forma conceber essa partida de granada a 300.000 km por segundo?
Na realidade teórica, as coisas não se passam assim, mas, de qualquer forma, era tecnicamente impossível, de 1946 a 1951, imaginar um objeto sólido atingindo ou ultrapassando a velocidade da luz. E mais impossível ainda — se assim podemos dizer — ir à velocidade zero ou mais lentamente que zero.
Eis como Émile Drouet fez, em primeiro lugar, o seu projeto e, em seguida, uma maquete.
Em suma, a Terra gira em torno de si própria e em torno do Sol. O conjunto gira em espiral no cosmos, com destino ao Monte de Hércules, onde a nossa galáxia irá despedaçar-se dentro de bilhões de anos.
Sintetizando ao extremo, a Terra encaminha-se da nebulosa original para o Monte de Hércules.
Drouet teorizou o “Toro Astronáutico”, uma máquina cilíndrica destinada a viajar no tempo, percorrendo as cadeias vibratórias dos harmônicos temporais, atingindo assim as ondas-tempo do passado, chegando-se dessa forma a qualquer época pretérita desejada.
Algo que, na época, se revelou perfeitamente viável e que somente não foi levado a termo em virtude dos altos custos necessários ao desenvolvimento do seu arrojado projeto. Contudo, nada impede que as suas ideias e as suas complexas fórmulas tenham sido posteriormente — e secretamente — aproveitadas.
Foi exatamente no ano de 1946 que o brilhante cientista, engenheiro e astrônomo francês Émile Drouet (à esquerda na foto, com o escritor Robert Charroux) teorizou a viagem através do tempo — algo que a moderna ciência de vanguarda já admite como possível.
Na verdade, o tempo não passa, é imutável. Nós e as nossas civilizações é que realmente passamos.
Mediante extensos cálculos destinados ao projeto de uma fantástica máquina, Drouet estipulava que:
Como a Terra gira ao redor de si mesma e ao redor do Sol, todo o conjunto do qual faz parte igualmente gira em espiral, dirigida a um ponto “X”, onde a nossa galáxia estará situada dentro de milhões de anos.
Abandonando o nosso tempo, a bordo de uma nave dotada de giroscópios, situada em uma região equatorial, especialmente rápida (cerca de 108 mil km/h — velocidade de translação da Terra ao redor do Sol), e dirigida perpendicularmente ao plano da eclíptica, alcançaríamos o ponto onde a Terra se encontrava em outra época, por exemplo, no ano 1500.
Assim, estaríamos em harmonia com uma onda-tempo em contínuo desenvolvimento, podendo perceber seres e objetos correspondentes a essa realidade temporal.
Seria necessário, contudo, “capturar” essa onda-tempo.
A nave projetada teria formato tubular (o chamado Toro Astronáutico) e deveria ser acompanhada por uma segunda nave, equipada com um sistema semelhante a um radar, capaz de gerar modulações de frequência que colocariam a nave principal em sintonia com a onda-tempo desejada.
Tal projeto esbarrou em dois problemas principais:
1. A viagem seria sem retorno
2. O custo seria extremamente elevado
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O pioneiro espacial alemão Hermann Oberth afirmou:
“Não podemos dar crédito aos nossos avanços científicos apenas a nós mesmos; temos sido ajudados.”
Quando questionado sobre a origem dessa ajuda, respondeu: “de pessoas de outros mundos.”
(Robin Collyns, Did Spacemen Colonize the Earth?, London: Pelham Books, 1974, p. 236.)
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Em 1952, Washington, D.C. foi sobrevoada por uma série de discos voadores, episódio conhecido como Incidente OVNI de Washington de 1952.
Esse evento levou ao envolvimento de diversas agências como CIA, NSA e FBI.
Durante esse período, teria sido criado o suposto grupo Majestic-12 (MJ-12), composto por figuras como Vannevar Bush e James Forrestal.
A morte de Forrestal, após queda do 16º andar de um hospital naval, permanece objeto de controvérsias.
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Fonte: Histoire Inconnue des Hommes
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Relatório Analítico e Científico
1. Comparação com teorias científicas reais
A proposta de Émile Drouet apresenta paralelos com conceitos da física moderna, embora com forte caráter especulativo.
Relatividade e tempo
A teoria da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, demonstra que:
O tempo é relativo ao observador
Velocidades próximas à luz causam dilatação temporal
Porém, não permite retorno ao passado via superação da velocidade da luz.
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Espaço-tempo e geometrias exóticas
O conceito de viagem no tempo aparece em modelos teóricos como:
Buracos de minhoca (pontes Einstein-Rosen)
Curvas temporais fechadas
Associados a cientistas como:
Kip Thorne
Stephen Hawking
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Limite da velocidade da luz
A velocidade da luz (c ≈ 300.000 km/s) é um limite fundamental segundo a física atual.
A hipótese de Drouet (300.000 + X) contradiz diretamente:
A causalidade física
A estrutura do espaço-tempo
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2. Análise crítica da teoria do “Toro Astronáutico”
A teoria apresenta elementos interessantes:
Pontos de convergência:
Ideia de frequência/vibração → lembra mecânica quântica
Sincronização temporal → semelhante a referenciais relativísticos
Movimento da Terra no espaço → conceito correto
Problemas científicos:
“Ondas-tempo” não são definidas na física
Não há evidência de harmônicos temporais
Viagem ao passado permanece altamente especulativa
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3. Relação com ufologia e ciência marginal
Autores como Robert Charroux exploraram temas de:
Civilizações avançadas
Contato extraterrestre
Tecnologia secreta
Essas ideias também aparecem em:
Documentários sobre nazismo e tecnologia avançada
Narrativas sobre sociedades secretas
Contudo, não são aceitas pela comunidade científica convencional.
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4. Estudos, livros e documentários relacionados
Livros relevantes:
A Brief History of Time
Black Holes and Time Warps
The Elegant Universe
Documentários:
Cosmos (Carl Sagan)
Through the Wormhole (com Morgan Freeman)
Revistas científicas:
Nature
Scientific American
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Conclusão
A teoria de Émile Drouet situa-se entre a imaginação científica e a especulação metafísica.
Embora apresente paralelos com conceitos modernos da física, ela:
Não possui validação experimental
Contraria leis fundamentais conhecidas
Integra-se mais ao campo da ufologia e ciência alternativa
Ainda assim, possui valor histórico como exemplo de:
Criatividade científica
Tentativa de compreender o tempo
Busca humana por transcendência tecnológica
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Bibliografia (ABNT)
EINSTEIN, Albert. Relativity: The Special and the General Theory. New York: Crown, 1961.
HAWKING, Stephen. Uma Breve História do Tempo. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2015.
THORNE, Kip. Black Holes and Time Warps. New York: W. W. Norton, 1994.
GREENE, Brian. The Elegant Universe. New York: W. W. Norton, 1999.
CHARROUX, Robert. Histoire Inconnue des Hommes. Paris: Robert Laffont, 1963.
COLLYNS, Robin. Did Spacemen Colonize the Earth? London: Pelham Books, 1974.
SAGAN, Carl. Cosmos. New York: Random House, 1980.
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