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[Exclusivo – extrato de uma palestra no Lodge Hotel dos Templários, Gullane, perto de Edimburgo, na Escócia, 6 de junho de 1999]

 







[Exclusivo – extrato de uma palestra no Lodge Hotel dos Templários, Gullane, perto de Edimburgo, na Escócia, 6 de junho de 1999]


Foi um conjunto bastante surpreendente de circunstâncias que nos levou a escrever o nosso novo livro, The Interdimensional Interface Hypothesis. Não pretendíamos escrever um livro desse tipo. Em vez disso, buscávamos prosseguir determinadas linhas de investigação na sequência do nosso último livro, The Templar Revelation, no qual concluímos que o cristianismo foi um desdobramento da religião de mistérios egípcia de Ísis e Osíris. Nesse livro, havíamos recuado apenas até o Egito do primeiro século. Era nossa intenção estender a investigação ainda mais para trás na história do Egito e às suas raízes.


Nossa pesquisa nos levou à mais antiga religião conhecida do Egito antigo, a de Heliópolis, cujas crenças e cosmologia — encapsuladas nos Textos das Pirâmides — inspiraram os construtores da Pirâmide de Quéops. Inevitavelmente, fomos levados a examinar os mistérios apresentados pelos grandes monumentos da Idade das Pirâmides, bem como a literatura da chamada egiptologia alternativa.


Durante a década de 1990, diversos autores desafiaram a egiptologia acadêmica, destacando-se teorias que propõem civilizações perdidas ou influências externas no desenvolvimento egípcio. Essas abordagens, embora instigantes, exigem análise crítica rigorosa.


A egiptologia alternativa tenta explicar o conhecimento técnico avançado dos egípcios por duas hipóteses principais: herança de uma civilização anterior (como a Atlântida) ou intervenção de entidades externas. Nesse contexto, destaca-se a obra O Mistério de Sirius, que propõe que conhecimentos avançados dos Dogon teriam origem extraterrestre.


Embora o sistema de Sirius seja de fato binário, a tentativa de vincular esse conhecimento diretamente ao Egito antigo apresenta inconsistências. Diversas associações feitas com mitologia egípcia — como a ligação entre Anúbis e Sirius — não encontram respaldo histórico.


Outros erros incluem interpretações linguísticas equivocadas e uso inadequado de fontes egiptológicas, como no caso do termo arq ur, erroneamente associado à Esfinge, quando na realidade significa “prata”.


Na revisão posterior da obra, amplia-se a hipótese para incluir o retorno de entidades extraterrestres, bem como alegações de interferência por agências de inteligência. Tais afirmações, porém, carecem de coerência lógica e evidência verificável, podendo inclusive funcionar como mecanismo de reforço narrativo.


A análise crítica dessas ideias evidencia a necessidade de verificação rigorosa. Esse mesmo método foi aplicado às teorias que associam as pirâmides de Gizé ao Cinturão de Órion. Embora a correlação geométrica seja sugestiva, cálculos independentes indicam inconsistências cronológicas, deslocando a data proposta.


Outro ponto amplamente debatido é a datação da Esfinge. Estudos geológicos sugerem erosão causada por água, o que indicaria maior antiguidade do monumento. No entanto, interpretações que levam essa data para 10.500 a.C. extrapolam as evidências disponíveis.


Teorias semelhantes são aplicadas a outros locais, como Angkor, mas também carecem de correlação consistente. Observa-se uma tendência de ajuste seletivo de dados para sustentar datas específicas.


A recorrência da data de 10.500 a.C. pode estar associada às previsões de Edgar Cayce, que alegava a existência de uma civilização atlante e de um “Hall of Records”. Contudo, tais previsões não foram confirmadas.


Apesar de seu impacto cultural, essas ideias carecem de validação empírica. O Egito antigo permanece um símbolo poderoso, frequentemente utilizado na construção de narrativas especulativas.


Paralelamente, teorias sobre estruturas em Marte, como a região de Cydonia, também foram associadas ao Egito. No entanto, análises posteriores demonstraram que tais formações são naturais.


A tentativa de vincular Marte ao Egito baseia-se em analogias frágeis, interpretações linguísticas questionáveis e correlações forçadas. Embora a possibilidade de estruturas artificiais em Marte não possa ser descartada sem investigação completa, as conexões propostas não se sustentam.


Um elemento adicional envolve a atuação de instituições como o SRI International, que participou de pesquisas tanto em Marte quanto em Gizé, levantando questionamentos sobre possíveis intersecções entre ciência, inteligência e construção de narrativas.


Esse contexto contribui para o desenvolvimento do que denominamos Hipótese de Interface Interdimensional, centrada em relatos de grupos que alegam contato com inteligências não humanas. Essas entidades afirmariam ter influenciado civilizações antigas e prometem um retorno futuro.


Embora tais alegações sejam apresentadas como revelações, elas carecem de evidência científica verificável. Ainda assim, exercem forte influência cultural e simbólica, sendo adotadas por diversos segmentos.


Em síntese, o estudo dessas teorias revela não apenas falhas metodológicas, mas também a importância de uma abordagem crítica e fundamentada na análise histórica e científica rigorosa.


Devido à sua abordagem aparentemente acadêmica, o livro de Robert Temple recebeu um nível de aceitação e aclamação crítica que o diferenciou de outras teorias dos chamados “antigos astronautas”, como as de Erich von Däniken.

O conhecimento dos Dogon é anômalo — não apenas em relação a Sirius, mas também a diversos outros aspectos — e, de fato, representa um verdadeiro mistério. No entanto, Temple procurou associar esse conhecimento ao Egito antigo e, nesse ponto, em nossa opinião, seu argumento é pouco persuasivo, uma vez que grandes partes de sua construção teórica se baseiam em erros factuais e, muitas vezes, em conexões artificiais.

Por exemplo, um dos pontos-chave de sua argumentação envolve a interpretação dos mitos relacionados a Anúbis, o deus dos mortos com cabeça de chacal. Sua justificativa é que Sirius é conhecido como a “estrela do cão” e, por um encadeamento de ideias que vai do cão ao chacal, associa-se Anúbis. Assim, ao falar de Anúbis, os antigos egípcios estariam, na verdade, referindo-se a Sirius — ou, mais especificamente, a Sirius B.

No entanto, há um problema fundamental nessa interpretação: os antigos egípcios não associavam Sirius a Anúbis. Para eles, Sirius era a estrela da deusa Ísis e, em alguns contextos, por extensão, de seu filho Hórus. Foram os gregos que denominaram Sirius como “estrela do cão”, por ela se localizar na constelação do Cão Maior. Os egípcios, por sua vez, jamais estabeleceram qualquer ligação entre Sirius e Anúbis ou com cães. Portanto, a utilização, por Temple, de lendas relacionadas a Anúbis baseia-se em uma premissa equivocada.

Outra cadeia de associações proposta por Temple refere-se à literatura hermética — textos de natureza filosófica e esotérica atribuídos ao lendário sábio Hermes Trismegisto — que, segundo ele, conteriam referências a um suposto “Sirius secreto”. Sua justificativa baseia-se na afirmação de que os gregos teriam equiparado seu deus Hermes a Anúbis.

Surpreendentemente, essa afirmação tem passado praticamente incontestada por mais de vinte anos — embora esteja incorreta. Hermes era, na verdade, associado ao deus egípcio Thoth, e não a Anúbis. Mais uma vez, Temple constrói uma linha argumentativa inteira sobre um raciocínio equivocado. Ainda assim, sua influência é tal que muitas pessoas simplesmente aceitaram essas ideias sem questionamento.


Existem muitos exemplos semelhantes no livro de Robert Temple que, em nossa opinião, prejudicam gravemente sua tentativa de traçar o chamado “Sirius secreto” — e, consequentemente, a suposta visitação de seres provenientes de Sirius — até o Egito antigo.

Temple comete outro erro em O Mistério de Sirius, que, em si, é um deslize pequeno e sem grande relevância para o argumento central, mas que — como veremos — possui implicações importantes em outro contexto.

Ele apresenta como um dos nomes egípcios antigos para a Esfinge de Gizé a expressão ur arq. Muitos outros autores, tomando Temple como autoridade, passaram a repetir esse dado. No entanto, arq ur não significa “Esfinge”, mas sim “prata”. O erro surgiu porque Temple interpretou incorretamente a entrada arq ur no clássico dicionário de hieróglifos egípcios de E. A. Wallis Budge, publicado em 1920.

Na entrada arq ur, aparecem duas palavras em inglês após os hieróglifos. Uma delas é “silver” (prata), que é a definição correta. A outra indica: “Sphinx, 2, 8”. Isso não constitui uma definição, mas sim uma referência à fonte utilizada por Budge — um periódico egiptológico francês chamado Sphinx. O número “2” refere-se ao volume, e “8” ao número da página. Na página 8 do volume 2 encontram-se os hieróglifos para “prata” que Budge utilizou em seu dicionário.

Esse erro não tem grande impacto direto no argumento geral de Temple, pois aparece apenas de forma marginal. No entanto, ele surge em contextos bastante surpreendentes.

A edição revisada de O Mistério de Sirius, publicada posteriormente, contém novos materiais significativos.

Na edição original de 1976, Temple limitava-se a argumentar a favor de um contato extraterrestre no passado remoto. Na nova edição, ele amplia sua hipótese ao propor o retorno iminente desses chamados “deuses espaciais”. Segundo ele, tais entidades não teriam retornado ao sistema de Sirius, mas permaneceriam em estado de animação suspensa em algum ponto do nosso sistema solar, aguardando o momento de despertar e retornar para observar o desenvolvimento da civilização que teriam ajudado a criar. Temple sugere que esse retorno seria iminente.

Ainda na nova edição, Temple afirma que O Mistério de Sirius teria atraído o interesse tanto da CIA quanto dos serviços de inteligência britânicos. Segundo ele, a CIA tentou interferir em sua pesquisa enquanto escrevia o livro e, após sua publicação, teria continuado a persegui-lo por cerca de quinze anos.

A implicação é que a CIA buscava dificultar a investigação de Temple sobre o mistério de Sirius, o que, por sua vez, sugere que pretendiam impedir a publicação do livro — insinuando que, por algum motivo, não desejariam que o público tivesse acesso ao seu conteúdo.

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Não há dúvida de que Robert Temple está sendo sincero, pois, de forma alguma, pode ser considerado paranoico ou movido por um temor infundado de perseguição por parte da CIA. Ele narra a história de sua suposta perseguição com certa indignação — especialmente porque ele próprio é um defensor declarado dessa instituição. Por exemplo, em um livro publicado em 1989 sobre os usos e abusos da hipnose, Temple chega a defender a CIA quanto aos excessos de suas pesquisas de controle mental realizadas nas décadas de 1950 e 1960, exemplificadas pelo notório Projeto MKUltra. De fato, Temple afirma, com orgulho, que se recusou até mesmo a ler obras que expõem tais experimentos.

No entanto, se a CIA realmente tivesse a intenção de impedir a publicação de O Mistério de Sirius, isso não deporia a favor de sua eficiência. Da mesma forma, a alegação de que ele teria sido perseguido durante quinze anos após a publicação do livro não parece fazer sentido. Qual seria o objetivo, se a obra já havia sido divulgada? Além disso, não conseguiram impedir a publicação de uma nova edição revisada — na qual, inclusive, ele relata esse suposto interesse por parte da agência.

Na prática, o conhecimento desse alegado interesse — ou oposição — ao livro apenas contribui para aumentar seu apelo. Tal narrativa incentiva o interesse do público, sugerindo que, se a CIA não deseja que o livro seja lido, então ele deve conter informações relevantes. Suspeitamos que isso possa funcionar como um exemplo clássico de psicologia reversa.

Os exemplos anteriores dos erros presentes na obra de Temple demonstram a necessidade de uma verificação rigorosa de tais alegações. Como pesquisadores, isso é precisamente o que buscamos fazer. E foi essa mesma abordagem que adotamos ao analisar o trabalho de dois dos principais nomes da egiptologia alternativa: Robert Bauval e Graham Hancock.

Como muitos sabem, os trabalhos de Hancock e Bauval concentram-se na importância do ano 10.500 a.C. Segundo eles, nesse período teria ocorrido um cataclismo que destruiu uma civilização global avançada. Parte desse conhecimento teria sobrevivido e servido de base para o desenvolvimento da civilização egípcia. Alegam ainda que os sobreviventes deixaram mensagens codificadas em monumentos como as pirâmides e a Esfinge de Gizé.

À primeira vista, essa hipótese pode parecer razoável e até mesmo instigante. No entanto, é necessário examinar mais de perto as evidências apresentadas.

Em O Mistério de Órion (1993), Robert Bauval argumenta que as três pirâmides de Gizé foram construídas para refletir o alinhamento das três estrelas do Cinturão de Órion. Em si, essa ideia parece plausível. Contudo, Bauval utiliza sua chamada “Teoria da Correlação Giza-Órion” para vincular esses monumentos a um período muito mais antigo.


Seu argumento é o seguinte: as três pirâmides formam um ângulo de 45 graus em relação ao meridiano norte-sul. Para que a correlação fosse perfeita, as estrelas deveriam formar o mesmo ângulo ao cruzarem o meridiano celeste. No entanto, quando a Grande Pirâmide foi construída — aproximadamente em 2500 a.C. — isso não ocorria. Devido à precessão dos equinócios, a posição das estrelas muda ao longo do tempo. Robert Bauval argumentou que, se fosse possível identificar um período em que as estrelas formassem o mesmo ângulo das pirâmides, isso indicaria um momento significativo — uma época à qual os construtores das pirâmides estariam tentando chamar nossa atenção. Ao utilizar simulações computacionais para retroceder o ciclo precessional, ele concluiu que o Cinturão de Órion estaria na chamada “posição de Gizé” por volta de 10.500 a.C.

No entanto, quando decidimos verificar essa afirmação, encontramos resultados surpreendentes. Descobrimos que o agrimensor J. Robin Cook, responsável pelos diagramas de O Mistério de Órion, embora concordasse com grande parte da teoria de Bauval, discordava fortemente dessa conclusão específica. Decidimos, então, verificar por conta própria quem estava correto.

Constatamos que as estrelas do Cinturão de Órion não estavam na chamada “posição de Gizé” em 10.500 a.C. Para encontrar essa configuração — utilizando o mesmo tipo de simulação — seria necessário retroceder até cerca de 12.000 a.C., no mínimo.

Isso sugere que Bauval pode ter cometido um erro de cálculo de alguns milhares de anos. No entanto, retomemos o ponto principal.

Provavelmente, o desenvolvimento mais conhecido relacionado ao Egito antigo nas últimas décadas foi a redatação da Esfinge de Gizé com base na erosão do calcário de que foi esculpida.

Segundo a egiptologia convencional, a Esfinge foi esculpida no planalto de Gizé por volta de 2500 a.C. No entanto, diversos pesquisadores — notadamente John Anthony West — defendem que ela é muito mais antiga.

West argumentava que a erosão da Esfinge não foi causada pela ação do vento e da areia, mas sim pela água. Ele associava isso a uma grande inundação — frequentemente relacionada à Atlântida — e sustentava que, caso essa hipótese fosse comprovada cientificamente, representaria um passo importante para estabelecer não apenas a verdadeira idade da civilização egípcia, mas também a possível existência da Atlântida. Posteriormente, ele convidou o geólogo Robert Schoch para analisar o monumento.

Schoch concluiu que a erosão foi causada pela água — especificamente por séculos de exposição à chuva. Contudo, como ele destacou, isso implicaria que a Esfinge deveria datar do último período de grande pluviosidade no Egito, ocorrido entre aproximadamente 7000 a.C. e 5000 a.C. Isso indicaria que a Esfinge poderia ser entre 2500 e até 5000 anos mais antiga do que sugere a egiptologia tradicional.

John Anthony West afirma que o trabalho de Schoch confirma suas ideias. No entanto, é importante notar que West atribuía a erosão a uma inundação, enquanto Schoch a explica por chuvas prolongadas — o que, de certo modo, invalida a hipótese original de West, assim como contraria parcialmente a visão acadêmica tradicional.

Schoch sugeriu que a Esfinge poderia ter sido construída por volta de 7000 a.C. Contudo, tanto West quanto Graham Hancock utilizaram esse trabalho para defender uma data ainda mais antiga — cerca de 10.500 a.C. Essa interpretação tornou-se amplamente difundida, a ponto de muitos a considerarem praticamente comprovada.

Hancock e West argumentam que o período úmido identificado por Schoch não teria sido suficientemente longo para causar o nível de erosão observado na Esfinge. Em vez disso, apontam para um suposto período ainda mais chuvoso no décimo primeiro milênio a.C. — aproximadamente 10.500 a.C. Em Impressões Digitais dos Deuses, Hancock chega a afirmar que, nesse período, “chovia continuamente”.

No entanto, ao examinarmos fontes sobre o clima do Egito antigo — inclusive aquelas citadas pelo próprio Hancock — verificamos que não há evidências de um período tão úmido no décimo primeiro milênio a.C.

Assim como no caso de Bauval, Hancock e West parecem ter cometido um erro — coincidindo, curiosamente, na mesma data de 10.500 a.C.

Em seu livro Heaven’s Mirror, escrito em coautoria com Santha Faiia, Graham Hancock amplia essa hipótese para outros monumentos antigos ao redor do mundo, como o complexo de templos de Angkor, no Camboja.

Ele argumenta que esses templos foram dispostos de forma a representar a constelação de Draco na posição em que se encontrava em 10.500 a.C. No entanto, ao analisarmos essa hipótese, não encontramos correlação consistente entre os templos e as estrelas: há templos sem correspondência estelar e estrelas sem correspondência arquitetônica, além de uma baixa semelhança geral entre os padrões.

Isso sugere que Hancock, Bauval e West, por algum motivo, tendem a ajustar seus dados para apontar para a data de 10.500 a.C., independentemente de a evidência se adequar plenamente.

Mas por que 10.500 a.C.?

Uma possível explicação está nas profecias do vidente americano Edgar Cayce, por quem Hancock e Bauval demonstram certo interesse.

Cayce, conhecido como o “profeta adormecido”, afirmou que a Grande Pirâmide e a Esfinge teriam sido construídas por sobreviventes da Atlântida por volta de 10.500 a.C. Ele também previu a existência de um “Hall of Records” contendo o conhecimento dessa civilização, que seria descoberto em 1998 e desencadearia uma transformação global.

Após análise detalhada de suas previsões, verificamos que, apesar das alegações de alta precisão feitas por seus seguidores, há pouca evidência de que tais profecias tenham se concretizado.


REFERÊNCIAS (ABNT)


BAUVAL, Robert. O Mistério de Órion. Rio de Janeiro: Record, 1994.


HANCOCK, Graham. Impressões Digitais dos Deuses. Rio de Janeiro: Record, 1996.


HANCOCK, Graham; FAIIA, Santha. Heaven’s Mirror. Londres: Michael Joseph, 1998.


TEMPLE, Robert. O Mistério de Sirius. São Paulo: Cultrix, 2000.


WEST, John Anthony. Serpent in the Sky. Nova York: Quest Books, 1993.


SCHOCH, Robert. Voices of the Rocks. Nova York: Harmony Books, 1999.


BUDGE, E. A. Wallis. Egyptian Hieroglyphic Dictionary. Londres: John Murray, 1920.


CAYCE, Edgar. The Edgar Cayce Readings. Virginia Beach: ARE Press, 1971.


HOAGLAND, Richard C. The Monuments of Mars. Berkeley: North Atlantic Books, 1987.


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