Ruínas de Ur, a "Rainha Puabi" e o Elo Perdido das Estrelas

 









Ruínas de Ur, a "Rainha" e o Elo Perdido das Estrelas

Para além do vídeo, as fontes que inspiram essa narrativa revelam conexões profundas entre a arqueologia do Oriente Médio e as tradições védicas.

1. A Rainha de Ur (Puabi)

Embora o termo "Rainha Puabi" seja por vezes usado em contextos de ficção ou interpretações alternativas, na arqueologia suméria real, a figura central encontrada nas ruínas de Ur é a Rainha Puabi. Suas joias de ouro e lápis-lazúli, de uma sofisticação técnica sem precedentes para 2500 a.C., alimentam a ideia de que o conhecimento sumério derivava de uma fonte superior ou "divina". A região de Moab (atualmente na Jordânia) também guarda ruínas que, segundo tradições locais, abrigavam cidades de "gigantes" ou seres de grande estatura mencionados em textos bíblicos.

2. Convergência: Pássaro de Trovão e Vimanas

O conceito de Pássaro de Trovão (Thunderbird), comum em mitologias das Américas, descreve seres aviários que produzem trovões com o bater das asas e relâmpagos com os olhos. Na ótica do paleocontato, isso converge com as Vimanas da tradição védica:

Ambos representam "veículos" ou "mensageiros" celestiais que interagem com o mundo físico através de sons estrondosos e luzes intensas.

Estudos de mitologia comparada sugerem que essas imagens são tentativas humanas de descrever naves voadoras usando analogias biológicas (pássaros) em vez de mecânicas.

3. Ur: O Berço de Abraão e o Nascimento das Fé Abraâmicas

A cidade natal de Abraão, o patriarca central do Judaísmo, Islamismo e Cristianismo, é tradicionalmente identificada como Ur dos Caldeus.

Geografia: Localizada no sul da Mesopotâmia (Suméria), Ur era um centro cosmopolita dedicado ao deus lunar Nanna.

Transição Teológica: Abraão representa a ruptura com o politeísmo sumério, levando consigo conceitos de justiça e divindade que moldariam as três grandes religiões monoteístas.

4. Semelhanças entre Zoroastrismo e a Civilização Védica

O Zoroastrismo, fundado por Zaratustra na antiga Pérsia, compartilha uma raiz linguística e filosófica direta com a Civilização Védica da Índia:

Dualismo de Luz: O conceito de luta entre a luz (Ahura Mazda) e as trevas influenciou o Judaísmo durante o exílio babilônico e, posteriormente, o Cristianismo.

Conexão Ancestral: Os termos Asura (Vedas) e Ahura (Avesta) revelam que ambas as fés surgiram de um tronco comum "Indo-Iraniano", onde os deuses e demônios eram frequentemente invertidos entre as culturas, mas a essência do combate cósmico permanecia.

Bibliografia Recomendada e Fontes de Estudo

Sitchin, Zecharia. O 12º Planeta (Coleção Crônicas da Terra). Best Seller. (Estudo sobre os Anunnaki e a cosmologia suméria).

Woolley, C. Leonard. Ur of the Chaldees: A Record of Seven Years of Excavation. Herbert Press. (Relato arqueológico sobre a cidade de Abraão e a Rainha Puabi).

Daniken, Erich von. Eram os Deuses Astronautas?. Melhoramentos. (Base da teoria sobre o Pássaro de Trovão e tecnologias antigas).

Eliade, Mircea. Tratado de História das Religiões. Martins Fontes. (Análise das convergências entre mitos védicos e abraâmicos).

Boyce, Mary. Zoroastrians: Their Religious Beliefs and Practices. Routledge. (Referência acadêmica sobre a conexão entre Zoroastrismo e tradições védicas).

Kriwaczek, Paul. Babilônia: A Mesopotâmia e o Nascimento da Civilização. Zahar. (Contexto histórico sobre Ur e a transição religiosa de Abraão).

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