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JEHOVÁ E SUA MISSÃO












A ilustração é reconhecida por muitos estudiosos como Yahweh Alado sobre um Querubim acompanhado de uma deusa, também alada, Asherah, pairando sobre "a árvore sagrada". Note-se o falo, bem definido de Jeovah. FONTE: University Fribourg, Switzerland. Vandenhoeck & Ruprecht, Gottingen. 1999.


Tem havido discussões eruditas a respeito da discrepância (e especialmente de seu autor) entre a história da criação dada no primeiro capitulo e o que diz no quarto versículo de segundo capítulo. Afirma-se que duas descrições foram escritas por diferentes pessoas porque Ser ou Seres aos quais deram o nome de “Deus” no primeiro e segundo capítulos da versão inglesa, denomina-se no texto hebraico – Elohim, no primeiro capítulo e “Jehová”  no segundo. Argumenta-se a esse respeito que o mesmo narrador não teria nomeado Deus de duas maneiras diferentes. Se houvesse querido significar Deus em ambos os casos não teria feito, porem o autor não era monoteísta. Sabia alguma coisa mais para pensar em Deus como um simples Superior ao homem, empregando o céu como trono e a terra como escabelo. Quando se fala em Jehová quer indicar um Guia a cujo encargo teve a parte especial do trabalho da Criação que então se descreve. Jehová era um dos Elohin. E era e é o Guia dos Anjos que foram a humanidade do Período Lunar e é o regente de nossa Lua atual. Remetemos o leitor ao diagrama 14, para que compreenda facilmente a posição e constituição de Jehová. Como Regente da nossa Lua. Ele tem a seu cargo os seres degenerados e malignos que lá existem, e também dirige os Anjos. Com Ele estão também alguns Arcanjos que foram a humanidade do Período Solar. Este são chamados de Espíritos de Raças.

O trabalho a cargo de Jehová é o de construir corpos ou formas concretas, por meio das forças lunares cristalizantes e endurecentes. Portanto Ele é o fornecedor de crianças, e os Anjos são seus mensageiros nesta obra.  


Os Arcanjos, como Espíritos e Guias de uma Raça, sabem que lutam a favor ou contra algum povo, conforme as exigências da evolução dessa raça requerem, o Arcanjo Miguel é o espírito da Raça Judia, porém Jehová não é o Deus do judeus somente; Ele é o autor de todas as religiões de Raças que conduzem ao Cristianismo.

No  cérebro, aproximadamente na posição indicada pelo diagrama 17, existem dois pequenos órgãos chamados: corpo pituitário e glândula pineal. A ciência médica não sabe quase nada a seu respeito assim como tão pouco de outras glândulas do corpo. A Ciência chama a glândula pineal de “terceiro olho atrofiado” porem sem embargo, nenhuma nem outra estão se atrofiando. Isto é um manancial de perplexidades para os cientistas, pois a natureza não conserva nada inútil. Em todo o corpo encontramos órgãos que estão se desenvolvendo ou atrofiando-se, sendo estes assim como pedras milenares no caminho que o homem vem seguindo até chegar em seu estado atual de desenvolvimento, indicando aquelas os futuros aperfeiçoamentos e desenvolvimentos. O corpo pituitário e a glândula pineal pertencem a outra classe de órgãos, que atualmente não se degeneram nem se desenvolvem, mas que estão adormecidos. Num passado remoto, quando o homem estava em contato com os mundos “internos” , esses órgãos eram o meio de ingresso neles e tornarão a servir ao mesmo propósito num estado ulterior. Estavam relacionados com um sistema nervoso simpático e involuntário. O homem via então os mundos internos, como no Período Lunar. As imagens se apresentavam completamente independentes de sua vontade. Na maioria dos homens esses centros são inativos, porém o desenvolvimento apropriado pô-los-á em movimento, na mesma direção em que giram os ponteiros de um relógio, como se explicou anteriormente. Esse é o detalhe difícil na clarividência positiva. O que aspira a verdadeira visão deve, antes de tudo dar provas de desinteresse, porque o clarividente idôneo não tem “dias livres” . Não é, de nenhum modo, negativo, depende dos reflexos que possam cair sobre ele em qualquer forma. Pode olhar a qualquer momento e ver os pensamentos e planos dos demais, sempre que dirija sua atenção especialmente para isto, e não em caso contrário.

Os grandes perigos que trariam para a sociedade o uso indiscreto desse poder, se estivesse em mãos de qualquer indivíduo, são facilmente compreensíveis. Com ele pode se ler os mais secretos pensamentos. Portanto o Iniciado é obrigado pelo voto mais solene a não empregar jamais esse poder para servir seus interesses individuais, nem mesmo em grau mínimo, nem para salvar a si mesmo de qualquer dor ou tormento.

Este Sol visível, ainda que seja o campo de evolução de inteligências muito superiores ao homem, não é, entretanto, de nenhuma maneira, o Pai dos outros planetas, como supõe a ciência. Ao contrário, ele mesmo é uma emanação do Sol Central, que é a fonte invisível de tudo o que existe em nosso Sistema Solar. Nosso Sol visível não é senão um espelho em que se refletem os raios de energia do Sol Espiritual. O Sol Real é tão invisível como o “homem real” Quando um planeta tem duas luas indica que há seres na onda de vida que esta evolucionando nesse planeta demasiado atrasados para poderem continuar na evolução da onda de vida principal, os quais tiveram de ser afastados do planeta para evitar que estorvassem o progresso dos adiantados. Tal foi o caso com os seres que habitam a nossa Lua.

AS JERARQUIAS CRIADORAS

A segunda interpretação da primeira sentença também nos da uma ideia completa de Deus, quando fala da “dupla energia” , indicando as fases positiva e negativa do Espírito Uno de Deus em manifestação. De acordo com os ensinamentos da Ciência Oculta, representa-se Deus com um Ser composto. Isto se acentua ainda mais nos versículos seguintes do capitulo.

Além das Jerarquias criadoras que trabalharam voluntariamente em nossa evolução, já outras sete que pertencem a nossa evolução re que cooperam com Deus na formação do Universo. No primeiro capitulo do Genesis essas jerarquias são chamadas de “Elohim”. Esse nome significa uma hoste se Seres duplos ou andrógenos.  A primeira parte do nome é Eloh, que é um nome feminino, indicando a letra “h” o gênero. Se tivessem querido indicar um Ser feminino empregariam a palavra Eloh. O feminino no plural é “oth”, assim se quiseram indicar um certo numero de Deuses do gênero feminino, a palavra correta seria “Eloth” . Em de qualquer destas duas formas nos encontramos entretanto como o plural masculino eu termina em “im” , acrescentado ao nome feminino “Eloh”, indicando uma hoste de seres que Andrógenos, masculinos-femininos, expressões da energia criadora dual, positiva-negativa. Alude-se novamente á pluraridade de Criadores na última parte co capítulo quando se atribuem as seguintes palavras aos Elohim: “Façamos o homem a nossa imagem” depois do que é dito inconscientemente: Ele os fez macho e fêmea”.
Os tradutores têm traduzido a intricada palavra “Eloim” que não só é uma palavra no plural, mas também um nome masculino-feminino, como se fosse equivalente a palavra no singular, neutra, “Deus”. Podiam eles ter traduzido de outra forma, mesmo que soubessem? Era-lhes proibido perturbar as ideias já existentes. Não era a verdade a todo preço, mas sim a paz a todo preço o que desejava o Rei Jaime, sendo seu único desejo evitar toda controvérsia que pudesse criar perturbações em seu Reino. O plural “eles” usa-se também quando se menciona a criação do homem, indicando claramente que a referência diz respeito a criação de ADM, a espécie humana, e não Adão, o individuo. Temos já indicado que seis Jerarquias criadoras(além dos Senhores da Chama, os Querubins, Serafins e as duas Jerarquias sem nome que já passaram a liberação) estavam em atividade ajudando os espíritos virginais que formam uma sétima jerarquia por si mesmos.

Os Querubins e Serafins não tem nada haver com a criação de Forma: por conseguinte não são mencionados no capítulo que estamos considerando, o qual trata especialmente do aspecto Forma da Criação. Vemos aqui que só são mencionadas as sete Jerarquias criadoras que fizeram o trabalho efetivo de levar o homem onde pudesse adquirir uma forma física densa, por meio da qual pudesse trabalhar o espírito interno.

Depois de descrever cada parte do trabalho da criação, diz-se: “e Elohim viu que era bom”. Isto se diz sete vezes, a última vez no sexto dia, quando foi criada a forma humana. Indica-se, depois, que no sétimo dia: “Elohin Descansou”. Isto concorda perfeitamente com nosso ensinos ocultos sobre a parte que cada jerarquia efetuou no trabalho da evolução até o Período atual. Também se diz que na época atual os Deuses e as Jerarquias Criadoras retiraram-se de toda participação ativa , para que o homem possa trabalhar por sua própria salvação, deixando a direção e orientação necessária da humanidade ordinária em mãos dos “Irmãos Maiores” que são agora mediadores entre o homem e os Deuses. 

REFERÊNCIAS
Trecho do Livro "Conceito Rosacruz do Cosmos" Fraternidade RosaCruz
Publicada com permissão da Senhora Max Heindel e da Fraternidade Rosacruz, associação internacional de Cristãos Místicos com sede em Oceanside, Califórnia, Estados Unidos da América do Norte. 

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