Relatório 1:”Data de 19 de julho de 1947 – Autópsia

 




De todas as atividades estranhas, misterios , este, se for verdade, teria de qualificar-se como a mais estranha e mais misteriosa.


Relatório 1:”Data de 19 de julho de 1947 – Primeiros trabalhos concernentes à autopsia de um ser de aparência de um embrião humano. O cadáver media 1,10 m de comprimento e pesava 12,24 quilos. E sua aparência era de um embrião humano, com um crânio grande. As mãos e os pés eram normais. Havia um vestígio de membrana unindo o polegar ao indicador, tanto nas mãos como nos pés. Tinha porem um aspecto totalmente embrionário e não revelava qualquer traço de puberdade ou amadurecimento. As orelhas estavam parcialmente formadas e tinham sofrido um evidente operação cirúrgica “corretiva” . Os lábios não chegaram a se desenvolver totalmente e a boca não continha qualquer dente. O nariz também tinha sido interrompido o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento. As cavidades oculares sofreram uma intervenção cirúrgica. Os olhos tinham forma de amêndoa e ocupavam a parte mais importante da face. A íris não estava totalmente desenvolvida e formas lenticulares completamente artificiais, de natureza desconhecida, tinham sido suturadas naquilo que podia ter sido a íris e a esclerótica. Os órgãos genitais internos confirmaram tratar-se de um ser masculino, totalmente imaturo ou bloqueado em seu desenvolvimento. Quando o coração foi aberto, constatou-se que ele possuía comunicação direta entre as duas válvulas, graças a uma perfuração oval. A válvula de Eustáquio parecia bem grande. A artéria que desde ai surgia comunicava-se com a artéria pulmonar e com a orta descendente. Esse ducto abria-se no orta justamente junto ao surgimento da artéria subclavicular direta. As alterações da estrutura do sistema circulatório sugerem que esse corpo foi transformado de modo proposital por ter sido deslocado da placenta, artificial e precocemente.


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"Relatório 1: Data de 19 de julho de 1947 – Primeiros trabalhos concernentes à autopsia de um ser de aparência de um embrião humano. O cadáver media 1,10 m de comprimento e pesava 12,24 quilos. E sua aparência era de um embrião humano, com um crânio grande. As mãos e os pés eram normais. Havia um vestígio de membrana unindo o polegar ao indicador, tanto nas mãos como nos pés. Tinha porem um aspecto totalmente embrionário e não revelava qualquer traço de puberdade ou amadurecimento. As orelhas estavam parcialmente formadas e tinham sofrido um evidente operação cirúrgica “corretiva” . Os lábios não chegaram a se desenvolver totalmente e a boca não continha qualquer dente. O nariz também tinha sido interrompido o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento. As cavidades oculares sofreram uma intervenção cirúrgica. Os olhos tinham forma de amêndoa e ocupavam a parte mais importante da face. A íris não estava totalmente desenvolvida e formas lenticulares completamente artificiais, de natureza desconhecida, tinham sido suturadas naquilo que podia ter sido a íris e a esclerótica. Os órgãos genitais internos confirmaram tratar-se de um ser masculino, totalmente imaturo ou bloqueado em seu desenvolvimento. Quando o coração foi aberto, constatou-se que ele possuía comunicação direta entre as duas válvulas, graças a uma perfuração oval. A válvula de Eustáquio parecia bem grande. A artéria que desde ai surgia comunicava-se com a artéria pulmonar e com a orta descendente. Esse ducto abria-se no orta justamente junto ao surgimento da artéria subclavicular direta. As alterações da estrutura do sistema circulatório sugerem que esse corpo foi transformado de modo proposital por ter sido deslocado da placenta, artificial e precocemente.

Análise e Contexto:

Este relatório, datado de 19 de julho de 1947, descreve uma autópsia de um ser com características bastante incomuns, lembrando a descrição de um ser alienígena. A data é particularmente significativa, pois remete ao período imediatamente posterior ao famoso Incidente de Roswell (julho de 1947), onde supostamente um objeto voador não identificado (OVNI) teria caído no Novo México, EUA, e seus ocupantes teriam sido recuperados.

Pontos Chave da Descrição e Implicações:

Aparência de "embrião humano com crânio grande" (1,10m e 12,24kg): A descrição de um ser de tamanho considerável (1,10m) mas com características embrionárias e um crânio grande é um traço recorrente em descrições de "Greys" (alienígenas cinzentos), uma tipologia popular na ufologia. O peso de 12,24 kg para 1,10m sugere uma constituição leve para o tamanho.

Mãos e pés normais com vestígio de membrana entre polegar e indicador: Isso é interessante, pois sugere uma transição ou uma adaptação, mas ainda com características humanas básicas. A membrana pode indicar uma adaptação a um ambiente aquático ou uma característica evolutiva diferente.

Aspecto embrionário, sem traços de puberdade ou amadurecimento, órgãos genitais internos imaturos/bloqueados: Este ponto é crucial. Se o ser tinha 1,10m, ele estaria em um estágio de desenvolvimento muito avançado para ser considerado um embrião humano normal, mas ao mesmo tempo, suas características de imaturidade e falta de desenvolvimento puberal são muito anormais. Isso levanta a possibilidade de:

Uma espécie com um ciclo de vida e desenvolvimento completamente diferente.

Um ser que foi projetado ou modificado geneticamente para permanecer em um estado de "eterna juventude" ou para um propósito específico que não requer maturidade reprodutiva.

Uma criatura que não é biológica da forma que conhecemos, ou que sua "idade" biológica não corresponde ao nosso conceito de desenvolvimento.

Orelhas, lábios, nariz, cavidades oculares com "operação cirúrgica corretiva" ou desenvolvimento interrompido: A menção de intervenções cirúrgicas ("corretiva") ou desenvolvimento interrompido é altamente intrigante. Isso pode sugerir:

Que o ser foi submetido a procedimentos médicos avançados.

Que houve tentativas de modificar sua aparência ou funções sensoriais.

Que o ser não era "natural" em sua forma final, mas sim um produto de engenharia biológica.

Olhos em forma de amêndoa, ocupando a maior parte da face, íris não desenvolvida, "formas lenticulares artificiais" suturadas: Essa é outra característica marcante dos "Greys". Os olhos grandes e escuros são frequentemente associados a eles. A presença de "formas lenticulares completamente artificiais, de natureza desconhecida" suturadas na íris e esclerótica é uma evidência poderosa de manipulação biológica ou de próteses avançadas. Sugere que a visão do ser pode ter sido aprimorada artificialmente ou que esses dispositivos serviam a outro propósito (comunicação, sensor).

Anomalias cardíacas (comunicação direta entre as duas válvulas, perfuração oval, ducto arterial persistente): As descrições das anomalias no sistema circulatório são clinicamente relevantes. Uma "perfuração oval" e a persistência do ducto arterial são características de um feto mamífero (incluindo humanos) antes do nascimento, onde o sistema circulatório fetal desvia o sangue dos pulmões em desenvolvimento. No entanto, se o ser tinha 1,10m e era capaz de sobreviver fora de um útero, a persistência dessas características é altamente incomum e sugere:

Que o ser pode ter sido "gestado" em um ambiente artificial (como uma incubadora ou útero artificial), e que seu sistema circulatório não precisou fazer a transição normal que ocorreria após o nascimento.

Que sua fisiologia é fundamentalmente diferente, talvez adaptada a um ambiente de baixa pressão ou a uma necessidade reduzida de oxigenação pulmonar intensa.

Alterações do sistema circulatório sugerem "transformação proposital por ter sido deslocado da placenta, artificial e precocemente": Esta conclusão é a mais impactante. Ela sugere que a criatura não se desenvolveu naturalmente em um útero biológico tradicional. A ideia de "deslocamento artificial e precoce da placenta" apoia a teoria de engenharia genética, clonagem ou desenvolvimento em um ambiente artificial. Isso implica que o ser pode ser uma forma de vida criada ou manipulada, e não um organismo que evoluiu naturalmente em seu ambiente de origem.

Conexão com o Incidente de Roswell:

A data de 19 de julho de 1947, apenas algumas semanas após o Incidente de Roswell (início de julho de 1947), torna este relatório altamente suspeito de estar relacionado a ele. Se o relatório for genuíno (e isso é uma grande incógnita), ele forneceria detalhes médicos específicos sobre um dos corpos supostamente recuperados.


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