Nazismo e Irã: apenas coincidência histórica ou uma aliança que nunca foi totalmente revelada?
Pouco se fala que, antes da Segunda Guerra, a Alemanha era o maior parceiro comercial do Irã. Centenas de engenheiros alemães trabalhavam no país, propaganda nazista era transmitida em persa e, em 1941, britânicos e soviéticos invadiram o território iraniano mesmo ele sendo oficialmente neutro.
Coincidência? Estratégia? Ou medo de algo maior?
O próprio nome “Irã” significa “terra dos arianos” — um detalhe simbólico que fascinou a ideologia nazista. Alguns autores defendem que o Oriente Médio era visto como peça-chave de uma futura ordem mundial anti-colonial liderada pela Alemanha.
Outros vão além e falam em missões esotéricas, redes clandestinas e rotas de fuga pós-guerra.
A história oficial diz que não houve aliança.
Mas os fatos históricos mostram que a relação foi, no mínimo, muito mais próxima do que geralmente se ensina.
Talvez a pergunta não seja se houve uma aliança.
Mas até que ponto ela chegou.
Nazismo, Irã e o Enigma do Oriente Médio
Entre fatos históricos e hipóteses controversas
Durante décadas, a narrativa oficial afirma que o Irã não foi aliado do Eixo. Contudo, quando analisamos documentos históricos, obras acadêmicas e autores revisionistas, surge um cenário muito mais complexo — e para alguns pesquisadores, profundamente intrigante.
Esta postagem reúne teorias alternativas + fatos históricos reais que alimentam a hipótese de uma relação estratégica e ideológica muito mais profunda entre o Terceiro Reich e o Irã.
🌍 1 — O fato histórico que mudou o nome do país
Em 1935, o xá Reza Shah Pahlavi pediu oficialmente que a Pérsia passasse a ser chamada internacionalmente de Irã.
Isso parece simples… mas não é.
A palavra Irã deriva de Aryānām, que significa:
👉 “Terra dos arianos”
Isso criou um poderoso vínculo simbólico com a ideologia racial nazista.
Historiadores concordam que a Alemanha nazista explorou intensamente essa conexão cultural e linguística.
📚 2 — A presença alemã no Irã era enorme antes da guerra
Antes da invasão aliada de 1941:
• Alemanha era o maior parceiro comercial do Irã
• Engenheiros alemães estavam espalhados pelo país
• Projetos industriais eram financiados por Berlim
• Técnicos alemães trabalhavam em ferrovias, minas e fábricas
Alguns números frequentemente citados:
Em 1940, cerca de 45–50% do comércio iraniano era com a Alemanha.
Centenas de técnicos e especialistas alemães viviam no país.
Isso é um fato histórico reconhecido.
👉 A pergunta que gera debate:
E se parte dessa presença fosse inteligência e influência política disfarçada?
🛰️ 3 — A invasão do Irã pelos Aliados (1941)
Pouca gente aprende isso nas escolas:
Em 1941, o Reino Unido e a União Soviética invadiram o Irã.
Sim — invadiram um país oficialmente neutro.
Motivo oficial:
Proteger rotas de suprimento
Garantir petróleo
Motivo não oficial citado por alguns autores: 👉 medo da influência alemã no país.
Essa invasão é o principal combustível das teorias alternativas.
Se o Irã era neutro, por que invadir?
🧭 4 — A propaganda nazista no Oriente Médio (FATO)
A Alemanha mantinha transmissões de rádio em persa e árabe.
Objetivos documentados:
Anti-britânico
Anti-soviético
Anti-colonial
Alguns historiadores afirmam que essa propaganda teve grande audiência na região.
Autores revisionistas dizem:
👉 propaganda é normalmente o primeiro passo de alianças futuras.
🧬 5 — Nazismo esotérico e a “origem ariana persa”
Aqui entramos na zona controversa.
O líder da SS Heinrich Himmler era profundamente interessado em:
mitologia indo-europeia
zoroastrismo
origem dos arianos
Autores de história alternativa afirmam que:
A antiga Pérsia era vista como berço espiritual da raça ariana.
Alguns livros defendem que expedições alemãs buscavam:
textos zoroastristas
tradições antigas
legitimação mística da ideologia nazista
Não há consenso acadêmico — mas a fascinação nazista por arqueologia esotérica é real.
🛢️ 6 — O petróleo, o Cáucaso e o caminho para o Irã
A invasão da União Soviética pelo Terceiro Reich tinha um objetivo claro:
👉 o petróleo de Baku.
Mas alguns estrategistas afirmam que o plano maior era:
Alemanha → Cáucaso → Irã → Golfo Pérsico
Se isso fosse alcançado, o Reich controlaria grande parte do petróleo mundial.
Isso faz o Irã parecer menos periférico…
e mais central na estratégia alemã.
🧪 7 — Cientistas nazistas no Oriente Médio após a guerra
Fato confirmado:
Após a guerra, cientistas alemães trabalharam em:
Egito
Síria
outros países árabes
Autores alternativos sugerem: 👉 alguns podem ter ido também ao Irã.
Não há provas conclusivas — mas há documentos sobre migração de especialistas alemães para o Oriente Médio.
🧩 8 — A teoria da “Internacional Anti-Colonial”
Alguns historiadores sugerem que Hitler tentou criar alianças com:
árabes
indianos
iranianos
Objetivo: Combater o Império Britânico.
Essa ideia tem base real: a Alemanha apoiou movimentos anti-coloniais.
Teóricos alternativos afirmam que: 👉 o Irã seria peça-chave desse bloco futuro.
🤯 Por que essa hipótese continua viva?
Porque existem fatos que alimentam dúvidas:
✔ Forte presença alemã no Irã
✔ Comércio dominante com o Reich
✔ Propaganda ativa
✔ Invasão aliada preventiva
✔ Interesse racial/ideológico nazista
✔ Estratégia energética alemã ligada à região
Para alguns autores, isso não parece coincidência.
📚 Autores e pesquisadores que discutem relações Alemanha–Irã
Aqui está a parte que amplia a discussão.
Historiadores e acadêmicos
Ervand Abrahamian – Iran Between Two Revolutions
Nikki R. Keddie – Modern Iran
Ali M. Ansari – Modern Iran since 1921
Richard J. Evans – estudos sobre o Terceiro Reich
Christopher de Bellaigue – história moderna iraniana
Autores que exploram hipóteses controversas
Martin A. Lee – nazismo e redes pós-guerra
Peter Levenda – nazismo esotérico
Christopher Simpson – cientistas nazistas pós-guerra
Joseph Farrell – geopolítica alternativa
David Yallop – redes clandestinas do pós-guerra
Bibliografia internacional — Alemanha, Irã e a Segunda Guerra Mundial
A seguir está uma seleção ampla de livros, estudos e autores de diversas partes do mundo que pesquisaram o Irã durante a Segunda Guerra Mundial, a geopolítica do petróleo, o nazismo, propaganda, redes pós-guerra e hipóteses controversas sobre conexões ocultas entre o Reich e o Oriente Médio.
História do Irã e geopolítica do século XX
• Ervand Abrahamian — Iran Between Two Revolutions
• Nikki R. Keddie — Modern Iran: Roots and Results of Revolution
• Ali M. Ansari — Modern Iran Since 1921
• Christopher de Bellaigue — Patriot of Persia
• Maziar Behrooz — Rebels with a Cause
Terceiro Reich e estratégia global
• Richard J. Evans — The Third Reich at War
• Ian Kershaw — Hitler: 1936–1945 Nemesis
• Adam Tooze — The Wages of Destruction
• Gerhard Weinberg — A World at Arms
Propaganda, Oriente Médio e anti-colonialismo
• Jeffrey Herf — Nazi Propaganda for the Arab World
• Philip Mattar — The Mufti of Jerusalem
• Francis Nicosia — Nazi Germany and the Arab World
Cientistas nazistas e redes pós-guerra
• Christopher Simpson — Blowback
• Tom Bower — The Paperclip Conspiracy
• Annie Jacobsen — Operation Paperclip
Nazismo esotérico e hipóteses controversas
• Peter Levenda — Unholy Alliance
• Nicholas Goodrick-Clarke — The Occult Roots of Nazism
• Martin A. Lee — The Beast Reawakens
• Joseph P. Farrell — The Nazi International
Estratégia energética e petróleo na guerra
• Daniel Yergin — The Prize
• Timothy Mitchell — Carbon Democracy
Conclusão bibliográfica
Esta bibliografia reúne perspectivas acadêmicas, jornalísticas e revisionistas. Em conjunto, elas mostram que a relação entre Alemanha, Irã e Oriente Médio durante a Segunda Guerra continua sendo um campo de estudo aberto, complexo e repleto de interpretações divergentes.
Bibliografia internacional — Alemanha, Irã e a Segunda Guerra Mundial
A seguir está uma seleção ampla de livros, estudos e autores de diversas partes do mundo que pesquisaram o Irã durante a Segunda Guerra Mundial, a geopolítica do petróleo, o nazismo, propaganda, redes pós-guerra e hipóteses controversas sobre conexões ocultas entre o Reich e o Oriente Médio.
História do Irã e geopolítica do século XX
• Ervand Abrahamian — Iran Between Two Revolutions
• Nikki R. Keddie — Modern Iran: Roots and Results of Revolution
• Ali M. Ansari — Modern Iran Since 1921
• Christopher de Bellaigue — Patriot of Persia
• Maziar Behrooz — Rebels with a Cause
Terceiro Reich e estratégia global
• Richard J. Evans — The Third Reich at War
• Ian Kershaw — Hitler: 1936–1945 Nemesis
• Adam Tooze — The Wages of Destruction
• Gerhard Weinberg — A World at Arms
Propaganda, Oriente Médio e anti-colonialismo
• Jeffrey Herf — Nazi Propaganda for the Arab World
• Philip Mattar — The Mufti of Jerusalem
• Francis Nicosia — Nazi Germany and the Arab World
Cientistas nazistas e redes pós-guerra
• Christopher Simpson — Blowback
• Tom Bower — The Paperclip Conspiracy
• Annie Jacobsen — Operation Paperclip
Nazismo esotérico e hipóteses controversas
• Peter Levenda — Unholy Alliance
• Nicholas Goodrick-Clarke — The Occult Roots of Nazism
• Martin A. Lee — The Beast Reawakens
• Joseph P. Farrell — The Nazi International
Estratégia energética e petróleo na guerra
• Daniel Yergin — The Prize
• Timothy Mitchell — Carbon Democracy
Conclusão bibliográfica
Esta bibliografia reúne perspectivas acadêmicas, jornalísticas e revisionistas. Em conjunto, elas mostram que a relação entre Alemanha, Irã e Oriente Médio durante a Segunda Guerra continua sendo um campo de estudo aberto, comp9lexo e repleto de interpretações divergentes.

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