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O PROJETO JANUS




 Golbery seria o idealizador do Projeto Janus 


  Dizem que FHC pertencia a uma Sociedade Secreta chamada Burschenschaft. Na USP tb existia essa Sociedade Secreta chamada E.S.P.A.R.T.A. Dizem também que o único brasileiro a participar do Grupo Bildenberg é FHC.O FHC era socialista e discípulo de Florestan Fernandes. Lula chegou a fazer campanha para ele pelo PMDB. Como ele tinha o melhor perfil e era de família de militares, foi destacado para tocar o lado direitista do Janus.Milton Santos. nessa palestra, entre muitas outras coisas ele, disse assim, meio com ironia, quase como se estivesse brincando, que naquela época na America Latina e demais países emergentes do mundo (asia, africa e leste Europeu) os presidentes eram TODOS marionetes do império. e como biografia comum tinham em seu passado, em algum ponto de sua vida acadêmica uma bolsa da fundação Ford.Uma das entidades que financiam o Instituto Fernando Henrique Cardoso é a Fundação Ford, que mantenedora do CFR.Parece que FHC também foi membro de uma sociedade secreta na USP, a E.S.P.A.R.T.A. uma sociedade parecida com a Skull and Bones, fundada em 1956... Sobre a E.S.P.A.R.T.A., dizem que a mesma É herdeira da "Bucha" (Burschenschaft), sociedade secreta da Faculdade de Direito da USP. A ESPARTA funcionava (ou ainda funciona) na faculdade de Ciências Sociais e teve entre seus membros políticos fundadores do PT e do PSDB Pessoas que reconhecidamente fizeram parte da E.S.P.A.R.T.A.:Perseu Abramo (fundador do PT)Florestan Fernandes (fundador do PT)Fernando Henrique Cardoso (Fundador do PSDB)O projeto de poder deles se chamava Janus. Janus era o Deus de duas faces dos Romanos. No contexto da guerra fria, a ESPARTA se preparava para dois cenários: um socialista e outro capitalista. Resolveu então criar duas elites, garantindo que seus interesses sobreviveriam em qualquer regime.


"Burschenschaft" significa conjunto de "Burschen". No singular a palavra é "Bursche" ("menino", "rapaz"); "Burschenschaft" seria uma forma tradicional de corporação estudantil, uma liga de estudantes. A Burschenschaft Paulista, ou Bucha, foi uma sociedade secreta, liberal e filantrópica que defendia ideias liberais e republicanas. Consta que a "Bucha" funcionou por muitos decênios e que congregou uma série de políticos e intelectuais. Seu êxito inspirou a criação da Tugendbund na Faculdade de Direito do Recife; da Landmannchaft, na Escola Politécnica/SP; e da Jugendschaft, na Faculdade de Medicina/SP.


Dentre os 133 participantes da Convenção de Itu, em 1873, que resultou na criação do Partido Republicano Paulista, predominavam bucheiros (membros da Bucha). Dos presidentes civis da República Velha, apenas Epitácio Pessoa não foi membro da Bucha. Em síntese, a Bucha funcionou como as fraternidades secretas Phi-Beta-Kappa e Skull & Bones da Yale University dos Estados Unidos. E, segundo alguns autores, também se relacionou com diversas lojas maçônicas.


Em 1831, surgiu em São Paulo a Bucha, uma “confraria de camaradas” criada pelo professor alemão Johann Julius Gottfried Ludwig Frank, conhecido por Júlio Frank, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, durante a década de 30 (o professor lecionou entre 1934 e 1940).


A origem de Julio Frank até hoje é mantida sob o mais reservado segredo. Sabe-se que ele chegou ao Brasil clandestinamente em 1821. Alguns historiadores o identificam como o estudante Carlos Luís Sand, que na Alemanha fora condenado à morte por assassinato político em 1820 e, por influência das sociedades secretas alemãs, outra pessoa teria sido executada em seu lugar. Daí sua clandestinidade.


Em seus primeiros anos no Brasil, Frank viveu como professor de línguas em Sorocaba, área de influência do senador Vergueiro, fundador de Rio Claro e Limeira. Natural de Portugal e um dos primeiros advogados do Brasil, na época Vergueiro era diretor da Faculdade de Direito de São Paulo, para a qual contratou Julio Frank como professor de Filosofia e História.


O principal objetivo da bucha, era ajudar os estudantes pobres que frequentavam o curso de Direito e promover encontros e debates literários, seguindo o modelo da Burschenschaft alemã, usava o Centro Acadêmico XI de Agosto da faculdade como fachada.


Burschenschaft significa confraria de camaradas.


Frank trouxe a tradição das sociedades secretas da Alemanha e todas as ações da Bucha deveriam ocorrer sob o mais rigoroso sigilo. Só ingressavam na Bucha alunos escolhidos pelos seus integrantes, de acordo com os méritos morais e intelectuais que demonstravam. Ao longo dos anos a Bucha tornou-se uma das mais poderosas sociedades secretas no país, à medida que seus membros alcançavam os principais postos governamentais, tanto no Império como na República.


Entre eles, estavam Rui Barbosa, Barão do Rio Branco, Afonso Pena, Prudente de Morais, Campos Sales, Rodrigues Alves, Washington Luiz, Júlio Mesquita Filho, Cândido Mota, Arthur Bernardes, Álvares de Azevedo e Castro Alves. Além da Bucha, rumores sugeriam a existência de outras fraternidades em faculdades tradicionais que surgiram com a aura de sociedades secretas, como a Landsmannschaft, na Escola Politécnica da USP, na Faculdade de Direito de Olinda/Recife, a Tugendunde e a Jugendschaft, na Escola Paulista de Medicina.Notícia publicada na edição de 12/05/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.


A Bucha tinha uma estrutura bem definida e funcionava sob a liderança de um "chaveiro" (líder/grão mestre), apoiado por um "Conselho de Apóstolos" e um "Conselho dos Invisíveis" .


O ritual de admissão de um candidato era como de um clube fechado. Para o ingresso na sociedade, era necessário que a admissão fosse proposta por outros membros e, uma vez aceito, o novo "bucheiro" deveria pagar mensalidades proporcionais à sua hierarquia. A hierarquia, começando do nível mais baixo, estruturava-se em "catecúmenos", "crentes" e "apóstolos" (estes no total de 12, considerados membros mais importantes). O "bucheiro" iniciado deveria fazer o seguinte juramento: "Juro pela minha honra jamais revelar a quem quer que seja o que me vai ser confiado hoje. Serei o mais infame dos homens se faltar a esse meu juramento".


Na decada de 1930 o historiador integralista-católico Gustavo Barroso, fez uma denuncia contra a bucha, acusando-a de satanista, numa campanha tumultuada. Seus críticos costumam dizer que Barroso agiu assim para ganhar espaço político. Seria sua pretensão conquistar o primeiro posto no integralismo, ocupado por Plínio Salgado. Gustavo Barroso era apenas o segundo nome do partido. Apesar de pressionado, Plínio Salgado conseguiu driblar as teses racistas e extremistas de Barroso, que historicamente acabaram vencidas.


A polemica foi gerada em torno da denuncia de Barroso que a sociedade adorava a figura alquímica de Baphomet.


 Durante a República Velha a Bucha se mostrou uma das sociedades com maior influência dentro do contexto nacional, de tal forma que Getúlio Vargas uma vez confessou para Ademar de Barros, " Não se pode governar o Brasil sem esta gente".





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