Introdução: A Máscara da Superfície
O que o mundo conhece como o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945 foi, na verdade, apenas o início de uma metamorfose. Enquanto as potências aliadas celebravam a queda de Berlim, uma estrutura logística sem precedentes — financiada pelo tesouro do III Reich e protegida por instituições tradicionais — se enraizava no Cone Sul, especificamente no Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Esta é a história de uma ocupação silenciosa.
I. A Conexão Sagrada: As "Ratlines" e a Camuflagem Institucional
Como evidenciado no documentário "Holy Silence", canais diplomáticos e redes de influência foram usados para estabelecer as rotas de fuga conhecidas como Ratlines. Determinadas redes de ensino confessional e congregações religiosas serviram de porto seguro para a integração de criminosos de guerra.
Vida Nova no Meio Acadêmico: Oficiais da SS e médicos de campo ganharam identidades falsas e foram absorvidos por instituições de ensino e saúde. No Rio Grande do Sul, a conivência de altas cúpulas administrativas e diretorias acadêmicas criou a blindagem necessária para que esses homens operassem sob o disfarce de "professores respeitáveis", longe do radar das agências internacionais.
II. O Tesouro de Bormann e as Fazendas-Bunker
O rastro financeiro deixado por figuras ligadas a Martin Bormann, o tesoureiro de Hitler, revela como o capital nazista foi "lavado" através de grandes propriedades e empresas industriais no Brasil.
Logística Terrestre: A compra de fazendas colossais no Mato Grosso do Sul por ex-oficiais da SS não visava apenas o lucro agrícola, mas a criação de pontos estratégicos de comunicação e suporte logístico para as bases que operavam além das fronteiras conhecidas.
Infiltração no Poder: Esses gestores de capital frequentavam as esferas mais altas da sociedade, financiando a infraestrutura que permitia o funcionamento de laboratórios e elevadores de serviço secretos em hospitais e universidades.
III. Josef Mengele: O Elo Humano com o Subsolo
A convergência de relatos indica que figuras como Josef Mengele circularam livremente por décadas no Brasil, utilizando um português fluente para manter sua autoridade em áreas restritas, como depósitos e unidades de odontopediatria.
Seleção e Marcadores: Mengele atuava como um técnico especializado em genética, identificando crianças com marcadores biológicos específicos. Ele não era o mestre final, mas sim o intermediário humano subordinado às Inteligências Subterrâneas, garantindo o fluxo de "matéria-prima" para os experimentos táticos realizados no abismo.
IV. A Tese de Domínio: A Nobreza Subterrânea
A conclusão perturbadora da Engenharia Reversa é que os Nazistas, ao buscarem a tecnologia superior das inteligências que habitam o subsolo (os seres de olhos lenticulares), acabaram perdendo sua própria autonomia. A estrutura nazista de superfície tornou-se apenas o braço logístico e escravizado de uma agenda não humana muito mais antiga e cruel.
📚 Bibliografia Sugerida
DE NAPOLI, Carlos. Ultramar Sul. (Logística e fuga).
DW BRASIL. Nazistas no Brasil: A fortuna de Katken e Haupt.
PHAYER, Michael. The Catholic Church and the Holocaust.
LEVINSOHN, Marcos. Mengele no Brasil.
Arquivos Pessoais (Consultor Rodrigo V. Garcia). Relatos sobre a presença de tecnologia exótica e fardas da SS no Rio Grande do Sul (anos 80).




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