BABYLONIACA — O Segredo Oculto de Bérose: Apkallus, Marduk e as Inteligências Exóticas das Profundezas
BÉROSE, OS APKALLUS E O ENIGMA DOS “DEUSES-PEIXE”
Babilônia, conhecimento ancestral e as interpretações modernas sobre possíveis contatos extraterrestres na Antiguidade
✧ INTRODUÇÃO
Entre os inúmeros mistérios herdados das antigas civilizações da Mesopotâmia, poucos são tão intrigantes quanto os relatos sobre os Apkallus — seres semidivinos descritos como entidades híbridas, frequentemente associadas a homens envoltos em vestimentas de peixe, que teriam ensinado astronomia, matemática, agricultura, escrita, arquitetura e leis aos primeiros povos da Terra.
Grande parte dessas informações chegou ao mundo clássico através de Bérose, sacerdote de Bel-Marduk, astrônomo, historiador e estudioso babilônico que viveu entre o final do século IV a.C. e o início do século III a.C., durante os períodos de Alexandre, o Grande e Ptolomeu I Sóter.
Segundo os fragmentos preservados de sua obra Babyloniaca, Bérose descreveu um misterioso ser chamado Oannes — associado aos Apkallus — que teria emergido do mar Eritreu para transmitir conhecimentos avançados à humanidade primitiva. Séculos mais tarde, esses relatos seriam reinterpretados por estudiosos, ocultistas e pesquisadores do fenômeno extraterrestre como possíveis evidências de um contato entre civilizações antigas e inteligências não humanas.
O tema tornou-se ainda mais fascinante porque a Mesopotâmia realmente possuía um conhecimento astronômico extremamente sofisticado para sua época. Os babilônios observavam eclipses, catalogavam estrelas, criavam calendários matemáticos e influenciaram profundamente a astronomia grega posterior. Assim, surge uma questão que atravessa séculos:
Como uma civilização tão antiga desenvolveu conhecimentos tão avançados?
Seriam os Apkallus apenas símbolos mitológicos da transmissão do saber? Sacerdotes iniciáticos? Sobreviventes de uma civilização perdida? Ou visitantes vindos de outro mundo, reinterpretados através da linguagem religiosa da Antiguidade?
✧ QUEM FOI BÉROSE?
Bérose foi um sacerdote do templo de Bel-Marduk na Babilônia e um dos mais importantes transmissores da cultura mesopotâmica para o mundo grego.
Sua principal obra, Babyloniaca, escrita em grego por volta de 280 a.C., procurava apresentar a história, cosmologia e tradições babilônicas ao universo helenístico. Embora o texto original tenha sido perdido, fragmentos sobreviveram através de autores posteriores como:
- Flávio Josefo
- Eusébio de Cesareia
- Alexandre Polímata
- Abideno
Bérose não era apenas sacerdote. As fontes antigas atribuem a ele conhecimentos avançados de:
- astronomia;
- astrologia;
- matemática;
- cronologia;
- observação celeste;
- estudos dos eclipses;
- engenharia do tempo.
Tradicionalmente, também lhe é atribuída a criação de um tipo de relógio de sol semicircular, além de teorias envolvendo a interação entre luz solar e lunar, consideradas surpreendentemente sofisticadas para a Antiguidade.
Esses elementos contribuíram para sua aura de “guardião de conhecimentos perdidos”.
✧ OS APKALLUS: OS SÁBIOS VINOS DO MAR
Oannes e os seres anfíbios
Segundo Bérose, antes do dilúvio existiram seres chamados Apkallus, sábios civilizadores enviados pelos deuses.
O mais importante deles era Oannes.
Bérose descreve Oannes como:
- um ser racional;
- dotado de linguagem;
- semelhante a um peixe;
- possuidor de cabeça humana;
- com pés humanos sob o corpo aquático;
- capaz de viver tanto na água quanto entre os homens.
Durante o dia, Oannes ensinava:
- escrita;
- ciência;
- agricultura;
- geometria;
- leis;
- construção de cidades;
- astronomia.
À noite, retornava ao mar.
A descrição tornou-se uma das passagens mais debatidas da Antiguidade porque mistura elementos simbólicos, religiosos e aparentemente tecnológicos.
Autores modernos observaram que a imagem de “seres em escafandros” lembra trajes de mergulho ou roupas pressurizadas. Contudo, essa é uma interpretação contemporânea — não uma descrição literal do texto antigo.
✧ INTERPRETAÇÕES MITOLÓGICAS E RELIGIOSAS
Os Apkallus ocupam um espaço complexo entre mito, religião e simbolismo.
Na tradição mesopotâmica, o mar frequentemente representava:
- o caos primordial;
- o conhecimento oculto;
- a origem da vida;
- o domínio divino.
Assim, seres vindos das águas poderiam simbolizar a chegada da civilização ao mundo humano.
Muitos estudiosos relacionam os Apkallus ao deus sumério:
- Enki
ou ao equivalente acadiano: - Ea
Ea/Enki era justamente o deus da inteligência, da magia, da criação e do conhecimento técnico.
Nesse contexto, os Apkallus poderiam representar sacerdotes iniciados, sábios astrônomos ou arquétipos da transmissão cultural.
✧ A INTERPRETAÇÃO EXTRATERRESTRE
Os “antigos astronautas”
No século XX, autores ligados à hipótese dos “antigos astronautas” reinterpretaram os relatos de Bérose como possíveis registros históricos de contatos extraterrestres.
Entre os nomes mais conhecidos estão:
- Erich von Däniken
- Zecharia Sitchin
Esses autores argumentam que:
- os “deuses” antigos poderiam ser visitantes tecnológicos;
- civilizações antigas talvez tenham interpretado tecnologia avançada como magia divina;
- os Apkallus seriam instrutores extraterrestres;
- o conhecimento astronômico sumério seria avançado demais para seu tempo.
No entanto, arqueólogos e assiriólogos acadêmicos contestam fortemente essas interpretações, argumentando que:
- não existem evidências arqueológicas concretas de tecnologia extraterrestre;
- os textos mesopotâmicos pertencem ao universo simbólico religioso;
- muitos anacronismos modernos são projetados sobre os mitos antigos.
Ainda assim, o fascínio popular permanece enorme porque os relatos parecem unir:
- astronomia;
- mitologia;
- engenharia;
- cosmologia;
- seres híbridos;
- transmissão súbita de conhecimento.
✧ ASTRONOMIA BABILÔNICA E CONHECIMENTO AVANÇADO
Independentemente das interpretações ufológicas, a astronomia babilônica realmente foi extraordinária.
Os babilônios:
- dividiram o círculo em 360 graus;
- criaram calendários lunares sofisticados;
- previram eclipses;
- registraram movimentos planetários;
- desenvolveram tabelas matemáticas astronômicas;
- influenciaram profundamente a astronomia grega.
Pesquisas modernas mostram que matemáticos babilônicos utilizavam métodos geométricos surpreendentemente avançados séculos antes da matemática europeia medieval.
Isso ajuda a explicar por que tantos autores antigos enxergavam a Babilônia como um centro de sabedoria ancestral.
✧ PARALELOS COM OUTRAS MITOLOGIAS
A ideia de seres civilizadores vindos do céu ou do mar aparece em diversas culturas.
Egito
O deus:
- Osíris
teria ensinado agricultura, leis e espiritualidade.
Mesoamérica
Quetzalcóatl
era descrito como um instrutor civilizador.
Grécia
Prometeu
entrega o fogo e as artes aos homens.
Índia
Os Manus e sábios védicos recebem conhecimentos cósmicos vindos dos deuses.
Dogons da África
Narrativas sobre os Nommos — seres aquáticos associados à estrela Sírius — tornaram-se famosas em debates sobre conhecimentos astronômicos antigos.
Essas semelhanças levaram alguns pesquisadores a sugerir a existência de um arquétipo universal: o “instrutor celestial”.
✧ A VISÃO ACADÊMICA CONTEMPORÂNEA
A maior parte da academia interpreta os Apkallus como:
- figuras mítico-religiosas;
- símbolos sacerdotais;
- representações da sabedoria divina;
- arquétipos culturais.
Pesquisadores de assiriologia observam que os Apkallus aparecem frequentemente em contextos ritualísticos de proteção espiritual.
As figuras com mantos de peixe encontradas em relevos assírios provavelmente representam sacerdotes realizando rituais sagrados ligados à purificação e fertilidade.
Assim, a leitura extraterrestre permanece especulativa.
Entretanto, a permanência desse debate demonstra algo importante: os mitos antigos continuam sendo reinterpretados à luz das perguntas modernas.
✧ REFLEXÃO
O fascínio pelos Apkallus talvez revele menos sobre extraterrestres e mais sobre a própria condição humana.
Desde a Antiguidade, a humanidade procura compreender:
- de onde veio o conhecimento;
- como surgiu a civilização;
- por que certas culturas avançaram tão rapidamente;
- se estamos sozinhos no universo.
Quando povos antigos falavam de “deuses descendo dos céus”, talvez expressassem experiências espirituais profundas, fenômenos naturais incompreendidos ou memórias simbólicas de transformações civilizatórias reais.
Por outro lado, também é possível que a imaginação moderna projete sobre os antigos textos nossos próprios medos e expectativas tecnológicas.
Os Apkallus permanecem como um espelho cultural: um ponto onde arqueologia, mito, religião, astronomia e ufologia se encontram.
✧ CONCLUSÃO
Bérose ocupa um lugar singular na história intelectual da humanidade. Como sacerdote, astrônomo e historiador, ele preservou fragmentos de uma tradição milenar que continua intrigando estudiosos até hoje.
Os relatos sobre os Apkallus e Oannes atravessaram mais de dois mil anos porque tocam questões fundamentais da existência humana:
- a origem da civilização;
- a natureza do conhecimento;
- a relação entre mito e realidade;
- a possibilidade de inteligências além da Terra.
Embora não existam provas científicas de contatos extraterrestres na Babilônia antiga, o simbolismo dessas narrativas permanece poderoso.
Os Apkallus continuam habitando a fronteira entre história e imaginação — um território onde o passado ainda desafia as certezas do presente.
RELATÓRIO COMPLEMENTAR SOBRE A OBRA BABYLONIACA
Bérose, a memória perdida da Babilônia e a transmissão do conhecimento mesopotâmico ao mundo grego
✧ INTRODUÇÃO
Entre todas as obras desaparecidas da Antiguidade, poucas exerceram influência tão misteriosa e duradoura quanto Babyloniaca, escrita pelo sacerdote babilônico Bérose no século III a.C.
A obra representa uma das primeiras tentativas conhecidas de traduzir a tradição religiosa, histórica, astronômica e cosmológica da Mesopotâmia para o universo intelectual grego após as conquistas de Alexandre, o Grande.
Embora o texto original tenha sido perdido, fragmentos preservados por escritores posteriores permitiram reconstruir parcialmente seu conteúdo. Esses fragmentos revelam uma narrativa extraordinária envolvendo:
- a criação do mundo;
- deuses primordiais;
- seres híbridos;
- os Apkallus;
- o dilúvio universal;
- reis antediluvianos;
- astronomia;
- astrologia;
- cronologias gigantescas;
- saberes sagrados da Babilônia.
Babyloniaca ocupa hoje uma posição singular entre história, mito, religião, arqueologia e especulação moderna sobre civilizações perdidas e possíveis contatos extraterrestres.
✧ O CONTEXTO HISTÓRICO DA OBRA
A Babilônia após Alexandre
Quando Alexandre conquistou a Babilônia em 331 a.C., o mundo mesopotâmico entrou definitivamente na esfera cultural helenística.
A antiga civilização babilônica já possuía milênios de tradição:
- matemática;
- astronomia;
- religião;
- escrita cuneiforme;
- observações astronômicas;
- literatura épica.
Os gregos ficaram profundamente impressionados com esse patrimônio intelectual.
Foi nesse ambiente de fusão cultural que Bérose escreveu Babyloniaca em grego, provavelmente dedicado a:
- Antíoco I Sóter
A obra tinha objetivos políticos, culturais e religiosos:
- preservar a tradição babilônica;
- apresentar a grandeza da Babilônia aos gregos;
- defender a antiguidade da cultura mesopotâmica;
- integrar a sabedoria oriental ao pensamento helenístico.
✧ A ESTRUTURA DE BABYLONIACA
Pesquisadores acreditam que a obra era dividida em três livros principais.
LIVRO I — COSMOGONIA E SERES PRIMORDIAIS
O primeiro livro tratava da criação do universo e dos primeiros seres.
Entre os temas presentes:
- caos primordial;
- águas cósmicas;
- criação do mundo;
- criaturas híbridas;
- divindades ancestrais;
- Oannes e os Apkallus.
Bérose descreve seres monstruosos semelhantes às criaturas do Enuma Elish, o grande épico cosmológico babilônico.
A narrativa menciona:
- homens com asas;
- criaturas com múltiplas cabeças;
- seres metade homem metade peixe;
- híbridos fantásticos.
Essas descrições impressionaram autores posteriores porque lembravam uma cosmologia extremamente simbólica e complexa.
✧ OANNES: O INSTRUTOR DA HUMANIDADE
O trecho mais famoso de Babyloniaca descreve Oannes.
Segundo Bérose:
- Oannes emergia do mar durante o dia;
- possuía aparência híbrida;
- ensinava ciências e artes aos humanos;
- transmitia leis e conhecimentos;
- retornava ao oceano ao anoitecer.
Ele teria ensinado:
- escrita;
- geometria;
- agricultura;
- arquitetura;
- matemática;
- astronomia;
- organização social.
Para alguns estudiosos, Oannes representa o arquétipo do “civilizador divino”.
Para outros, trata-se da personificação sacerdotal ligada ao deus:
- Ea
Já autores ligados à ufologia enxergaram nessa passagem um possível relato distorcido de visitantes tecnologicamente avançados.
✧ LIVRO II — OS REIS ANTEDILUVIANOS
O segundo livro abordava os reis anteriores ao grande dilúvio.
Bérose relata que existiram dez reis antediluvianos que governaram durante períodos gigantescos, somando centenas de milhares de anos.
Essa tradição possui paralelos claros com:
- a Lista dos Reis Sumérios;
- narrativas bíblicas;
- tradições iranianas;
- mitos hindus.
O número extraordinário de anos gerou inúmeras interpretações:
Interpretação simbólica
Muitos historiadores entendem esses números como símbolos religiosos associados ao tempo cósmico.
Interpretação astronômica
Alguns estudiosos sugerem relação com ciclos celestes e cálculos astronômicos.
Interpretação esotérica
Autores ocultistas interpretaram esses reinados como memória de civilizações perdidas.
Interpretação extraterrestre
Pesquisadores modernos ligados à hipótese dos antigos astronautas sugeriram que esses reis seriam seres não humanos ou híbridos.
Contudo, não existem evidências arqueológicas que sustentem essa hipótese.
✧ O DILÚVIO UNIVERSAL EM BABYLONIACA
Um dos pontos mais importantes da obra é sua versão do dilúvio universal.
O herói da narrativa é:
- Xisuthros (forma grega relacionada a Ziusudra/Utnapishtim).
Segundo Bérose:
- os deuses avisaram sobre o dilúvio;
- uma embarcação gigantesca foi construída;
- animais e escritos sagrados foram preservados;
- após o cataclismo, a humanidade foi restaurada.
As semelhanças com a narrativa bíblica de:
- Noé
são impressionantes.
Hoje sabe-se que tanto o relato bíblico quanto o de Bérose provavelmente derivam de tradições mesopotâmicas muito mais antigas, especialmente da:
- Epopeia de Gilgamesh
✧ ASTRONOMIA E CIÊNCIA EM BABYLONIACA
Bérose também procurou transmitir o prestígio científico da Babilônia.
Os babilônios eram reconhecidos por:
- prever eclipses;
- mapear estrelas;
- registrar movimentos planetários;
- desenvolver calendários sofisticados;
- criar métodos matemáticos avançados.
Autores gregos posteriores viam os sacerdotes babilônicos como guardiões de um conhecimento antiquíssimo.
Isso ajudou a consolidar a imagem da Babilônia como centro de sabedoria oculta.
✧ A PERDA DA OBRA ORIGINAL
Um dos maiores enigmas históricos é o desaparecimento de Babyloniaca.
A obra sobrevive apenas em fragmentos citados por:
- Flávio Josefo
- Eusébio de Cesareia
- Sincelo
- Alexandre Polímata
Isso significa que:
- grande parte do texto pode ter sido perdida;
- muitos trechos chegaram filtrados por interesses religiosos;
- parte do conteúdo pode ter sido resumida ou alterada.
A perda do original alimenta ainda mais o mistério em torno da obra.
✧ BABYLONIACA E A UFOLGIA MODERNA
No século XX, Babyloniaca tornou-se central nas teorias dos “antigos astronautas”.
Autores como:
- Erich von Däniken
- Zecharia Sitchin
interpretaram os Apkallus como extraterrestres civilizadores.
As descrições de:
- seres híbridos;
- conhecimentos avançados;
- descida dos céus;
- astronomia sofisticada;
- contatos com deuses;
foram reinterpretadas como possíveis registros históricos de encontros tecnológicos.
Contudo, a maioria dos arqueólogos considera essas interpretações especulativas e sem sustentação documental.
✧ A VISÃO ACADÊMICA CONTEMPORÂNEA
Hoje, estudiosos entendem Babyloniaca principalmente como:
- uma obra historiográfica;
- um texto religioso;
- uma ponte cultural entre Oriente e Ocidente;
- uma tentativa de preservar a identidade babilônica.
A obra é considerada fundamental para compreender:
- a transmissão do conhecimento mesopotâmico;
- a influência oriental sobre a Grécia;
- o surgimento das tradições históricas do Mediterrâneo antigo.
✧ REFLEXÃO
Babyloniaca talvez sobreviva justamente porque permanece incompleta.
Os fragmentos preservados funcionam como peças dispersas de uma memória desaparecida da humanidade.
O fascínio moderno pela obra revela algo profundo:
a humanidade continua tentando descobrir suas origens.
Os Apkallus, Oannes e os reis antediluvianos representam mais do que mitos antigos. Eles simbolizam perguntas eternas:
- Quem ensinou os primeiros conhecimentos humanos?
- De onde veio a civilização?
- O conhecimento surgiu gradualmente ou foi herdado?
- Os mitos escondem memórias históricas esquecidas?
Talvez o verdadeiro poder de Babyloniaca esteja exatamente nessa capacidade de unir:
- religião;
- ciência;
- arqueologia;
- filosofia;
- imaginação;
- cosmologia;
- mistério.
✧ CONCLUSÃO
A obra Babyloniaca, de Bérose, constitui uma das mais importantes pontes intelectuais entre a antiga Mesopotâmia e o mundo clássico.
Mesmo fragmentária, ela preservou ecos de tradições extremamente antigas envolvendo:
- cosmologias pré-bíblicas;
- saberes astronômicos;
- mitos do dilúvio;
- seres civilizadores;
- estruturas simbólicas da origem humana.
Seus relatos continuam alimentando debates entre historiadores, arqueólogos, teólogos, ocultistas e pesquisadores do fenômeno extraterrestre.
Mais do que um simples texto perdido, Babyloniaca tornou-se um símbolo da própria busca humana pelo conhecimento primordial.
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