📜 Revista & Escolas de Mistérios
⚠️ Esclarecimento
“Este conteúdo possui caráter investigativo, filosófico e especulativo, baseado em interpretações e hipóteses. Não representa afirmações científicas conclusivas nem deve ser interpretado como verdade absoluta.”
📖 Texto Original (na íntegra)
Em todos os tempos, foram transmitidas formulas secretas, oralmente ou por escrito. Foi sem duvida o caso se jamais ele existiu - do Enchiridion pequeno livro que continha os mais belos pensamentos judaico cristãos e os maiores segredos da Cabala, escrito dizem pelo Papa Leão III, que o ofereceu a Carlos Magno como sendo o mais raro de todos os presentes.Segundo Eliphas Levi, o soberano proprietário desse livro e que dele soubesse servir-se dignamente podia ser o mestre do mundo.Essa tradição supõe, acrescenta Eliphas Levi:1) - A existência de uma revelação primitiva universal que explicaria todos os segredos da natureza e da ciência.2) - A necessidade de apenas confiar esses segredos aos iniciados.
) - A certeza de uma tradição, reservando para os soberanos pontífices e para os mestres temporais do mundo o conhecimento dos mistérios.
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- A perpetualidade de certos signos, ou pentalfas exprimindo estes mistérios e conhecidos apenas dos iniciados.
Terá Carlos Magno tirado vantagens do Enchiridion? É muito provavel. Não é verdade que constou que o ilustre imperador não sabia escrever?
Portanto Leão III, como outrora os padres de Eleusisdeve ter-lhe murmurado ao ouvido a fórmula enigmática ritual Knox om pax, cuja tradução seria, segundo paul de Cour: ((Que aquele que possa compreender compreenda))
Nem tudo tudo deve ser tomado no sentido literal da tradição. Mas nem tudo poder ser gratuito ou falso. Estamos a pensar na Argola de Cygês, nos pós mágicos dos alquimistas, nas transmutações físicas que atualmente encontram realizações científicas, mas lendas de Homero que foram reconhecidas como verdadeiras, no tesouro do Marquês de Carabas que é perfeitamente autêntico.
As imaginações mais desordenadas baseiam-se por vezes em recordações verdadeiras. Ao certo o que representa Agartha? Uma alucinação de ocultistas ou uma dessas centrais de verdade que nos teriam sido legadas por exilados venusianos?
Se o planeta Vênus suscita hoje as hipóteses fantásticas das nossa própria evasão, ele foi, desde a mais remota antiguidade conhecida, um pretexto para mistérios. Há dezoito milhões de anos, segundo uma lenda da Índia e do Afeganistão, Marte, Vênus e a Terra estavam em estreita comunicação.
Sobre a via magnética que ligava estes planetas vogava uma imensa nau resplandescente, de uma potência e de uma beleza extraordinárias. Ela conduziu para a Terra ((três vezes trinta e cinco seres humanos perfeitos)) que constituíram a primeira humanidade terrestre.
🔍 Análise Investigativa, Filosófica e Comparativa
O trecho apresentado articula três eixos centrais do pensamento esotérico tradicional:
1. 📚 A Tradição do Conhecimento Secreto
A ideia de um livro como o Enchiridion — atribuído ao Papa Leão III e oferecido a Carlos Magno — insere-se numa tradição muito antiga: a da existência de textos que condensariam saberes universais e operativos.
Essa noção aparece em diversas obras, como:
- Corpus Hermeticum
- Sefer Yetzirah
- Clavícula de Salomão
Esses textos compartilham a crença em um conhecimento primordial perdido, acessível apenas por iniciação.
O ocultista Eliphas Lévi reforça essa ideia ao propor a existência de uma revelação universal primitiva, conceito também presente na filosofia perene.
2. 🔺 Iniciação, Poder e Linguagem Simbólica
A referência aos “pentalfas” (pentagramas) e fórmulas como “Knox om pax” sugere uma linguagem iniciática — simbólica, codificada e restrita.
Esse padrão aparece em tradições como:
- Os Mistérios de Eleusis
- A tradição rosacruciana (ex: Fama Fraternitatis)
- A maçonaria especulativa
Aqui, o conhecimento não é apenas intelectual — é performativo e transformador, exigindo preparo do iniciado.
3. 🌌 Mitologia Cósmica e Memória Ancestral
A parte final do texto desloca-se para uma cosmologia mítica:
- Agartha como centro oculto do mundo
- Comunicação entre Vênus, Marte e Terra
- A chegada de seres superiores
Essas ideias ecoam obras como:
- O Rei do Mundo — sobre Agartha
- A Doutrina Secreta — sobre raças-raiz e origens cósmicas
- Eram os Deuses Astronautas? — hipótese de intervenção extraterrestre
A noção de uma “nau resplandescente” e de seres vindos de outros planetas também aparece em mitologias antigas, como os Vimanas da Índia.
4. 🧠 Leitura Crítica e Simbólica
O próprio texto sugere cautela: nem tudo deve ser literal.
Isso abre três níveis de interpretação:
- Literal: relatos de eventos reais (hipótese extraterrestre)
- Simbólico: alegorias de evolução espiritual
- Psicológico: manifestações do inconsciente coletivo (como propôs Carl Jung)
✍️ Correção do Texto (Ortografia e Clareza)
📌 Versão revisada:
Em todos os tempos, foram transmitidas fórmulas secretas, oralmente ou por escrito. Foi, sem dúvida, o caso — se é que jamais existiu — do Enchiridion, pequeno livro que continha os mais belos pensamentos judaico-cristãos e os maiores segredos da Cabala, escrito, dizem, pelo Papa Leão III, que o ofereceu a Carlos Magno como sendo o mais raro de todos os presentes.
Segundo Eliphas Lévi, o soberano proprietário desse livro, e que dele soubesse servir-se dignamente, poderia ser o mestre do mundo.
Essa tradição supõe, acrescenta Eliphas Lévi:
- A existência de uma revelação primitiva universal que explicaria todos os segredos da natureza e da ciência.
- A necessidade de confiar esses segredos apenas aos iniciados.
- A certeza de uma tradição que reserva para os soberanos pontífices e para os mestres temporais do mundo o conhecimento dos mistérios.
- A perpetuidade de certos signos, ou pentalfas, exprimindo esses mistérios e conhecidos apenas dos iniciados.
Terá Carlos Magno tirado vantagens do Enchiridion? É muito provável. Não é verdade que consta que o ilustre imperador não sabia escrever?
Portanto, Leão III, como outrora os sacerdotes de Eleusis, deve ter-lhe murmurado ao ouvido a fórmula enigmática ritual “Knox om pax”, cuja tradução seria, segundo Paul de Cour: “Que aquele que possa compreender, compreenda”.
Nem tudo deve ser tomado no sentido literal da tradição. Mas nem tudo pode ser gratuito ou falso. Pensamos na Argola de Giges, nos pós mágicos dos alquimistas, nas transmutações físicas que atualmente encontram realizações científicas, nas lendas de Homero que foram reconhecidas como verdadeiras e no tesouro do Marquês de Carabás, que é perfeitamente autêntico.
As imaginações mais desordenadas baseiam-se, por vezes, em recordações verdadeiras. Ao certo, o que representa Agartha? Uma alucinação de ocultistas ou uma dessas centrais de verdade que nos teriam sido legadas por exilados venusianos?
Se o planeta Vênus suscita hoje hipóteses fantásticas sobre a nossa própria evasão, ele foi, desde a mais remota antiguidade conhecida, um pretexto para mistérios. Há dezoito milhões de anos, segundo uma lenda da Índia e do Afeganistão, Marte, Vênus e a Terra estavam em estreita comunicação.
Sobre a via magnética que ligava esses planetas vogava uma imensa nau resplandescente, de uma potência e de uma beleza extraordinárias. Ela conduziu para a Terra “três vezes trinta e cinco seres humanos perfeitos”, que constituíram a primeira humanidade terrestre.
📚 Bibliografia (Estilo ABNT)
- BLAVATSKY, Helena P. A Doutrina Secreta. São Paulo: Pensamento.
- GUÉNON, René. O Rei do Mundo. São Paulo: Martins Fontes.
- LÉVI, Eliphas. Dogma e Ritual da Alta Magia. São Paulo: Pensamento.
- JUNG, Carl Gustav. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. Petrópolis: Vozes.
- DÄNIKEN, Erich von. Eram os Deuses Astronautas? São Paulo: Melhoramentos.
- AGRIPPA, Heinrich Cornelius. Três Livros de Filosofia Oculta.
- Textos tradicionais: Corpus Hermeticum; Sefer Yetzirah; Clavícula de Salomão.

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